Golpes contra turistas na Europa: Duc, Maria Lina e Dri alertam

Ricardo Freire
por Ricardo Freire

Paris: Basílica do Sacré-Coeur

É fato que o Brasil é um lugar infinitamente mais inseguro que a Europa. Mas por incrível que pareça, um turista brasileiro talvez corra mais riscos lá do que aqui.

Ocorre que o problema no Brasil é a violência -- que aprendemos a evitar não andando por lugares ermos ou pouco vigiados. Batedor de carteira, por aqui, é profissão em extinção; seu campo de ação parece limitado a festas com aglomeração (como todas aquelas da Bahia).

Na Europa a violência é mínima. Mas a arte de aproveitar-se das distrações dos forasteiros é desenvolvidíssima. Enquanto a gente está lá, embasbacado com alguma vista ou tentando entender o metrô, algum artista surrupia a nossa carteira ou mete a mão na nossa bolsa sem que percebamos. Deixar mala ou bolsa aparecendo em carro estacionado, então, é fatal.

Mais chatos (por humilhantes) são os golpes perpetrados em dupla ou trio: enquanto um puxa papo ou chama a atenção para uma coisa qualquer, o outro passa a mão no que estiver desguarnecido.

Recentemente, vários blogueiros que moram (e um que morou) na Europa trouxeram o tema à tona.

O Dani Duc, que tem o excelente DucAmsterdam.net (indispensável para viajar a Amsterdã e à Holanda), contou uma série de perrengues que passou em diversas cidades européias. Seus leitores contribuíram com suas próprias histórias nos comentários.

A Maria Lina, do queridíssimo Conexão Paris, repercutiu uma denúncia de leitores sobre golpes e intimidações nas escadarias de Sacré-Coeur.

Dentro do assunto, o PêEsse lembrou um post do ano retrasado em que a hilária -- e ao mesmo tempo seriíssima -- Dri Setti, do Achados, faz um verdadeiro inventário das várias maneiras de baterem a sua carteira na Espanha (e como escapar de ser uma vítima).

De novo: não é que a Europa seja perigosa. Ela só não é tão segura quanto a gente imagina -- e os riscos são diferentes daqueles nos quais já estamos escolados. Ter consciência disso já nos torna menos vulneráveis grin

E você? Já passou por algum perrengue do gênero? Conte na caixa de comentários!

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202 comentários

Claudio Motta
Claudio MottaPermalinkResponder

Em Marrakech, por diversas vezes fui abordado por pessoas "simpáticas" que se ofereciam para me ajudar a achar o caminho. No final queriam pagamento e surgiam mais uns 3 comparsas que diziam que tinha que pagar mesmo! Numa das vezes não consegui escapar e paguei...

http://cronicasdeviagens-mottas.blogspot.com/2009/12/marrakech-cidade-vermelha.html

Marcie
MarciePermalinkResponder

Em Roma é bastante normal que os ciganos lhe abordem com um papelão que, encostado em você, lhe distrai do outro que mexe na sua bolsa.
Outro golpe novo é o do anel caído: uma pessoa derruba um anel no chão e lhe chama como se para dizer que era seu e você o derrubou. Quando você olha, vem outra pessoa por trás e leva seus pertences.

Ila Fox
Ila FoxPermalinkResponder

Oi Marcie!
Duas vezes fomos parados em Paris com este golpe do anel, mas no nosso caso não percebemos a aproximação de ninguém, a pessoa meio que pedia uma recompensa por ter "encontrado" o anel. razz

Leticia Greco
Leticia GrecoPermalinkResponder

Em Paris, tambem fomos abordados com esta historia do anel!!! Uma senhora se aproximou falando que tinhamos perdido o anel, eu tinha lido sobre o golpe um pouco antes de ir e ja tinha falado para o meu marido sobre isso... entao simplesmente continuamos andando, prestando atençao nas nossas coisas e nao demos confiança, nem paramos para dar papo para a senhora. Na minha viagem foi a unica situação q presenciei. Em Pisa, ficamos com muito medo de deixar o carro, cheio de malas por causa dos relatos de assalto, mas graças a Deus nao aconteceu nada, mas hj nao faria isso de novo. Tentavamos nao marcar bobeira. Em Roma, evitei sair de mochila por causa dos relatos que tinha lido.

Ila Fox
Ila FoxPermalinkResponder

Já aconteceu com uma amiga, na espanha.
Ela estava num restaurante e entrou uma pedinte com um destes cartazes de "por favor, preciso de ajuda, bla bla". A mulher colocou em cima da mesa dela. Ela não percebeu, mas a mulher pegou o celular por debaixo do cartaz e foi embora. :-/

Dalva
DalvaPermalinkResponder

Em Barcelona, entrando no metrô dois rapazes tentaram nos roubar. Enquanto um falava uma língua indecifrável comigo, o outro tentava roubar meu marido, mas fomos rápidos tanto quanto eles, que fizeram tudo isso, antes que a porta do trem fechasse. Informamos a um policial que estava na estação, e a pergunta que ele nos fez, era se os rapazes eram mouros??

Carmen
CarmenPermalinkResponder

A mim também tentaron roubar oa metrô na Barcelona, issos dois rapazes não fazen distinção entre turista ou não turista. Tentar roubar a toudos!!! (eu acho que são "mafias" de Rômania ou do norte de África do Marruecos e Argelia)

Ana
AnaPermalinkResponder

Em Tânger, um senhor deu uma trombada na gente, pediu desculpas em espanhol e, quando respondemos em espanhol, disse que nos conhecia, que trabalhava em nosso hotel. Como estávamos olhando vitrines, ele disse que conhecia um lugar melhor e mais barato pra comprarmos aquelas mercadorias que nos interessavam. Começou a nos levar para um lugar meio estranho e aí caiu a ficha: era um golpe. Demos um perdido nele e caímos fora! Ainda bem que não houve maiores - e piores - desdobramentos! Mas fica o alerta, porque depois soubemos que era um golpe quase clássico!

Francisco A.
Francisco A.PermalinkResponder

O que eu faço para evitar esse tipo de problema é (1) integrar-se o mais possível ao país visitado em termos de roupas e comportamento, qdo possível até conversando com seu/sua eventual acompanhante no idioma local, qdo não for possível, não conversando em público; (2) nada de levar máquinas fotográficas e/ou filmadoras expostas e (3) deixar tudo que for de valor no cofre do hotel, levando apenas um cartão de crédito ou débito que possa ser rapidamente cancelado em caso de furto, um valor mínimo de dinheiro vivo e cópia do passaporte. Qdo estou de carro (sempre estou de carro) só fico em hoteis com estacionamento próprio ou escolho bem o estacionamento onde o deixo.

Esses cuidados se tornaram automáticos, não representam nenhum inconveniente e, com eles, nuca tive problema em mais de 20 anos viajando por todo o mundo.

Ermesto, o pato

FAço exatamente como voce.... E, uma outra dica. Camaras boas sempre em bolsas velhas e peqenas de mulher, nunca nas bolsas proprias para equipamentos de foto. Pode parcer esquisito uma mulher andando com duas bolsas, ou um hoemm com bolsa, mas é muito mais para o exotico do que para o turistão. E, nunca tiva um perengue mais grave no exterior, e mesmo no Brasil faz muito tempo que não me acontece nada, a útima vez há mais de 10 anos fui assaltado no Centro de São Paulo. Mas, acho as dicas do Riq extremamente uteis e interessantes.

Ila Fox
Ila FoxPermalinkResponder

Na India, o meu marido foi abordado por um guia que se ofereceu para mostrar um templo de graça. Ele topou, mas em certo momento o Guia perguntou:

"Você está gostando do meu trabalho, senhor? Se está, então por favor me coma."

A situação foi no mínimo estranha! O_O

Dá para ler o texto onde ele fala sobre isso aqui - http://ricbit-india.blogspot.com/2009/02/roubada-master.html

Arthur | Agora Vai

Isso não foi um golpe, o cara estava a fim do seu marido wink

Ila Fox
Ila FoxPermalinkResponder

Hahaha pois é. Na India é complicado ser gay, imagine o quanto eles sofrem, tem que apelar para os estrangeiros mesmo. wink

Mas fico pensando se fosse uma mulher passeando sozinha e sendo assediada na cara dura por um guia, daria medo! O_O

Hugo
HugoPermalinkResponder

Em Paris tentaram, por duas vezes, me aplicar o golpe do anel as margens do Sena. E nas descida da Sacré-Couer tentaram a manjada tática da fitinha.

Teria sido um problema se tivesse deixado de lado o instinto de como sobreviver a picaretas tão preservado no Brasil.

A verdade é que tanto aqui no Brasil como em qualquer lugar do mundo existem picaretas e devemos nos preservar ao máximo.

Ila Fox
Ila FoxPermalinkResponder

Como é a tática da fitinha? razz

Magrineli
MagrineliPermalinkResponder

Em Paris sempre o golpe do anel achado no chão... se me lembro bem tentaram isso em plena entrada lateral do Louvre. Já sabendo do mesmo graças às dicas do Riq e da Maria Lina no Conexão Paris ( https://www.viajenaviagem.com/2011/02/golpes-contra-turistas-na-europa-duc-maria-lina-e-dri-alertam/ ) Assim q vimos o cara se abaixar passamos e oferecer o anel passamos batido...

DELMA
DELMAPermalinkResponder

Já caí na tatica da fitinha na Sacre Couer. Mas nada intimidador, dei um euro pro angolano, um verdadeiro artista, já que fez aquela pulseirinha em tempo recorde no meu pulso e tudo resolvido. Não houve extorsão, mas só necessidade de um imigrante num país distante.

Já em Bruxelas, no metrô, na estação Midi levaram a carteira da minha irmã, com todo o dinheiro e cartões internacionais, e inclusive documentos brasileiros (CNH). A sorte que estávamos em três e o passaporte não estava na bolsa. Não percebemos na hora, só um tempo depois, Mas pegamos o metrô estava lotado e bateram a carteira da bolsa, estilo bem mão leve.

Guillermo
GuillermoPermalinkResponder

Como evitar isso? Não desligar o 'brazilian_mode' quando viajar. NUNCA tive problema algum na Europa ou Ásia por que ajo da mesma maneira seja em Porto Alegre ou Bangalore, Brasilia ou Amsterdam...

Beatriz Mazer
Beatriz MazerPermalinkResponder

Se não dá pra deixar documentos no cofre do hotel, sempre carrego na famosa cintinha, em baixo da roupa, o passaporte, cartões de crédito e valores maiores em dinheiro. Nunca deixo bagagem a mostra no carro e se possível pago um estacionamento. Mas as vezes mesmo o turista mais experiente dá bobeira!Em Paris tentaram o tal golpe do anel, mas é tào grosseiro, que qualquer brasileiro vê que é golpe!Já roubaram meus brincos aqui em Bogotá, pois esqueci que estava de brinco quando fui caminhar no centro antigo!Foram'-se os brincos, mas ficaram as orelhas! Um ladrão profissional! veja mais em www.jovensdeespirito.com.br

Silvia Soares
Silvia SoaresPermalinkResponder

Em Madri, um homem se aproximou segurando um grande mapa e pedindo informações; ao mesmo tempo, uma mulher trombava na minha bolsa. Como percebi a tempo,não cheguei a parar e evitei o furto. Pouco tempo depois, uma amiga passou por situação parecida e levaram a carteira dela.

Em Paris,tb já fui alvo do golpe do anel,perto da Torre. E em Montmatre, um "artista" me seguiu com uma gravura que dizia ser o meu retrato (risos), enquanto outro "artista" se aproximava pelo lado oposto.

No entanto, o que me atemorizou mesmo foi a estação Karlsplatz em Viena, onde presenciei diversos furtos praticados por pessoas evidentemente drogadas.Não sei se dei azar, por ser um dia de muita chuva, mas parece que todos os delinquentes da Austria se reuniam ali.

Fabio NG
Fabio NGPermalinkResponder

Em Barcelona, descansávamos em uma praça quando um sujeito vem pedir informações sobre um ponto turístico ali perto -- em espanhol! (Pedi que perguntasse em inglês, mas o cara não falava nada.)

Não fazia sentido: por que alguém que fala a língua local perguntaria uma informação a turistas?

Daí me deu um estalo: olhei pra trás e outro sujeito se aproximava silenciosamente, prestes a pegar uma bolsa com equipamento fotográfico e (acreditem) nossos passes de trem -- coisa de principiantes a gente levar ali, claro.

Dei um salto em direção a ele. Com o susto pela minha reação, acabaram se afastando e não levaram nada. Mas o stress nos abalou vários por dias: a gente achava que a cada esquina tinha alguém tentando dar um golpe.

fabteixeira
fabteixeiraPermalinkResponder

Não desligar o "Brazilian mode" como diz o Guillermo! Seria cômico se não fosse trágico. O lugar em que mais tive problemas foi em Paris.
Na Sacre-Couer tem um monte de africanos no começo das escadarias lhe oferecendo de graça as tais fitinhas. Não sei qual é o esquema, mas que tinha cara de golpe, tinha! Só sei que passei direto olhando feio e fazendo de conta que não entendia o que falavam. E olha que eles tentam várias línguas, até o português.
Mas o pior foi mesmo descendo naquele primeiro elevador (o do primeiro nível) da Torre Eiffel. Estava num canto olhando a paisagem quando percebi estar cercado por uns 5 homens com aparência árabe. Não contei conversa, saí empurrando, pedindo licença e atravessando na direção contrária do elevador, segurando os meus pertences e os bolsos. Acho que isso os assustou e consegui descer ileso.

Ila Fox
Ila FoxPermalinkResponder

Gente, pelo visto este golpe do anel é beeeem comum! hahaha, pior que deve ter gente que cai nisso né? incrível...

Morro de medo de ficar numa situação delicada em outro país... se até no nosso espaço a gente se sente mal e desamparado, imagine longe de casa? :-/

Moises Oliveira

Tentaram aplicar o golpe do anel em cima de mim quando estava entrando com miha irmã por um acesso lateral do Louvre.
Confesso que fiquei decepcionado. Botei o cara pra correr. Que audácia vir me testar com um golpe fajuto desses!!!!

Alice
AlicePermalinkResponder

Nunca tive problema algum em Paris, mas mantendo aquela postura de quem está andando na Cinelândia. Coisas de valor bem escondidas, cara de poucos amigos e não dando conversa quando abordada. Em Madrid minha carteira (com passes de trem dentro) foi batida numa noite muito chuvosa, numa pequena aglomeração que esperava o sinal abrir para atravessar a rua na Puerta del Sol. Eu usava uma mochila relativamente fácil de abrir nas costas. Na carteira só tinha o passe porque dinheiro eu trazia junto ao corpo, no porta-dólares. Hoje uso uma mochila que tem um bolso na parte que fica colada às costas, inacessível para quem vem de trás. Na parte mais fácil de abrir só guardo coisas sem grande valor, como casaco e pequenas compras. Em Madrid furtos são muito comuns mesmo, vi a Polícia correndo atrás de batedores mais de uma vez. Nos bares e restaurantes também costumam furtar bolsas penduradas em cadeiras (essa por aqui é velha né?).

Camila Torres
Camila TorresPermalinkResponder

Estávamos em Bolonha, passando nos arcos de um dos prédios. Passamos por um grupo de ciganos, e uma mulher com um bebezinho no colo chegou perto do meu marido, ficou puxando a camisa dele falando um monte de coisa.
Ele finalmente conseguiu se soltar e continuamos caminhando. Depois de 30s ouvimos alguém chamando. Olhamos pra trás e era uma das ciganinhas... com um passaporte verde na mão. Ela chegou dizendo que tinha "achado" e queria um dinheirinho pra devolver.
Fomos no departamento de turismo reclamar e a moça disse "é, os ciganos daqui as vezes dão problema pra gente, não passem muito perto". E só... parece realmente ser bem comum.
Depois disso ele escutou meus conselhos e passou a esconder melhor o passaporte !

silvia
silviaPermalinkResponder

Eu e minha irma fomos assaltadas em Lisboa no bairro Alfama. Estavamos com nossos primos portugueses indo a um restaurante com fado.
Não sei como viram que minha irma levava uma bolsinha de couro pequena pendurada no ombro, sob o casaco comprido de lã . Passaram correndo por nós e arrancaram a bolsinha arrebentando a alça.
Levaram todos os cartões e passaporte.
Saimos correndo ladeira acima atras deles pedindo que devolvessem somente o passaporte pois iamos embora no dia seguinte.
Paramos exaustas num bar para minha irma tomar uma agua , quando vejo na janela uma pessoa me chamando .
Tomei coragem e fui ver o que era. Era um dos ladrões tentando negociar a devolução do passaporte.
Negociei efetivamente pois ele queria um valor que não tinhamos.Paguei o preço negociado e me devolveram a bolsa toda, intacta, apenas sem o dinheiro, claro !!
Em Paris passei pelo golpe classico do anel numa das pontes do Sena. Nem olhei pois ja conhecia!!

Bernardette Amaral

Eu passei por duas situações relatadas: na Italia uma cigana me abordou e tentou me roubar, estava com uma criança no colo e o papelao na frente, quando consegui me livrar dela, ja estava com metade da bolsa aberta, comecei a gritar e ela saiu correndo.EM barcelona na saída do metrô dois jovens tentaram me roubar e um deles quando percebeu que eu ia reagir , me empurrou e saiu andando na maior tranquilidade. Nas duas situações não levariam nada, o passaporte deixo no cofre do hotel e o dinheiro estava na bolsinha junto ao meu corpo, iam ter o maior prejuízo.Na italia havia o absurdo de ter aviso de que havia batedores de carteira agindo no onibus que leva ao Vaticano, não sei porque a policia nao tomava providências. Sempre alerto para esses fatos para quem vai viajar para grandes cidades.

Fátima
FátimaPermalinkResponder

No metrô lotado de Paris, meu marido teve 200 euros roubados por uma criança cigana. Na mesma investida, a menina também levou os óculos de uma amiga.

Ila Fox
Ila FoxPermalinkResponder

Tô horrorizada com os relatos! mas fico só pensando o que os pobres turistas estrangeiros passam aqui no Brasil. sad

Ricardo Freire

Haha, eu tô adorando, Ila! Tô vendo que a gente passa MUITO mais perrengue lá do que eles aqui. Aqui a gente certamente não tem essa tecnologia do mão-levismo e do golpismo-do-vigário tão desenvolvida!

O problema aqui é a presença de arma ou intimidação física -- que deixa, evidentemente, traumas muito mais intensos.

Mas que é mais seguro um espanhol vir pro Brasil do que um brasileiro ir pra Espanha está me parecendo cada vez mais claro grin

Arthur | Agora Vai

Não há mais furtos no Brasil. Aquele "artista" da mão-leve, o cara que destrancava qualquer carro em 5 segundos e saía numa boa foram extintos. Hoje é pistola na cara e pancada...

Fabio NG
Fabio NGPermalinkResponder

Pensamos nisso no caso de Barcelona: se fosse no Brasil, acho que não teriam desistido após minha reação -- provavelmente seríamos ameaçados com alguma arma, e o desfecho poderia ter sido bem pior.

Alice
AlicePermalinkResponder

Outro ponto é que exatamente por vivermos em lugares mais assim, hum, selvagens, a gente fica com uma certa idéia tipo: "se eu moro no Rio, não é aqui que vou ser roubada". Mas os gatunos espanhóis tem uma destreza muito acima da média.

Dalva
DalvaPermalinkResponder

É Ricardo, concordo com você, gente que não presta tem em todo lugar, já dizia minha querida mãe. Por isso sigo as regras básicas já citadas aqui, e procuro ao máximo ser discreta. Em público, observar muito e falar pouco também é válido em nossas andanças pelo mundo afora.

Nick
NickPermalinkResponder

Eu NUNCA tive problema nenhum em qualquer cidade da europa. Mas costumo traçar meu roteiro antes de sair do hotel, para não ficar com cara de "pra que lado tenho que ir", e também não dou atenção para possíveis pedintes, fecho a cara e pronto. Em aeroportos no desembarque a dica é ir andando rápido como se já fosse íntimo do local, mesmo que seja para o lado errado, melhor do que ficar com cara de "pra que lado tenho que ir". E sempre tomar muito cuidado com bolsas e mochilas...

Victor Hugo
Victor HugoPermalinkResponder

Eu sou bem assim tbm... me desembesto porta a fora... chega a ter gente que vem pedir informação pra mim... ehehehe

Karina
KarinaPermalinkResponder

Nas escadarias da Sacre Couer tentaram me aplicar um golpe mais singelo. Era um grupo de surdos e mudos pedindo pra assinar uma folha e distribuindo beijinhos e gratidão. De cara olhei desconfiada mas, como entendi ser uma especie de abaixo assinado, resolvemos colaborar e assinar afinal, seria só uma assinatura. Ledo engano! Depois que assinei, a mudinha mostrou a ultima coluna com o valor da doação que deveriamos dar...15 euros por assinatura! kkkkk
Deu vontade de mostrar o passaporte pra ela, alô, aqui tem brasileiros! Vai aplicar esse golpe em outro! Largamos os mudinhos resmungando e seguimos.

Ermesto, o pato

Muita atenção nos taxis em Israel e na Grecia. Sempre veja se estão usando o taximetro, e saia do carro imediatamente se suspeitar de golpes.

Pedro
PedroPermalinkResponder

Nunca presenciei o golpe do anel.
Já fui abordado por ciganas em Barcelona, mas elas não resistiram à minha falta de educação e rispidez.
Eu já vi uma cigana arrancando na faca a bolsa de uma turista na fila dos Museus do Vaticano.
Já fui, isto sim, abordado pelos marginais na Sacre Coeur. Eu já conhecia o esquema, mas estava acompanhado de familiares menos preparados. Já os havia alertado, mas instintivamente, quando uma dupla de marginais se aproximou, os avisei (em português) uma vez mais para não darem atenção e não aceitarem a fitinha. Um dos marginais veio então em minha direação, me mandou (em francês) calar a boca e me deu um tapa no ombro do tipo "cai fora, mané, não atrapalha meu negócio". Fiquei furioso. Senti minhas orelhas e pescoço pegarem fogo. Virei para trás e falei (em francês) gesticulando muito: "falo o que quiser, é minha família". Outros dois se juntaram a ele, é claro. E só então me dei conta que a coisa poderia ficar feia para o meu lado. Minha esposa me puxou e aproveitamos para nos "abrigarmos" em uma excursão de orientais e acabava de se aproximar da bilheteria do teleférico.
Mas acho que as pessoas são muito desatentas. Fiz milhões de recomendações e, mesmo assim, na saída do teleférico, após o incidente com os marginais da fitinha, um familiar acabou por assinar um daqueles benditos abaixo-assinados que depois se revelam associados a uma "doação".
Chamem-me de paranóico, mas o fato é que nunca dou mole, não faço cara de turista, não dou papo, passo reto, finjo que não entendo o idioma, uso óculos escuros, não ajudo a nenhum preteso necessitado, entro no metrô e coloco a mochila para frente e a abraço, faço questão de olhar para trás quando acho que tem alguém suspeito me seguindo, troco sim de lado da calçada quando avisto alguém perigoso em potencial, em escadas rolantes minha esposa sempre vai à minha frente e eu fico de lado no degrau, desconfio sim até da minha própria sombra, mas saio à noite, tiro muitas fotos e me divirto muito. Minha preocupação não estraga o lazer. Pelo contrário. Já viajei muito e nunca fui assaltado ou vítima de um golpe.

Georgia
GeorgiaPermalinkResponder

Em Veneza tem aquela clássica na ponte em frente à estação de trem. Você (mulher) está carregando sua malinha (ou malão) escada acima e um "cavalheiro" arranca a mala da sua mão com passos apressados e carrega até o final da ponte e só te devolve mediante algum dinheiro. Eles te intimidam mesmo. Fiquei com medo. Deveria ter gritado e chamado a polícia mas... O pior (ou melhor) é que não tínhamos dinheiro. Já havíamos comprado as passagens e iríamos sacar dinheiro em ATM na estação. Eles só levaram moedas de Euro. Mas fiquei com ódio!!!

marcos k
marcos kPermalinkResponder

na última viagem a europa, na torre eiffel uma moça com lenço na cabeça e óculos escuros aproveitou que o fluxo de gente parou agente e conseguiu abrir a mochila. fiquei impressionado com a habilidade da moça pq só percebi qndo já estava aberta.
como não colocamos nada de valor em cima e deixamos um casaco velho sempre pra cobrir ela não conseguiu levar nada.

Ludmila
LudmilaPermalinkResponder

Confesso que também fiquei estarrecida com esses relatos...cada vez mais comuns!!Eu hein...primeiro mundo eles..já foram faz é tempo...tanto na economia..quanto na cordialidade.....na violência etc!!! Cada vez mais amo o brasil apesar de morrer de amores por vários trechos da europa!!!
Concordo com o que o ricardo falou acima!!!

Cinthya Rachel

Em Paris tb vi o golpe do surdo e mudo, vc assina e eles querem dinheiro, hahahah. Assinei e saí andando. E tb uma menina tentou passar junto comigo na catraca do metro para não pagar a passagem. A sorte é q travou e ela me prensou na porta, virei, fiz a minha melhor cara de brava e gritei como o Rick Martin na música da copa: Allez, allez, allez. A menina saiu andando, rs meu pai disse que foi abordado no trem de Paris, um cara gritava com ele: esse é seu trem, esse é seu trem? Meu pai se fez de desentendido, depois viu a polícia correndo para pegar o rapaz, ele roubava as passagens de trem

Sandrissima
SandrissimaPermalinkResponder

Em Paris o JC parou para dar atenção a um moça (linda!) que perguntou insistentemente algo na Av Champ Elyseé, no início da noite, eu o empurrei (ciumenta, eu?) e olhei feio para ela, que não nos seguiu. Próximo ao Museu D'Orsay, uma senhora tentou dar o golpe do anel, também em JC, e eu dei um berro na insistente senhora e gritei. Ela ficou praguejando... Fui alertada no Conexão Paris da M. Lina e já sabia desses golpes tão comuns. Tive que explicar alguns fatos da vida para o JC... Próximo ao Trocadero, um negro bonito e alto pegou em meu braço, tentando falar italiano comigo, enquanto outro observava e JC extasiado com a paisagem não viu nada! Gritei e ele me soltou... (Posso pensar que jovens e lindos nos abordando depois dos enta... Só pode ser assalto??? risos)
Em Roma um policial abordou meu cunhado devolvendo o passaporte dele: uma garotinha tinha esbarrado nele na saída da estação e, sem que ele percebesse, afanou o documento do bolso interno do sobretudo... Ele deu sorte pq o policial viu a ocorrência.
No aeroporto de Madrid, um amiga nada prática, com 5 malas para colocar para dentro, foi abordada por um senhor, enquanto outro resolvia o problema de excesso dela: roubou uma das malas! Mas em nenhum dessas ocorrências usaram violencia. Aqui na Bahia... Cuidem-se!

INDAGADOR
INDAGADORPermalinkResponder

Aqui na Bahia, em SSA, em meus 40 anos nunca fui alvo de qualquer ameaça, furto, roubo. Mas em Lisboa, ano passado, em plena praça do Comercio, fui abordado por dois portugas, que tentaram levar minha camera. Em Paris, rasgaram minha mochila no metro, mas como dentro so havia mapas (gratis, daqueles comerciais) e outros papeis, alem da mochila nada perdi...entao, no mue conceito, Salvador é mais seguro que esses dois lugares citados.

Márcio Cabral de Moura

INDAGADOR, acho que em Salvador você não faz programa de turista. Fora Recife, onde moro e já fui assaltado algumas vezes, eu só tive problemas em duas cidades: Salvador e Rio.
Em Salvador, no Pelourinho, eu e mais dois primos tivemos que correr muito para escapar de ladrões. Eles não chegaram a nos abordar, mas começaram a nos seguir, apressamos o passo e eles apressaram mais ainda, aí saímos correndo até encontrar um policial.

No Rio foi um risco mais calculado. Eu queria tirar umas fotos do Theatro Municipal, mas calculei mal a movimentação da rua. Cheguei lá antes das nove horas da manhã de um sábado (ou foi domingo?) e a região estava muito deserta. O que fazer? Tinha um tomador de conta de carros por perto e eu pedi "proteção" a ele para tirar minhas fotos. Eu comecei a tirar as fotos e minha esposa prestando atenção na movimentação. Uns minutos mais tardes, eu percebo uma pessoa suspeita vindo por um lado, mas ou menos na mesma hora que minha esposa percebe um outro vindo do outro lado e o "flanelinha" percebe os dois e grita para mim: -Ei, moço, pode tirar fotos, sem problemas. Com isso, os dois marginais mudaram de direção e foram embora. Valeu os cinco reais que eu dei pro "flanelinha". smile

Silvia Soares
Silvia SoaresPermalinkResponder

No Pelourinho, tb há o golpe da fitinha (no caso, do Senhor do Bonfim). Alguém amarra no seu braço, fingindo dar as boas-vindas, enquanto um pivete puxa sua bolsa. Já presenciei duas vezes.

Isadora
IsadoraPermalinkResponder

Em Paris uma senhora muito bem vestida passou na catraca do metrô comigo!!! Eu estava atrapalhada com o ticket, ela "ofereceu" ajuda e quando vi tava colada comigo passando na catraca...pelo menos não me roubou nada!

LETICIA SAMPAIO

por isso que na catraca somente uma pessoa, sem pena

Márcio Cabral de Moura

Na minha primeira vez em Paris aconteceu algo parecido comigo. Só que eu pensei que fosse uma tentativa de furto.

Em Paris tem que se usar o bilhete para abrir a porta da saída e eu não sabia disso. Aí eu vou sair e uma pessoa bate atrás de mim, na minha mochila. Eu não consegui sair porque não tinha colocado o bilhete. Pensei que ela estivesse apenas apressada e não esperava que eu não ia passar (em parte era verdade) ou que estava tentando me furtar.

Essa pessoa me diz que eu tinha que colocar o bilhete e quando eu faço ela bate de novo em mim e termina passando junto comigo na abertura da porta, mas não houve tentativa de furto.

No mais, ando sempre com minha câmera na bolsa da Canon, mesmo. Mas em lugares muito movimentados, cuidado extra. E dependendo de como esteja, meia volta, volver, como em Londres, à noite, numa das entradas da estação de metrô de Paddington.

E quando eu vou tirar fotos em lugares mais movimentados, minha esposa fica vigiando e vice-versa.

LETICIA SAMPAIO

aconteceu comigo na Jordania, me pediram informação em Espanhol, turista como eu, e quando fui notar, lá se foi a carteira

moacir sampaio

Na primeira vez que fui pra europa paramos em madri primeiro.A moça da agência de viagens em madri deu todas as dicas sobre os "carteiristas". Não tivemos problema mas andar de noite pela plaza mayor e adjacências não é tão agradavel.
Já em paris os imigrantes africanos tentaram falar com a gente na escada da sacre coeur mas não demos bola.No mais nenhum problema em londres,veneza e lisboa.
Apesar de andar como turista algumas vezes como o mapa na mão eu tento seguir algumas regras:
Fazer cara de mau sempre!! Pode ser engraçado mas dá certo.Ninguém fala comigo. heheeh
Sempre uso cofre.Só ando com copia do passaporte e dinheiro dividido em vários lugares (até dentro do tênis) e 1 cartão. E tudo dentro dos bolsos internos do casaco.

Ila Fox
Ila FoxPermalinkResponder

Taí uma coisa que eu já pensei em fazer: deixar o passaporte no Hotel e andar só com a cópia. Será que pode fazer isso? é legal?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Ila! Nunca ande com o passaporte em lugar nenhum! Só em lugares onde isso seja imprescindível, como a Rússia. Lugar de passaporte é no cofre do hotel!

Márcio Cabral de Moura

Bóia, sinceramente, eu tenho mais medo de que haja um furto no hotel do que comigo.

Guilherme
GuilhermePermalinkResponder

Um cara loiro tentou aplicar o golpe do anel nos Jardins do Louvre. E olha que nós éramos três homens jovens...

Já sabíamos e saímos de perto, mas não sem antes xinga-lo na nossa lingua.

Alessandra Fiorini

E quando somos nós que passamos por golpista?
Meu pobre marido, lindo e prestativo, ficou com pena de uma senhora subindo as escadarias de uma estação de metrô em Paris e quis ajudar. Só faltou a mulher chamar a polícia!
E eu, que no trem de Fiumicino-Roma peguei a mala de um cara achando que era de uma senhora de idade que descia à minha frente, tadinha, velhinha não tinha força para carregar a mala, vai lá, Alessandra ser gentil com a velhinha... na verdade ela não tinha mala e o cara saiu gritando (tá certo que ele viu que eu era lesada) que a mala era dele e eu querendo que se abrisse um buraco até a China prá eu me enfiar de tanta vergonha!
De resto, nunca ninguém tentou me roubar não. Acho que por dó!

Nelma
NelmaPermalinkResponder

Alessandra, adorei teu relato! Algo para a gente rir no meio de tanta encrenca!!!!

Dani G.
Dani G.PermalinkResponder

Aqui em Bruxelas: alerta máximo nos restaurantes e bares perto da Grand Place. Levam bolsas, celulares e máquinas fotograficas. No metrô e tram tb. Vários e vários casos. Não pode dar mole !

Jurema
JuremaPermalinkResponder

Eu já contei isso aqui no post de S. Petersburgo, mas conto de novo. Na saída do metrô, forma-se a maior muvuca na base da escada rolante (o metrô é lotado, parece que todo mundo desce na estação central, e só tem duas escadas para subir). Meu marido estava com a carteira em uma pochete atravessada no peito (difícil de explicar: um lado sobre o ombro, outro por baixo do ombro, como uma cartucheira, e por baixo da jaqueta, que estava aberta), ainda assim um cara tentou enfiar a mão para tirar a carteira e tomou um tapão do meu marido. A coitada da russa que nos acompanhava quase morreu de vergonha.

Em Praga, estávamos com meus pais, e tínhamos dado todas as devidas orientações já citadas. Estávamos na lojinha da igreja do Menino Jesus de Praga, comprando postais e outras coisinhas, meu pai, apressado, guardou a carteira na frente da capanga, meio aberta, saindo da igreja percebeu que estava sem a carteira. Isso rendeu uma boa história, pois temos um BO em tcheco entre as lembranças de viagem.

lene
lenePermalinkResponder

deixar coisas fora da mala em hotel no exterior é fatal. já tinha ouvido falar disso, mas por esquecimento deixei um sapato no novotel em paris, e quando voltei do passeio: pluf! tinha sumido.

Carlos Henrique Loyo

Oi Iene, acho que não entendí. Você quis dizer roupa fora da mala? Eu sempre deixo as roupas e sapatos que vou usnado fora da mala e nunca tive problema algum. Me preocupo apenas em guardar no cofre, ou na mala em hotéis que não tem cofre, o notebook, passaporte original, dinheiro e cartões que não serão usados e nunca tive problemas com roubo.

Ziu
ZiuPermalinkResponder

Em Paris, na estação Gare du Nord precenciei um moço com aparência de indiano aplicando golpes em várias pessoas que tentavam comprar tickets em máquinas. ELE se dizia ser funcionário do Metrô e oferecia ajuda já que a máquina não funcionava. Ele simulava realizar a operação e entregava tickets falsos, pegando os valores em espécie...nunca menos de 12 euros, e ainda mostrava a direção que a pessoa deveria se dirigir.
No outro dia fomos abordados ao lado do Sena com o golpe do anel e mais tarde, perto do Champs Elisées, um cidadão de ótima aparência, em um carro idem, nos abordou com um mapa na mão. Paramos pensando se tratar de algum perdido mas, que nada, era mais um golpe. O Cara contou uma historinha e oferceu uns casacos italianos que trazia com ele. Em troca alegou que não tinha saldo no seu cartão de cartão e nos pediu dinheiro para por gasolina no carro..pode????!!! ...Enfim, primeiro mundo aqui estamos nós!!!! Assustados porém felizes e atentos !!!

Camila Torres
Camila TorresPermalinkResponder

Ah ! Tenho outra história. Na Itália também, em Nápoles, mas desta vez foi com um cara que tava do meu lado.
Estávamos esperando o ônibus no ponto em frente ao porto. Estava bastante cheio. Quando o ônibus chegou entrou uma galera. Os ladrões aproveitaram o tumulto pra puxar a carteira de um cara. Mas o cara percebeu, e era um italianão bem nervoso. Catou os dois caras pelo colarinho e ficou gritando pro motorista esperar, que ia chamar a polícia se eles não devolvessem, etc. Daí o ladrãozinho pegou a carteira que tinha jogado debaixo do ônibus e devolveu pro cara.
Putz ! Tem que ficar esperto mesmo.

Cristina
CristinaPermalinkResponder

Eu sou paranóica. Em Montes Claros, no aeroporto, pequeno e do lado da rua onde passa carro, uma colega deixou uma bolsa e deu as costas - disse para ela "Nunca mais faça isso, por favor". O dia que ela não estiver comigo, fiz minha parte.

cler
clerPermalinkResponder

Muito bom, porém, discordo.
Que na Europa se furta, ninguém nega. Que os taxistas nos enganam, ninguém nega. O problema é que o turismo no Brasil acaba por ser perverso: já não furtam, matam.
Na Europa não tem "arrastão" nas praias; não tem arrastão nas estradas; não tem bala perdida; não tem sequestro relampago;não tem disputa por território, etc.
Fui furtada no melhor Hotel de Budapeste denominado Corinthian, (sem nenhuma intenção é o nome mesmo), 6 estrelas, por uma camareira que se apaixonou por um tênis.
Em Istambul, um taxista não tinha troco em euro, mas pegou a nota e trocou por uma falsa.
Já em Paris, saimos do hotel e deixamos o nosso cofre escancarado no primeiro dia da nossa viagem, que duraria 30 dias. NADA ACONTECEU, não foi retirado um tostão. Aliás a camareira foi gratificada nos nossos 10 dias de permanência.
Mas juro, conheço quase que o mundo inteiro e nunca vi violência maior do que aqui.

Andre L.
Andre L.PermalinkResponder

Concordo, cler, e o Riq já deixou isso claro no post: falamos desses "pequenos crimes", que são mais simples, menos sérios e certamente menos traumatizantes do que assalto à mão armada a quem faz trekking em Itacaré, arrastão entre o aeroporto Tom Jobim e o hotel no Rio, invasão de flats com reféns em São Paulo e por aí vai... A criminalidade no Brasil é muito pior.

Alexia
AlexiaPermalinkResponder

Acho que vc não leu o texto direito, colega. Nem o texto nem os comentários.
Foi exatamente disso que o Riq (e todo mundo) falou. Então acho que vc concorda e não discorda, ouraite? wink

Daniduc
DaniducPermalinkResponder

Oi Riq! Brigado pela recomendação e palavras gentis! smile (e fico feliz de estar em tào boa companhia no post grin) Valeu pelo artigo, é um assunto muito importante! Grande abraço

Ila Fox
Ila FoxPermalinkResponder

Lembrei de outro golpisinho pega-turista que meu marido passou na India, o do macaco!

Ele estava num taxi-riquixá, parado no transito, e tinha um cara com um macaco ao lado. Ele achou engraçado e tirou foto. Daí o dono do macaco colocou o macaco em cima do taxi-riquixá e disse que não tirava enquanto ele não desse 100 rupees. razz

No blog ele fala sobre o golpé do macaco certinho - http://ricbit-india.blogspot.com/2010/11/e-o-macaco.html

Paula Bicudo
Paula BicudoPermalinkResponder

Eu nem contei no blog, mas lembro que na época tuitei. Passamos uma noite em Napoli antes de seguir pra Costa Amalfitana e deixamos o carro alugado estacionado na rua do hotel. De manhã, quando meu pai foi colocar moedas no parquímetro, simplesmente não achou o carro. Sorte nossa que havíamos feito Super Cover da Hertz e havíamos retirado toda a bagagem dos carros, mas confesso que fazer B.O. na delegacida de Napoli não foi nada legal. Aliás, quem puder passar longe da cidade, o faça.

Andre L.
Andre L.PermalinkResponder

Paula,

Eu acho um pouco peremptória a idea de evitar uma cidade porque você teve um carro furtado (sem violência) lá. Entendo sua posição, e todo o seu direito de compartilhar a raiva da experiência, mas eu RECOMENDO que as pessoas passem en Napoli, onde eu mesmo já fui, de carro, sem qualquer problema de furto ou vandalismo, algumas vezes e de onde muito gostei.

luis r.
luis r.PermalinkResponder

paula,
vc fez muito bem em contratar um seguro completo e acertou tb em ñ deixar bagagem dando sopa dentro do carro.

diante da sua experiência, faltou só recomendar a quem for a nápoles deixar “la macchina” em estacionamento ou área protegida.

estive em nápoles de carro, e nada me aconteceu. no entanto, já tive 2 carros furtados na minha pp cidade pq cometi esse mesmo deslize: parar na rua. nem por isso me mudei daqui ou recomendo às pessoas q evitem visitá-la.

Danilo
DaniloPermalinkResponder

Te tanto ler sobre esses golpes na internet antes de viajar, eu cheguei na europa meio neurótico. Carregava uma mochila, e sempre deixava ela trancada com um discreto cadeado p/ malas (de código). No bolso de fora deixava as coisas menos valiosas que precisava a todo momento. Com a mochila trancada eu dei uma relaxada.
Fui em Sacré-Coeur, e é impressinante, eles "fecham" a passagem p/ igreja, e vc tem que passar por eles p/ subir. Não são perigosos, mas mto chatos, nada que um "no" mais incisivo não resolva.
Um "golpe" que eu não conhecia e acabei caindo, é o da abaixo-assinado. Um grupo de 3 ou 4 imigrantes te abordam extremamente simpaticos e pedem p/ assinar um abaixo-assinado p/ democracia em algum país africano (no meu caso foi a Tunisia). Ao assinar o papel, eles dizem que vc tem que pagar 20 euros, pois vc assinou o papel, e o dinheiro é p/ luta pela democracia; eles usam a estratégia da pressão, são 3 ou 4 pressionando p/ conseguir o $$, e na hora vc acaba dando. Eu tinha uns 3 euros no bolso, que eu dei p/ eles e saí andando, mas ainda ficaram reclamando.
Em comparação com Londres e Berlim, achei que Paris NÃO transmite uma boa sensação se segurança.

Marcelo Alabarce

Mesmo na tendo acontecido na Europa, acho que e pertinente o que eu vou relatar.
No Premium Outlet em Orlando, um dos mais admirados pelos brasileiros, eu vi 2 casos de roubos que aconteceram dentro de lojas - Armani Exchange e a outra nao me recordo. Duas brasileiras tiveram suas bolsas cortadas com facas e roubaram dinheiro, cartoes e o pior....o passaporte. So perceberam muito depois.

E triste mas isso esta ficando cada vez mais em Orlando, principalmente onde a concentracao de turistas e maior - shoppings e outlets.

Marcelo Alabarce

Em Vina del Mar, uma menina super bonitinha que parecia uma cigana quis ler minha mao e me dar uma folhinha de alguma planta, como sinal de sorte. So que ela disse que tinha que colocar dentro da minha carteira. Quando eu cai na real, eu percebi que ela queria que eu pegasse minha carteira do bolso, pra passar a mao e sair correndo. So que eu fui um pouco mais esperto e percebi que era golpe e sai rapidinho!

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