Croa do Gore

Guia de Aracaju

O que fazer em Aracaju

Para escolher o que fazer em Aracaju, pense numa viagem que combine praia, passeios de barco e cidades históricas. Na capital, divida o tempo entre os museus e mercados do Centro, a Orla da Atalaia e, numa hora de maré baixa, o passeio de barco à Croa do Goré.

Nos arredores, São Cristóvão e Laranjeiras rendem passeios entre igrejas, casarões e museus. Pelo litoral norte, o roteiro pode seguir ao Pantanal sergipano, em Pacatuba. Ao sul, a Praia do Saco, a Lagoa dos Tambaquis e Mangue Seco ampliam as opções para os dias de praia.

A Bóia recomenda:

O que fazer em Aracaju: como organizar o roteiro

Reserve dois dias para as principais atrações urbanas de Aracaju. Os mercados e os museus do Centro podem ocupar um dia; o Memorial de Sergipe, o Oceanário e a caminhada pela Orla de Atalaia ficam para o outro.

O Parque da Cidade e a Colina de Santo Antônio podem entrar antes do passeio pelo Centro, conforme as visitas escolhidas.

Para fazer o roteiro com menos deslocamentos, combine as visitas do Centro a pé e use táxi ou transporte por aplicativo nos trajetos até o Parque da Cidade, a Colina de Santo Antônio e Atalaia. Ao decidir o que fazer em Aracaju em apenas um dia, priorize os mercados, o Museu da Gente Sergipana e a orla.

Os dias de abertura dos museus também ajudam a definir o que fazer em Aracaju: o Museu da Gente Sergipana, o Memorial de Sergipe e o Oceanário fecham às segundas-feiras. Se quiser visitar os três, distribua o roteiro entre terça e sábado.

Para incluir a Croa do Goré, a Lagoa dos Tambaquis, Mangue Seco e São Cristóvão, acrescente dias ao roteiro conforme os passeios escolhidos. Já o Cânion do Xingó merece uma extensão de dois dias, com pelo menos uma noite em Piranhas.

O que fazer em Aracaju

Centro e na Zona Norte

Teleférico de Aracaju e Colina de Santo Antônio

As melhores vistas de Aracaju estão neste passeio.

O teleférico oferece a vista mais alta da cidade. O trajeto passa sobre a vegetação do Morro do Urubu e leva à parte alta do Parque da Cidade (ou Parque Governador José Rollemberg Leite), de onde se avistam o rio Sergipe, a ponte para Barra dos Coqueiros e o encontro do rio com o mar. As cadeiras são abertas e acomodam duas pessoas.

O parque fica na zona norte e abre de terça a domingo, das 9h às 17h, com entrada gratuita. O ingresso do teleférico é pago à parte: a ida e volta custa R$ 50, com tarifas de R$ 25 para crianças de 6 a 14 anos e pessoas da terceira idade, e de R$ 40 para moradores de Aracaju.

O percurso de ida e volta dura cerca de 25 minutos. Consulte os dias de operação no site do teleférico ao organizar a visita.

De lá você pode dar uma passada na Colina de Santo Antônio, onde há outro ótimo mirante, próximo à Igreja de Santo Antônio. Neste momento é quando você passa na Sorveteria Santo Antônio (não poderia ter outro nome, concorda) e experimenta um sorvete de mangaba, o mais típico de Sergipe.

Siga de lá para o Centro, para visitar os mercados municipais.

Mercados municipais

Os mercados municipais reúnem artesanato e produtos regionais em três espaços próximos: Antônio Franco, Thales Ferraz e Maria Virgínia Leite Franco. Entre as compras estão rendas, bordados, peças decorativas, castanhas e alimentos vendidos nas bancas do complexo.

Depois das compras, dá para almoçar (no Caçarola ou no Café da Gente) e seguir para os museus, como o Museu da Gente Sergipana (obrigatório!) e o Centro Cultural de Aracaju.

Museu da Gente Sergipana

O Museu da Gente Sergipana merece estar entre as primeiras visitas de quem está escolhendo o que fazer em Aracaju. As salas apresentam a culinária, as festas e os costumes do estado, dando uma boa introdução ao que você vai encontrar nos mercados, nos restaurantes e nas cidades dos arredores.

Instalado no antigo Colégio Atheneuzinho, restaurado para receber o museu, o espaço usa vídeos, sons e instalações interativas para contar essas histórias. Vale visitar com tempo para participar das atividades: a graça está também em experimentar os recursos de cada sala.

Em “Nossos Pratos”, uma mesa interativa permite montar receitas típicas virtualmente. Já “Nossas Festas” apresenta celebrações sergipanas por meio de uma brincadeira de amarelinha. A literatura de cordel e o repente também fazem parte do percurso, que aproxima o visitante dos modos de falar, comer e festejar em Sergipe.

As instalações permanentes dividem espaço com exposições temporárias e uma programação cultural que muda ao longo do ano. Depois da visita, atravesse a avenida para conhecer o Largo da Gente Sergipana e reconhecer, nas esculturas sobre o rio, algumas das manifestações culturais apresentadas no museu.

A entrada é gratuita e o museu fica na Avenida Ivo do Prado, 398, no Centro, e abre de terça a domingo. Consulte os horários e a programação nos canais oficiais do museu antes da visita.

Largo da Gente Sergipana

Em frente ao museu, o Largo da Gente Sergipana reúne esculturas sobre o rio que representam manifestações como o Reisado, a Chegança, os Parafusos e o Barco de Fogo de Estância. Deixe a parada para depois da visita ao museu, quando essas referências já estarão mais familiares.

Centro Cultural de Aracaju

O Centro Cultural de Aracaju ocupa o antigo prédio da Alfândega, na Praça General Valadão, a uma caminhada dos mercados. A construção histórica abriga exposições e atividades culturais, e pode ser visitada no mesmo percurso que segue para as praças Olímpio Campos e Fausto Cardoso.

O espaço também leva o nome de Centro Cultural Palácio-Museu Luiz Antônio Barreto e recebe exposições temporárias. A agenda de exposições e do Cine Walmir Almeida ajuda a escolher o que fazer em Aracaju nos dias da viagem.

O Centro Cultural abre diariamente, das 8h às 17h, e a programação pode ser consultada pelos telefones (79) 3214-5387 e (79) 3214-5325. As sessões de cinema e os eventos seguem seus próprios horários.

Ponte do Imperador

A Ponte do Imperador fica às margens do rio Sergipe, em frente à Praça Fausto Cardoso. O nome se refere ao antigo ponto de desembarque preparado para a visita de dom Pedro II, em 1860; a parada cabe no caminho entre o palácio e o Museu da Gente Sergipana.

Catedral e Palácio Olímpio Campos

A Catedral Metropolitana de Aracaju, na Praça Olímpio Campos, está em restauração. A passagem pela praça pode ser combinada com a visita ao Palácio Olímpio Campos, na vizinha Praça Fausto Cardoso.

Para quem busca o que fazer em Aracaju sem gastar com ingressos, o Palácio-Museu Olímpio Campos permite conhecer a antiga sede do governo sergipano, construída no século 19. A visita reúne ambientes históricos, pinturas e objetos ligados à administração do estado, além de uma maquete do Centro de Aracaju. 

A entrada é gratuita e o museu abre de terça a sábado. Os telefones para informações sobre a visita são (79) 3198-1450 e 3198-1453.

Orlinha do Bairro Industrial

A Orlinha do Bairro Industrial fica às margens do rio Sergipe, na zona norte de Aracaju. Os bares e restaurantes fazem dela uma opção para almoçar ou tomar alguma coisa à beira-rio, com pratos de peixe e camarão entre as especialidades da região.

Ao planejar o que fazer em Aracaju na zona norte, aproveite a passagem pelo Parque da Cidade ou pela Colina de Santo Antônio para incluir a Orlinha. Se preferir ir à tarde, reserve a parada para depois dos passeios pelo Centro.

Praias de Aracaju

Aracaju é dona da praia mais extensa, sem interrupções, entre as capitais nordestinas. Da Praia dos Artistas até o Mosqueiro são 25 km de praia contínua, sem acidentes geográficos.

É uma costa de características bem próprias: reta e com uma faixa super extensa de areia. (Nos trechos mais largos, na praia da Atalaia, foram instaladas passarelas de madeira que levam da avenida até perto do mar).

A beira-mar é rasinha, com pequenas ondas intermitentes mas que não oferecem perigo, e tem coloração turva.

Os nomes vão mudando. Na ponta norte, perto da foz do rio Sergipe, a Praia dos Artistas tem uma faixa de areia mais estreita e as águas mais azuis da cidade.

A Praia da Atalaia vem em seguida, com sua orla urbanizada que transformou a areia num parque, com lagos, kartódromo, Oceanário, clubes, restaurantes. (Ela é subdivida em várias praias, mas para um forasteiro tudo vai parecer Atalaia, só.

Saindo da cidade começam as praias mais selvagens.

É neste (vasto) pedaço que se localizam os melhores beach clubs de Aracaju: o Aruanã al Mare na praia de Aruana, o tradicional Parati na praia do Refúgio e o badalado Duna Beach na praia do Mosqueiro.

O que fazer em Aracaju na Orla da Atalaia

Oceanário

O que fazer com crianças em Aracaju? Vá ao Ocenário!

Oceanário de Aracaju é o centro de visitantes da Fundação Projeto Tamar na Orla de Atalaia. Inaugurado em 2002, reúne aquários, tanques e exposições sobre a fauna aquática e a conservação das tartarugas marinhas, num prédio cujo formato lembra uma tartaruga.

O ingresso custa R$ 44, com meia-entrada a R$ 22 e passaporte família para dois adultos e duas crianças a R$ 110. Crianças de até 5 anos e pessoas com deficiência não pagam; para as crianças, é necessário apresentar um documento de identificação.

Funciona de terça a domingo, das 10h às 17h, na Avenida Santos Dumont, 1010. Ao chegar, confira os horários para acompanhar a alimentação dos animais com os monitores. As solturas de tartarugas acontecem apenas em algumas ocasiões. Telefone: (79) 3243-3214.

Memorial de Sergipe

Reaberto em outubro de 2023, o Memorial de Sergipe Prof. Jouberto Uchôa acrescenta uma visita cultural ao passeio pela Orla de Atalaia. O acervo reúne documentos, fotografias históricas, fósseis e coleções de artistas e outras personalidades ligadas ao estado.

Ao organizar o que fazer em Aracaju na região de Atalaia, combine o Memorial com o Oceanário antes da caminhada pela orla.

Para quem prefere dedicar mais tempo aos museus, vale reservar parte de um segundo dia para o Memorial, deixando o Museu da Gente Sergipana no roteiro do Centro.

O endereço é Avenida Santos Dumont, 100, na Praça de Eventos da Orla. A entrada custa R$ 30, com meia a R$ 15, e o horário de admissão é de terça a sábado, das 10h às 16h. Fecha aos domingos, às segundas e nos feriados. As condições de meia-entrada e gratuidade estão no site do Memorial.

Caminhada pela Orla da Atalaia

A Orla da Atalaia reúne passeios para diferentes momentos do dia: tem ciclovia, parquinhos, lagos e o Oceanário, além das passarelas que facilitam o acesso à praia.

Para quem procura o que fazer em Aracaju a pé, a caminhada pode seguir até os Arcos de Atalaia e o letreiro “Eu amo Aracaju”.

Passarela do Caranguejo

Na extremidade sul da Praia da Atalaia, a Passarela do Caranguejo é um enclave de bares e restaurantes enfileirados em frente a uma escultura gigante do crustáceo-símbolo de Sergipe.

Aqui fica o restaurante e casa de forró Cariri, aonde os aracajuanos costumam levar suas visitas de fora.

O que fazer em Aracaju ao ar livre

Parque dos Cajueiros

O Parque dos Cajueiros, às margens do rio Poxim, na Avenida Beira Mar, é uma alternativa ao escolher o que fazer em Aracaju numa manhã de passeios ao ar livre. A área reúne espaços para caminhada, lazer e atividades esportivas, com o rio acompanhando parte do passeio.

O parque funciona das 5h às 22h.

Parque da Sementeira

O Parque da Sementeira, oficialmente Parque Governador Augusto Franco, tem espaço para caminhadas e parquinho para as crianças. Ao escolher o que fazer em Aracaju com a família, reserve um intervalo para aproveitar o parque. Fica no bairro Jardins, na região da Avenida Beira Mar, e tem áreas verdes, lago e espaços de lazer.

O parque abre diariamente, das 5h às 21h30.

Faróis da Farolândia e da Coroa do Meio

A torre metálica do antigo farol da Farolândia foi inaugurada em 1888 e funcionou até 1991, quando foi substituída pelo farol da Coroa do Meio. Os dois podem entrar como paradas para observar as estruturas pelo lado de fora, caso o roteiro passe pelos bairros.

Calçadão da 13 de Julho

O Calçadão da 13 de Julho acompanha uma área de manguezal, com o rio Sergipe na paisagem. Se ainda houver tempo ao organizar o que fazer em Aracaju, inclua uma caminhada por esse trecho à beira-rio.

Orla Pôr do Sol

A Orla Pôr do Sol, no Mosqueiro, fica às margens do rio Vaza-Barris e é uma boa escolha para quem procura o que fazer em Aracaju no fim da tarde. Chegue antes do entardecer para caminhar à beira-rio e acompanhar o pôr do sol sobre a paisagem de manguezais.

Dali também saem passeios de lancha e catamarã para a Croa do Goré e a Ilha dos Namorados. Dá para combinar a navegação com a parada na orla, desde que os horários do barco e da maré permitam. Ao reservar, confira a previsão de retorno para saber se vale esperar pelo entardecer.

O que fazer em Aracaju nos arredores

Croa do Goré

A Croa do Goré é um banco de areia no rio Vaza-Barris que aparece na maré baixa. O embarque é na Orla Pôr do Sol, no Mosqueiro, de onde saem lanchas e catamarãs para o passeio entre os manguezais. Alguns roteiros incluem também a Ilha dos Namorados.

Ao definir o que fazer em Aracaju em cada dia, encaixe a Croa do Goré no horário da maré baixa, quando o banco de areia fica exposto. Na reserva, pergunte quanto tempo o barco fica na Croa do Goré e se o roteiro inclui outras paradas, como a Ilha dos Namorados.

Lagoa dos Tambaquis

A Lagoa dos Tambaquis fica em Estância, na região da Praia do Abaís, no litoral sul de Sergipe. O banho de água doce tem a companhia dos peixes que dão nome à lagoa, enquanto bares e restaurantes nas margens oferecem estrutura para passar algumas horas por ali.

A lagoa amplia as opções de passeios para quem pesquisa o que fazer em Aracaju e no litoral sul. Combine a parada com a praia do Abaís ou do Saco, ou reserve mais tempo para ficar na lagoa e almoçar. Antes de escolher onde ficar, pergunte se há cobrança de entrada e o que está incluído.

Praia do Saco

A Praia do Saco fica em Estância, no litoral sul de Sergipe, a cerca de 70 km de Aracaju. A paisagem reúne dunas, coqueiros e o encontro das águas na região da foz do rio Real. Ao escolher o que fazer em Aracaju e arredores, reserve um dia para a Praia do Saco, que pode ser combinada com a Lagoa dos Tambaquis.

Praia do Saco e Mangue Seco podem entrar na mesma viagem pelo litoral sul. Para aproveitar a praia com calma, vale dedicar dias diferentes a cada uma, já que Mangue Seco também envolve travessia de barco e passeio pelas dunas.

Mangue Seco

Mangue Seco ficou famosa por ter inspirado Jorge Amado a escrever o romance Tieta do Agreste e servido de locação para a novela Tieta.

A cidade fica em Jandaíra, no litoral norte da Bahia, e combina a visita à vila com dunas e praia. Para chegar pelo lado sergipano, siga até Pontal e faça a travessia de barco pelo rio Real; o passeio de buggy pelas dunas pode ser incluído depois do desembarque.

Ao planejar o que fazer em Aracaju e arredores, reserve um dia para Mangue Seco, considerando o deslocamento, a travessia e o tempo na vila. Se contratar uma excursão, confira se o barco e o buggy estão incluídos no preço e quanto tempo sobra para a praia e o almoço.

São Cristóvão

São Cristóvão foi a primeira capital de Sergipe e fica a cerca de 26 km de Aracaju. A visita começa pela Praça São Francisco, reconhecida como Patrimônio Mundial pela Unesco em 2010, e segue pelas ruas do Centro Histórico, entre igrejas e casarões.

O conjunto da Igreja e Convento de São Francisco abriga o Museu de Arte Sacra, enquanto o antigo Palácio Provincial é a sede do Museu Histórico de Sergipe.

A Igreja Matriz de Nossa Senhora da Vitória também pode entrar na caminhada. Inclua São Cristóvão ao decidir o que fazer em Aracaju e arredores numa viagem com interesse em história.

Reserve ao menos meio dia e confira os dias de abertura dos museus e das igrejas antes de escolher a data.

E muito importante: não deixe de experimentar a queijada, o doce típico da cidade, uma receita que veio com os portugueses.

Laranjeiras

Laranjeiras é outro passeio para quem gosta de cidades históricas e está escolhendo o que fazer em Aracaju e arredores. Às margens do rio Cotinguiba, o Centro reúne casarões, igrejas e o Quarteirão dos Trapiches, onde funciona um campus da Universidade Federal de Sergipe.

Na caminhada, passe pela Igreja Matriz do Sagrado Coração de Jesus e pelo Mercado Municipal. O Museu Afro-Brasileiro de Sergipe e o Museu de Arte Sacra complementam o roteiro de quem quiser se deter na história e na cultura da cidade. Reserve ao menos meio dia para a visita.

Pacatuba e o Pantanal sergipano

Pacatuba é o destino para conhecer o Pantanal sergipano, uma região de áreas alagadas, lagoas e manguezais no litoral norte. O passeio pode incluir também a praia da Ponta dos Mangues, aproveitando a viagem para conhecer diferentes paisagens da costa.

A região vale a hospedagem! O único hotel sergipano pertencente aos Roteiros de Charme está ali: o Paká Bangalôs (nota 8,7 no Booking).

Cânion do Xingó, com pernoite em Piranhas

O passeio ao Cânion do Xingó fica melhor com pelo menos uma noite em Piranhas, em Alagoas. Dividir a viagem em dois dias permite aproveitar o Centro Histórico e fazer a navegação sem concentrar todos os deslocamentos num único dia.

Há excursões de bate-volta saindo de Aracaju, mas não recomendamos esse formato: são cerca de 200 km até a região de Canindé de São Francisco, com aproximadamente 3h30 de viagem por trecho.

Somadas, a ida e a volta consomem cerca de sete horas de estrada, enquanto a permanência fica concentrada no passeio de barco e no almoço. É muito tempo de deslocamento para conhecer tão pouco da região.

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    O passeio de barco percorre um trecho do rio São Francisco entre paredões rochosos e costuma incluir uma parada para banho no Paraíso do Talhado.

    Canindé de São Francisco, no lado sergipano, e Piranhas, no lado alagoano, são bases para conhecer a região. Ao reservar, confirme o ponto de embarque e o deslocamento necessário desde a hospedagem.

    Uma sugestão é sair de Aracaju no primeiro dia, conhecer o Centro Histórico de Piranhas e dormir na cidade. Deixe o passeio pelo cânion para a manhã seguinte, com retorno a Aracaju depois da navegação.

    Com uma segunda noite em Piranhas, dá para acrescentar a Grota do Angico, ligada à história de Lampião e Maria Bonita, e dedicar mais tempo à cidade.

    Veja nossas recomendações de onde ficar em Piranhas.

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