Primeira viagem a Bariloche: roteiro de 4, 5 ou mais dias

Bariloche

ATUALIZAÇÃO | 27.5.2014

Colaborou | Ricardo Freire

Bienvenido, bienvenida. San Carlos de Bariloche é a capital brasileira do inverno. Nas agências, restaurantes e lojas, o português é a primeira língua falada pelos funcionários — pelo menos no meio do ano. Por que amamos Bariloche? Porque é um perfeito vilarejo alpino, à beira-lago e ao pé de montanhas nevadas, com direito a arquitetura suíça, chocolate e fondue. Passado o inverno, porém, Bariloche volta a ser território argentino. Pasme: a alta temporada dos hermanos é o verão, quando fazem trekking nas montanhas verdes, praticam esportes náuticos nos lagos e percorrerem estradas vicinais de paisagens deslumbrantes, como a Rota dos 7 Lagos e o Paso Córdoba. Veja como aproveitar Bariloche no inverno e por que vale a pena voltar nas outras estações.

–> QUANDO TEM NEVE EM BARILOCHE?

Cerro Catedral

A temporada oficial de inverno vai da última semana de junho ao fim de setembro. Nem sempre, porém, a neve chega junto com os turistas. Quanto mais para o fim de julho você programar sua viagem, mais chances terá de aproveitar a neve. Agosto é normalmente o mês de neve mais garantida.

(2014, no entanto, promete: El Niño está fazendo nevar mais cedo, e já andou nevando em Bariloche em abril e maio.)

–> QUE MOEDA LEVAR PARA BARILOCHE?

Peso argentino

A Argentina vive um momento econômico complicado. Os argentinos têm restrições para comprar dólares e o peso está artificialmente valorizado. Essa situação fez ressurgir o câmbio paralelo (apelidado de “cambio blue“), que funciona mais ou menos às claras e é totalmente tolerado pelas autoridades. A cotação do paralelo costuma ser pelo menos 30% mais vantajosa do que a do oficial. Por isso, não está valendo a pena trocar dólares ou reais em casas de câmbio convencionais (que praticam a cotação oficial), nem usar cartão de crédito, cartão de débito, cartão pré-pago ou fazer saque de caixa automático (todos esses meios de pagamento também usam a cotação oficial, fazendo seu dinheiro render 30% menos).

O recomendável para Bariloche é levar dólares ou reais em espécie e usar diretamente no comércio (quando a cotação for favorável) ou trocar no câmbio paralelo.

Onde fazer câmbio paralelo em Bariloche? Na Calle Mitre (a rua principal de Bariloche), agências de turismo e lojas farão a conversão. Guias de turismo também costumam trocar. Para saber se a cotação oferecida pelo comércio ou pelo doleiro é boa, consulte o site dolarblue.net (procure as cotações de COMPRA do dólar blue e do real blue).

Não compre pesos no Brasil; a cotação nunca é boa.

–> CONEXÃO EM BUENOS AIRES: PEGADINHAS

Aeroparque

Os únicos vôos diretos entre o Brasil e Bariloche são os vôos fretados por operadoras, vendidos apenas dentro de pacotes. Comprando passagem por conta própria, você necessariamente fará conexão em Buenos Aires.

Note que Buenos Aires tem dois aeroportos: Aeroparque (o aeroporto central) e Ezeiza (a 50 minutos do centro). A maioria dos vôos para Bariloche sai do Aeroparque.

Caso você compre uma passagem com chegada em Buenos Aires por Ezeiza e saída pelo Aeroparque, saiba que o trajeto entre os dois aeroportos corre por sua conta. Nesse caso, você vai precisar de pelo menos três horas de intervalo entre um vôo e outro (1 hora para a imigração, 1 hora para o traslado de táxi, 1 horas para novo check-in). Clique para ver o preço atualizado do traslado pelo Táxi Ezeiza (valor em pesos).

Pensando em ir de ônibus? Várias empresas fazem a rota da rodoviária Retiro, em Buenos Aires, a Bariloche —  Vía Bariloche, Crucero del Sur, Crucero del Norte, El Valle, Vía Tac. O percurso leva entre 20 e 22 horas. Para comprar leito, escolha “cama”.

–> DO AEROPORTO DE BARILOCHE AO HOTEL

O aeroporto fica a 15 km do centro. Há duas opções de transporte para quem chega com malas: táxis e remises. O táxi custará em torno de 20 dólares. O remis (carro com motorista, legalizado para transportes, mas que não tem placa de táxi), sai um pouco mais barato, uns 15 dólares. Pegue o táxi no ponto ou trate o remis no guichê. Não se preocupe se não tiver pesos: aceitarão dólares ou reais. (Os preços são estimados. Há inflação e câmbio instável na Argentina; é bastante difícil dar preços atualizados.)

–> HOSPEDAGEM: NO CENTRO OU À BEIRA-LAGO?

Bariloche

Bariloche tem uma estrutura hoteleira bem diversificada. São inúmeros tipos de acomodação: de hotéis de luxo aos mais básicos, além de cabañas, albergues e campings. No auge da temporada de inverno, quando todos os hotéis parecem estar bloqueados pelas operadoras brasileiras, o viajante independente ainda pode encontrar a sua cabaña (apartamentos ou casinhas equipados com cozinha, que funcionam como um flat).

A dúvida que persiste: hospedar-se no Centro, com todos os restaurantes e lojinhas na porta do seu hotel, ou na avenida Bustillo, a estrada que leva para o Cerro Catedral e para o Parque Nacional Nahuel Huapi?

Hospedando-se no Centro, você terá restaurantes, agências e lojas por perto. Mas precisará de cuidado extra para selecionar seu hotel, já que a hotelaria por lá é mais antiga. No verão, o centro é tomado por adolescentes em viagens de formatura, que voltam tarde da balada, fazendo barulho.

Villa Huinid Lodge

Os hotéis mais novos, de melhor estrutura (piscina térmica, spa…) ficam em sua maioria na avenida Bustillo. Muitas cabañas também estão nesta área. O inconveniente de se hospedar na estrada é depender de transporte para o centro (táxi, remis — carro com motorista com corrida acertada previamente — ou ônibus). A exemplo de Buenos Aires, porém, as corridas são baratas (pense no equivalente a 5 dólares entre um hotel no km 5 da Bustillo e o centro). Existem também restaurantes nesta área (mas você também vai precisar de táxi ou remis para ir a eles). É fácil descobrir a localização do seu hotel ou cabaña na estrada: a quilometragem do endereço indica a distância exata até o centro.

Nas últimas visitas do Viaje na Viagem, nos hospedamos no Design Suites Bariloche, no km 2,5 da avenida Bustillo, e no Villa Huinid Lodge, no km 2,6. Gostamos muito de ambos. No Centro, o Edelweiss é uma excelente opção confortável, enquanto o Tirol tem bons preços e ótima vista. Para lua de mel, cacife o clássico Llao Llao, o charmoso Charming ou os aconchegantes hotéis top de Villa La Angostura, como Las Balsas, Correntoso e Hostería La Escondida.

Leia mais: 25 hotéis em Bariloche e Villa La Angostura comentados pelos leitores

–> TRANSPORTE EM BARILOCHE: TÁXI, REMIS, ÔNIBUS, CARRO ALUGADO, TRÂNSFERS

bariloche como se locomover

Em Bariloche dois tipos de transporte são muito comuns entre os turistas: os trânsfers oferecidos pelas agências locais e os remises, que são um tipo de táxi com preço fechado e sem taxímetro.

Caso você contrate os passeios com uma agência de receptivo, você não precisará se preocupar com o transporte: os trânsfers estão incluídos no valor do tour. Um ônibus (ou van) faz a ronda dos hotéis, apanha e deixa todos os passageiros no horário combinado. Neste caso, você só vai depender dos remises ou táxis quando quiser se deslocar entre o seu hotel na estrada e um restaurante no centro (ou entre um hotel no centro e um restaurante na estrada).

Táxis (no taxímetro) e remises (com preço combinado) são baratos. As corridas entre a cidade e o km 5 da Bustillo não saem mais do que 5 dólares.

Para usar os ônibus, é preciso comprar um cartão e carregar com quantos pesos forem necessários para o total de viagens que você pretende fazer. Esse cartão é vendido em algumas lojas do centro da cidade. Todas as principais atrações de Bariloche são servidas por essas linhas de transporte público — mas não chegamos a testar a freqüência dos ônibus nem a duração das viagens. (Lembre-se que esperar ônibus ao relento no inverno não é lá muito agradável.)

Alugar um carro é uma opção para quem quer evitar o pinga-pinga de hotel em hotel dos tours, ou não gosta de negociar corridas de remis. Mas é uma opção melhor no verão, quando não há gelo na estrada e é possível percorrer estradas vicinais panorâmicas. No inverno, estradas como a Rota dos 7 Lagos estão fechadas para carros comuns, e dirigir no asfalto pode ser perigoso por causa de gelo e neve.

–> ONDE ALUGAR ROUPAS E EQUIPAMENTOS DE NEVE?

Bariloche

As calles Mitre e San Martín concentram as lojas de aluguel de roupas. Os preços (e a qualidade do estoque) variam de uma loja para outra; vale a pena comparar. O aluguel pode ser diário ou semanal. Luvas precisam ser compradas; não são mais alugadas desde o surto de gripe H1N1, há alguns anos.

Já equipamento de esqui e snowboard deve ser alugado diretamente na estação de esqui (porque você pode trocar se descobrir que precisa de um número diferente). Também é possível alugar roupa nas estações.

Leia mais: Aluguel de roupa de frio em Bariloche: preços e horário de funcionamento das lojas

–> BARILOCHE: OS PASSEIOS BÁSICOS DO INVERNO

Cerro Otto

Dia 1

O passeio de introdução a Bariloche (em qualquer estação) é o Circuito Chico, que leva você aos mirantes do Cerro Otto e do Cerro Campanario, e continua pela margem sul do lago até a Capela de Santo Eduardo, em frente ao hotel Llao Llao, à beira do Nahuel Huapi. É um passeio de uma manhã ou uma tarde. Sugestão: faça na primeira tarde em Bariloche; assim, você aproveita a manhã para alugar roupa com calma. E uma recomendação: não aceite a combinação do Circuito Chico com o Cerro Catedral; o Cerro Catedral merece um dia inteiro.

Leia mais: Como é o Circuito Chico, a introdução clássica a Bariloche

Dia 2

A grande estação de esqui de Bariloche é o Cerro Catedral, a 20 km do centro. Planeje passar pelo menos um dia inteiro por aqui. Só a subida pelos teleféricos já é emocionante. Você pode marcar uma aula de esqui ou escolher outras atividades na neve — como tubing (tobogã com bóias), esquibunda e caminhada com raquetes (calçados especiais para trekking na neve). Em 2014 abre o Cerro Mágico, a área dentro do Cerro Catedral que vai funcionar como o parque de diversões das famílias, concentrando as atividades para quem quer ter contato com a neve, mas não esquiar.

Leia mais: Como é o Cerro Catedral, a estação de esqui de Bariloche

Dia 3

Para outro dia de diversão na neve, escolha entre o Cerro Otto e o Piedras Blancas, que dividem o Cerro Otto, a 5 km do centrinho. Ambos têm como atração principal o esquibunda (realizado em trenozinhos, os trineos). O Cerro Otto oferece como atração extra uma Confeitaria Giratória, que faz um giro de 360º a cada vinte minutos. Já Piedras Blancas tem também um centro de esqui para iniciantes, o Winter Park — ideal para tomar aulas sem precisar ficar hospedado no Cerro Catedral.

Leia mais: Como é o Cerro Otto, com esquibunda e confeitaria giratória

Leia mais: Piedras Blancas, um dos passeios mais divertidos de Bariloche

Dia 4

Não deixe de incluir pelo menos um passeio de barco pelos lindíssimos lagos de Bariloche.

O passeio mais popular é que cruza o lago Nahuel Huapi com paradas no Bosque de Arrayanes, que inspirou a floresta que Walt Disney desenhou para Bambi, e na ilha Victoria, já em frente a Villa La Angostura. É um passeio de meio dia.

O outro passeio bacana é de dia inteiro, e leva ao Lago Blest e Cascata dos Cântaros, com a opção de navegar também pelo Lago Frías. Este passeio nada mais é que o primeiro terço do famoso Cruce de Lagos, que leva ao Chile. A combinação de montanhas nevadas com lago é estonteante.

Leia mais: Como é o passeio de barco de Bariloche ao Lago Blest e Cascata dos Cântaros

Leia mais: Como é o passeio de barco à ilha Victoria e Bosque de Arrayanes, no Nerds Viajantes

Outros dias

Chá do Llao Llao

Repita o Cerro Catedral ou Piedras Blancas; faça um segundo passeio de barco; reserve o chá da tarde do elegante hotel Llao-Llao; ou dê um pulinho em Villa la Angostura: almoce na cidade e suba ao Cerro Bayo, a estação de esqui-boutique da cidade.

Leia mais: Como é o Cerro Bayo, a estação de esqui de Villa La Angostura

–> BARILOCHE: PASSEIOS NOTURNOS NO INVERNO

Refúgio Arelauquén

Querendo inve$tir num passeio que combina neve, adrenalina e um jantar à luz de velas, escolha entre duas noites inesquecíveis.

Na Noche Nórdica, você pilota um quadriciclo por 4 km na neve (menores de 16 anos não pilotam, mas podem ir na garupa) antes do jantar.

No Refugio Arelauquén, você pilota uma snowmobile (moto de neve) antes de degustar um belo de um fondue.

Leia mais: Como é a Noche Nórdica: quadriciclo na neve + jantar

Leia mais: Como é o passeio ao Refugio Arelauquén: snowmobile + fondue

–> BARILOCHE: OS PASSEIOS E ATIVIDADES FORA DO INVERNO

Bariloche

As condições climáticas no verão são ideais para a prática de atividades ao ar livre. São diversos circuitos de trekking em meio a florestas, estepes e nas montanhas. Passeios de bicicleta e a cavalo, observação de pássaros, golf, pesca esportiva e todo tipo de esporte náutico estão na ordem do dia. As montanhas viram destinos de rafting, parapente e arvorismo.

No quesito passeios turísticos, continuam valendo fora do inverno o Circuito Chico e os passeios de barco. Os cerros Catedral e Otto passam a oferecer trekking e atividades que não dependem de neve.

Para o turista, o melhor da meia-estação e do verão é possibilidade de fazer passeios que não são operados durante a época de neve. Um desses passeios é a Rota dos 7 Lagos, uma estradinha de cascalho que passa por sete lagos entre Villa La Angostura e San Martín de los Andes (perfeito para quem vai pernoitar em San Martín). Para voltar a Bariloche no mesmo dia, o melhor passeio de carro é o Circuito Grande, que faz Villa Traful e Villa La Angostura passando por cinco lagos. Outro passeio imperdível, e que só dá para fazer sem neve, é ao Cerro Tronador, o mais alto de Bariloche, que oferece o percurso mais bonito da região.

Leia mais: Bariloche sem neve: bonita de todo jeito

Leia mais: Como é a Rota dos 7 Lagos e o Paso Córdoba

Leia mais: San Martín de los Andes, um vilarejo de montanha na Argentina

Leia mais: O Circuito Grande (Villa Traful e Villa La Angostura), na Caderneta de Viagem

Leia mais: O passeio ao Cerro Tronador, no Viagens & Andanças

Leia mais: Verão em Bariloche: rafting, no Rapha no Mundo

–> RESTAURANTES EM BARILOCHE

Bariloche

A cena gastronômica não é tão expressiva quanto em Buenos Aires. Muitos bons restaurantes abrem mas não sobrevivem à baixa temporada. Os preferidos dos turistas são o Familia Weiss, de cardápio extenso (e ênfase nos fondues) e El Boliche de Alberto, ótima churrascaria.

Os restaurantes do momento são o Butterfly, de poucas mesas e cozinha contemporânea de autor (reserve com antecedência) e Cassis, de cozinha patagônica com toques europeus.

Na nossa última viagem, fomos conferir o El Patacón, que já tinha feito sucesso com Bill Clinton. O menu variado, com diversos cortes de carne típicos patagônicos, opções para vegetarianos e celíacos (uma alternativa bacana para quem tem problemas com restrição alimentar). Os pratos são bem servidos e, se você não é tão bom de garfo assim, é até possível dividir as porções.

Bar de Hielo

Uma curiosidade para antes ou depois do jantar é o Bar de Hielo do hotel Panamericano — o único da América do Sul.

–> COMPRAS EM BARILOCHE

bariloche chocolate

As lojas que mais chamam a atenção do turista ficam espalhadas pela calle Mitre, no centro de Bariloche. São diversas lojas de roupas de inverno, sapatos, aluguel de equipamentos, chocolates patagônicos e souvenirs.

Note que o símbolo $ não significa dólares, mas pesos argentinos. (Dólares são expressos com “US$”.)

Para baratear as compras, use reais ou dólares diretamente no comércio (caso ofereçam boa cotação) ou troque seus reais ou dólares no paralelo. Veja as cotações do paralelo no site Dolarblue.net.

Para aproveitar o free-shop de saída, em Buenos Aires, leve pesos trocados no câmbio paralelo.

–> CRUCE DE LAGOS PARA O CHILE

Vulcão Osorno

É possível viajar entre Bariloche, na Argentina, e Puerto Varas, no Chile, por via lacustre. O passeio Cruce de Lagos dura o dia inteiro e leva você pelos lagos Nahuel Huapi, Blest, Frías e Todos los Santos, com dois pequenos trechos terrestres. No verão, a parada na ilha de Peulla serve para o almoço; no inverno, é necessário pernoitar num dos dois hotéis da ilha e prosseguir viagem no dia seguinte.

A viagem entre as duas cidades também pode ser feita de ônibus (são 5 horas de viagem), o que é ideal para retornar. No inverno, se você quiser evitar o pernoite em Peulla, pode fazer o passeio do Lago Blest no lado argentino, ir de ônibus para Puerto Varas e fazer o passeio pelo lago Todos los Santos no lado chileno.

Leia mais: 2 países, 3 barcos: como é o Cruce de Lagos

Leia mais: Llanquihue, Pueyhue, Todos los Santos: muito prazer, Lagos Andinos

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611 comentários para “Primeira viagem a Bariloche: roteiro de 4, 5 ou mais dias”

  1. ola, finalmente saira a viajem a bariloche com a familia, iremos em 2 de setembro ate 7 de setembro. ficaremso no hotel cristal, me parecee ser bem central. acho que teremos neve ainda nos cerros. algum poderia me dizer sobre o aluguel de roupas de inverno? preços? qual a mais indicada loja para alugar?

  2. Um passeio interessante que fizemos é ir até Villa La Angustura. A opção de contratar um remis foi excelente, pois permite conhecer a Villa e passar um turno na estação de esqui,que tem uma vista espetacular do lago, que vale a pena. Os meios de elevação são antigos e a estação (pistas) é menor que o Cerro Catedral. No entanto, para iniciantes no esporte, talvez seja até melhor para ter aulas em função do menor porte da estação.

  3. Fiquei no ano passado no Villa Sofia.
    Não é tão longe da cidade mas também, com as crianças, não dará para ir a pé.
    O hotel é bem legal, conta com academia bem montada, spa e piscina térmica.

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