Onde ficar em Amsterdã: hotéis selecionados

Onde ficar em Amsterdã

Amsterdã: onde ficar

Amsterdã é uma das cidades mais caras da Europa em termos de hospedagem. Mas é um lugar tão especial, que sempre vale a pena esticar ao máximo o orçamento, buscando uma boa localização. Se não der para ficar na área mais central, porém, não esquente. Existem alternativas mais econômicas.

Onde ficar | Jordaan | Canais | Museumplein | Centro | Balada | Econômicos

A localização mais gostosa: Jordaan

Delimitado por quatro canais (Prinsen, Brouwers, Ljinbaans e Eigelandsgracht), mas com carinha de bairro, Jordaan (diga: Iórdáan) é um dos pedaços mais simpáticos de Amsterdã. O miolo do bairro tem casas mais modestas (e, no geral, bem menos antigas) do que as que ladeiam os canais. Por ali se escondem inúmeros restaurantes bacaninhas, sem grandes pretensões gastronômicas. O bairro está a 5 minutos da estação Centraal, vindo com o ônibus 21 (mas você vai precisar caminhar pelo menos mais 5 minutos entre a parada Nieuwe Willemsstraat e o seu hotel).

Onde ficar em Amsterdã: hotel Il Fiore

Há poucos hotéis no bairro, sempre pequenos. Adiante-se para conseguir um quarto no Il Fiore, que foi recentemente renovado e tem instalações básicas e funcionais.

Onde ficar em Amsterdã: hotel Linden

O Linden (antigo Acacia) dá vista para o canalzinho dos fundos do bairro, e está bem perto da parada do ônibus 21.

O Sjudoransj é um bed & breakfast estilosíssimo (e, por isso, um pouco caro). Já o Bridge Inn combina vista do canal (Brouwersgracht) com preços abordáveis.

O Jordaan pode não ter muitos hotéis, mas em compensação é um dos lugares de Amsterdã com melhor oferta de apartamentos para alugar. Dê uma olhadinha aqui.

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A localização mais charmosa: beira-canal

O encanto maior de Amsterdã está nos seus canais. Não pode existir privilégio maior do que se hospedar à beira de um deles. Se passar por um canal for a primeira e a última coisa que você fizer no seu dia, a sua estada na cidade vai ser ainda mais bonita. A única desvantagem: não vai ter bonde passando em frente ao seu hotel. Você vai ter que caminhar pelo menos até uma transversal movimentada (coisa que, a não ser que chova, será um prazer).

O hotel de charme por excelência de Amsterdã é a Canal House, elegante junção de três casas do século 17 com pátio interno (e café da manhã incluído na diária). Não é só o canal Keizersgracht que está à porta: o Jordaan fica a uma quadra. Vale a extravagência.

Seu vizinho The Toren é um tiquinho menos charmoso, mas compartilha a mesma localização excepcional.

Relativamente novo (abriu em 2015), o The Hoxton veio de East London com charme hip e preços simpáticos para a localização.

Outro hotel beira-canal com jeito millennial é o Max Brown Canal District, que fica no comecinho do Herengracht e tem decoração rústico-lúdica. Num dia sem chuva, dá para vir a pé da estação Centraal.

Bandeira moderninha do grupo Hyatt, o Andaz tem decoração excêntrica, meio kitsch, meio chic. E, além de estar à beira do canal Prinsengracht, permite ir à região dos museus numa caminhada de 10 minutinhos.

Já o Pulitzer é um hotelão perfeitamente disfarçado de hotel-butique. São 25 casas antigas combinadas na mesma propriedade. Os quartos são decorados um a um.

O endereço mais exclusivo nos canais (atenção recém-casados bem patrocinados) é o The Dylan, que mesmo sem a aura de vanguarda que tinha ao ser inaugurado (quando era o Blakes Amsterdam), continua oferecendo luxo e serviço de ponta.

Onde ficar Amsterdã: The Times

Mas se você estiver à procura de diárias mais em conta, procure neste grupo (e releve o tamanho compacto dos quartos). O ‘t Hotel e o Miauw Suites oferecem a melhor relação preço x localização x astral. O The Times também costuma ter preços abordáveis. Esse também o caso do IX Nine Streets, que não está exatamente à beira do canal, mas apenas a meia quadra de dois canais diferentes, um pra lá, outro pra cá.

Por fim, o NH City Centre, além preços normalmente palatáveis, oferece ótimos apartamentos para famílias que acomodam até 4 pessoas. O hotel tem frente para a praça Spui e fundos para o canal Singel.

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A localização mais prática: Museumplein

Quem se hospeda nesta região pode ir e voltar do aeroporto com o ônibus 197. Vai estar bem-localizado para visitar todos os museus (e ainda fazer a Heineken Experience). Os restaurantes e bares do De Pijp (e também da Leidseplein) estão perto. E dá para ir à área mais histórica tanto a pé quanto de bonde.

Próximos à parada Museumplein do ônibus 197:

Onde ficar em Amsterdã: The Muse

O The Muse tem decoração invocada e ótimo café da manhã. O Conscious Hotel Museum Square é um eco-hotel, com quartos arejados (decorados com painéis fotográficos de natureza) e um agradável pátio interno. No quesito flat, o Cityden Museum Suites tem apartamentos com cozinha equipada e ambientação elegante.

Praticamente na Museumplein, um hotel passa tranqüilamente por mais um dos museus: é o Conservatorium, o mais luxuoso (e caro) da cidade. (Duvido que alguém chegue do aeroporto pelo ônibus 197.)

A 10 minutos de caminhada da parada Museumplein (ou 8 minutos de bonde até a Ferdinand Bolstraat), o Sir Adam já está no Pijp. Um dos restaurantes mais procurados da cidade, o Izakaya, funciona no térreo.

Próximos à parada Rijksmuseum do ônibus 197:

O Max Brown Museum Square tem uma vibe mezzo moderninha, mezzo escandinava.

Fiel ao nome, o Hotel Van Gogh tem reproduções de pinturas do mestre nos corredores e nos quartos.

A decoração não é o forte do Hotel Fita, mas a equipe é elogiadíssima pelos hóspedes.

O Hotel JL No76 tem poltronas bergère no lobby e em muitos quartos. E o Hotel Cornelisz dá vida a seus quartos com belos painéis fotográficos em preto e branco.

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A localização mais central: perto da estação

Como normalmente acontece na Europa, hospedar-se perto da estação central traz vantagens logísticas. Muitos bondes fazem ponto final na estação. Você tem transporte fácil de/para o aeroporto e está bem posicionado para muitos bate-voltas (Haia e Roterdã/Kinderdijk de trem, Zaanse Schans de ônibus ou trem).

A região mais bonita dos canais está próxima e, na direção oposta, você chega fácil ao Bairro da Luz Vermelha. O único inconveniente é que a região é mega movimentada de dia (cuidado com os batedores de carteira) e fica erma à noite, o que provoca uma sensação de insegurança.

Onde ficar em Amsterdã: Ibis Centre

Colado à estação (basta sair e caminhar dois minutinhos para a direita), o Ibis Amsterdam Centre, com a previsibilidade que agrada aos fãs da marca. Se você prefere os ambientes mais criativos da bandeira Styles, é só atravessar a rua, e o Ibis Styles Amsterdam Central Station vai estar no iniciozinho da Martelaarsgracht.

Atravessando a rua e saindo à direita você chega ao A-Train, um hotel com decoração cansada, mas bom serviço e (normalmente) preços camaradas.

O melhor segredo da região, porém, é o The Bank, a cinco minutinhos de caminhada. Está numa rua que não lembra em nada o entorno da estação (e você vai estar a meia quadra do trecho mais bonito dos canais e do Jordaan.)

Onde ficar em Amsterdã: Roommate Aitana

A 8/10 minutos de caminhada da estação, o RoomMate Aitana, da rede de hotéis-design espanhola, ocupa um prédio moderno, com quartos envidraçados de cima a baixo. O Jordaan está a menos de 10 minutos a pé (mas pode dar um medinho à noite na hora de atravessar um túnel de pedestres).

O equivalente ao Aitana do outro lado da estação é o Doubletree by Hilton, também instalado num prédio de arquitetura contemporânea, com direito a janelões.

Entre a estação e o Bairro da Luz Vermelha, considere o hotel-butique art’otel, de uma rede alemã, e o Park Plaza Victoria, que renovou um prédio histórico.

E existe um hotel pertinho da estação aonde se chega de balsa. É badalado o Sir Adam, instalado na Adam Toren, o arranha-céu da ilha IJ. O ferry boat é gratuito e leva 5 minutos para fazer a travessia até os fundos da estação Centraal. Os quartos têm decoração charmosa e vistas para o rio.

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A localização mais animada: Rembrandtplein-Leidseplein

Na verdade, trata-se de duas regiões distintas, a 1 km de distância uma da outra. Mas como têm características semelhantes (muitos bares, restaurantes e clubes, a maioria voltada para turistas), vale a pena juntar no mesmo tópico.

Se você vai ficar na região da Rembrandtplein, venha do aeroporto de trem, e siga com os bondes 4 ou 9 (também dá para ir de metrô até Waterlooplein). Você estará próximo do centro histórico e dos canais.

O simpático Hotel Toon é todo trabalhado na combinação branco e preto, tem um bar animado e custo x benefício interessante.

No Rudolph você consegue se desligar do ambiente da Rembrandtplein e, reservando certo, vai ter vista para o canal Herengracht.

O nome do hotel Amstelzicht significa ‘vista para o rio Amstel’, e isso está perfeitamente cumprido. A decoração não é lá essas coisas (mas se fosse mais bonita, custaria mais caro).

Querendo ficar na cara do gol, o NH Schiller hospeda você num prédio histórico em plena Rembrandtplein (o bar do hotel é um clássico).

A 100 metros da praça, o The Bolster recupera baladeiros com quartos à prova de barulho. Mas atenção: não tem elevador.

Se você decidir pela região da Leidseplein, venha de aeroporto com o ônibus 197, e salte na parada Leidseplein. Você estará próximo dos museus e do Vondelpark.

A localização mais agradável é fora do bochincho, na outra margem do canal, entre a praça e o Vondelpark. (A parada do ônibus 197 é ali, também.)

Se você curte hotéis pequenos e charmosinhos, confira o estilo clean, com bastante madeira clara, do Hotel Vondel; a elegante decoração em tons café do Hotel Espresso e os ambientes aconchegantes do Hotel Roemer.

Fãs de hotelões têm duas boas opções na área. O Amsterdam Marriott, mais caro, e o NH Amsterdam Centre, com bom custo x benefício.

Se estiver procurando pechinchas perto da praça, confira o Leonardo City Centre. E para ficar na própria praça, a melhor pedida é o American.

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Para economizar

A mesma pressão imobiliária que força moradores de Amsterdã a se mudar para fora do centro também afeta os visitantes. Se você ficou assustado com os preços de hotéis nas regiões mais convenientes, dê uma olhada nas alternativas deste tópico.

Oud West

Próxima aos canais mais elegantes e ao Vondelpark, esta ainda é uma região relativamente nobre de Amsterdã.

Onde ficar em Amsterdã: hotel De Hallen

O De Hallen não é exatamente barato, mas oferece conforto e charme por diárias equivalentes às de hotéis básicos ou sem-graça da região central. O projeto reaproveita uma garagem desativada de bondes. Tem quartos mega aconchegantes e uma miríade de saletinhas no lobby. Forma um complexo com o Foodhallen, uma praça de alimentação hipster que funciona diariamente, sem interrupção entre almoço e jantar.

O fofíssimo Alp Hotel tem quartos muito bem resolvidos. Os de fundos dão para um pátio com árvores altas. Se estivesse na região dos canais chiques, custaria o dobro (sem precisar mudar nada na decoração).

Na extremidade oeste do Vondelpark, e bem-servidas pelos bondes que passam a todo momento na via Overtoom, duas unidades da rede Conscious combinam conforto de hotel com vibe de hostel (e preços simpáticos). São o Conscious Hotel Vondelpark e o The Tire Station.

Um pouco mais longe — saindo do Oud-West, e já no West –, mas com uma estação de metrô ao lado, o Student Hotel Amsterdam West tem quartos ultrabásicos e áreas sociais divertidas.

Estação Sloterdijk

O pólo de hotéis low-cost ao redor da estação Sloderdijk é bastante conveniente para quem está com orçamento apertado. O tram 12 deixa você perto do Jordaan (e dos canais mais bacanas) e tem ponto na própria Museumplein. O ônibus 22 leva à estação Centraal. Se você tiver o Amsterdam Travel Ticket, pode usar o trem tanto para ir para ir à estação Centraal quanto ao aeroporto.

Confira os preços do Meininger Amsterdam (da rede alemã), do Urban Lodge e do Hotel2Stay.

De Pijp

Bem-localizado, com cara de bairro de verdade e cheio de lugares interessantes para comer, beber e comprar, De Pijp (diga: ‘depéip’) tem poucos hotéis. O melhor, o Sir Adam, não é econômico (por isso, falo dele mais acima, no tópico Museumplein).

O melhor por aqui é dar uma olhada nos apartamentos no De Pijp e arredores.

O easyHotel City Centre South fica no limite sul do bairro. Tem apartamentos ultra econômicos (e ultra minúsculos); é indicado para casos de só-vou-passar-no-hotel-para-capotar.

Já fora do bairro (na outra margem do Amstel) e do ladinho de uma estação do metrô, o Student Hotel Amsterdam City também tem quartos pequenos, mas oferece bons ambientes de estar.

Estação Zuid

No entorno da estação Amsterdam Zuid e do World Trade Center também floresceu um pólo hoteleiro. Dá para ir de tram para as áreas turísticas. Se você tiver o Amsterdam Travel Ticket, pode usar o trem tanto para ir para ir à estação Centraal quanto ao aeroporto. O destaque vai para dois expoentes do gênero cool.

O CitizenM começou aqui e se tornou uma grife da hotelaria made for millennials — hoje está também em Paris, Londres e Nova York. Não está mais tão em conta como no início, mas continua valendo a experiência.

O hotel verdadeiramente econômico da área é o Qbic (diga: ‘quiúbic’), que fica dentro do WTC. Note que alguns quartos não têm janela.

O bonde 5 leva aos principais pontos da cidade. Também dá para ir de metrô (com passe diário da GVB) ou trem (com Amsterdam Travel Ticket) para Amsterdam Centraal.

Noord

Ligada à estação Centraal por ferry-boats gratuitos, a região do Noord é a fronteira hipster de Amsterdã. Antigos galpões, hangares e estaleiros desativados foram transformados em restaurantes e projetos comerciais e residenciais. Na área do antigo estaleiro NDSM (a 15 minutos de ferry da estação Centraal) está ancorado o Botel — um barco transformado em hotel. Os quartos são bastante básicos, mas as tarifas costumam ser baratas. Não é indicado para amantes da noite: não há ferries depois da meia-noite.

Bijlmer Arena

Este é o reduto dos desesperados. Naqueles momentos em que a cidade lotar e os preços estiverem pra lá da estratosfera, procure no pólo hoteleiro do entorno da arena do Ajax. Se não houver nenhum jogo ou show durante a sua estada, você vai encontrar diárias menos, digamos, revoltantes. Para ir à cidade, use o metrô (estação Biljmer Arena). Salte nas estações Waterlooplein, Nieuwmarkt ou Centraal. Não é uma localização indicada para quem quer curtir balada em Amsterdã.

Onde ficar em Amsterdã: Jaz Hotel

O hotel mais interessante da área é o Jaz Amsterdam, com quartos lúdicos e excelente café da manhã.

Procurando um hotel convencional, com preço bom, veja quanto está o Hampton by Hilton Arena Boulevard.

E procurando o quarto com banheiro privativo mais em conta de Amsterdã, é bastante provável que ele esteja no easyHotel Arena Boulevard.

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A localização mais exótica: casas-barco

Onde ficar em Amsterdã: casa-barco

Em 2008, me hospedei por uma semana numa casa-barco, num canal perto do Nieuwmarkt. Foi uma experiência sensacional. Naquela época, conseguir alugar uma casa-barco era bastante complicado. Era preciso recorrer a agências especializadas, e o processo era complicado.

Hoje já está tudo mais organizado. Veja a oferta de casas-barco em Amsterdã (tanto inteiras, quanto quartos) — e divirta-se.

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28 comentários

Tem que tomar cuidado mesmo com hotéis de baixo custo em amsterdam, principalmente para quem vai ficar mais de 2 noites. Como os preços la assustam, costumamos recorrer aos mais baratos, que sao uma tremenda roubada. E quando for fazer a pesquisa nos sites de buscas de hoteis não exite com uma boa oferta, os preços nao costumam baixar, ja que Amsterdam tem uma procura frenética. Para deslocamentos, 2km no gps do celular da pra fazer a pé, a cidade é toda plana e vale a pena a caminhada. E ultima dica, em frente a Centraal station, está tendo uma obra estrutural intensa das vias publicas, estando todas interditadas, havendo deslocamento de linhas de tram e proibição de ingresso de autos.

Reservei o t’Hotel em Amsterdã, utilizando o site do viajenaviagem, que me direcionou para o Booking, no período de 16 a 19/11/19 e na reserva estava incluso táxi grátis do aeroporto ao hotel. Ao concluir a reserva, esta informação desapareceu e ao entrar em contanto com o Booking, fui informada que esta promoção não foi aplicada porque fiz a reserva pelo site da viajenaviagem!! Gostaria de esclarecer o por que? Por que perdi a promoção? Vocês não são parceiros? E por que esta informação não está escrita em nenhum lugar? Se eu tivesse feito a reserva direto pelo Booking, sem usar o seu link, não teria perdido a promoção. Não é bizarro?
Sempre leio suas opiniões sobre os hotéis e nunca me aconteceu nada parecido… estou desapontada!
Abraço

    Olá, Kátia! Se você começou o processo de reserva pelo nosso link, não existe possibilidade de as condições terem mudado entre a primeira e a última página.

Olá VnV! Adoro seus roteiros! Fomos à Amsterdam agora em jullho e foram fantásticas as dicas. Ficamos no Marriot e a localização do hotel é privilegiada. Perto dos museus (uma boa caminhada) ou perto de tudo pelo transporte público. A área ao redor da estação está em obra. Muita confusão! obrigada pelas dicas. bjs

Olá, Ricardo! Estou planejando ir em setembro/outubro pra Amsterdam e estou em dúvida sobre qual lugar ficar. Vou sozinha. Gostaria de me sentir segura e ao mesmo tempo ficar perto dos principais pontos – restaurantes, museus, supermercado etc. Gosto muito da rede NH, mas existem vários lá e fiquei confusa sobre qual seria o mais adequado. A região de Sloterdijck tem o preço atraente – gostei do Mercure – mas também fiquei preocupada com o deslocamento e se ide ficar ermo. Os meus passeios serão predominantemente diurnos. Muito obrigada!

Olá bóia, estamos indo a Amsterdã em julho para uma estada de quatro dias e depois partiríamos de tremulara a Bélgica.Pensamos em ficar no Ibis Schipol por ser mais barato e ficar próximo aula estação de trem.O que acha da relação custo benefício desse hotel.

    Olá, Clarisse! Eu só me hospedaria por quatro noites num lugar onde não dá para sair à noite em ultimíssimo caso. Cada viagem do aeroporto a Amsterdã ida e volta custará entre 10 e 12 euros por pessoa, ponha isso na conta da diária.

Estou pesquisando hospedagem para meados de abril em Amsterdam. Encontrei um hotel Accostar que parece bem localizado mas não tem ar condicionado. Acha que é necessário nessa época do ano? Grata

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