Transamérica Comandatuba: a experiência da Miriam

Viaje na Viagem
por Viaje na Viagem

Transamérica Comandatuba

A Miriam K é uma viajante generosa, que aqui no blog já contribuiu com diversos relatos -- ao Japão, à Serra da Capivara, à Patagônia, a São Bento do Sapucaí, aos Aparados da Serra. Agora é a vez de mostrar como ela curtiu o melhor do Transamérica Comandatuba na baixa temporada. Prepare seu protetor solar e divirta-se!

Texto e fotos | Miriam K

Transamérica Comandatuba

Pier do Transamérica

Na contramão do fluxo de turistas, aproveitamos os dias anteriores a um feriado para dar uma conferida em Comandatuba com umas milhas que estavam para expirar. Zapeando pelo Booking, achamos uma promoção de domingo a quarta-feira com meia-pensão e ainda dividido em 10 vezes sem juros para o Transamérica Comandatuba. Olhando com calma no site oficial, vi que há vários pacotes desse tipo para comemoração de aniversários, da melhor idade, bodas e para a baixa estação. Já nos hospedamos por lá em 2001 e 2005 e desta vez, saímos renovados.

Transamérica Comandatuba

Varandas individuais dos quartos

A LATAM tem (agora raros) voos fretados para o aeroporto de Una, que fica a poucos minutos da balsa que separa a ilha do continente, geralmente operados quando há grandes eventos, feriados e durante a alta temporada. Esses voos saem de Congonhas em São Paulo.

Indo sem pacote, você precisa voar a Ilhéus, que fica a cerca de 70 km do hotel -- mas o caminho demora uma hora e meia, porque a estrada é movimentada e estreita. Neste caso, o resort pode providenciar o traslado, que custa R$ 160 por pessoa (ida e volta). Assim, quando chegamos ao aeroporto o pessoal do receptivo já estava nos aguardando com o nosso nome na plaquinha.

Pegamos uma época de baixíssima temporada. Segundo nos disseram, no dia que chegamos haviam saído 600 pessoas de uma convenção e, naquele momento, somente 36 unidades estavam ocupadas.

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Manguezal

A maioria das pessoas estava hospedada no corpo principal do hotel que fica junto aos restaurantes, piscinas, lojas e recepção, o que é bom para quem tem necessidades especiais e para as crianças, pois há um restaurante só para elas. Conversando com outro hóspede, ele mencionou que estava num dos apartamentos que ainda não foram renovados e que tinha um astral meio antiquado.

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Quarto no Transamérica Comandatuba

Como gostamos de sossego, reservamos um dos bangalôs que ficam a 500 metros do corpo do hotel e que podem estar voltados tanto para o mar, quanto para o lindo coqueiral. Ficamos em um que havia sido renovado e tinha uma pequena sala de estar, mesa com duas cadeiras, cama king size com trocentos travesseiros e uma varanda com espreguiçadeiras e rede voltada para o mar.

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Uma das áreas externas do hotel

Me chamou a atenção o serviço de quarto que arrumava novamente nosso quarto enquanto estávamos jantando e fechava o black out - que é tão eficiente que não vimos o sol nascendo na praia em frente. O wifi também funciona bem tanto nos bangalôs como no corpo principal do hotel. Como o prédio principal fica um pouco distante, se precisar, é só discar 5 que eles mandam um trenzinho para te buscar em caso de chuva ou outro problema.

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Entrada do hotel

Tirando as raras exceções quando há voos fretados e quando há um pacote específico, o hotel funciona no esquema de meia pensão, ou seja, o almoço não está incluído. Os pratos à la carte são muito bem preparados e apresentados, mas podem ser bem 'salgados'.

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Lagosta

Um prato individual de linguine com frutos do mar custa R$65, saladas de R$ 65 a 85, um peixe inteiro grelhado R$ 180, uma lagosta inteira grelhada (deliciosa, mas que tem só uns 150 g de carne) a R$ 240, mas quem é um bom garfo vai sair com fome da mesa. O jeito é se esbaldar no café da manhã que é uma abundância, de fazer qualquer um feliz, ou no jantar que tem pratos pra todo gosto e uma mesa de sobremesas de tirar qualquer um do prumo. (Os preços são de novembro/2016.)

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Frutas no café da manhã

Outra diferença que notamos é que o spa agora é da Clarins e não tem mais a loja da H.Stern, agora substituída por um escritório de apoio.

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Final do dia com uma bela vista

Resumindo: mesmo depois de 11 anos, a Ilha de Comandatuba continua linda, bem cuidada, serve tanto para quem gosta de agito como para quem gosta de sossego e pode ter preços razoáveis na baixa estação. O serviço continua extremamente eficiente sem afetação.

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2 comentários

Deivis Nunes
Deivis NunesPermalinkResponder

Muito legal este lugar.

Sylvia
SylviaPermalinkResponder

Muito bom saber, obrigada!

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