Guia de Paris
Paris
A receita é clássica, não fui eu que inventei. Para aproveitar Paris ao máximo, basta pôr em ação o mais parisiense dos verbos: flâner. Flanar. Caminhar ao acaso. Dominar a arte de observar com discrição.
No caminho é impossível não topar com cartões-postais – que ficam ainda mais inesquecíveis quando aparecem assim, do nada, sem avisar.
Mas veja bem: Paris não está apenas nas visões grandiosas. Está nos mercadinhos, nos cafés fuleiros, e sobretudo na incrível noção de elegância que todos parecem compartilhar.
Seguro Viagem Bradesco: sua tranquilidade em viagens internacionais.
E quanto à famosa rispidez dos parisienses – responda “Bonjour, Madame” ou “Bonjour, Monsieur” a cada bom-dia que receber nas lojas e restaurantes, e você vai ver como a sua percepção vai mudar.
Top 5 passeios guiados com a Viator
- Bate-volta ao Vale do Loire com 3 castelos
- Bate-volta à Champagne com tour na Moët & Chandon
- Bate-volta a Giverny com jardins de Monet
- City-tour de Paris… em Segway
- Uma noite no Crazy Horse, o cabaré mais burlesco de Paris
Cartão de Débito Internacional NOMAD


Comentários
Olá,
Somos um casal 50+ e estamos organizando um roteiro de 20 dias pela França (e/ou talvez alguns dias na Suíça), janeiro de 2027. Chegada por Paris (3 dias para rever e visitar a Notre Dame), depois Vale do Loire e sul da França (retorno Nice). Nesse período o Vale do Loire é possível? Ou substituimos pela Suíça e retornamos de lá? Tem sugestões de quais cidades visitar ou alguma dica/sugestão de roteiro?
Adoramos suas dicas e organizamos nossas viagens a partir delas! São ótimas e dão super certo.
Abraços
Rosane e Wilson
Oi, Rosane e Wilson. Fui checar e a grande maioria dos castelos do Vale do Loire – incluindo todos os mais famosos – abrem em janeiro. Já o sul da França… eu não iria. O inverno na Provence e na Côte d’Azur é meio tristonho, tá sempre sob a ameaça de passar o vento mistral, que é gelado e furioso. Na Suíça os dias curtos podem prejudicar os passeios, que também são limitados (alguns circuitos, como Pilatus e Rigi em Lucerna, não operam; alguns trens panorâmicos, como Glacier Express e Bernina Express, têm menos frequências (o ônibus de Tirano a Lugano não funciona). As cidades beira-lago ficam menos interessantes. Em compensação, as cidades de montanha ganham o atrativo da neve e há muitas estações de esqui para aproveitar a temporada.
Pessoalmente eu acho o inverno mais propício a capitais e cidades médias, onde há muito o que fazer a portas fechadas.
Olá Boia.
Tenho um roteiro em mente e gostaria de sua opinião:
Chegada e saída de Paris nesta sequência
Bruxelas 5 dias (com bate e volta a Bruges e Ghent)
Tours 5 dias com passeios pelo vale do Loire e…
Finalizando em Paris 8 dias.
Obrigado.
Oi, Rogerio. Eu não gosto de combinar avião e trem no mesmo dia. A gente precisa dar um intervalo muito grande entre a chegada do avião e a partida do trem (ainda mais agora com a burocracia de entrada com o EES), e a gente está num dia muito vulnerável a espertinhos, tendo dormido mal no voo.
No seu lugar, eu ficaria uma ou duas noites em Paris na chegada.
Também diminuiria uma noite em Bruxelas e outra em Tours, 4 dias em cada base estão de ótimo tamanho. Já Paris… quando mais dias, melhor 🙂