Primeira vez em Orlando, parte 3: Universal e Legoland (relato do Hugo)

Viaje na Viagem
por Viaje na Viagem

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Este post conclui a série sobre a viagem minuciosamente planejada a Orlando do Hugo, da Juliana e do Davi a Orlando. Neste post veja a reta final da viagem, quando eles curtiram o complexo Universal por três dias e encerraram a viagem no Legoland.

Texto e fotos | Hugo Medeiros

  • 13º dia | Universal Studios

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Barco do hotel ao parque

Acordamos um pouco mais tarde, às 7h, e pouco depois das 8h estávamos no barco que nos levaria do Loews Royal Pacific até o complexo Universal.

Apesar de ter lido que os hóspedes do complexo poderiam entrar 1 hora antes nos parques, nesse dia esse benefício somente era válido para o Islands of Adventure.

Mesmo assim não tivemos problemas, pois chegamos no Universal Studios, pegamos o broche de primeira visita e por volta das 8h45 estávamos entrando.

O clima é diferente daquele que tínhamos na Disney.

Enquanto que a Disney nos envolve de tal forma que nos sentimos como parte de um sonho, no Universal sabemos que estamos num parque de diversões.

Mas isso não chega a ser algo ruim, pois os brinquedos e o ambiente mais adulto fornecem uma experiência bacana.

Como estávamos hospedados no Loews, que faz parte do complexo, os cartões de acesso ao quarto serviam de Express Pass para cortar as filas das atrações. E mesmo num dia relativamente vazio como aquele, foi ótimo não precisar esperar quase uma hora em alguns dos brinquedos mais concorridos.

Como não gostamos de montanhas russas radicais, alguns brinquedos foram cortados da nossa lista de prioridades, tendo o nosso roteiro ficado assim:

  • 9h: Despicable Me: Minion Mayhem
  • 9h30: Shrek 4-D
  • 10h: Transformers: The Ride-3D
  • 10h20: Transformers: The Ride-3D
  • 10h45: Woody Woodpecker’s Nuthouse Coaster
  • 11h15: Kang & Kodos’ Twirl ‘n’ Hurl
  • 11h25: The Simpsons Ride
  • 11h50: Men in Black Alien Attack
  • 12h10: Men in Black Alien Attack
  • 12h40: Harry Potter and the Escape from Gringotts
  • 13h a 14h30: Beco Diagonal
  • 14h30: Hogwarts Express
  • 15h: The Amazing Adventures of Spider-Man (Islands of Adventure)

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Harry Potter, Transformers e Minions

A atração dos Minions é legal, e vale principalmente pelos pequenos personagens amarelos que são uma graça.

O Shrek é bem mais ou menos. Um filme razoável, mas se o tempo estiver curto dá para pular sem dor na consciência.

Já o simulador do Transformers é incrível. Vale muito a pena, tanto que fomos duas vezes e amamos. Na nossa opinião, um dos melhores simuladores de Orlando, atrás apenas do Flight of Passage (Avatar), no Animal Kingdom.

A montanha-russa do Pica-Pau e o Kang & Kodos' Twirl 'n' Hurl são para crianças menores, mas o Davi amou.

O simulador dos Simpsons nós achamos bem cansativo, com muitas cores, luzes e movimentos bruscos. Saímos até um pouco tontos de lá.

O Men in Black é um jogo de tiro excelente. Fomos duas vezes e curtimos atirar nos aliens.

O simulador Harry Potter and the Escape from Gringotts é espetacular e imperdível. Já na entrada você se encanta com a decoração e o ambiente. Mas as filas são grandes, e se não fosse o Express Pass teríamos ficado mais de 1 hora esperando.

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Beco Diagonal

Agora, um lugar que merece um bom passeio é o Beco Diagonal. Fizeram um ótimo trabalho ali, e você realmente se sente no meio de um filme do Harry Potter.

As varinhas mágicas custam entre 44 (as normais) e 50 dólares (as interativas). No final, o Davi acabou comprando utilizando o seu dinheiro.

Em vários locais do Beco você pode fazer magias, então fique atento às indicações no chão e ao mapa que recebe dentro da caixa da varinha.

Tomamos um bom copo de cerveja amanteigada, que é enjoativa, e pegamos o Hogwarts Express, pois já estávamos querendo ir para o hotel.

No Islands of Adventure fomos no simulador do Homem-Aranha, que é interessante. Tanto a aventura como os movimentos são emocionantes na medida certa.

A impressão que tivemos do Islands of Adventure foi muito boa, pois achamos o ambiente mais animado e empolgante do que no Universal Studios.

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Toothsome Chocolate Emporium

Resolvemos fazer um almoço/jantar na Toothsome Chocolate Emporium & Savory Feast Kitchen, uma linda fábrica de chocolates localizada no Citywalk, e gostamos da refeição.

Pedimos hambúrguer, que estava suculento e saboroso, e de sobremesa um maravilhoso milk-shake. A conta ficou em 50 dólares.

Depois retornamos para o hotel a tempo do Davi aproveitar um pouco a piscina, e fomos dormir para recuperar as energias para o dia seguinte.

  • 14º dia | Islands of Adventura e NBA

Para variar, acordamos cedo, e às 8h15 estávamos no barco indo em direção aos parques.

Entramos no Islands of Adventure antes da abertura, e fomos em direção à área do Harry Potter, para poder curtir tudo com um pouco mais de calma.

A ordem dos brinquedos nesse dia foi a seguinte:

  • 09h30: Harry Potter and the Forbidden Journey
  • 10h30: Raptor Encounter
  • 11h: Pteranodon Flyers
  • 11h30: Skull Island: Reign of Kong
  • 12h20: Popeye & Bluto’s Bilge-Rat Barges
  • 14h30: The Amazing Adventures of Spider-Man

O vilarejo de Hogsmeade, no Islands of Adventure, é tão empolgante e bonito quanto o Beco Diagonal, no Universal Studios. Exatamente por isso ficamos um bom tempo por lá, e pudemos aproveitar bastante, pois só começou a ficar lotado lá pelas 10h.

O primeiro brinquedo do dia foi o Harry Potter and the Forbidden Journey, e apesar do Davi já ter visto alguns filmes, e por isso mesmo conhecer os personagens, ele não gostou muito da atração.

Não se trata de um simulador apenas, mas de um misto de simulador e montanha-russa, com vários movimentos radicais. Além disso, os Dementadores aparecem durante o passeio (e quem já viu o filme sabe que eles são assustadores), e como as cadeiras são individuais, mesmo ao lado do seu filho você não consegue lhe dar suporte, caso necessário.

Por estes motivos, sugerimos que os pais avaliem antes se é uma atração adequada, ou não, para o seu filho.

Na sequência nos dirigimos para o Raptor Encounter, que é uma atração divertida, sendo que o dinossauro adora assustar, e tem gente que fica realmente com medo.

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Pteranodon Flyers e Wolverine

O Pteranodon Flyers é só para crianças, e adultos que estejam acompanhando. O Davi foi com a Juliana e amou, mas não é indicado para quem tem medo de altura.

Outro simulador impressionante é o Skull Island: Reign of Kong. Ainda me pergunto como eles conseguem fazer tantos movimentos e dar uma sensação tão real em um caminhão daquele porte. As filas estavam enormes, com 90 minutos de espera, e o Express Pass mais uma vez ajudou bastante.

Agora um brinquedo que merece cuidado é o Popeye & Bluto’s Bilge-Rat Barges. Ele estaria melhor posicionado num parque aquático, porque você sai de lá encharcado de verdade. O dia estava bem quente, e com isso as roupas e tênis secaram, mas mesmo assim o ideal seria ter roupas e calçados sobressalentes.

Depois de molhar até a alma, fomos almoçar no Mythos, um restaurante temático bonito e com uma boa variedade de pratos.

Comemos massa e hambúrguer, e ambos estavam gostosos. O atendimento foi bem lento, e por isso desistimos da sobremesa. Mas achamos a conta de 38 dólares muito razoável para uma refeição dentro de um parque.

Antes de ir embora ainda voltamos mais uma vez no The Amazing Adventures of Spider-Man, e em seguida, após visitar algumas lojas, fomos para o hotel, dormir um pouco.

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NBA no Amway Center

E o tempo de descanso simplesmente voou, pois nem bem fechamos os olhos e já estava na hora de sair para o Amway Center, onde assistiríamos o jogo de basquete da NBA entre Orlando Magic e Milwaukee Bucks.

Como o complexo da Universal é bem próximo do centro de Orlando, em 15 minutos chegamos ao estádio e deixamos o carro num estacionamento próximo. Tinha uma pequena fila para entrar, mas nada muito demorado.

Achamos os nossos lugares muito facilmente, e deixei a Juliana e o Davi para comprar algo para comer.

Fato é que quando voltei os dois já estavam torcendo para o Orlando como se fossem fãs desde que nasceram. Cada cesta era comemoradíssima.

E agora posso afirmar que a Mariana Amaral, cujo post no Stories nos influenciou a ir no jogo, estava certíssima.

Isso porque não se trata apenas de um jogo, mas de um espetáculo com música, festa, dança das líderes de torcida, malabarismo das mascotes e muita animação.

Resolvemos sair 3 minutos antes do jogo acabar, e com isso evitamos a multidão e rapidamente voltamos para o hotel, felizes com o incrível dia que tínhamos vivido.

  • 15º dia | Harry Potter e Volcano Bay

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Dentro do banco de Gringotts

No nosso último dia de Universal decidimos visitar mais uma vez a área do Harry Potter.

Começamos pelo Universal Studios, e utilizamos a varinha para fazer todas as mágicas a que tínhamos direito. Comemos também um delicioso sundae, por 10 dólares, e ganhamos uma taça temática que trouxemos para casa.

Fomos novamente no Harry Potter and the Escape from Gringotts, e em seguida pegamos o Hogwarts Express até o Islands of Adventure.

Chegando lá, visitamos mais lojas, fizemos novas mágicas e quando já estávamos satisfeitos, decidimos ir uma última vez no Skull Island: Reign of Kong, que realmente é ótimo.

Após esgotar os parques, por volta das 12h, retornamos ao hotel, colocamos roupa de banho e pegamos o ônibus em direção ao Volcano Bay.

No parque aquático descansamos muito e fomos em diversos toboáguas, um mais divertido que o outro. O dia estava quente, mas mesmo assim o parque não tinha filas, então mesmo com pouco tempo conseguimos fazer quase tudo que queríamos.

Na minha opinião, não deixaria de ir num dos parques temáticos da Disney ou da Universal para ir no Volcano Bay. Ele serve mais como um bônus, quando todos os demais já foram visitados. Mas mesmo assim, não deixa de ser um lugar agradável e divertido, ideal para descansar um pouco da correria da viagem.

O Volcano fechou às 17h, e por isso voltamos para o hotel, onde tomamos um banho e fomos para o Citywalk passear e jantar no Hard Rock Café.

O Citywalk não tem a magnitude e diversidade do Disney Springs, mas mesmo assim é um local ótimo para se passear no final do dia.

Nossa refeição no Hard Rock foi boa, naquele estilo bem americano. Pedimos uma entrada gigantesca com diversos itens tradicionais, e depois disso não conseguimos comer mais nada. A conta ficou um pouco mais cara pois pedimos uma garrafa de vinho, mas o valor de 55 dólares foi bem aceitável.

Depois disso retornamos ao hotel para fechar as malas, pois partiríamos bem cedo no dia seguinte em direção à Legoland.

  • 16º dia | Legoland

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Legoland

Logo pela manhã deixamos o Loews Royal Pacific, e após 1 hora e 15 minutos chegamos no Legoland Florida Resort para o último pernoite da viagem.

Como nosso quarto somente estaria disponível às 16h, fizemos o check-in e deixamos as malas no hotel, e às 10h fomos conhecer o parque, um dos mais aguardados pelo Davi, que é fã da Lego.

Durante o nosso dia no Legoland, estes foram os principais brinquedos em que conhecemos:

  • 10h30: Lego NinjaGo The Ride
  • 11h: Rescue Academy
  • 11h30: Boating School
  • 12h00: Ford Driving School
  • 12h30: Flying School
  • 13h: Miniland
  • 14h30: Lost Kingdom Adventure
  • 15h: Wells Fargo Fun Town 4D Theater
  • 16h: Quest for Chi

A maioria dos brinquedos é ideal para crianças menores, por isso esse parque não é indicado para grupos só de adultos.

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Legoland

Os que mais gostamos foram o Lego NinjaGo The Ride, onde você entra num carrinho e sai ‘atirando’ nos inimigos, a Miniland, que é simplesmente incrível, e as ‘escolas’ (barco, carro e voo), que fizeram a alegria do Davi.

O parque até que é grande, mas você só irá em todos os brinquedos se estiver com crianças com idades diferentes (um com 2 anos e outro com 6 anos, por exemplo), pois algumas atrações são bem infantis, enquanto que outras são próprias para um público um pouco maior.

As filas, numa segunda-feira de fevereiro (baixa temporada) estavam bem tranquilas e rápidas, sendo que o único brinquedo com 30 minutos de espera era uma montanha-russa, onde nem fomos, pois já tínhamos cansado desse tipo de aventura.

Reserve um bom tempo para ir nas lojas da Lego, que são bonitas e completas. Foi aqui que o Davi gastou seus últimos dólares.

Após sair do parque, percorremos poucos metros até o hotel, pegamos o cartão de acesso e as malas, e fomos para o quarto.

Decidimos comer por lá mesmo, no restaurante Bricks, que tem uma boa variedade, pratos saborosos e preço razoável. Nem de longe é uma refeição memorável, mas o ambiente e a facilidade são imbatíveis.

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Legoland Florida Resort

Após comermos voltamos para o quarto, fechamos as malas, e no dia seguinte embarcamos de volta para o Brasil.

  • Considerações finais

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Universal Studios, Magic Kingdom, Legoland

Sem dúvida, a nossa viagem a Orlando foi uma das melhores viagens de nossas vidas, e por incrível que pareça, não teríamos feito nada diferente.

A idade (6 anos) e altura (1,24m) do Davi foram ideais para irmos nos brinquedos, a época do ano (fevereiro) perfeita, pois o tempo estava agradável e os parques mais vazios, os restaurantes agregaram sabor e descanso à viagem, e o roteiro se mostrou equilibrado, não sendo muito cansativo, mas agitado o suficiente para conhecermos tudo que gostaríamos.

Algumas decisões que fizeram a diferença foram:

  • marcar os FastPass+ na Disney
  • chegar cedo nos parques
  • tomar um café da manhã diversificado e farto
  • fazer uma pausa no final da tarde para uma ótima refeição
  • voltar para o hotel logo após os shows.

O carrinho infantil que compramos para o Davi foi essencial, pois as distâncias realmente são longas, e uma criança jamais conseguiria acompanhar o nosso ritmo.

E já temos planos para uma próxima viagem. Quem sabe um cruzeiro da Disney, ir no Kennedy Space Center, Orlando Eye, Busch Gardens, etc?

Mas isso são cenas do próximo capítulo...

Muito obrigado pelas dicas, Hugo! Essa viagem vale por um doutorado em Orlando!!!

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