Discovery Cove (ou: o dia em que beijei uma golfinha)

Ricardo Freire
por Ricardo Freire

Discovery Cove

Ontem foi o dia de ir ao Discovery Cove. Para começar, o parque tem um diferencial incrível: não tem montanha russa! Já pressenti que ia gostar.

É um parque pequeno, quando comparado aos outros, e portanto facilmente percorrível a pé. Cabem poucos visitantes -- cerca de mil por dia (os parques chegam a receber 20 mil); por isso é necessário fazer reserva (na temporada, recomenda-se com umas três semanas de antecedência).

O parque abre às 9h, e antes disso a fila na entrada já é grande. É que o seu dia no Discovery Cove gira em torno da sua sessão com os golfinhos. E o horário da sessão é agendado por ordem de chegada. Cheguei às 9h, consegui vaga para a sessão das 11h.

Dá pra cabular o café do hotel: o parque funciona em sistema all-inclusive, e quando você chegar o buffet do café da manhã vai estar servido.

Antes e depois da hora do golfinho há muito o que fazer.

Há várias pequenas praias com areia branca e espreguiçadeiras. Uma grande piscina circunda todo o parque, com água climatizada.

Discovery Cove

Esse espelho d'água passa por uma ilhota onde há um viveiro de aves tropicais. Uma espécie de Parque das Aves de Foz do Iguaçu em versão mini.

Discovery Cove

Os pássaros são todos deslumbrantes -- certamente há um rodízio do elenco e só os perfeitinhos ficam expostos. Pássaro de primeiro mundo, entende?

Discovery CoveDiscovery CoveDiscovery Cove

As outras piscinas têm água fria (cerca de 17ºC) mas são bem mais divertidas. Para entrar nelas você pode pegar um colete ou uma roupa inteira de neoprene. Eu normalmente não pegaria, mas como estou meio resfriado catei um colete.

Discovery Cove

Uma das piscinas frias é um tanque rasinho onde vivem arraias.

Discovery Cove

A outra é funda e cheia de peixes coloridos. Assim do lado de fora você não dá nada -- eu pelo menos não dava --, mas uma vez dentro, valha-me Netuno: é como mergulhar num pesque-pague em Noronha.

Discovery Cove

Ou, para ficar numa imagem mais orlandiana: é o conceito do shopping center aplicado ao mergulho. Você chega, estaciona, põe a máscara e o fundo do mar está ali, concentrado, tudo num só lugar. Incrível. Dá pra ficar horas snorkelando. Fiquei tão entretido que acabei esquecendo que em algum lugar de alguma piscina existem viveiros envidraçados submersos de tubarões e barracudas (o vidro é invisível e parece que você está mergulhando com os tubarões).

E tem, claro, Flipper time.

Se alguém me perguntar qual é a grande contribuição dos Estados Unidos à civilização, eu vou responder: o timing. Com exceção dos musicais da Broadway, que poderiam TODOS ter uma hora a menos, todo e qualquer produto de entretenimento made in USA tem timing perfeito.

A Sessão Golfinho começa com uma rápida passagem de instruções, seguida por um vídeo translumbrante, só com imagens qualidade National Geographic em Hollywood de golfinhos.

Daí os visitantes são divididos em grupos de seis, cada um sob o comando de uma dupla de treinadores. Os treinadores têm texto e -- olhaí de novo -- timing de comédia stand-up. O script dá chance para todo mundo. Todo mundo faz carinho no golfinho. Todo mundo se comunica com gestos com o golfinho. Todo mundo dá um beijo no golfinho. Todo mundo dá uma volta na garupa de um golfinho. E no final -- inacreditável -- ao comando dos treinadores espalhados pela piscina os quatro golfinhos do turno se juntam e dão três saltos sincronizados. Absurdo.

Discovery Cove

A estrela que nos coube foi Jenny, uma golfinha de 30 anos que já é avó mas continua sexy. Acho que me apaixonei. Não é lindo, dois cetáceos in love?

Discovery Cove

O Discovery Cove fica em Orlando, na região do Sea World. O preço do pacote completo (com Sessão Golfinho) varia entre US$ 229 e US$ 339 conforme a época. O ingresso dá direito a entrar em outros parques do grupo Sea World (Sea World e Aquatica), com visitas ilimitadas num período de 14 dias consecutivos a partir do primeiro uso. É possível adicionar o Busch Gardens a essa lista por mais US$ 25.

Dentro do parque você não gasta com comida ou bebida (o almoço inclusive é bem bonzinho, e há cerveja e frozen drinks), mas venha preparado para comprar as fotos da família com o golfinho. Não é permitido levar câmera para a água, e você não vai ter como não morrer com mais US$ 150 pelo CD com as fotos (há pacotes mais caros, com fotos já impressas).

236 comentários

Cristina L
Cristina LPermalinkResponder

"dois cetáceos in love" rsrsrsrrs ótimo!

Paula Bicudo
Paula BicudoPermalinkResponder

Riq, que fofo!!! Fico imaginando minhas meninas nesse parque...Adorei!

Paula Bicudo
Paula BicudoPermalinkResponder

Riq, vc vai aos parques da Disney tb? BTW achei essa idéia de parque all inclusive excelente. Não sabia que existia isso.

Ricardo Freire

Vou tentar dar uma chegadinha. Vou ter uns dias livres depois da maratona dos parques do Sea World.

Ricardo Freire

Precisa ter 6 anos pra fazer a sessao golfinho!

Arthur Carvalho

Riq,

Vc já viu o documentário The Cove que ganhou o Oscar. Acho que depois de assitir nunca mais vejo golfinhos como antigamente!

Assista!

A

Norton
NortonPermalinkResponder

Eu tentei avisar Arthur, mas segundo alguns, isso aqui é um site de viagens. Nâo há espaço para críticas, ponderações com argumentos ou eco-chatos. Há espaço para vários textos que não falam de viagens, mas quando criticamos ou alertamos para algo que não é de conhecimento de todos e que prejudica, e muito, os animais, somos colocados para escanteio.
Fazer o que?... A humanidade ainda vai pagar caro por essas e outras.
Continuo admirando o trabalho do Ricardo, mas aceitar esse patrocínio e divulgar algo tão cruel com os animais é muito ruim. Espero que ele assista o documentário e reflita sobre isso.

Andre Lot
Andre LotPermalinkResponder

Acho que não precisamos exagerar as coisas. Há várias visões de mundo diferente, as pessoas podem escolher ir, ou não, a determinados programas. Já rolou aqui desde conversas interessantes sobre visitas a lugares em que a pobreza é atração turística, visita a áreas afetadas por tragédias (lembro disso desde a época do tsunami e o antigo VnV) e por aí vai.

Eu respeito opiniões diversas. Entendo quem não goste de programas do tipo "visita à aldeia indígena", respeito quem opta por não ir a rodeios e touradas, bem com quem considera desrespeitoso programas do tipo "Favela Tour". Só acho que o VnN, em minha modestíssima opinião como um frequentador assíduo do site que fala por si e por mais ninguém, que esse apenas não é o espaço mais recomendado para alarmismos mais "crus" como um site gastronômico não seria o espaço mais adequado para alguém vegan apresentar um vídeo sobre a produção do foie gras.

O mais legal de uma comunidade online como essa é que podemos ir usando o que nos interessa e atrai, e participar dela. Eu por exemplo não tenho a menor vontade de ir a Buenos Aires, destino hiper coberto aqui no VnV, mas nem por isso eu preciso fazer campanha contra a cidade para os habitués do fórum lá (tem até um termo pra eles, mas eu esqueci :S ). Eu também não me identifico com a aversão do Riq a carro alugado em viagens, mas nem por isso ignoro as preciosíssimas dicas que ele dá desses destinos, mesmo que use um meio de transporte diferente do meu para chegar lá.

Lucia Malla
Lucia MallaPermalinkResponder

Exatamente, André.

Golfinhos me são extremamente queridos (basta ver o banner do meu blog...), já nadei várias vezes com eles no mar aberto, já os vi em diversos parques e aquários do mundo - e sempre vou nestes lugares exatamente para "investigar" como os animais ali são tratados, em q condições vivem, se há alguma estratégia/idéia interessante sendo implementada q gere menos sofrimento pro animal. Pq confinação para um animal selvagem do porte de um golfinho ou de um tubarão é sofrimento, não tem jeito. (Minha opinião sobre o "The Cove" aliás, está aqui, p/ quem tiver curiosidade:

http://www.interney.net/blogs/malla/2010/04/03/os_golfinhos_da_enseada/

)

Dito isso, concordo muito com o André no senso de q o VnV é um ponto de informação e ninguém aqui está sendo obrigado a ir a lugar nenhum nem compactuar com nada. Pelo menos é como eu vejo o VnV... posso estar errada, though, e isso aqui é realmente um fórum de alerta de tudo relativo a viagens - mas prefiro ler como um ponto de informação updated. Mas tb não devemos condenar, já "rotular" de ecochato quem tem uma opinião contrária, já q a caixa é aberta e a diversidade de opiniões só enriquece ainda mais o conteúdo.

O Riq nos faz a gentileza de compartilhar o q rola pelo mundo sobre turismo, em todas as nuances, cores, sabores e sentidos, e isso é priceless. Cabe a cada um digerir a informação ao seu modo, com seu background, seus melindres, suas convicções e sua história de vida.

(Eu particularmente não curto, é a minha opção. O q me perturba é o julgamento do outro pelo q ele faz ou deixa de fazer na viagem dele. Pq há taaaaaantos lados nessa questão dos golfinhos e entretenimento... Como disse no meu post acima linkado, o filme é extremamente maniqueísta. Não aborda um monte de outras questões q afligem quem trabalha diariamente em aquários e parques aquáticos, ou quem está lá no Japão fazendo a "maldade". Há o componente educacional de ter um animal desses num parque, por exemplo, q fica esquecido no meio dessa discussão thecoviana. E se for para ser radical como no filme, o ideal é então parar de comer qualquer peixe agora, pq o dano pro ambiente disso é enorme. E aí, alguém topa? Deles ninguém tem pena, né...)

(Puxa, falei demais. E tinha me prometido não me meter nesse post desde q o li hj de manhã, cala-te boca. Mas puxa, a língua coçou, pq me sinto mal com maniqueísmo; para mim a gente tem q sempre buscar um equilíbrio, há sempre um tom de cinza entre o preto e o branco. Desculpa, Riq, pela ecochatice.)

Ricardo Freire

Imagine, Lucia, eu queria muito saber a sua opiniao.

Ricardo Freire

Norton, nao estou sendo patrocinado pelos parques. Aceitei um convite para viajar a Orlando e comecar a decifrar um destino importante para muitos leitores.

Em nenhum momento eu censurei qualquer manifestacao que fosse (esta eh a minha primeira resposta).

Acho tocante a preocupacao com animais mas confesso que eu faco coisas terriveis com eles. Comer, por exemplo. Hah documentarios sobre abate de animais que transformam qualquer um em vegetariano. Eu tenho pena de cavalo.

Por enquanto eu estou completamente embasbacado com o que esses bichos sao capazes de fazer sob treinamento.

Magrineli
MagrineliPermalinkResponder

Tá, eu seeeeeei q não devia fuçar neste post, mas não resisto. Na qualidade de eco-chato (já que eu trabalho nisso - e mais moderninho é chamar de biodesagradável tá- hehehe) se eu fosse deixar de fazer tudo por causa de ação antrópica ia ficar como uma árvore parado peladão vivendo de luz... foco, eu só peço foco na crítica ambiental! No mais se tivesse uma chance ia rolar tb uns beijinhos com uma golfinha legal!

Riq brigadaão por mais essa viagem e tô esperando a foto com as orelhas do Mickey!! hehehe

Arthur Carvalho

Pessoal,

Eu que comecei a polemica sem querer. Nunca foi minha intenção criticar o Riq que faz um trabalho espetacular, só queria saber se ele tinha visto mesmo e o que ele tinha achado.

Acredito, como os acima, que o Riq mostra e muito bem o que existe por aí e nós escolhemos o que devemos fazer.

A

Guta
GutaPermalinkResponder

Ahhh! Que lindooo!

Marcie
MarciePermalinkResponder

Muito legal! :cool:

Liliane Ferrari

O dia mais feliz da minha vida foi qdo depois de assistir 3 vezes consecutivas!!!! o show dos leões marinhos e dos golfinhos, até q enfim, o treinador me chamou na plateia pra dar peixe e abraço neles todos!!
Mtoooo emocionante!!! AMEI demais!
São mto fofinhos, mto queridinhos!!! e enormes!!

Deve ter sido delicia mergulhar com o golfinho!!!!!!

Andre Lot
Andre LotPermalinkResponder

Particularmente eu gosto mais de leões marinhos do que de golfinhos. Acho os mesmos extraordinários.

Mari Campos
Mari CamposPermalinkResponder

Fofiiiiiiiiiissimo!

Dani G.
Dani G.PermalinkResponder

Ounnnnnnnnnnnnnn so cute !

In Spirits
In SpiritsPermalinkResponder

O parque é maravilhoso, sempre tive vontade de conhecer, mas preso às excursões nunca tive chance.

Fantástica a foto do beijo eheheheh

Abraço!
Geraldo Figueras

Diego
DiegoPermalinkResponder

Hahaha. Demais o beijo do golfinho. Belo passeio mr. Rix.

Abraços

Fefelima
FefelimaPermalinkResponder

Arrasou no beijo no golfinho! Adorei! smile

Amélia
AméliaPermalinkResponder

Não sabia da existência deste parque e amei as informações e fotos inclusive a do beijo apaixonado!wink

Sylvia
SylviaPermalinkResponder

Bárbaro ! Bárbaro duas vezes pois foi uma surpresa ótima pra ti , né? wink
Agora, só uma observaçãozinha .. esse "timing" custa caro pra dedéu, hem ?

Rodrigo Barneche

É verdade, é muito legal e tals, mas tem que rolar um planejamento bem minucioso pra não îr a falência no meio da viagem...

Augusto
AugustoPermalinkResponder

Nem no Brasil, em um Ibis, o preço do hotel é tão barato quanto em Orlando. Em compensação o que se gasta em parques é um absurdo. Lembro que o Riq postou sobre a relatividade dos rankings de custo de vida das principais cidades do mundo. Endosso totalmente esta percepção. Já visitei Roma, Paris, Genebra com meus filhos. Não gastei tanto quanto em Orlando. E não estou falando de compras. É que o preço das entradas é amarrado de tal forma que comprar um dia ou uma semana não altera o preço.
Vejam que não é uma queixa. Orlando é o centro de entretenimento planejado por excelência. O timing é perfeito e o senso de making money também. Por isso o planejamento minucioso é essencial para não gastar pra dedéu...

Ricardo Freire

Nao eh nada barato. Mas no Mexico o lance dos golfinhos tambem custa uns 150 dolares ah parte. Acho que para vir tem que fazer o passaporte Ultimate, que dah direito a todos os parques.

Camilla
CamillaPermalinkResponder

eu fiz um programa parecido de nadar com os golfinhos no Sea Life Park de Oahu, Hawaii, em 2008 o preço foi US$230 por pessoa. Tá, é caro, mas como já diria Arnaldo (Fatos$Fotos), vc já pegou? não? então aproveita =D eu AMEI... (a tarifa continua a mesma, acabei de checar no site!)

Roberta Ristori

Amei a foto! rsrs Deve ser uma experiência incrível nadar com golfinhos, mas concordo com a Sylvia, é um timing bem salgado! rs

Majô
MajôPermalinkResponder

Liiindas as fotos e seu beijo com a fofa Jenny tá uma gracinha mrgreen

Fábio G.
Fábio G.PermalinkResponder

Riq que ótimo demais hauha ! smile

Adri Lima
Adri LimaPermalinkResponder

É como mergulhar num pesque-pague em Noronha...rsrs, muito divertido!

Riq, na Disneyland eu achei a atmosfera fake muito pesada. Acho que uma das minhas frustrações foi justamente achar que poderia me sentir "inserida" no parque, numa imersão em um mundo mágico (enfim, voltar a ser criança). Nestes parques que vc já visitou vc acha o ambiente muito over, ou tá na conta certa?

gabriela
gabrielaPermalinkResponder

Caramba, é incrível como lembra o Xel-Há da Riviera Maya! Acho que é a mesmíssima fórmula, estando lá até pensei como era "americano" td aquilo e imaginei que os gringos seriam os que gestionavam o parque. Prá quem gosta a infra impressiona. Eu preferi os dias de bobeira na beira da praia...

gabebritto
gabebrittoPermalinkResponder

Como colega de estilo de penteado, temi pela tua careca reluzente nesse sol aí. Protetor nela!

Ricardo Freire

Protetor "sustentavel" oferecido pelo parque para poder entrar no tanque com os bichos. Grosso feito Minancora.

Ticcia
TicciaPermalinkResponder

Ai, Riq, vou começar JÁ um trabalho de conscientização dos enteados de que ele PRECISAM MUITO ir. Imagina que só querem saber de Paris e NY. Não dá. Eles precisam ir para eu ter que levá-los!

Oscar
OscarPermalinkResponder

Riq..

O Passeio parece ter sido o maxímo a unica coisa que eu nao gostei foi da parte dos Golfinhos #prontofalei. Antes de visitar um show de golfinhos recomendo a todos a assistir ao documentario "The Cove" que ganhou o melhor Oscar deste ano.
Criaturas tao amavéis que são mortas aos milhares todos os anos em nome da industria do enterteinment.
Desculpe qualquer coisa!!
Trailer em Ingles do Documentario!!
http://www.youtube.com/watch?v=4KRD8e20fBo

Fabiana Guida
Fabiana GuidaPermalinkResponder

A caça predatória realmente é muito triste , e já levou centenas de espécies a extinção , porém , creio que os animais da industria do entretenimento tiveram melhor sorte que os do referido documentário.

Oscar
OscarPermalinkResponder

Os que nao foram enviados aos aquários pelo mundo por não atingirem as especificacoes desejadas são sacrificados de forma tão brutal. Cerca de 23000 a cada ano, isso sem falar na quantidade de medicamentos administrados a esses animais para mante los vivos em cativeiro. Animais esses que em seu habitat chegam a nadar mais de 40 Km, mante los numa piscina e uma sacanagem. Enfim ainda vale lembrar que um golfinho vivo vale cerca de 50 vezes mais que morto e enquanto existir publico a caca predatória vai infelizmente continuar.
Sempre fui um tanto cético em relação aos "ecochatos" mais minha percepção sobre o tema dos golfinhos mudou completamente depois do the cove.

Cid Alexandre
Cid AlexandrePermalinkResponder

Fabiana,
É verdade, seria muito melhor sorte ser separado de seu grupo e sua família para depois ser encarcerado em uma piscina olímpica, ter que fazer gracinha diariamente para turista na hora que treinador manda e depois ter que beijar na boca um por um para tirarem foto e depois cobrarem cento e tantos dólares para um turista guardar essas fotos em troca de água limpa e comida fácil. Pensando bem, acho que os outros que morreram tiveram maior sorte.

Andre Lot
Andre LotPermalinkResponder

Eu fico um pouco atento a documentários. Muitos deles são apenas propaganda disfarçada, enquanto os tomamos como ciência neutra e informativa. Prefiro não acreditar em tudo que documentário-denúncia mostra, até pq em geral só mostra um lado da questão (no caso, dos golfinhos).

Se for levar esse raciocínio a rigor, até a domesticação de cachorros e o cruzamneto para manter raças caninas é um crime, já que vira latas são muito mais saudáveis devido à diversificação genética :S

Cid Alexandre
Cid AlexandrePermalinkResponder

Oi André,
Concordo quando você escreve sobre os documentários serem tendenciosos. Se pegarmos os documentários do Michael Moore ou mesmo o famoso "uma verdade inconveniente" ele estará recheado de informações verídicas mas de interpretações tendenciosas. Mesmo assim, recomendo vc assistir The Cove desarmado e tirando seus excessos e interpretando da sua própria maneira. Tenho certeza que se apenas 2% do que estiver ali for assimilado como verdade para vc, acredito que suas perspectivas a respeito do assunto se alterarão.

Agora, esse seu comentário sobre seleção artificial de cães e diversidade genética, não tem absolutamente nada a ver com a exploração comercial e/ou gastronômica de um animal selvagem tirado de seu bando na natureza. Nada a ver mesmo.

Andre Lot
Andre LotPermalinkResponder

Cid, no fundo é a mesma coisa. Todos os animais domésticos ou domesticados (gatos, cavalos, cães, burros, cabras, ovelhas) um dia já foram selvagens e, pouco a pouco, em processos bem documentados historicamente, selecionados geneticamente (de forma natural) para se desenvolverem em espécies adaptadas ao convívio humano, trabalho etc. A diferença é que, hoje, temos internet, TV, Animal Planet e CNN para acompanhar o processo, mas não acho que os primeiros lobos a terem sido retirados da natureza o tenham sido de forma muito humana não.

Beto
BetoPermalinkResponder

Isso significa de que em pouco tempo poderemos estar comendo (gerundismo é o cacete!) foie gras de golfinho. Nham!

Cid Alexandre
Cid AlexandrePermalinkResponder

Pois é Oscar, sou mais um a dar este grito.

Antes de tudo garanto que não sou um desses ecochatos ou ecoxiitas que são contra construção de usina hidrelétrica para salvar o bagre azul ou a perereca paraquedista.

Verdade seja dita, este site é a base de TODOS os meus roteiros turísticos e as dicas do VnV valem mais que toda a coleção da V&T. Sou grato ao Ric e ao VnV.

Entretanto, não acho conveniente, nem legal disseminar esse tipo de passeio os quais cetáceos são aprisionados, embora bem tratados. Algum ser humano trocaria a liberdade por ambiente limpo, fresquinho e comida bem temperada?

Antes das pessoas se maravilharem com golfinhos, orcas e leões marinhos aprisionados é fundamental conhecer toda a máfia envolvendo o comércio desses animais e número de exemplares mortos para que um destes se apresente ao público. PAra isso, assistam o documentário ganhador do Oscar: "The Cove".

"The Cove" foi dirigido por O'BArry, o primeiro treinador de golfinhos do mundo. Ele foi quem treinou o Flipper e foi preso após tentar libertar todos os golfinhos do centro de treinamento logo depois da exemplar fêmea que fazia o Flipper morrer por depressão (a semelhança maior entre o ser humano e o golfinho não é a inteligência, é a consciência, tá lá no documentário isso e tudo o mais).

Alguns trechos da entrevista com O'Barry na Folha:
- Arrependido, treinador de "Flipper" faz filme sobre golfinhos -
"Eu era ignorante", disse O'Barry em entrevistas recentes. "Estava ganhando muito dinheiro e estava na minha juventude."
http://www1.folha.uol.com.br/folha/bichos/ult10006u641103.shtml

Ricardo, o site precisa se auto sustentar, ter matérias, patrocínios e viagens, afinal de contas nada sobrevive só de ar. Contudo acho que essa matéria gera uma questão, ao meu ver, ética sobre turismo responsável e publicidade de algo ecologicamente incorreta e insustentável.

Ricardo Freire

Cid, criticas sao bem-vindas. Se eu pessoalmente abracasse essa causa, tenha certeza de que nao teria aceito o convite. Respeito a sua opiniao e a de quem estah se manifestando, mas vamos concordar em discordar neste assunto especifico.

Ana Maria
Ana MariaPermalinkResponder

o/

Luciana Bordallo Misura

Pra quem achou caro tem varios outros parques menores na Florida (principalmente nas Florida Keys) onde voce pode nadar com golfinhos por muito menos.

Ainda nao vi o The Cove e quero ver, mas de qualquer forma tem alguns desses locais menores que sao operados por ONGs que recolhem golfinhos machucados e doentes para reabilitacao e depois devolvem ao mar. Pode ser que essa seja uma forma de nadar com os golfinhos sem contribuir com esse mercado negro mostrado pelo The Cove...

Bruno Vilaça
Bruno VilaçaPermalinkResponder

Eu esperava ansiosamente pelo dia que veria você falar bem de algo em Orlando... Rá!

Não esqueço de um professor de antropologia/sociologia da faculdade de Turismo que falava que a Disney era um não-lugar e me irritava profundamente -- com intermináveis discussões em sala de aula. Até o dia que, depois de anos, ele me contou que estava estava repensando o conceito por causa das netinhas. Minha vingança!

Mas você foi falar bem logo do parque que eu de-tes-to! Passei lá 3 horinhas e sai correndo. Acho o Discovery Cove over-priced e meio fake-paraguaio. Mas eu nem sou parâmetro, porque não sou nada eco-friendly e adoro uma montanha russa!

=]

Sylvia
SylviaPermalinkResponder

Tô me lembrando do post do futebol ... sad sad

Magrineli
MagrineliPermalinkResponder

Foi tão agitado assim... legal!!!!

Dani G.
Dani G.PermalinkResponder

Bla bla bla whiskas sachet.

Alessandro A.
Alessandro A.PermalinkResponder

Podemos discutir assuntos menos polêmicos, como religião, futebol e pena de morte!!! smile smile

Camilla
CamillaPermalinkResponder

hauhauahau, boa, to aqui pensando se eu faço algum tipo de comentário a respeito do assunto ou se mantenho essa minha opinião para mim!!!! esse tipo de coisa só se resolve em uma mesa de botequim =D

Gustavo - Viajar e Pensar

Quem ver Super Size Me, também por favor não entrar nos Fast Food, pq eles vão exterminar a raça humana.
Tudo ao seu tempo e em seu lugar, né.
Calma, com o radicalismo. Vai aos parques quem que, não vejo problema em convites de empresas, desde claro aos leitore, como Riq sempre coloca.
Riq, pena mesmo é o fim da Bud no Busch Garden.
Abraço.

Cid Alexandre
Cid AlexandrePermalinkResponder

Eu não percebi em nenhum momento no documentário que o fast food iria acabar com a raça humana quando assisti aquilo. Somente percebi que comendo hamburguer e fritura todo dia o cara fica enorme de gordo com problemas de saúde e andando em carrinhos elétricos na Disney (O Ric jah deve ter visto vários por lá.

Eu sinceramente acho pessoas deste tópico estão enxergando radicalismo onde não há. Não será possível encontrar um meio termo?

Lena
LenaPermalinkResponder

Bom, eu adorei as fotos e lógico, principalmente a última smile A sua expressão de felicidade beijando a golfinha, mais a alegria ao dar comida para a pescoçuda não deixam dúvidas: sua porção Animal Planet é muuuito maior do que você imaginava mrgreen

Como a Sylvia, também tomei um susto com o preço shock Não fazia idéia!! Fico imaginado uma família tradicional de 4 pessoas...1.200 doletas no parque!! Tem o esquema dos passaportes, né? Deve melhorar...

Já sobre a polêmica...Não entendi porque ninguém se manifestou sobre as girafas do parque? Ou os tigres? Ou tantos outros animais nos diversos zoológicos do mundo :roll:

Adoro golfinhos e a emoção de nadar com eles é indescritível. Em Noronha, todo mundo vira criança quando eles aparecem e eles sempre aparecem! Isto só para dizer que não sou a favor da matança, mas não acho que os golfinhos que estão no aquário são responsáveis por ela.

Pelo que li a respeito, a caça ao golfinho na tal cidade japonesa é uma tradição de séculos (que existia muito antes do estrelato do Flipper). E com certeza é bastante chocante para outras civilizações, assim como o costume de comer miolos de macacos vivos ou sei lá, a mutilação de mulheres negras muçulmanas. O prefeito da cidade disse o seguinte: "Há uma variedade de costumes relacionados à alimentação, dentro e fora deste país. Uma atitude de respeito mútuo é necessária, com base na compreensão em tradições antigas resultantes desses costumes e nas circunstâncias que os cercam." Vejam bem, não apoio a continuidade da matança. Se for possível acabar com esta e outras tradições, que não se encaixam com a civilização atual, que se acabe. Mas quanto aos golfinhos dos parques, se for para tirá-los do cativeiro, por que não os outros animais??

No mais, não vi o documentário. Tenho sérias restrições a este e a outros. Um célebre ganhador de Oscar da categoria criou mentiras homéricas e responde a inúmeros processos por editar e desvirtuar os depoimentos que colheu. No entanto, seus filmes foram sucesso de bilheteria, são vistos como verdade absoluta e ele, lógico, ficou milionário, sendo esta ($) a verdadeira causa que defende. (prontofalei! Sorry!!)

Cid Alexandre
Cid AlexandrePermalinkResponder

Lena,
Os cetáceos nascidos em cativeiro ou criados nele, na verdade, nem se pode tirar do cativeiro para o mar, eles acabam humanizados e morrem se voltarem ao ambiente original. Por exemplo a Keiko (que fez o filme Free Willy) morreu de fome após ser "readaptada" e colocada de volta ao mar, o flipper brasileiro (de São Vicente) morreu desnutrido e doente após não ser aceito pelo bando e constantemente procurar humanos na praia. Dessa forma, os que estão em cativeiro ficarão lá. Não acabará. Mas que fiquem por ali, não peguem mais do mar, pelo Amor de Deus.

NA verdade a grande discussão a respeito desses animais é que eles são pegos na natureza (são dificílimos de criar em cativeiro) após selecionado pela inteligência e forma.

É isso que me revolta e por esta razão não acho legal patrocinar esse negócio (embora eu seja mergulhador e sonhe em mergulhar com eles).

Mas como foi falado, cada um tem sua opinião e eu não quero criticar a alheia, somente tenho a intenção das pessoas se aprofundarem em alguns fatos para poder criar seu próprio conceito em cima de toda a realidade que envolve o setor. É só para criar curiosidade e procurar informação. Nào sou do Greenpeace reacionário não. rsrs

Cid Alexandre
Cid AlexandrePermalinkResponder

Ricardo Freire,

Tenho uma dúvida, acredito que o pessoal mais viajado que já mergulhou com golfinhos pode ajudar:

Em Noronha não se pode nem mergulhar no meio de um cardume, ao meu ver uma frescura danada porque o bicho é maravilhoso e está no seu ambiente natural, se ele estiver desagradado ele vai embora. Entretanto se vc estiver mergulhando e eles vierem a você, sem problemas...

Na Riviera Maia e Rep Dominicana e MArgarita os moradores locais isolam os animais com redes dentro do mar e levam os interessados para lá mergulhar com o bicho.

Em Orlando eles tiram do mar, ensinam o bichinho e deixam ele numa piscina.

Minha dúvida é a seguinte, quem já mergulhou com golfinhos no mar, isolado ou em parques... A experiência foi melhor com uma ou outra forma? O animal se mostra dócil no mar? Com equipamento de mergulho dá para acompanhar o animal em mar aberto?

Ricardo Freire

Eu não tenho experiência. Se a Lucia Malla continuar lendo este post ela pode dar o seu depoimento. O que eu ouvi dela é que ela acha preciosismo do Ibama brasileiro essa questão de evitar o contato entre golfinhos, peixes-bois e humanos, porque se trata de animais sociais. Ela vê grande valor educativo na interação entre humanos e animais. (Pelo que entendi do que escreveu aqui -- desculpa, Lucia, ainda não tive tempo de ler teu link, saí para um compromisso e voltei agora, depois vou ler e se entendi errado eu corrijo --, mesmo achando que o confinamento é um sofrimento excessivo para um animal de grande porte, consegue ver algum valor educativo até mesmo na interação com bichos em parques temáticos.)

Lucia Malla
Lucia MallaPermalinkResponder

Riq, muitos desse animais, como a Luciana Misura colocou, uma vez em cativeiro, não conseguem mais se readaptar ao ambiente selvagem. Essa é uma constatação q ouvi de vários veterinários e biólogos, alguns especialistas em golfinhos. Então "melhor" uma vida auxiliando de alguma forma a educar os humanos sobre seu valor para a biodiversidade, a importância de conservá-los em seu habitat natural, ou auxiliar de alguma forma nosso conhecimento para melhor preservá-lo, sendo objeto de pesquisa etc. do q largar irresponsavelmente por aí, a mercê do ambiente q eles não mais reconhecem como "natural". ("melhor" entre aspas pq melhor mesmo seria não tirá-los do ambiente natural desde pequeno. Mas já q foi feito...)

Cid, respondendo a sua pergunta: no mar o animal está no ambiente dele, vc é o intruso. Dado isso, ele age naturalmente. Por exemplo, aqui no Havaí, onde não há lei regulando o mergulho/snorkel com golfinhos, eu canso de vê-los dormindo - eles continuam nadando, apenas em velocidade bem menor. Já vi filhotes brincando, já brinquei com eles como se fosse parte do grupo. Já vi um casal de golfinhos copulando, e um menage a trois impagável (golfinhos são promíscuos, é a atitude natural deles). Mas eles têm a flexibilidade de, se sentindo ameaçados, simplesmente irem embora para outro canto, uma escolha q o aquário não possibilita. O animal é definitivamente menos dócil no mar, mas não menos interessante, pelo menos eu não acho. Prefiro vê-los no mar 1000 vezes, mas isso não me impede de forma alguma de ir a aquários e parques para ver como cada um deles é tratado ali. Tenho amigos tomando conta deles em alguns aquários pelo mundo, sei q estão tentando o melhor de dois mundos muito complexos. E sei lá, ver como estão sendo tratados "artificalmente" é uma curiosidade maior, q só a paixão pela biologia explica mesmo. smile

Lucia Malla
Lucia MallaPermalinkResponder

Além disso, pra imensa maioria (q pleonasmo...) das pessoas, essa é a única oportunidade de interagir com um animal selvagem, em zoos e parques aquáticos. Q pelo menos seja algo prazeiroso, e q a pessoa leve pra casa a lição de q é bacana, q aquele bicho é interessante e merece proteção, né? smile

Sylvia
SylviaPermalinkResponder

Em estatística se chama regressão para a média.

Para qualquer tipo de evento - oscilação de elétrons, chuvas, etc, a cada sequencia de eventos fora da média usual, ocorre a seguir um aumento de frequencia de eventos na direção oposta, com a tendência de retorno para a frequencia média de eventos.

É isso que a gente aposta que ocorra wink
(obrigada pela lembrança PRS)

Lu Malheiros
Lu MalheirosPermalinkResponder

Sylvia,
Adoro (bio)estatística! Só penei para entender o que é homocedasticidade num tempo em que googlar ainda não era verbo. Ando longe dessa área agora, mas, da próxima vez, que tiver alguma dúvida, já sei a quem recorrer! mrgreen

Paula Bicudo
Paula BicudoPermalinkResponder

Lucia, sabe que me deparei com uma experiência semelhante em Pipa. No início dos anos 90, quando comecei a frenquentar o lugar, bastava ir a Enseada dos Golfinhos, estender a canga na areia e ficar observando o balé. E se mergulhássemos no mar eles vinha pertinho, aos montes. Depois que começaram os passeios turísticos de barco para ver golfinhos, os golfinhos foram sumindo gradativamente e hoje é muito raro vê-los da praia e ainda que faz o passeio nem sempre é contemplado com a visita deles.
Uma pena, me sinto triste de voltar lá e não os ver mais.

Cid Alexandre
Cid AlexandrePermalinkResponder

Obrigado pela resposta Lúcia. Muito esclarecedora. Valeu.

Malu
MaluPermalinkResponder

Riq, lindas fotos e esse passeio deve ser o máximo.Lembro a primeira vez que fui com meus 3 filhos para Orlando,1986,e minha filha ficou o tempo todo imitando os treinadores no Sea World. Passamos o Natal na Disney e o Ano Novo em Epcot. Deslumbrante!!! E a emoção que tive ao assistir a parada de Natal com o Papai Noel igual ao das latas de bolachas e cartões de Natal, da minha infância, foi inesquecível. Aquilo tudo faz um bem danado, é pura alegria. Parabéns ao Sea World por ter convidado vc e quem sai ganhando somos nós lol

Amélia
AméliaPermalinkResponder

Acho ótimas estas discussões que acrescentam e nos levam a profundas reflexões e por final temos profissionais de gabarito para clarearem estas situações com suas experiências maravilhosas!!!

Cristina
CristinaPermalinkResponder

Riq,
quando meus filhos nascerem ou por amor eu tiver que ir para esses lados de novo, vou me deliciar com esses posts. Por hora, só tive tempo mesmo de procurar a foto dos 2 cetáceos in love. Vc se supera! Indo no domingo!!! Mamãe com pressão alta de tanta ansiedade! Au revoir comandante e trips queridos!

Simone Lobo
Simone LoboPermalinkResponder

Riq,

Vi golfinhos pela primeira vez na Ilha Grande, em um passeio de barco. Eles viram o barco e vieram nos visitar, fazendo "gracinhas". Fiquei tão feliz que não conseguia nem tirar foto. Na verdade, me senti uma pessoa realizada naquele momento, guardo com muito carinho essa sensação.
Imagino, aliás dá para "ver" na foto, sua alegria ao beijar essa golfinha...
Cetáceos perfeitos e lindos...heheheh
Abraços!

Alessandro A.
Alessandro A.PermalinkResponder

Riq, ficou muito legal! Esse é um dos únicos parques que eu não conheço em Orlando, portanto foi bem legal conhecer a sua versão!

Meilin
MeilinPermalinkResponder

Fico até emocionada com a foto: nesse ritmo em julho você vai fazer um curso de mergulho com a Lucia Malla! Tô adorando grin

Júlio
JúlioPermalinkResponder

RICK,de hj em diante não entro em restaurante japonês pra comer nada.Salvem as barbatanas e etc.Já não comi cação agora então só bagre.Será q pode ???

Thais
ThaisPermalinkResponder

Aiii vou ficar acompanhando de perto!!! 4a feira to embarcando para Orlando, ficar 15 dias!!!
Até quando fica Riq???

Ricardo Freire

Segunda!

Léo Luz
Léo LuzPermalinkResponder

Riq, não sei se perdi nos comments ou nos posts, mas não sei onde vc está hospedado. Curioso para saber. É o basicão dos Inns da vida ou algo especial?
wink

Ricardo Freire

Tô num Marriott Vacation Club perto de Sea World. Chama-se Marriott Grande Vista e é como um resort, só que sem praia. Muitos blocos, apartamentos completos (funciona como time-sharing).

Entre sexta e segunda fico em três hotéis diferentes, todos baratinhos, em lugares distintos da cidade.

Léo Luz
Léo LuzPermalinkResponder

Entendo. Parece ser o estilão operadora.

A experiência é excelente também alugando uma casa nesses condomínios. A responsabilidade na cozinha passa a ser sua tb. Haja Nutella, orange juice e lava-louças. grin

E vamos de posts da Disney tb, mestre!

Alessandro A.
Alessandro A.PermalinkResponder

Riq, não sei onde serão esses 3 hotéis que você irá se hospedar, mas um lugar que eu gosto é Lake Buena Vista, que tem bastante vida (lojas, restaurantes e shoppings) e ainda é colada da Disney.

Maria Célia
Maria CéliaPermalinkResponder

Eu tbem gostei de Lake Buena Vista. Fiquei hospedada no Marriot Village, que é um complexo de três hotéis da rede Marriot e fica muito bem localizado para quem vai aos parques da Disney, além de ficar colado no Prime (ou seria o Premium? Nunca sei qual é qual...). Pertíssimo ainda tem outback, pizza jut, mc donalds etc etc.

Mas é claro que quando a gente diz "pertíssimo" em Orlando não quer dizer que dá pra ir a pé... alugar um carro, na minha opinião, é imprescindível em Orlando.

Agora, pra ir aos outros parques já fica meio fora de mão, não? Eu não sei, porque só fui à Disney desta última vez... mas de qualquer forma, com um carro e um gps é bem fácil se locomover em Orlando.

Ricardo Freire

A primeira noite foi aqui em Lake Buena Vista, num Sheraton meio velhusco mas cumplidor smile

Leandro
LeandroPermalinkResponder

Onde eu faço a reserva?

188 – Aquario de Baltimore e os Golfinhos « Mauoscar

[...] disso o tema gerou certa polêmica do Blog Viaje na Viagem, sobre a viagem que o Ricardo Freire fez recentemente a Orlando. Que gerou certa polemica sobre o [...]

nivea
niveaPermalinkResponder

Oi Ricardo,
mais uma vez reporto-me a vc para me ajudar na organização de passeio.Suas dicas Portugal/Espanha foram valorosas e por isso mesmo estou aqui, desta vez preciso de dicas sobre a Disney.
Estou pensando em ir em jan/2012, sei que é um pouco frio,mas por questão férias escolares dos meus filhos essa seria a melhor data.
Queria dicas de hospedagem,alimentação, aluguel de carro, os melhores parques, dicas de compras... Estou pensando em 12dias.è um tempo bom?Consigo fazer passeios legais?Preciso de mais tempo?Não queria ficar só em parques gostaria fazer umas compras e esticar passeio até Miami. O que achas,por favor me oriente.
Abraços, Nivea

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Nívea!

Comece lendo este post:
https://www.viajenaviagem.com/2010/05/orlando-qual-foi-a-sua-estrategia-de-visita/

Depois passeie por esta página:
https://www.viajenaviagem.com/category/orlando

Boas férias!

Gabriel Dias
Gabriel DiasPermalinkResponder

Se quiser um roteiro personalizado, solicite aqui: http://www.falandodeviagem.com.br/viewforum.php?f=116

Fla
FlaPermalinkResponder

Gostaria apenas de dizer que foi graças ao seu relato que conheci em fevereiro deste ano o Discovery Cove, um passeio emocionante e inesquecível!
Abraços,
Flavia

Luciana
LucianaPermalinkResponder

Oi Ricardo, tudo bem?

Vou viajar para Orlando em Outubro e já peguei uma infinidade de dicas bacanas aqui no seu blog. Parabéns e obrigada!. Tenho uma dúvida quanto ao pacote de fotos do Discovery Cove (as fotos do nado com os golfinhos). Você mencionou no post o valor de US$135,00 o CD com as fotos. Vc sabe me dizer se nesse CD terá só as minhas fotos - ou terá tb as fotos das pessoas que estarão me acompanhando na viagem?

Obrigada.

Bjs

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Luciana!
Aqui quem responde é A Bóia.
Normalmente há pacotes para incluir fotos da família inteira. O valor deve ser maior do que este.

Viviane Moura
Viviane MouraPermalinkResponder

Oi Luciana:
Só complementando A Bóia, vcs que vão escolher as fotos pra colocar no CD e isso vai interferir (claro!) no valor. Fomos em 6 e foi 01 CD em torno de U$150,00.
Saindo da água, eles lhe levam em uma salinha pra vc escolher as fotos e dizer qtas serão..
A gente fica todo bobinho vendo as fotos..aproveite!

Simone Molan
Simone MolanPermalinkResponder

Oi, pessoal! Estou me corroendo há madrugadas com a dúvida cruel - ir ou não ir ao Discovery Cove. Vamos para Orlando semana que vem, eu, marido e minha filha de 5 anos, que adora água. Porém não queria fazer o convescote com os golfinhos, por duas razões: tá 289 doletas per capita (contra 149 sem golfinhos) e já o fizemos ano passado, por duas vezes, em Cancun (onde o evento é bem mais caro). Mas nunca fui a um parque aquatico na Disney, e queria aproveitar o calorzão que está fazendo para conhecer pelo menos dois e dar um tempo na romaria inter-intra-parques. Não vou ao SeaWorld e ao Busch, que pessoalmente não me agradam - não aguento mais foca batendo palminhas e detesto montanha-russa (ô véia chata, hein?). Me interessei pelo DC pelas raias, megulhos com peixinhos coloridos e praia, mas fico pensando se realmente vale a pena torrar um valor razoável apenas com isso... Enfim, a pergunta é - sem encontro com os golfinhos vale a pena ou vai ser um passeio picolé-de-chuchu? Super obrigada!

Viviane Moura
Viviane MouraPermalinkResponder

Oi Simone:

Posso falar do meu relato no ano passado.
Sem o encontro com os golfinhos restam os pássaros - que realmente são lindos: chegam a ficar na mão e vc pode alimentar; as arraias e tubarões que ficam em uma piscina anexa são uma atração legale há ainda o passeio estilo wet n'wild do "rio".

A praia e alimentação são comuns, é como bem o Comandante comparou : lembra um clube.
Pelo valor, pra mim, não valeria a pena. O diferencial do DC são os golfinhos.
Veja o que pesa pra vc. É um passeio bem tranquilo se comparado a outros na Disney, dá pra dar uma respirada na maratona.
Outros parques aquáticos pra vc considerar podem ser o Blizzard Beach, Aquatica ou Typhoon lagoon - que imagino já estão na sua lista.

Boa viagem!

OFS
OFSPermalinkResponder

Eu fui ao Discovery Cove sem fazer o nado com golfinhos e não me arrependo nem um pouco. Paguei consideravelmente menos, mas acho um dos melhores parques de Orlando. Recomendo colocá-lo no meio da sua viagem, vira um excelente dia de descanso.

Eunice
EunicePermalinkResponder

Simone. Minha filha foi e adorou. Nadou e fez as fotos clássicas beijando os golfinhos e tudo. Achou que valeu cada centavo. Entretanto, tempos depois, assistimos a um documentário sobre a pesca dos golfinhos para os parques aquaticos, no Japão. Ficamos traumatizados. Ela pediu até que tirassemos uma das fotos do porta retratos. A captura dos golfinhos é brutal.

Nádia
NádiaPermalinkResponder

Simone
o mergulho com os golfinhos é somente para crianças a partir de 6 anos

Simone Molan
Simone MolanPermalinkResponder

Oiee! Obrigada, meninas! Mas acho que "me espremi" mal - eu não quero mais nadar com os golfinhos, embora tenha adorado...é que fizemos isso (minha filha tinha então 4 anos e meio) ano passado em Cancun, duas vezes. Eu queria saber, na realidade, se vale a pena pagar quase 500 doletas pra nós 3 irmos apenas ao Discovery Cove...

Bjs!

Dri
DriPermalinkResponder

No meu ingresso pro DC eu tinha a opçao de acrescentar qq um dos outros parques da familia Sea World. Eu escolhi o Sea World, mas se vcs querem ir a dois parques aquaticos diferentes, talvez valha sim ir sem golfinhos e poder ir no Aquatica por 14 dias consecutivos...

Eunice
EunicePermalinkResponder

Simone. Para nós, aqui em casa, depois de descobrirmos como são capturados, espetaculo com golfinhos em parques, nunca mais. Golfinhos, só os soltos na natureza.

Fabíola Neves

Olá,
Estou pesquisando sobre o passeio ao Discovery Cove e encontrei seu blog, que por sinal, é muito bom!
Gostaria de tirar umas dúvidas: o preço que vc postou para ter acesso ao CD com as fotos da interação com o golfinho é por pessoa, ou todas as pessoas do grupo terão as fotos no mesmmo CD se quiser? Eu vou com mais duas ou três pessoas.
Vc disse que o pacote para entrar no parque varia conforme a época. Vc sabe me informar qual o valor para dezembro? Irei entre 5 e 14 de dezembro de 2011.
Se puder, envie a resposta para meu e-mail por favor
fabiola.neves1@gmail.com
Obrigada pelas dicas.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, FAbíola! Não respondemos por email, lamentamos.

Há preços para CD do grupo.

Fabíola Neves

Então pode responder por aqui mesmo!

Atenção: Os comentários são moderados. Relatos e opiniões serão publicados. Perguntas serão selecionadas para publicação e resposta. Entenda os critérios clicando aqui.
Bóia de férias. Só voltaremos a responder perguntas que forem postadas a partir de 3 de junho. Relatos e opinões continuarão sendo publicados.
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