Paris: golpe contra turistas no Charles de Gaulle

Mariana Amaral
por Mariana Amaral

CDG

Viajar pela Europa é bastante seguro, mas não custa ter certo cuidado para evitar a ação de batedores de carteira e espertinhos que agem em pontos turísticos. A Lilian poderia ter caído num golpe em pleno aeroporto Charles de Gaulle.

Não queremos fazer alarde, mas recomendamos atenção: em qualquer lugar do mundo, não aceite abordagem de sujeitos que oferecem táxi ou ajuda para comprar a passagem do transporte público. No mínimo, estão agindo na ilegalidade; muito provavelmente, aplicarão um golpe.

Queria dividir aqui no blog uma quase triste experiência, pra quem vai chegar a Paris pelo Charles de Gaulle.

Voltei de Nice para Paris de avião e desci em CDG. Chegando lá, eu e meu namorado fomos abordados por um homem que queria saber como iríamos a Paris (primeiro perguntou em francês. Vendo que não entendíamos, continuou em inglês). Falei que iria de trem, mas ele falou que o trem estava lotado, ou não estava funcionando. E ele continuou insistindo.

Na verdade meu irmão, que mora em Paris, iria nos buscar, mas eu não quis falar isso para evitar ter que dizer não a um pedido de carona. Ele continuou insistindo, e eu falei que não iria para o mesmo lugar que ele. Ele quis saber “exatamente” para onde eu ia. Pela forma que falava, até achei que fosse algum policial disfarçado e perguntei por que ele queria essa informação.

Após tanta inconveniência, falei que não era da conta dele, dei as costas e fui embora. Quando encontrei meu irmão, ele disse que o homem iria pedir pra rachar o táxi e nos assaltaria, pois o taxista seria parte da quadrilha. Fiquei aterrorizada, pois isso a gente vê em filme e pensa que é longe da nossa realidade. Não sei se era isso ou não, mas o fato é que o trem estava funcionando normalmente. Fica o alerta.

Ficamos felizes por você não ter caído nessa, Lilian!

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37 comentários

petter
petterPermalinkResponder

Poxa... valeu a informação! Essas abordagens inesperadas me estressam no Brasil e em qualquer lugar do mundo...

Marina
MarinaPermalinkResponder

Fui a Paris em outubro passado. Não tive problema nenhum mas percebi algumas ações.
Pegamos um taxi no aeroporto, o motorista era muito simpático e entendia português. Ele já começou nos dandos dicas sobre metrôs e pontos turísticos. Disse que tem havido muitos assaltos, já que o número de turistas é grande.
Agora duas situações que vi: Perto do Louvre e da Champs Elysees, vi um grupo agindo, pedindo pra assinar um manifesto. Isso na verdada é pra chamar atenção, e enquanto vc se distrai alguem do grupo tenta assaltar você. Outra situação nessa mesma área, oferecem um anel ou pulseira, perguntando se é seu. Não vi ninguém aceitar e nem sei como eles agem. Mas disseram que na verdade isso é pra lhe distrair e tentar roubar algo.

Como falaram, me sinto super segura em Paris, mas não é por estarmos na Europa que vamos deixar de ter simples cuidados.

Cris
CrisPermalinkResponder

Essa do anel ou da pulsera é mais velha que andar para frente!... Mas sempre tem gente que cai, não sei se por ingenuidade ou se por "ganância".

Também estive em Paris em outubro de 2011, e bem em frente ao Museu D'Orsay, veio uma cigana velha dar o golpe do anel em minha mãe. No caso de minha mãe, foi pura ingenuidade, mas por sorte, eu estava junto, e já sabendo do golpe, falei para ela nem responder e seguir em frente sem olhar para a cigana que era golpe...

Minha mãe achava que alguém realmente tinha perdido um anel ....

Em fevereiro de 2012, eu estive novamente em Paris, desta vez sozinha, e fui abordada por uma senhora de traços orientais (tipo japonesinha, bem magrinha) bem na passagem da catraca da Estação de Metrô Odéon. Ela estava parada ao lado da catraca, viu que eu tinha um passe "Navigo", e ao perceber o passe na minha mão e me pediu em francês para passar na catraca junto comigo. Na hora, não entendi bem o que ela falou e simplesmente apliquei o "je ne parle pas français" e passei correndo. Mas depois eu percebi que ela queria passar junto (falou algo como "passer avec..."). Mas não fiquei sabendo até hoje se era um glope (do tipo a pessoa afanar algo da minha bolsa durante a passagem na catraca) ou simplesmente alguém mendigando passagem no metrô.

O negócio é se mimetizar e passar por cidadão local para evitar esses golpes, mas é claro que em aeroportos ou estações de trem fica mais difícil.

Márcio Cabral de Moura

Cris, eu acho que era simplesmente para mendigar passagem de metrô. Alias, aconteceu uma coisa mais ou menas parecida comigo, mas há muito tempo. Quando eu fui passar na catraca do metrô, alguém esbarrou em mim, eu pensei que era uma tentativa de assalto.
Mas, como eu não sabia que tinha que pegar o bilhete de volta, não passei, ainda quando eu percebi, a pessoa veio novamente atrás de mim e terminou passando na mesma catracada.
Eu olhei minha mochila e demais pertences e nada estava faltando. Foi só para não pagar o metrô.

Danilo
DaniloPermalinkResponder

Até hj eu custo a acreditar, mas eu caí nessa da assinatura do manifesto, perto do Louvre.
Creio que não me furtaram, pq sempre fico mto esperto com os pick pockets, mas após assinar o tal manifesto, os senegaleses me exigiram 50 euros, para ajudar a causa deles.
Como andam em bandos de 4 ou 5, é facil se sentir ameaçado com o bando "indo p/ cima" exigindo dinheiro, assimacabei colocando a mão no bolso e tirando uns 4 euros em moedas, entreguei p/ eles e corrí.
Creio que não aconteceria nd mais grave naquele lugar, mas foi um belo susto.

A. L.
A. L.PermalinkResponder

É por essas e outras que eu pré-suspeito de qualquer "ajuda espontânea" nesse tipo de situação!

Uma vez eu estive, sem perceber, no pólo oposto. Morava em Milano, e vi um grupo de 3 turistas (falando inglês com sotaque australiano), claramente perdidoa ao se localizar em uma estação de trens gigante que estava em obras, olhando bilhetes na mão e procurando informação na tela. Elas conversaam alto e eu logo ouvi em voz alta onde era a plataforma delas.

Eu sabia o que estava ocorrendo (um desvio por obras, era preciso sair da estação, contornar uma ruazinha e entrar pelo outro lado), fui lá me oferecer para ajudar com informação, comecei a explicar que as plataformas deles tinham acesso externo, e aí uma mulher do grupo (eram 3, no perfil mochileiro pelas mochilas e faixa etária) veio dizendo para eu não me aproximar mais ou ela ia gritar pela polícia. E eu estava assim a uns 2m deles.

Era um dia bem frio, tinha nevado e eu estava com um casaco pesado. Mas eu fiquei extremamente ofendido com a postura delas, disse um "why did you leave Australia to offend people in Italy?" e fui embora. E me prometi que nunca mais me ofereço para ajudar gente claramente "perdida" em áreas turísticas, mesmo quando eu sei exatamente o que está acontecendo (comum aqui na Holanda onde os avisos sonoros não são dados em inglês em geral).

mariana ribeiro

A.L. - eu sinto muito que voce tenha passado por uma situacao ruim quando voce tinha uma boa intencao... nao deixe que esta experiencia o restringa de ajudar outras pessoas!

Maurício
MaurícioPermalinkResponder

Eles devem ter ficado com medo, achando que vc fosse um bandido querendo aplicar algum golpe...

Margareth
MargarethPermalinkResponder

A.L
Não estou me referindo à vc, mas o povo de Milão é muito mau educado.
Estava com duvida justamente na entrada da estação, vi prox. uma ag. de turismo, entrei com meu marido para pedir orientação. Começei no Italiano , básico, não obtivemos resposta; passamos para o inglês , não mas básico; com a resposta não sei e continuaram a conversar entre si. Não podemos generalizar, a Italia é belissima, e há tbe batedores de carteira. Como Europa toda e o mundo. Isto não é habito de um só local. Devemos ter cuidados, pois somos turistas.

Karina
KarinaPermalinkResponder

Eu tive minha mochila furtada dentro do CDG em fevereiro, no terminal de onde saem os voos para o Brasil. Eu vinha de uma conexão de Istambul e como tinha uns minutinhos, resolvi ir no quiosque da Laduree. No espaço de tempo entre soltar a alça (modelo de rodinhas) para pagar o pedido, levaram a minha mochila. A sorte é que a polícia francesa foi excepcional e em coisa de 10 minutos recuperaram a mochila intacta, sem prejuízos. A oficial da segurança me disse que esses atos tem acontecido com uma frequência bastante alta, é fundamental ficar atento e não descuidar jamais.
Semana que vem passarei por lá de novo, em conexão. E com atenção redobrada!

Luciana
LucianaPermalinkResponder

Puxa, eu também vi este golpe que a Marina comentou, pedindo para assinar um manifesto. Foi na Rue Rivoli bem pertinho do Louvre, naquela pracinha. Nos abordaram e não demos atenção e poucos metros depois todos aqueles jovens passaram correndo muito por nós e com um adulto correndo atrás. Ele conseguiu pegar uma menina e voltou berrando que havia sido assaltado e que estava levando a menina na polícia. Sem dúvida é mais seguro não dar atenção para estas abordagens, em todo lugar.

andrea
andreaPermalinkResponder

é uma pena tudo isso. Eu e meu marido ja viajamos para diversos paises e vez por outra precisamos de ajuda para tirar fotos nossas ou sobre locais por estarmos perdidos. Pensar que isso tem sido frequente e nos coloca alertas é chato porque passamos a ver as pessoas boas que poderiam nos dar informacoes interessantes como potenciais pessoas mal intencionadas

Luciano
LucianoPermalinkResponder

Aconteceu conosco em Santiago. Pode até ser que não fosse para assaltar, só para que pegássemos o táxi indicado, mas demos meia volta.
Transporte, só o oficial.
https://www.viajenaviagem.com/2012/02/roteiro-santiago/comment-page-3/#comment-207039

@lilibollero
@lilibolleroPermalinkResponder

Nossa, ainda bem. Sabe, não cairia mas é uma boa dica para eu ficar de olho. No Brasil mesmo tenho certo receio mas já dividi táxi até o aeroporto sem problemas.
É sorte. E tudo depende do quanto vale arriscar no momento.
No exterior, não arriscaria.
No Brasil depende muito. A minha experiência foi boa mas fiquei um tanto receosa pois tinha aceitado dividir com uma moça q coincidentemente ia no mesmo voo q eu porém um outro cidadão que nem ia para o aeroporto quis ir conosco.
Fiquei receosa mas depois ele saltou, pagou a parte dele e saiu apressado.
Cuidado nunca é demais! Obrigada pela dica!

RABUGENTO (@RABUGENTO)

Em todos os países há problemas do tipo.

Na França e na Argentina adoram esbarrar e abris as mochilas que os turistas levam às costas.

Em Portugal há até assalto a mão armada (normalmente facas) nos comboios(trens).

Em qualquer lugar que estejamos devemos tomar os devidos cuidados. Devemos auamentar a prevenção justamento nos locais que não conhecemos. Na nossa terra sabemos bem quais os locais de risco mas lá fora não sabemos e dificilmente avisam onde podemos ou não passar.

Alerta SEMPRE!

Thiago Farias
Thiago FariasPermalinkResponder

Estive em Paris esse ano e lembro claramento do pessoal pedindo para assinar manifesto de alguma coisa próximo ao Louvre. Só passei direto...

Flavia
FlaviaPermalinkResponder

Estive em Paris em novembro do ano passado e fui vítima dos pick pockets. Procuro ser sempre muito atenta e antes de viajar costumo me informar na internet sobre o lugar e sobre os golpes que têm acontecido, mas algumas vezes eles são muito rápidos e ágeis. Éramos cinco adultos e estávamos entrando no vagão do metrô, que estava até relativamente vazio, mas entraram juntos duas garotas loiras e começaram a empurrar e esbarrar na gente, como se quisessem arrumar lugar no trem. Achei e estranho e fui me afastando. Naquele momento só me pareceram pessoas mal educadas. Eu estava com uma bolsinha pequena, cruzada no corpo e virada para frente com minha mãe nela. De repente percebemos alguns franceses gesticulando e dizendo para conferirmos as bolsas. Olhei a minha e a garota tinha conseguido abrir e pegar uma outra bolsinha com dinheiro, um cartão de crédito e meu passaporte (costumo deixar no hotel, mas nesse dia eu precisei dele para habilitar um chip de celular). Imediatamente, num ímpeto, fui em direção à garota, que percebendo nossa movimentação, e de outros dois rapazes franceses que foram em direção às portas travando-as, a parceira dela (pra quem ela já tinha passado a bolsinha)fez de conta que bolsa tinha caído no chão quando e me devolveu. Elas são muito rápidas e muito ágeis. Elas ficam se empurrando e esbarrando em você, sempre te olhando do nos olhos pra desviar sua atenção, em em fração de segundos conseguem abrir a bolsa e pegar o que há dentro. Por isso, todo cuidado é pouco. Tive muita sorte desses rapazes franceses também terem colaborado. Foi um susto!!

Diego Paiva
Diego PaivaPermalinkResponder

Presenciei vários desses golpes em Paris na minha viagem em Abril:

Assinatura de manifesto: Arco do Triunfo do Carrossel e jardim da Notre Dame. Eles te abordam pedindo para assinar (no meu caso sempre foram indianos), mas ficam com a mão em cima da lista. Quando você assina, a pessoa tira a mão de cima da lista mostrando alguns valores que as pessoas que assinaram anteriormente "doaram". Na hora que vi isso, falei que não tinha dinheiro e corri antes que os outros (eram pelo menos 5 pessoas) resolvessem se aproximar pra fazer pressão e eu ter que "doar" alguma coisa.

Descobrir em qual copo está o dado: clássico! Vi pelo menos 4 grupos na calçada da Torre Eiffel (aquela que se passa quando vem do metrô Bir-Hakeim). Passe direto.

Por último, os senegaleses na entrada da Sacré-Coeur: a tal pulseirinha. Passem direto, por mais insistentes que eles sejam e queiram enfiar uma linha no dedo de vocês. Os caras praticamente fecham a entrada nos portões da basílica. Vi váááárias pessoas caindo. Até tirei foto para alertar o pessoal. Ignore solenemente e siga em frente.

O negócio é ficar atento a abordagens de pessoas em pontos turísticos (principalmente). Se forem senegaleses ou indianos, redobrem a atenção.

Luiza W
Luiza WPermalinkResponder

Cheguei de viagem agora, já estava bem alerta sobre os golpes da fitinha na Sacre Coeur.

Esse do manifesto vi em diversos lugares, me abordaram perto das Galerias Lafayette e na escadaria da Sacre Coeur. Não dei atenção e segui em frente.

José F. C. Vieira

Em Paris, não tive problemas. Mas em Roma, em 2.008, abriram o ziper da minha bolsa, presa à cintura, em um ônibus do transporte público, levaram algumas folhas de cheques (que eu carregava, ingênuo, nem sei para que!), dois ou três cartões de crédito, que eles tentaram usar (mas não conseguiram) e 333 euros. O policial que registrou a ocorrência, numa delegacia, foi de uma impassividade total, não olhou na minha cara... Mas o melhor (ops, o pior) foi em Budapest, em 2.009, chegando de Viena de trem, o "taxista" me abordou na plataforma, me levou até o carro, descaracterizado (devia ser um táxi clandestino), me conduziu até o hotel, no caminho parou num caixa eletrônico, para que eu sacasse na moeda local. Me deixou do outro lado de uma obra do metrô, em frente ao hotel, para que eu não tivesse nenhum apoio, e me cobrou (arredondando para cima) o que estava marcando o taxímetro (sim, ele tinha um!). Quando eu fui fazer as contas, 1.000 florins valiam 1 real, eu não tinha noção do que havia pago, eu tinha sido literalmente assaltado! Aprendi a evitar pickpockets e abordagens em locais públicos, mas paguei o preço!

Paula*
Paula*PermalinkResponder

Confesso que já perdi o medo de parecer mal educada.
Só peço informações no locais apropriados, pego o transfer que previamente selecionei, ou o transporte público que quero e faço carão para abordagens desagradáveis.
Nem respondo. Levanto a mão, dou tchau e vou andando...

Mesmo assim, uma vez aconteceu algo inacreditável comigo.
Depois de fazer o checkin, de passar pela polícia federal (indo para Buenos Aires), um cidadão que se dizia americano sentou-se ao meu lado e começou a puxar assunto.
Até então, não vi nada demais,respondia cordialmente.
Num determinado momento veio a pergunta sem noção. O sujeito carregava duas ou três bagagens de mão (não lembro ao certo), virou-se para mim e perguntou se eu não poderia embarcar com uma de suas bagagens no voo (que era o mesmo que o dele), porque ele estava com medo que encrencassem por estar com mais de uma bagagem.
É mole?! Eu sei lá o que o cara carregava, como ele havia chegado até ali?!
Respondi: "Claro que não! Eu sei lá o que o senhor leva em suas bagagens!"
É cada uma que aparece!

mariana ribeiro

tambem tive uma situacao estranha, voltei de los angeles e na area onde pegamos as malas no aeroporto de GRU veio uma japonesa perguntar se eu poderia empurrar o carrinho dela pela alfandega! disse que nao na hora e sai de perto! mulher viajando sozinha tem que ter muita atencao.

Marcio Antonio

Eu teria dado um jeito de passar pela alfândega antes dela e ainda dedurar a japonesa pros fiscais.

Sylvia
SylviaPermalinkResponder

Paula, e pensar que no século passado era super comum despachar bagagem de quem a gente não conhecia.
As próprias meninas do check in sugeriam : espere chegar alguem com pouca bagagem que a gente inclui a sua . É mole ? #dejavu

C.F
C.FPermalinkResponder

Em Junho fui para Paris, e quando fui pegar o metro, não sabia comprar o bilhete na máquina eletronica, então um senhor ao meu lado me "ajudou". Passou tudo direitinho, mas na hora que fui passar pela catraca, o bilhete não funcionava. Provavelmente o cara trocou em alguma hora um bilhete velho dele pelo meu.

Leila
LeilaPermalinkResponder

Olá Bóia!
Peguei um gancho na tag #Paris, mesmo que um pouco fora do assunto principal, mas queria saber uma opinião sobre esse evento gastronômico "Tous au Restaurant" que ocupa justamente a semana que estarei em Paris, em setembro agora. Li alguma coisa, e me pareceu algo semelhante ao "Restaurant Week" que tem em tudo qto é lugar, e aqui em São Paulo não é muito bem visto, devido ao péssimo serviço e a lotação dos restaurantes participantes.
Será que alguém já foi em Paris?? Como funciona??
Obrigada!

Sonia Barreto
Sonia BarretoPermalinkResponder

O final de maio é uma boa época para visitar Londres? Qual é a melhor área para se hospedar? Cinco dias são suficientes para se ter uma panorâmica da cidade?
Grata pela ajuda.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Sonia! Se forem cinco dias inteiros, sim! Seis ou sete, melhor ainda!
https://www.viajenaviagem.com/2010/07/europa-quantos-dias-em-cada-lugar/

Veja quando ir e onde ficar na página-guia de Londres: https://www.viajenaviagem.com/europa/londres-ricardo-freire/

Gabriel
GabrielPermalinkResponder

Agora Cuidado gente!!!!! EM paris existem Golpistas melhores até que os do brasil. e falo isso pois vi e sofri mais de 6 tentativas. AQUI TEM TRAMBIQUEIROS Aos montes.

-Primeiro tipo de Golpe (nível básico)-
Um cara passa andando a sua frente e de repente acha uma aliança de ouro no chão na sua frente . ele para pega ela do chão com aquela cara de pergunta e diz: se é sua a aliança. claro que você diz que não. mas se você der atenção ele vai te passar um papo e te vender a aliança ou te furtar enquanto presta atenção na história dele.
obs: após 3 pessoas acharem a aliança na minha frente em vários pontos turísticos, na vez n]ão aguentei e comecei a rir na cara do cara. só pude responder sem ele me entender : cara você ta parecendo brasileiro querendo passar a perna em turista. e cara foi embora nervoso com aquela cara que vou te bater. mas logo a frente pude ver ele tentando mais uma vez aplicar o GOLPE DO ANEL EM OUTRO TURISTA.
o segundo golpe é algo mais elaborado, a é o famoso GOLPE DO MAPA.

*nivel todos vão cair(nivel super sinistro)
- o cara finge que é turista, uma pessoa igual a você mas nesse caso, ele é profissional. Ele sabe falar além de frances, Ingles, Italiano e Espanhol e nosso português.
você esta andando na rua com seu guia sabendo o lugar onde esta indo. uma pessoa para nesse caso O turista ( malandro) que está em negócios, te pedindo uma ajuda. claro que você vai ajudar, pois já parou e sabe onde vocÊs estão no mapa seu simples mapa. Ele te agradece por ter ajudado. e vai embora. será isso mesmo ? claro que não.... além de te agradecer ele te dá um presente, pois ele estava a negócios e tem algumas lembranças da sua empresa que sobrou da apresentação em uma feira de Paris . nesse caso ele é da Italia .rs.rs.sr. você fala nossa que legal... e ele diz: após você estar com o presente por ter sido legal" você pode me ajudar , to precisando colocar gasolina no carro, para ir embora." duvido que você não vai dar uma ajuda, um dindim , para o cara super legal que te deu casacos de griffe ou bolsas famosas. mas logo você percebe que ele tirou foi uma boa grana de você e que na verdade ele te vendeu "os presentes", que na verdades são roupas da feira das pulgas....rsrrsrsr. Vi esse golpe duas vezes.uma com uns americanos que estavam um pouco atrás de mim. e claro na segunda eu cai. mas até que valeu a pena que ganhei dois casacos, quer dizer comprei dois casacos, que ele deve ter comprado pela metade do preço.
Resumo a França é linda : você vê a torre de ferro, tira fotos em alguns museus lindos igual o louvre com um monte de estatua semi nua tipo sendo romanos. da uma volta no rio siena. e acha que está no brasil ...
Preferia ter voltado para Barcelona(ESP) pela a estrutura, mas como um bom Brasileiro eu gosto de bagunça, muita gente, então viva a França !!!!

Dillemba
DillembaPermalinkResponder

Olá, Bóia! Quando tu dizes que passaporte é para ficar no cofre do hotel, estás te referindo ao cofre do quarto ou ao cofre do próprio hotel? É seguro deixar valores no cofre do quarto? Grata mais uma vez.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Dillemba! Nós sempre deixamos passaporte e dinheiro no cofre do quarto do hotel. Não podemos garantir que será 130% seguro em todos os hotéis do mundo, mas é muito mais seguro do que levar para a rua.

João Carlos
João CarlosPermalinkResponder

Quando cheguei em CGG, saí pela saída dos táxis e fui direcionado para um táxi que estava chegando...parece que é o local onde eles pegam passageiros, com a supervisão de um funcionário do aeroporto. Tudo tranquilo. Na torre Eiffel...vi a prisão de um senegalês, que entrou em luta com um policial, após tirar a bolsa de uma turista. É só tomar cuidado...é bem mais tranquilo que no Brasil...mas há que se tomar cuidado.

Leandro Pinheiro

Em Paris bateram minha carteira no metrô, por sorte vi tudo e senti quando meu bolso de trás ficou vazio. Eles não estão preparados para serem confrontados, assim que percebi já encarei os dois (eu não sabia que eu era tão macho) e disse que ia chamar a polícia, aí um homem se identificou como policial (fiquei sabendo que eles sempre tem policiais à paisana nos metrôs), meti o dedo na cara dos dois e disse que eu os havia visto. O policial começou a pressioná-los e jogaram minha carteira no chão, que não tiveram tempo de levar nada. Agradeci ao policial e fiquei mais esperto doravante.

Waldir
WaldirPermalinkResponder

Olá Bóia!
Eu e esposa retornaremos a Paris em janeiro/2013. Das outras vezes que estivemos na cidade (05 a 06 anos atrás) não presenciamos tipo de ocorrências como foram relatadas. Como aproveitei para acessar este blog pegando algumas dicas, pergunto: numa situação dessas de menores assaltantes em metrôs, se reagir e der uns "tabefes" nestes infratores, tirando o risco de me machucar, legalmente poderei ser penalizado em função da legislação francesa?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Waldir! Melhor não grin

Márcio
MárcioPermalinkResponder

Olá Bóia,

Gostaria de colaborar com o seu blog neste quesito sobre golpes.
Eu adoro viajar e sempre procurei me precaver de golpes ou furtos aplicados na rua. Sempre tive os cuidados básicos de levar cartões de crédito e passaporte no porta dolares dentro da calça; minha carteira com algum dinheiro sempre coloco no bolso dianteiro da calça e quando estou em meio a multidão ainda coloco a mão no bolso para impedir qualquer tentativa de furto; evito conversa com estranhos etc.

Estive em Paris há um ano, em outubro de 2012, e vi esses golpes relatados aqui serem aplicados: Perto do Louvre o golpe do abaixo assinado e numa ponte sobre o sena o golpe do anel. Inclusive ajudei pessoas a se livrarem desses golpes dizendo pra elas sairem dali sem dar atenção aos golpistas.

Porém, foi quando achei que estava seguro que fui furtado, dentro do hotel.

Fiquei hospedado no Hôtel Serotel Lutèce, na rua Berthollet nº 2, e quando cheguei notei que não havia na porta do quarto uma tranca por dentro ou uma aquela correntinha pra impedir que alguém entre, como geralmente existe nos hotéis. Mas achei que não haveria problema pois o quarto tinha cofre, no qual eu deixaria dinheiro e documentos na minha ausência e quando eu estivesse no quarto um estranho não tentaria entrar.

No entanto, um dia ao recontar o dinheiro notei que havia sumido 500 dólares, aliás eram os únicos dólares em espécie que eu tinha e que seriam usados na volta ao Brasil no Freeshop, pois o restante do dinheiro que ue tinha era em euros(em espécie) e o cartão VTM também em euros. Tudo isto estava guardado no cofre do hotel. Fiquei imaginando como poderia ter sumido, pois o cofre não havia sido arrombado. Detalhe: apenas os 500 dólares haviam sumido, os euros tinha ficado intactos.

Lógico que alguém havia furtado, só faltava saber como. Não relatei nada no hotel, até porque não podia provar nada (nem que tinha o dinheiro nem que havia sido furtado, pois não havia sinal de arrobamento nem na porta nem no cofre)

No dia seguinte eu estava no quarto no final do dia, pois havia acabado de chegar das andanças turísticas, e resolvi deitar um pouco (aliás naqueles quartos minusculos dos hotéis de Paris tudo é muito apertado). Então a campainha tocou mas não me levantei logo pra abrir a porta, demorei um pouco. Foi então que alguém começou a abrir a porta pois como disse antes não havia tranca por dentro ou correntinha pra impedir, daí eu pulei da cama e corri prá porta, que já estava semi-aberta. Quando abri a porta toda vi diante de mim uma camareira do hotel (com toalhas dobradas no braço) que deu um pulo prá tras no corredor como que assustada por eu ter terminado de abrir a porta abruptamente e deu uma desculpa fajuta perguntando se eu queria mais toalhas. Ora, o quarto já havia sido arrumado naquele dia e tinha toalha suficiente pra 3 pessoas usarem, não precisava de mais. Além disso eu não havia pedido toalhas e nunca em minha vida de turista alguém tinha batido no meu quarto de hotel pra oferecer mais toalhas ou qualquer outra coisa sem eu pedir.

Foi aí que entendi como havia sido furtado. Eu tenho o costume de quando chegar no quarto, tirar minhas coisas tipo relógio, carteira, o porta dolares que estava debaixo da calça e outras coisas de valor, abrir o cofre e colocar lá, porém sem fechá-lo, pois eu estou DENTRO do quarto. Logo depois vou tomar banho, como todo bom brasileiro, pra relaxar e ficar limpinho e cheiroso.

Foi aí que a coisa aconteceu. Acho que enquanto eu estava no bannho, a camareira deve ter entrado e não vi (pois o local do chuveiro não permitia que eu visse o que acontecia no restante do quarto). Como não havia tranca por dentro e ela tinha a chave ela pode entrar sorrateiramente e pegar o dinheiro que estava no cofre aberto, dentro do armário ao lado da cama. Porém teve que agir rapidamente porque eu também não demoro muito no banho, talvez por isso ela não pegou tudo. Só sei que só notei no dia seguinte, como já falei antes, então a patir daí fiquei "ligado", ou seja, atendo ao que poderia acontecer no hotel. Foi então que acho que no dia seguinte ela tentou dar o golpe novamente prá levar mais dinheiro, só que ela não esperava que eu estivesse atento e naquele dia não fui tomar banho logo que voltei ao quarto.

Depois disso nunca mais ela voltou pra oferecer toalha.

Lição: quando chegar no quarto de hotel procure ver se a porta possui tranca por dentro. Se tiver, feche toda vez que entrar no quarto, pra vc ficar mais seguro e a vontade. Se não tiver, não deixe nada de valor a mostra o com o cofre aberto.

Atenção: Os comentários são moderados. Relatos e opiniões serão publicados. Perguntas serão selecionadas para publicação e resposta. Entenda os critérios clicando aqui.
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