Guia de praias | Bahia: Costa do Dendê e Costa do Cacau

Ricardo Freire
por Ricardo Freire

Cueira, Boipeba

Cueira, Boipeba

Estratégias & roteiros

A Costa do Dendê se caracteriza por praias belíssimas (muitas, ainda selvagens) e pela dificuldade de acesso: Morro de São Paulo e Boipeba são ilhas, enquanto Barra Grande & Península de Maraú são servidas por uma estrada de terra que muitos ainda preferem evitar (dá para ir também de lancha, via Camamu).

A Costa do Cacau começa em Itacaré, que oferece uma paisagem única em todo o Nordeste: enseadas limitadas por montanhas verdíssimas. A partir de Ilhéus, o litoral fica bem menos recortado, com uma faixa de água turva junto à areia.

  • Para Morro de São Paulo e Boipeba, chegue por Salvador ou Valença. Se seu destino for Itacaré ou Barra Grande/Maraú, voe a Ilhéus.
  • Entre Salvador, Morro de São Paulo e Boipeba só vale a pena estar motorizado caso você venha com seu próprio carro. Alugar um carro para fazer este trecho é bobagem, já que o possante ficará parado num estacionamento do continente enquanto você estiver nas ilhas. Para Barra Grande e Maraú, estar de carro pode ser interessante, sim (saiba mais neste post). Já em Itacaré e Ilhéus um carro dá mobilidade para fazer todos os passeios sem depender de tours em grupo.
  • Se você está pensando em pular de praia em praia, venha com tempo sobrando. O deslocamento entre os destinos é trabalhoso; cada mudança de base pode comer uma boa parte de um dia. Programe pelo menos três pernoites a cada parada na região.
  • Valença é o "hub" da Costa do Dendê. Cada ferry que chega a Bom Despacho, em Itaparica, tem conexão imediata com ônibus e vans que seguem a Valença. Há também um vôo semanal da Azul, aos sábados, desde Belo Horizonte. De Valença saem lanchas para Morro e Boipeba. Há também ônibus de Bom Despacho e também de Valença a Camamu (de onde partem as lanchas para Barra Grande) e Itacaré.
  • Desembarcando em Ilhéus, vale a pena alugar um carro já no aeroporto. Caso não alugue carro (nem queira cacifar um trânsfer de táxi), saiba que a rodoviária está a menos de 10 minutos de táxi; de lá saem ônibus para Canavieiras, ao sul, Itacaré, ao norte, e também Camamu (onde você pega a lancha para Barra Grande).

Costa do Dendê

Dendê

Ilha de Itaparica

Penha, Itaparica

Praia da Penha

  • É a sua praia: se você está hospedado no Club Med -- ou se está no Pelourinho e quer pegar uma praia perto que não seja a Barra
  • Não é a sua praia: se você está interessado em curtir Salvador

Vai por mim: Ilha de Itaparica

Os barcos (chamados pelos soteropolitanos de lanchas) que saem do Terminal Marítimo nos fundos do Mercado Modelo em 45 minutos deixam você em Mar Grande, cidade praiana que já foi reduto de veraneio da burguesia baiana. Os ricos se mudaram para um pouco mais adiante, a praia da Penha, mas as prainhas próximas ao desembarque continuam lindas (e com mar calmíssimo). Num dia de semana, é uma ótima alternativa para pegar praia se você está hospedado no Pelourinho (a R$ 5,30 o trecho -- R$ 7,10 nos fins de semana -- sai mais barato do que ir de táxi ao Porto da Barra!). Já no fim de semana, essas praias ficam crowdeadas. Veja horários de travessia aqui.

A praia mais bonita (no conjunto mar + ocupação do entorno) é a da Penha, que está a 9 km do píer de Mar Grande, pela estrada -- mas que está a 45 minutos de caminhada pela orla (passando por um trecho de pedras). Trata-se de um condomínio mais ou menos fechado; as vans de Mar Grande não têm permissão para entrar, e por isso têm que deixar os passageiros na saída da estrada, a 2 km. É um território demarcado da elite soteropolitana, que vem passar o dia a bordo de suas lanchas (e transforma a praia, nos fins de semana, em um verdadeiro iatódromo). No meio da praia, porém, há quiosques estruturados que atendem aos sem-iate. Num dia claro você verá o skyline do Corredor da Vitória (de onde partem muitas dessas lanchas).

Querendo almoçar perto do píer em Mar Grande, a pedida é o Pimenta de Cheiro, que tem um famoso peixe na pedra (Largo de São Bento, 53, tel. 71/3633-1060). Uma quadra para trás, o Manga Rosa (na pousada Arco-Íris) é bastante elogiado (Estrada da Gamboa, 102, tel. 71/3633-1130). Já o Volta ao Mundo funciona como quilo na hora do almoço, e tem um extenso cardápio no jantar (Largo de São Bento, 116, tel. 71/3633-1031).

Quem vem de carro precisa usar o ferry-boat, cujo desembarque é em Bom Despacho. Aproveite que está motorizado para dar um pulinho na vila de Itaparica, que fica para aquelas bandas; visite o forte e coma nas barracas da praia de Ponta de Areia. Se for até Caixa-Pregos – que não fica no fim do mundo, mas apenas no fim da ilha – negocie com um barqueiro para ir à Praia dos Garcez, passear pelo manguezal da contracosta da ilha e visitar o vilarejo colonial de Jaguaripe.

Mar Grande, Itaparica
A uma caminhada (e uma travessia) do Pelô

Onde ficar na Ilha de Itaparica

Trinta anos depois de aberto, o Club Med Itaparica continua, fácil, um dos mais resorts bonitos do Brasil; os quartos são rústicos em comparação aos mais novos, mas a estrutura (com all-inclusive) e a animação são invejáveis.

Na vila de Mar Grande, a pousada A Casa do Vizinho fica bastante próxima do atracadouro das lanchas -- um ótimo ponto para pegar praia em Mar Grande e se deslocar a outros pontos da ilha de van.

Itaparica: quando ir

Como chegar à Ilha de Itaparica

De carro, pegue o ferry-boat em São Joaquim; em 50 minutos você desembarca em Bom Despacho. Vale a pena marcar a hora da travessia pelo site da Internacional Travessias. O carro pequeno custa R$ 42 em dias de semana e R$ 58 aos sábados e domingos. Passageiros pagam R$ 4,80 durante a semana e R$ 6,40 no fim de semana (mas não podem marcar hora antecipadamente).

Estando a pé, embarque nas lanchas que saem do Terminal Marítimo em frente ao Mercado Modelo, e que chegam a Mar Grande em meia hora. A passagem custa R$ 5,30 nos dias de semana e R$ 7,10 no fim de semana. De Mar Grande saem vans para outros pontos da ilha.

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Morro de São Paulo

Segunda Praia

Segunda Praia, Morro de São Paulo

  • É a sua praia: se você quer mar calmo e noites agitadas
  • Não é a sua praia: se você não curte, ou não pode, caminhar

Vai por mim: Morro de São Paulo

Morro de São Paulo é o que temos de mais parecido com uma ilha grega – não nos quesitos paisagem ou arquitetura, claro, mas no departamento animação. O ano inteiro, gringos alternativos fazem de Morro uma esticada sagrada de suas viagens a Salvador; no verão, é a vez dos brazucas se juntarem a eles, aumentando o quórum para o festerê.

Há alguns verões, o coração da ilha foi urbanizado. As ruas do centrinho, que eram de areia, foram calçadas. A Segunda Praia ganhou um deck de madeira sobre a areia, que à noite se transforma numa esplanada de restaurantes. Já o deck da Terceira Praia protege a orla da erosão e passou a permitir a passagem confortável em qualquer maré.

O fluxo de veículos foi organizado, e de alguns anos para cá não há mais trânsito na areia; os carros trafegam por uma estrada escondida, com traçado paralelo à praia, que vai dos fundos da Segunda Praia até os confins da ilha, servindo aos hotéis da Quarta e da Quinta Praia e levando a Garapuá e à Fazenda Pontal (onde se pode fazer a travessia de barquinho a Boipeba).

Segunda Praia, Morro de São Paulo

Segunda Praia

A Primeira Praia é pouco freqüentada e pode ter ondas. O centro de gravidade da muvuca é a Segunda Praia, onde todos vêm torrar de dia e ferver à noite (informe-se sobre os luaus).

Costa do Dendê: como chegar - Morro de São Paulo

Terceira Praia

O ponto mais interessante Terceira Praia é o istmo de areia que divide com a Segunda: o banho ali é muito gostoso.

Quarta Praia

Quarta Praia

A Quarta Praia é extensa, rasa e ótima para caminhadas; na maré baixa formam-se piscininhas ótimas para crianças. Para ir à reservada Praia do Encanto -- ou Quinta Praia -- você vai precisar pegar uma jardineira ou jipe (que trafegam por uma estrada que vai pelo interior, não pela areia).

Garapuá

Garapuá

Garapuá é um vilarejo com uma linda enseada em formato de ferradura, que fica uma piscininha na maré baixa. Fica pra lá da Quinta Praia. Em épocas de movimento, há um passeio de jardineira, com saída às 9h30 do Receptivo nos fundos da Segunda Praia. A volta é às 16h30 (R$ 30 por pessoa, novembro/2016).

O tour mais vendido da ilha é o passeio de lancha a Boipeba, às vezes descrito como 'Volta à Ilha'. É um passeio longo, de dia inteiro, com trechos em mar aberto. É melhor fazer o passeio durante as luas cheia ou nova, que é quando a maré baixa ocorre de manhã e revela ao máximo as piscinas naturais. O roteiro costuma incluir paradas em Garapuá, nas piscinas naturais de Moreré e uma parada para almoço ou em Cueira (para comer lagosta no Guido) ou na Boca da Barra (onde há mais barracas e um banho gostoso em praia salobra). Os preços começam em R$ 90 (novembro/2016). Note que um passeio bate-volta a Boipeba não 'entrega' o melhor de Boipeba, que é o sossego e a desaceleração -- isso você só vai experientar se programar uns dias por lá.

Onde ficar em Morro de São Paulo

Centro

Charme Pousada

Charme Pousada

Hospedar-se na vila é inteligente: você está ao lado de restaurantes, próximo das praias e da festa, mas longe do barulho.

Os dois hotéis com melhor estrutura por ali são o Portaló, que está ao lado do píer de chegada, e a Pousada Charme, que tem uma gostosa piscininha num terraço que emenda com a mata. A Solar das Artes é caprichadíssima. A clássica O Casarão funciona numa casa histórica mas tem equipamentos novos.

Segunda Praia

Hospedando-se na Segunda Praia, nas noites de luau o melhor é sair e se jogar na festa, para não sofrer com o barulho.

Aqui ficam duas pousadas muito confortáveis, ideais para curtir a ilha dia e noite: a Villa das Pedras, que tem uma ótima piscina e um gramado em frente à praia, e a Pousada da Torre, que tem apartamentos dispostos em torno da piscina. A quadra de trás tem um núcleo de pousadas novas, com boa relação custo x benefício, como moderninha Villa dos Graffitis e a eficiente Bahia Brasil, que tem quartos pequenos mas área social agradável.

Terceira Praia

Villa dos Corais

Villa dos Corais

A Terceira Praia é uma localização-curinga: você está a uma caminhada curta do agito da Segunda Praia, e também pode curtir caminhadas pela Quarta Praia.

A pousada top das praias 'centrais' é a charmosa Villa dos Corais, que tem apartamentos grandes, distribuídos num terrenão na esquina da Terceira Praia com a Quarta Praia. A Terceira Praia tem outras duas pousadas em amplas propriedades: a Fazenda Caeira (cuja ala mais nova dá para a Quarta Praia) e a Vila Guaiamu, com chalés sem luxos espalhados pelo coqueiral e um excelente café da manhã (os preços costumam ser ótimos). Na outra extremidade (perto da esquina com a Segunda Praia, e portanto sensíveis aos sons das festas), a Minha Louca Paixão tem apartamentos com decoração contemporânea.

Quarta Praia

Patachocas Resort

Patachocas Resort

Longe do centrinho, na Quarta Praia, o pequeno resort Patachocas é ideal para ir com crianças; os apartamentos são superconfortáveis, a piscina é enorme, a praia não oferece perigos -- e a pista de pouso da Aerostar fica nos fundos. (Só não espere a estrutura de recreação dos resorts grandes.) Ainda na Quarta Praia, o Porto do Zimbo tem jeito de pousada e um gostoso gramado em volta da piscina.

Praia do Encanto

Vila dos Orixás

Vila dos Orixás

Já a Praia do Encanto é para quem quer sossego total. Escondida por um manguezal intransponível pela areia, é a praia mais exclusiva de Morro; ideal para quem quer simplesmente descansar com pé na areia. Por ali, dois hotéis bastante charmosos e superestruturadas são o Vila dos Orixás (com piscina reservada, no meio do jardim) e o Anima (com a piscina mais integrada à praia).

Garapuá

A hospedagem em Garapuá é básica. Considere a Pousada Garapuá e o Garapuá Praia Hotel.

Onde comer em Morro de São Paulo

Almoço

Onde comer em Morro de São Paulo: Canoa

Canoa (Terceira Praia)

Muitos dos restaurantes do centrinho não abrem na hora do almoço. Mas se você procura um restaurante com sistema quilo, vai encontrar ali: é o Alecrim (Caminho da Praia, 79). As barracas de praia, os vendedores de queijinho de coalho e os quiosques de pastéis da Segunda Praia quebram bem o galho de quem quer só petiscar. Quer almoçar de verdade, e com vista para o mar? Vamos lá. na Quarta praia, o Pimenta Rosa, na pousada Villa dos Corais, e o mais elegante à beira-mar (tel. 75/3652-1506); o Bar das Piscinas, bem no iniciozinho da praia, em frente às piscininhas naturais, é uma barraca de praia com serviço de restaurante. Na Terceira Praia, a pedida é o excelente Canoa, que funciona na parte da frente da pousada Villa Guaiamu, tem chef italiano e, claro, massas al dente (tel. 75/999-772-896). Na Segunda Praia, o Santa Villa da pousada Villa das Pedras tem um ambiente arejado junto ao calçadão (tel. 75/3652-1075).

Happy hour

Toca do Morcego, Morro de São Paulo

Toca do Morcego

De terça a domingo, o happy hour mais gostoso da ilha é na Toca do Morcego, que fica para os lados do forte e funciona como camarote para acompanhar o pôr do sol (Caminho do Farol, 15, tel. 75/3652-1355).

Jantar

Onde comer em Morro de São Paulo

La Tabla (Centro) / Sambass (Segunda Praia)

O centrinho fica charmoso à noite, e tem um elenco variado de restaurantes. No alto da praça, o restaurante da pousada O Casarão tem alguns pratos peruanos no cardápio, como ceviche e arroz chaufa; serve também sushi (tel. 75/3652-1022). O La Tabla há mais de 10 anos faz boas paellas (r. da Prainha, 448); seu vizinho Ponto de Encontro é forte em grelhados (tel. 75/3652 1165). O Bianco e Nero serve pizzas de massa fina (tel. 75/3652-1097); o Sabor da Terra é o representante da culinária baiana no centrinho. Para um jantar levinho, vá à veterana creperia Oh!LaLa (tel. 75/988-480-249).

Na Segunda Praia, os restaurantes montam mesas na areia (iluminadas por velas!) bordejando o deck. Pizza, picanha e camarão são os chamarizes de quase todos os restaurantes por ali, como o Sambass (tel. 75/3652-1313), o Buda Beach (tel. 75/3652-1061) e o Marilyn Café (tel. 75/98316-3500). Caminhando até a Terceira Praia, você encontra o elegante restaurante da Minha Louca Paixão (tel. 75/3652-1098) e a excelente cozinha romana (recomendo demais!) do Chez Max (tel. 75/3652-1103).

Morro de São Paulo: quando ir

Como chegar em Morro de São Paulo

Antes de ver todas as maneiras de chegar, uma recomendação: vá com pouca bagagem. Uma malinha pequena ou uma mochila são as bagagens de tamanho ideal para ir à ilha. Há pouco espaço nas lanchas entre Valença e Morro, e ao desembarcar você vai precisar precisar caminhar até a sua pousada.

Morro de São Paulo: chegada e TPA

Se você chegar de catamarã ou lancha, vai desembarcar no píer junto ao centrinho da vila. Há sempre muitos carregadores à espera: os carrinhos de mão são os 'táxis' de Morro. O preço do frete depende do seu destino e da quantidade de malas -- vai ficar entre R$ 20 e R$ 40. Antes de sair do píer, você vai passar no guichê para pagar a Taxa de Proteção Ambiental, de R$ 15 por pessoa (novembro/2016).

Para chegar ao centrinho, há uma ladeira íngreme. A continuação é no plano ou em leve declive (na volta, é subida...). Se a sua pousada estiver no centro, na Segunda ou na Terceira Praias, você chega a pé, por ruas ou decks calçados, até o meio da Terceira Praia. Se a sua pousada estiver na Quarta ou na Quinta Praias, você vai a pé até o Receptivo, um ponto de táxis e jipes nos fundos da Segunda Praia, onde você embarca no jipe do seu hotel.

Chegando de teco-teco, a cia. oferecerá transporte até o Receptivo, nos fundos da Segunda Praia, de onde você pode seguir a pé até a sua pousada no centro, na Segunda ou na Terceira Praias, ou pegar o próximo jipe do seu hotel na Quarta ou Quinta Praias.

Saindo de Salvador
Teco-teco a Morro de São Paulo

  • Táxi aéreo (25 min.). Custa R$ 495 por pessoa, por trecho (dezembro/2016). Compre com seu agente de viagem ou na agência Bahia Terra.
  • Lancha ou catamarã direto a Morro (2h30). A saída é do Terminal Marítimo do Mercado Modelo. A passagem custa R$ 95 (dezembro/2016); o último horário de saída costuma ser 14h30. Das três operadoras da rota, a Biotur e a Ilha Bela vendem online; o Farol do Morro aceita pedidos de reserva por email.
  • Ferry-boat a Bom Despacho (50 min) + ônibus, táxi ou van a Valença (2h) + lancha de Valença a Morro (35 min). O ferry custa R$ 4,80 durante a semana e R$ 6,40 no fim de semana (dezembro/2016); veja horários aqui. Em Bom Despacho você pode seguir de ônibus com Águia Branca, Cidade Sol ou Camarujipe; a passagem custa R$ 22 (dezembro/2016) e a viagem leva até duas horas (infelizmente nenhuma das cias. vende esse trecho online). Em Valença, peça para descer no último ponto antes do cais; caso contrário, só vai conseguir descer na rodoviária, onde vai precisar pegar um táxi ao cais (R$ 15). Na rodoviária de Bom Despacho você também vai encontrar táxis compartilhados que partem a Valença quando conseguem 4 passageiros; a corrida sai R$ 25 por pessoa e leva 1h30. Se der sorte de encontrar outros passageiros para Morro de São Paulo, o táxi pode deixar vocês no Atradouro Bom Jardim, que fica antes da cidade e está a apenas 15 minutos de lancha de Morro. A terceira opção de Bom Despacho a Valença são vans. A passagem até Valença sai R$ 20 por pessoa -- mas muitas vezes é preciso fazer uma baldeação em Nazaré, o que faz a viagem levar até 3 horas. O último trecho será sempre de lancha. Se a saída for do cais central de Valença, o trajeto leva meia hora e custa R$ 22 (novembro/2016). Saindo do Atracadouro Bom Jardim, o trajeto leva 15 minutos e a passagem custa R$ 17 (novembro/2016). As lanchas costumam sair a cada meia hora, com lanchas extras em períodos de maior procura. Não dá para reservar. As últimas lanchas 'regulares' saem às 18h.
  • Transporte 'semi-terrestre' via Mar Grande e Atracadouro. Para quem não quer ir de catamarã nem se aventurar por conta própria nesse emaranhado de baldeações, existe o 'transporte semi-terrestre' -- um trânsfer em grupo, com guia, que funciona muito bem e tem saídas diárias. O trânsfer pode começar no aeroporto, no seu hotel ou diretamente no Terminal Marítimo que fica nos fundos do Mercado Modelo. Você ganha uma pulseirinha de identificação (como nos resorts) e tem embarque prioritário, com hora marcada, numa das lanchas que fazem a travessia a Mar Grande, em Itaparica (45 minutos). Em Mar Grande você embarca numa van ou ônibus até o Atracadouro (1h30), e finalmente numa lancha para Morro (15 minutos). A Cassi Turismo é a maior operadora para Morro de São Paulo: oferece semi-terrestre saindo do aeroporto de Salvador às 5h30, 9h30, 11h30, 13h30 e 16h (R$ 130 ida; dezembro/2016), e saindo do Terminal Marítimo às 7h30, 10h30, 12h30, 15h e 17h (R$ 95 ida; dezembro/2016); a reserva é feita por formulário no site, com confirmação posterior. Já a Dáttoli/Island Tour tem semi-terrestre saindo do aeroporto de Salvador às 7h30, 12h e 15h30 (R$ 115 ida; dezembro/2016) e saindo do Terminal Marítimo às 7h30, 12h e 14h30 (R$ 85 ida; dezembro/2016). A compra do traslado é online, com confirmação imediata.

De Valença a Morro de São Paulo

Cais de Valença

Cais de Valença

  • Lancha saindo do cais central (meia hora). As lanchas do cais central saem o dia inteiro até as 18h. A passagem pode ser comprada na hora e custa R$ 22 (novembro/2016). O ônibus de Bom Despacho não pára no cais; peça para descer no ponto mais próximo (não vale a pena ir até a Rodoviária, serão mais R$ 15 de táxi).

Atracadouro Bom Jardim

Atracadouro Bom Jardim

  • Lancha saindo do Atracadouro Bom Jardim (15 min). O Atracadouro fica mais próximo de Morro e é indicado para quem vem de avião ou de carro próprio. O percurso a Morro leva pouco mais de 15 min em lancha rápida (R$ 17, novembro/2016). A última lancha parte às 18h.

Chegando de avião em Valença

  • Táxis estão à espera dos passageiros na chegada do vôo semanal da Azul. As corridas são tabeladas: R$ 60 para o Atracadouro Bom Jardim e R$ 70 para o centro (novembro/2016). O melhor é ir para o Atracadouro, que é está a apenas 8 km, e de onde saem lanchas rápidas que levam a Morro em 15 minutos (R$ 17, novembro/2016).

Chegando de carro em Valença

  • Ferry boat a Bom Despacho (50 min) + 120 km ao Atracadouro (1h30) + lancha a Morro (15min). Vale a pena marcar a hora da travessia pelo site da Internacional Travessias. O carro pequeno custa R$ 42 em dias de semana e R$ 58 aos sábados e domingos (dezembro/2016). Passageiros pagam R$ 4,80 durante a semana e R$ 6,40 no fim de semana (dezembro/2016). Há vários estacionamentos junto ao Atracadouro, com diárias que variam entre R$ 10 e R$ 20, conforme a época do ano. As lanchas rápidas partem até as 18h para Morro e fazem o trajeto em 15 minutos; a passagem custa R$ 17 (novembro/2016). Não vale a pena ir até o centro de Valença: o trânsito é confuso e os estacionamentos, mais caros.

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Boipeba

Moreré

Moreré

  • É a sua praia: se você quer sossego
  • Não é a sua praia: se você procura jetski ou toboágua

Vai por mim: Boipeba

Boipeba é o antídoto de Morro de São Paulo: tudo o que a vizinha é animada, Boipeba é quieta. (Não entendo quem queira dividir sua estada entre as duas ilhas; muito provavelmente, se você adorar uma, não vai gostar nadinha da outra.)

Velha Boipeba

Velha Boipeba

O povoado de Velha Boipeba, onde aportam as lanchas, fica à beira-rio, mas escondidinha da praia. Uma ruazinha leva do cais à vila, que mantém um casario baixo, com uma igreja lindinha e uma praça (ou um descampado...) que ganha vida nas noites de feriados e férias.

Boca da Barra, Boipeba

Boca da Barra

Se em vez de entrar para a vila você continuar caminhando ao longo do rio, você logo chega à praia salobra da Boca da Barra. O primeiro trecho é bastante muvucado de dia, com barracas de praias grandonas (cheias de cadeira de plástico...), posicionadas no ponto mais gostoso para entrar n'água, que recebem os visitantes que vêm passar o dia. Passando esse núcleo de barraconas, porém, a praia fica tranqüilíssima. As melhores pousadas de Boipeba estão situadas neste ponto. Em feriados e na temporada, o bar da Luar da Praia é o ponto mais charmoso para pegar praia. Depois desse bar, você praticamente não vai ver vestígios de ocupação: as pousadas rareiam e se escondem na mata.

Tassimirim

Tassimirim, na divisa com Cueira

Quando a areia termina, uma trilhazinha de pouco mais de dez minutos leva às praias contíguas de Tassimirim e Cueira, ocupadas basicamente por um coqueiral sem fim e algumas barracas de praia. Tassimirim é gostosíssima na maré baixa, quando o mar fica calmíssimo entre as pedras (já na maré alta, as mesmas pedras tornam a praia um pouco traiçoeira).

Cueira, Boipeba

Cueira

Cueira sempre tem alguma ondulação -- e também é um ponto de parada do circuito dos visitantes de fora, que vêm comer a lagosta do Guido.

Moreré

Moreré

Meia hora de caminhada adiante, na maré baixa você pode atravessar um riozinho e, dez minutos mais tarde, terá chegado a Moreré, o segundo vilarejo da ilha, onde as ruas ainda são de areia. A mesma maré baixa que torna possível chegar a Moreré pelo contorno das praias também pode secar totalmente a praia por algumas horas (nas marés baixas da lua cheia e da lua nova). Você vai precisar esperar a maré encher para aproveitar a praia. E quando a maré encher, não vai mais poder voltar pela areia. Mas não se preocupe: há tratores que fazem a rota Moreré-Boipeba em 20 minutos. O ponto dos tratores é bem no centrinho da vila. Há saídas em horários fixos, a R$ 10 por pessoa. Se não houver nenhuma saída programada, você vai precisar esperar aparecerem outros passageiros e negociar a viagem (na última vez em que eu fiz o trajeto -- novembro/2016 -- o tratorista da vez cobrou R$ 20 de cada um dos quatro passageiros que se dispuseram a rachar o 'fretamento').

O lado de Moreré é bem mais sossegado que o de Velha Boipeba. Os excursionistas de Morro de São Paulo dificilmente chegam até ali: a grande atração turística da vila são as piscinas naturais de Moreré que se formam em alto mar -- mas depois de irem até lá, as lanchas de passeio seguem para a Cueira ou para a Boca da Barra, praticamente nunca para a vila de Moreré.

À direita da praia de Moreré sai a trilha (curta, não dá nem 10 minutos) para Bainema, uma praia que só não é totalmente deserta porque tem uma barraquinha (que nem sempre está aberta).

Pra lá de Bainema fica uma parte da ilha acessível apenas por barco: a Ponta dos Castelhanos e a Cova da Onça, points de mergulho.

Um passeio muito bacana para fazer a partir da Boca da Barra é ir de barco até um flutuante no rio, perto dos povoados de Canavieiras ou Tapuia para assistir ao pôr do sol saboreando ostras cultivadas ali mesmo.

Piscinas naturais de Moreré

Piscinas naturais de Moreré

O passeio mais completo é o Volta da Ilha, que inclui paradas nas piscinas naturais de Moreré (durante as luas cheia e nova, quando a maré baixa ocorre de manhã), Ponta de Castelhados e Cova da Onça, e se encerra com uma sessão de ostras num flutuante de Canavieiras ou Tapuia. Em lancha rápida, costumam cobrar R$ 100 por pessoa. É possível negociar saídas privativas com barqueiros (vale a pena pedir indicação da sua pousada).

Finalmente, usando as lanchas do Expresso Boipeba que fazem a linha para Graciosa você pode pedir para ser deixado (e depois, buscado) em Cairu, uma das cidades mais antigas do Brasil (e que é a sede do município onde estão Boipeba e Morro de São Paulo).

Onde ficar em Boipeba

Boca da Barra, junto à trilha para Tassimirim

Pousada Mangabeiras

Pousada Mangabeiras

A pousada mais confortável da ilha é a Mangabeiras, no alto do morro que separa a Boca da Barra de Tassimirim. Não é preciso esforço para subir: hóspedes usam um elevador em plano inclinado.

Dendê Loft

Dendê Loft

A mais exclusiva, que proporciona a sensação de estou-no-meu-paraíso-particular é a Dendê Loft, que tem três bangalôs em meio a um jardim tropical. Fica no finzinho da praia, um pouco antes do início da trilha para Tassimirim.

Pousada Tassimirim

Pousada Tassimirim

Vizinha à Dendê Loft, a Tassimirim se caracteriza pela manutenção impecável e usa a pequena elevação do terreno como uma varanda natural para a praia.

Boca da Barra, próxima à vila

Pousada Luar das Águas

Luar das Águas

Entre as pousadas pé na areia neste trecho, a mais descolada é a Luar das Águas, que tem instalações básicas mas com ar condicionado -- além de ser o ponto mais legal para pegar praia na temporada.

Vila Sereia

Vila Sereia

A mais charmosa é a Vila Sereia, que tem bangalôs de madeira lindamente cenografados, com varanda e banheiros espaçosos -- e ar condicionado split.

Pousada Santa Clara

Pousada Santa Clara

Uma servidão que sai ao lado da Vila Sereia leva a um núcleo de pousadas que não estão pé na areia, mas ficam em terrenos sombreados a cinco minutinhos da praia. Por ali fica a pousada mais procurada da ilha, a Santa Clara -- que, além de bons apartamentos (alguns com ar, outros sem) espalhados pelo bem-cuidado jardim, tem o melhor restaurante da ilha -- e os hóspedes têm preferência de reserva.

Em frente à Santa Clara, a Horizonte Azul tem apartamentos com ar condicionado e objetos indianos (e um excelente restaurante vegano). Subindo meio minuto você chega à Casa da Cris e do Paulo, que tem apenas dois quartos e ótimo astral. A pousada mais perto da praia deste núcleo é a Manga Rosa, que tem quartos com ar condicionado e um belo gramado com redes e quiosques.

Na vila e além

Velha Boipeba

A hospedagem na vila se caracteriza por pousadinhas bem básicas. A que se destaca do grupo é a Alma Viva, bem instalada num casa restaurada na praça principal, ao lado da igreja. Se você não fizer questão de ar-condicionado, a Casa Namoa tem acomodações rústicas mas de super bom-gosto.

Refugiada no topo de um morro a vinte minutos de caminhada da vila, a O Céu de Boipeba tem apenas seis quartos (com ventilador) e uma vista deslumbrante de 360º.

Moreré

Alizées Moreré

Alizées Moreré

A pousada mais impressionante destas bandas é a Alizées Moreré, que tem bangalôs de madeira no alto do morro com a frente envidraçada do chão ao teto, para não perder nada da paisagem.

No canto direito da praia, colada à vila, a Pousada dos Ventos tem bangalôs rústicos, bem praianos.

A Mangueira

A Mangueira

A pousada mais charmosa, porém, está escondida na vila: é A Mangueira, que foi totalmente remodelada pelos novos donos, um inglês e um espanhol.

Ecopousada Casa Bobô

Ecopousada Casa Bobô

A 20 minutos de caminhada da vila de Moreré, na direção do interior, no alto do Monte Alegre, você encontra a hospedagem mais original de Boipeba: a Casa Bobô -- no meio do mato, com vista para o mar ao longe e próxima a uma comunidade quilombola onde é possível participar de rituais tradicionais.

Onde comer em Boipeba

Almoço

Restaurante Aconchego, Boipeba

Aconchego

A melhor moqueca que eu comi na minha última temporada na Bahia foi a de catado de siri do Aconchego, vizinho ao porto. Pontos extras por não usar mobiliário de plástico. Tive que repetir em outro dia...

Restaurante Luar das Águas

Luar das Águas

O restaurante da pousada Luar da Praia é perfeito para um almoço leve: tem ceviche e tortilla (e ótimas caipiroskas).

Doralice Bistro

Doralice Bistrô

Um dos restaurantes mais originais da ilha só abre para o almoço, das 13h às 17h: é o Café Bistrô Doralice, na pousada Horizonte Azul, que serve pratos veganos saborosíssimos; experimente o falafel e os wraps com pão indiano chapati (tel. 75/3653-6080).

Restaurante do Guido

Restaurante do Guido

Há 15 anos, o restaurante do Guido, no início da praia da Cueira, era um quiosquinho que vendia as lagostas mais baratas do planeta. Hoje se transformou num restaurantão que é ponto de parada obrigatória das lanchas que fazem passeios às piscinas naturais de Moreré. A lagosta já foi bem mais em conta, mas mesmo com o sucesso o preço não está absurdo: R$ 120 para duas pessoas a versão 'natural' (novembro/2016).

Em Moreré, o restaurante mais agradável para aquela moqueca pós-praia é o restaurante Paraíso, pé na areia, a 500 metros da vila (na direção da Cueira).

Jantar

Santa Clara

Santa Clara

O melhor restaurante da ilha é o da pousada Santa Clara. O menu tem um pé na Bahia e outro no mundo, e é renovado todos os dias. Há sempre três opções de entrada, prato principal e sobremesa por um preço fixo camaradíssima: R$ 65 (novembro/2016). Se você não é hóspede, faça sua reserva com antecedência (tel. 75/3653-6085).

Restaurante Varanda

Restaurante Varanda

À noite, o centrinho de Velha Boipeba fica animado. Na praça, aproveite as ótimas massas e as pizzas do Varanda (tel. 75/999-971-854) e as pizzas e hamburgers da Casa Carioca (tel. 75/3653-6321). Entrando mais na cidade pela ruazinha principal, experimente as ótimas crêpes servidas por argentinos na charmosa creperia Namoa (tel. 75/3653-6251).

Em Moreré, tente uma reserva n'O Terraço, o restaurante da charmosa pousada A Mangueira, que renova o cardápio todas as noites (tel. 75/3653-8915).

Almoço ou jantar

Sofia Restobar

Sofia Restobar

Uma excelente novidade do verão 2017 é o Sofia Restobar. Serve ceviches, chupes (ensopados chilenos), Fica escondidinho na pousada Villa da Barca, entre a pousada Tassimirim e o Dendê Loft, lá no finzão da praia perto da entrada da trilha para Tassimirim. No almoço (das 12h às 15h) você aproveita o gramado, a rede, as almofadas e a praia. No jantar (18h às 21h) o clima fica super-romântico, à luz de velas. Os donos são chilenos -- então o cardápio traz ceviches, chupes (ensopados de frutos do mar), peixes bem-feitos, vinhos com preços bastante encaráveis e, claro, pisco sour (tel. 75/999-414-287).

Boipeba: quando ir

Como chegar em Boipeba

Chegada a Boipeba

O porto fica em Velha Boipeba. Na chegada das lanchas sempre há carregadores a postos com seus carrinhos de mão; vale a pena contratar um para levar sua bagagem (e, de quebra, mostrar onde fica sua pousada). Vai custar entre R$ 20 e R$ 30, dependendo da sua bagagem e da distância da pousada.

Trator-jardineira

Trator-jardineira

Se você vai ficar hospedado em Moreré, você vai precisar pegar o trator-jardineira que atravessa a ilha. O ponto de saída fica na outra ponta da vila, a 10 minutos de caminhada do porto. O caminho tem uma subida e não tem sinalização: vale a pena contratar um carregador. Se você conseguir embarcar numa saída regular da jardineira, vai pagar R$ 10. Se não houver saída programada, vai precisar fretar a corrida, entre R$ 80 e R$ 100 (novembro/2016). Sua pousada pode agendar um trator coordenada com o horário de chegada da sua lancha.

De Salvador a Boipeba
Boipeba de teco-teco

  • Táxi aéreo à Fazenda Pontal (30 min.) + travessia de barco (10 min). Custa R$ 610 por pessoa/trecho (dezembro/2016) e só é operado com um mínimo de passageiros. Compre com seu agente de viagem ou na agência Bahia Terra. O pouso é feito na ponta sul da ilha de Tinharé (a mesma de Morro), de onde os passageiros atravessam o rio do Inferno de barco até o porto de Velha Boipeba.
  • Ferry-boat a Bom Despacho (50 min) + ônibus a Valença (2h) + lancha de Valença a Boipeba (1h). O ferry custa R$ 4,80 durante a semana e R$ 6,40 no fim de semana (dezembro/2016); veja horários aqui. m Bom Despacho você pode seguir de ônibus com Águia Branca, Cidade Sol ou Camarujipe; a passagem custa R$ 22 (dezembro/2016) e a viagem leva até duas horas (infelizmente nenhuma das cias. vende esse trecho online). Em Valença, peça para descer no último ponto antes do cais; caso contrário, só vai conseguir descer na rodoviária, onde vai precisar pegar um táxi ao cais (R$ 15). Na rodoviária de Bom Despacho você também vai encontrar táxis compartilhados que partem a Valença quando conseguem 4 passageiros; a corrida sai R$ 25 por pessoa e leva 1h30. Compre a passagem de lancha Valença-Boipeba com antecedência no site da Dáttoli/IslandTour; custa R$ 44 (dezembro/2016). A última costuma sair às 16h. Também é possível seguir viagem com o Expresso Boipeba (sem site; tel. 75/3653-6035). Suas lanchas não saem do cais de Valença, mas de dois pontos mais ao sul. A primeira etapa da viagem é feita de ônibus. A viagem via Graciosa (20 minutos de ônibus + 50 minutos de lancha) custa R$ 31 (novembro/2016). A viagem via Torrinha (60 minutos de ônibus + 30 minutos de lancha) custa R$ 26 (novembro/2016).
  • Transporte 'semi-terrestre' via Mar Grande e Valença. Para quem não quer se aventurar por conta própria nesse emaranhado de baldeações, existe o 'transporte semi-terrestre' -- um trânsfer em grupo, com guia, que funciona muito bem e tem saídas diárias. O trânsfer pode começar no aeroporto, no seu hotel ou diretamente no Terminal Marítimo que fica nos fundos do Mercado Modelo. Você ganha uma pulseirinha de identificação (como nos resorts) e tem embarque prioritário, com hora marcada, numa das lanchas que fazem a travessia a Mar Grande, em Itaparica (45 minutos). A Dáttoli/Island Tour tem semi-terrestre saindo do aeroporto de Salvador às 7h30 e 12h (R$ 200 ida; dezembro/2016) e saindo do Terminal Marítimo também às 7h30 e 12h (R$ 180 ida; dezembro/2016). A compra do traslado é online, com confirmação imediata.
  • Lancha ou catamarã de Salvador a Morro de São Paulo (2h30) + jipe ao Pontal (1h45) + travessia de barco (10 min). Para evitar o ferry-boat, você pode ir a Morro de lancha e seguir em jipe fretado da Segunda Praia até a ponta sul da ilha, onde o trajeto termina com uma travessia de barco. A travessia custa R$ 96,50 (dezembro/2016) e pode ser comprada online aqui. Chegando em Morro é preciso ir caminhando 10/15 minutos até o Receptivo, o ponto de táxis e jipes nos fundos da Segunda Praia. Ali você freta um jipe até a Fazenda Pontal (R$ 190, dezembro/2016) e então atravessa de barco. é melhor organizar isso com sua pousada ou comprar com a Bahia Terra (R$ 190 por pessoa, novembro/2016).

Chegando de avião em Valença

  • Lancha saindo do cais central (1h). Do aeroporto de Valença até o cais os táxis são tabelados: a corrida custa R$ 70 (novembro/2016). São 15 minutos de viagem. As lanchas do terminal marítimo do centro ("porto do Minigula") saem em horários marcados; é recomendável reservar com antecedência (online aqui). Custa R$ 44 (dezembro/2016). A lancha que tem o horário mais seguro para quem vem de avião é a das 16h.

Indo de carro

  • Ferry boat a Bom Despacho (50 min) + 120 km a Valença (1h30) + lancha de Valença a Boipeba. Vale a pena marcar a hora da travessia pelo site da Internacional Travessias. O carro pequeno custa R$ 42 em dias de semana e R$ 58 aos sábados e domingos (dezembro/2016). Passageiros pagam R$ 4,80 durante a semana e R$ 6,40 no fim de semana (dezembro/2016). Os estacionamentos perto do cais central de Valença custam entre R$ 20 e R$ 30 ao dia. Compre a passagem de lancha Valença-Boipeba com antecedência online; custa R$ 44.

Chegando de avião em Ilhéus

  • Trânsfer a Torrinha (3h30) + lancha de Torrinha a Boipeba (25 min). Ilhéus é também um ponto de acesso a se considerar para viagens com destino a Boipeba. O aeroporto está a 180 km de Torrinha, de onde lanchas rápidas fazem a travessia a Boipeba em meia hora. Os primeiros 160 km são pela BA 001. Faltando 1 km para a cidadezinha de Nilo Peçanha, é preciso pegar a BA 884 na direção de Cairu. São 12 km de asfalto até a saída para Torrinha, quando então é preciso encarar 8 km de estrada de chão. De Torrinha saem as lanchas rápidas do Expresso Boipeba (sem site; tel. 75/3653-6035); a passagem custa R$ 26 (novembro/2016). Se já não houver mais lanchas no dia (a última deve sair por volta das 16h) será preciso fretar um lanchinha localmente. O melhor é pedir à sua pousada para organizar um trânsfer do aeroporto de Ilhéus até Torrinha, já encaixando com uma lancha regular do Expresso Boipeba ou fretada localmente. A parte rodoviária deve sair entre R$ 350 e R$ 400 (ida).

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Barra Grande & Península de Maraú

Taipus de Fora, Maraú

Taipu de Fora

  • É a sua praia: se curte praia selvagem e piscina natural rente à areia
  • Não é a sua praia: se você busca um lugar fácil de chegar e se deslocar

Vai por mim: Barra Grande & Península de Maraú

Com 50 quilômetros de costa pouquíssimo ocupada, a Península de Maraú é a maior reserva de praias bonitas do litoral brasileiro. Quando não houver mais praias da moda para inventar, é daqui que sairão nomes exóticos de novos destinos (o mais recente deles: Algodões).

Barra Grande

Barra Grande, Maraú

No extremo norte da península, Barra Grande é lugar menos difícil de chegar – e por isso tem a maior concentração de pousadas e restaurantes, e alguma vida noturna.

A praia da vila, voltada para a foz da baía de Camamu, é calminha o tempo todo, em qualquer maré. Há bares junto ao trapiche e também em alguns hotéis pé na areia localizados -- de maneira bem esparsa -- à esquerda do píer.

Ponta do Mutá

Ponta do Mutá

Saia caminhando para a direita, e em dez minutos você chega à Ponta do Mutá, o último trecho da orla voltado para a Baía de Camamu.

No meio do caminho há uma filial da rede de beach clubs Café de la Musique (aberta apenas na temporada).

Ôh! Barra Grande

Ôh! Bar

O pôr do sol é melhor apreciado mais adiante, na Ponta do Mutá propriamente dita, onde há um bom núcleo de barracas de praia. Gosto da Sol do Mutá (tel. 75/3258-6339), do Macunaíma (que antes funcionava junto ao trapiche) e achei ultracharmoso o novo Ôh! Bar, aberto no verão de 2016 (tel. 73/3258-6016).

Bar da Rô

Bar da Rô

Na direção oposta à Ponta do Mutá, a meia hora de caminhada do píer você chega ao encontro do rio Carapitangui com o mar da Baía de Camamu, onde está posicionado o pitoresco Bar da Rô -- dá para alternar banhos de mar e de rio e apreciar o pôr do sol (tel. 73/3258 6076).

Taipu de Fora

Taipu de Fora

Taipu de Fora

O trecho mais famoso da península está a 20 minutos de jardineira de Barra Grande -- é a praia de Taipu de Fora, onde  um muro de corais descreve um semicírculo e termina rente à areia delimita a mais gostosa piscina natural do litoral brasileiro. Fotos aéreas mostram o fenômeno em todo o seu esplendor: uma cratera de água verde-claríssima, bordejada por areia dourada e pelo coqueiral. Mas este miniguia adverte: você dificilmente vai encontrar a piscina como as fotos mostram (precisa ir na lua cheia ou nova, num dia de muito sol). Mesmo quando está disfarçada de praia comum, porém, a piscina de Taipu oferece um banho delicioso, muitíssimos furos acima de praias realmente comuns: calminha mas não parada, segura mas sem ser rasa demais.

Bar das Meninas, Taipu de Fora

Bar das Meninas

Há ótimas barracas na praia, como o tradicionalíssimo Bar das Meninas (tel. 73/3258-9035) e o lounge Buda Beach (tel. 73/999-860-410).

Taipu de Fora

Jardineiras fazem a rota Barra Grande-Taipu nos horários mais convenientes para aproveitar a piscina natural, por R$ 12,50 por passageiro (ida). Quando não dá piscina natural, é preciso fretar a jardineira inteira (R$ 50 ida), pegar um táxi (R$ 50 ida) ou mototáxi (R$ 10 ida). Preços de novembro/2016.

Dreamland praia

Querendo escapar da muvuca, caminhe 15 minutos na direção norte (esquerda) e pegue praia no beach shack da pousada Dreamland Bungalows, que recebe não-hóspedes.

Outras praias

Ao sul de Taipu, a ocupação da beira-mar é bem mais esparsa, com longos trechos desertos. Quem vai à praia do Cassange tem a Lagoa do Cassange a poucos minutos de caminhada para tirar o sal. Saquaíra e Algodões têm pequenos povoados.

Algodões

Praia de Algodões, Península de Maraú

Se você prometer não espalhar, saiba que Algodões tem uma piscina natural ao estilo da de Taipu -- só que maior. As barracas do Xicão (tel. 73/999-972-171), do Geraldão e do Espanhol (tel. 73/999-533-052) ficam em frente à piscina natural.

Casa del Mar, Algodões

Casa del Mar

À direita da piscina natural, o bar-pousada-restaurante Casa del Mar é o ponto mais charmoso para pegar praia (tel. 75/999-932-282).

Tikal Algodões

Tikal

Mais adiante, a 15 minutos de caminhada da área da piscina natural (e com direito a um riozinho passando dentro da propriedade), funciona entre o Natal e o Carnaval o bar Tikal -- a central da muvuca na temporada, com agito de dia e balada à noite.

Lá em Casa, Algodões

Lá em Casa

O melhor restaurante da praia é o da pousada Lá em Casa -- que serve comida refinada e bem-feita num cenário nota 11. Reservar mesa é essencial (tel. 73/999-009-919).

E a partir do meio da tarde, dá para tomar um sorvete no Boki da Zezé (tel. 73/999-967-239).

Um táxi de Barra Grande a Algodões sai R$ 130 (ida, novembro/2016).

Passeios

Floresta das Bromélias

Floresta das Bromélias

Dá para fazer o tour da península de táxi, com paradas em Taipu de Fora, na Lagoa Azul, na Floresta das Bromélias Gigantes, no Morro do Celular (o ponto mais alto da península) e Algodões, por R$ 300 a R$ 350 (novembro/2016).

Esse mesmo roteiro pode ser feito por quadriciclo (R$ 100 a R$ 150 a diária; no réveillon, pode chegar a R$ 300). Note, porém, que não é permitido rodar com o quadriciclo na areia de nenhuma das praias.

Carros comuns também chegam a todos esses pontos (mas não é recomendável na época das chuvas, entre maio e agosto).

Ilha da Pedra Furada

Ilha da Pedra Furada

Os passeios de barco pela Baía de Camamu fazem paradas em quatro ilhas, incluindo a da Pedra Furada (onde todos os seixos são furadinhos) e a do Sapinho, onde costuma acontecer o almoço. Os mais baratos saem R$ 40 por pessoa (novembro/2016). O passeio mais exótico é o que vai até a cachoeira de Tremembé, caso raríssimo de cascata que deságua no mar (ou, vá lá, num braço de mar).

Pôr do sol na Ponta do Mutá

Pôr do sol na Ponta do Mutá

Onde ficar em Barra Grande & Península de Maraú

Qual é a diferença entre se hospedar em Barra Grande ou numa das praias da Península? A vida social. Em Barra Grande sempre haverá restaurantes abertos na vila. Nas praias, o principal programa noturno é jantar na própria pousada. (A exceção é Algodões na virada do ano, quando tem festa no bar Tikal.)

Uma boa estratégia é dividir a estada, ficando uns dias em Barra Grande e outros numa pousada pé na areia num ponto sossegado.

Barra Grande

As pousadas pé-na-areia de Barra Grande estão voltadas para uma praia calmíssima da baía de Camamu.

`Pousada Denada

Pousada Denada

À esquerda do píer de chegada (à direita de quem chega), a charmosa Denada tem bangalôs bem-resolvidos e uma piscina próxima à areia. Mais adiante, na direção do rio Carapitangui, a Barrabella tem uma piscinona e apartamento muito confortáveis, e a Balidendê investe num luxo oriental à beira-mar.

À direita do píer de chegada (à esquerda de quem chega) a Pousada Mediterrâneo tem quartos e suítes nomeados segundo países mediterrâneos, decorados com cores fortes e móveis rústicos.

Pousada Ponta do Mutá

Pousada Ponta do Mutá

Menos de 10 minutos de caminhada adiante, a Ponta do Mutá tem apartamentos compactos mas está no melhor trecho da praia -- que fica ainda mais gostoso graças à charmosa estrutura montada no gramado, com gazebo e ótimas espreguiçadeiras (há um atalho para o centrinho, pela rua de trás).

Tent Suites

Tent Suites

No coração da vila, a Fruta Pão tem um belo jardim; a Tent Suites, apartamentos bem moderninhos, nos altos de uma galeria de lojas.

HTL Barra Mar, Barra Grande

HTL Terra Mar

Na saída para a praia de Três Coqueiros, o HTL Terra Mar oferece acomodações básicas a preços muito razoáveis.

Entre Barra Grande e Taipu de Fora

Na orla entre a Ponta do Mutá e Taipus de Fora há hotéis e pousadas em trechos sossegados, sem vizinhos: a bem-estruturada Kaluana Mutá (ex-Ekoa) está a 5 minutos de jardineira do centro. Na praia da Bombaça, a Caiçara Bangalôs tem casinhas de praia com cozinha completa e café da manhã incluído.

Kiaroa

Kiaroa

Num trecho deserto da praia, o luxuoso Kiaroa é um dos mais sofisticados hotéis de praia do Brasil. Os apartamentos standard ficam num bloco nos fundos do terreno; na frente estão bangalôs com piscina privativa e, numa área reservada rodeada de verde, os bangalôs mais novos, com quartos enormes e jacuzzi (são os que eu gosto mais).

Taipu de Fora

Caso você esteja pensando em dividir a estada entre Barra Grande e Taipu de Fora, programe sua estada em Taipu de acordo com a maré: quanto mais baixa estiver, melhor você aproveitará a piscina natural. Veja neste post como entender o regime e a tábua das marés.

Nenhuma pousada está exatamente em frente à piscina natural; toda a extensão da piscina é tomada pela propriedade de um famoso marqueteiro político. O povoado e a (pequena) muvuca da praia ficam à esquerda (norte) da piscina.

Pousada Taipu de Fora

Pousada Taipu de Fora

Imediatamente à direita (sul) da piscina, a pousada Taipu de Fora é a mais próxima da piscina natural; é também a que está no ponto mais sossegado. Um enorme gramado com camas e espreguiçadeiras fazem pensar que você é o dono da praia. Os apartamentos são amplos e a culinária, excelente.

Encanto da Lua

encanto da Lua

A Encanto da Lua também é pé na areia e tem uma gostosa piscina e apartamentos charmosos.

Bambu Dourado

Bambu Dourado

A meia quadra da areia, a Bambu Dourado tem a melhor relação preço x charme da praia, e a Velas e Vento também costuma oferecer tarifas bastante amigáveis.

Dreamland Bungalows

Dreamland Bungalows

A dez minutos de caminhada das piscinas, os Dreamland Bungalows, estão pé na areia, com apartamentos compactos mas bem-resolvidos -- e um bar de praia próprio e fora da rota dos excursionistas.

Cassange, Saquaíra, Algodões

Mais próximo da Lagoa Azul do que da Lagoa do Cassange, o Península Beach Club tem uma piscina praticamente debruçada na praia.

Terraços Marinhos

Terraços Marinhos

Duas pousadas têm frente para o mar e fundos para a Lagoa do Cassange. A Terraços Marinhos tem apartamentos compactos na casa principal e bangalôs com priscina privativa (e privacidade absoluta) no canto esquerdo do terreno. A piscina de raia é campeã.

Pousada Lagoa do Cassange

Pousada Lagoa do Cassange

A Pousada Lagoa do Cassange, uma das pioneiras da península, continua rústica, mas deu um belo upgrade às áreas sociais e aos bangalôs. É uma pousada que leva super a sério assuntos como sustentabilidade e envolvimento social.

Butterfly House

Butterfly House

Mais adiante, num trecho totalmente deserto de Saquaíra, a Butterfly House é um delírio: os bangalôs misturam Bahia, Oriente e Marrocos, e os jardins tropicais são incrivelmente bem-cuidados.

Casa dos Arandis

Casa dos Arandis

Em Algodões, a Casa dos Arandis é um hotel-butique sustentável, com bangalôs sobre palafitas feitos com madeira de demolição. Não fica em frente à piscina natural, o que garante tranqüilidade na praia em frente.

Em frente ao finzinho da piscina natural, a encantadora Lá em Casa tem apenas dois apartamentos (e o melhor restaurante da praia).

Numa faixa mais econômica, a Aycha fica bem em frente à piscina natural; a meia quadra da areia (também no trecho da piscina natural), a Boki da Zezé funciona numa casa tradicional de madeira e tem uma vibe bacana à la airbnb.

À beira-mar entre a piscina natural e o bar Tikal, a Casa del Mar tem quatro apartamentos -- e funciona como bar/restaurante de praia.

Onde comer em Barra Grande & Península de Maraú

Dica: não deixe de experimentar a BG Beer, cerveja artesanal produzida em Barra Grande (tem em várias versões -- ipa, stout, pilsen...).

Donanna

Donanna

A moqueca mais tradicional de Barra Grande é a d'A Tapera, no fim da rua principal (tel. 73/3258-6119). Para comida brasileira rejuvenescida (e boas moquecas também!), vá ao charmoso Donanna, na rua do Anjo, paralela à praia (tel. 73/3258-6407).

Sapori d'Italia

Sapori d'Italia

Se bater vontade de comer uma boa massa, vá ao autêntico Sapori d'Italia, que tem um gostoso quintal numa transversal da rua principal (tel. 73/3258-6458).

O Papagaio

O Papagaio

Comida francesa em plena península? Dirija-se ao Papagaio, na mesma rua d'A Tapera (tel. 73/3258-6206).

Mambembe

mambembe

Também para os mesmos lados (em frente ao hotel Terra Mar), o Mambembe é um vegetariano cheio de charme e sabor (tel. 73/3258-6492).

Maruata Hamburgueria

Hamburgueria Maruata

A ruazinha que dá na igreja e é fechada ao trânsito funciona como central de comidinhas: ali estão a nova hamburgueria Maruata (tel. 73/3258-6332), o boteco Manga Rosa (tel. 73/3258-6543) e a creperia francesa L'Hôtel des Îles (tel. 73/3258-6183). Para refeições substanciosas e econômicas, vá ao Restaurante da Zene, no início da rua principal (tel. 73/3258-6240).

O bar-baladinha da vila, que costuma abrir nos fins de semana mesmo fora de temporada, é o Santo Forte (tel. 73/3258-6223).

Para almoçar na praia, consulte a seção "Vai por mim: Barra Grande", onde eu indico bares e restaurantes praianos.

Fora de Barra Grande, janta-se normalmente na própria pousada.

Barra Grande: quando ir

Como chegar a Barra Grande & Península de Maraú

Se você ainda não comprou passagem, saiba que Ilhéus é um aeroporto muito mais conveniente que Salvador. Está a 130 km de Barra Grande, pela estrada (leia mais detalhes abaixo), e a 120 km de Camamu (de onde você pode seguir de lancha).

BR 030

BR 030

Entre Taipu e Barra Grande

Trecho final entre Taipu de Fora e Barra Grande

Saindo de Ilhéus

  • De carro alugado: dos 130 km de distância entre o aeroporto de Ilhéus e a vila de Barra Grande, 85 km são asfaltados, até o entroncamento com a BR 030. Os últimos 45 km são de estrada de chão. Os primeiros 35 km -- que passam pelas praias de Algodões, Saquaíra e Cassange -- são de chão duro, nivelado com freqüência, e podem ser percorridos por carros comuns o ano inteiro. À altura de Taipu de Fora você sai dessa estrada durinha e pega um ramal local, que vai até Barra Grande. Este trecho pode apresentar alguma dificuldade, com areia, ondulações e buracos -- mas salvo depois de dias seguidos de chuvas fortes, também pode ser percorrido por carros convencionais. De todo modo, vale a pena ligar antes para a pousada e perguntar a condição da estrada. Caso o trânsito não esteja recomendável, deixe seu carro num estacionamento em Camamu (R$ 20 a diária, novembro/2016) e atravesse de lancha. Com a estrada em boas condições, espere levar entre 2h30 e 3h do aeroporto a Barra Grande.

Garanta seu carro: compare tarifas para alugar carro em Ilhéus com a Rentcars

  • De trânsfer: pela tabela da Astab, associação dos taxistas de Barra Grande, a corrida do aeroporto de Ilhéus até qualquer ponto da península sai R$ 350 para até 4 passageiros (ida). A viagem leva entre 2h30 e 3h. Peça uma indicação de taxista à sua pousada. (Em Maraú eu usei os serviços do Adriano, whatsapp 73/981-171-730 e fui atendido com presteza.)

Como chegar a Barra Grande

Camamu Adventure / Associação Marítima / Chegada em Camamu

  • De ônibus e lancha: um táxi do aeroporto de Ilhéus à rodoviária custa R$ 30 (novembro/2016) e leva 15 minutos. A Águia Branca tem
    ônibus de Ilhéus a Camamu duas vezes por dia, às 8h e 14h20, por R$ 22 (dezembro/2016). O percurso leva 2h30. Em Camamu você pega uma lancha da Camamu Adventure, que faz a travessia a Barra Grande em 35 minutos (R$ 30 por passageiro; novembro/2016), em horários regulares, ou uma lancha da Associação Marítima de Camamu, a cooperativa dos transportadores, que cobra R$ 20 por passageiro (novembro/2016). Ao chegar em Camamu por via marítima, é preciso pagar uma Taxa de Proteção Ambiental de R$ 10 (novembro/2016). Para ter certeza de chegar a Barra Grande no mesmo dia, porém, você vai precisar pegar o ônibus das 8h, já que os das 14h20 chega depois da partida da última lancha com horário regular. (Você teria que fretar uma lancha ou torcer para que houvesse lotação para uma lancha extra.) Ou seja: é mais jogo você dormir uma noite em Ilhéus. Ou passar os primeiros dias em... Itacaré (veja a seguir).
  • Sem carro, com pernoite(s) em Itacaré: se você quer ir de maneira econômica do aeroporto de Ilhéus a Barra Grande, o pulo do gato logístico é passar um ou mais dias em Itacaré, na ida. A Rota tem 3 a 4 ônibus por dia a Itacaré; o último sai às 20h40 e leva 1h50 (R$ 13, dezembro/2016). A Águia Branca também faz a rota, mas não vende passagens online para este trecho. Passe um ou mais dias em Itacaré, e então siga a Camamu no ônibus das 9h25 da Águia Branca, que chega a Camamu às 10h30 (R$ 10, dezembro/2016). Então é só pegar a primeira lancha da Camamu Adventure (R$ 30, novembro/2016) ou da Associação Marítima de Camamu (R$ 20, novembro/2016). Caso você se disponha a gastar um bocadinho mais, pode se encaixar num dos passeios a Taipu de Fora que saem nas épocas de lua cheia ou nova, e custam R$ 90 por pessoa (novembro/2016). Peça para levar a mala e fique por lá.

Chegando de avião em Valença

  • Trânsfer, com ou sem lancha: devido ao horário do vôo da Azul, para chegar a Barra Grande no mesmo dia o único jeito é contratar um trânsfer. Pela tabela da Astab, associação dos taxistas de Barra Grande, a corrida de Valença até qualquer ponto da península sai R$ 450 para até 4 passageiros (novembro/2016). A viagem é feita toda por via rodoviária, sem travessia de lancha; pense em 3 horas e meia de viagem. Peça uma indicação de taxista à sua pousada. (Em Maraú eu usei os serviços do Adriano, whatsapp 73/981-171-730 e fui atendido com presteza.)

Saindo de Salvador

Ir a Barra Grande via Salvador só vale a pena caso você esteja pensando em passar uns dias na capital (ou se as passagens para Ilhéus estiverem realmente proibitivas).

  • Via ferry-boat e Camamu: os ferry-boats da Internacional Travessias saem de hora em hora (veja os horários aqui). Pedestres pagam R$ 4,80 em dias úteis e 6,40 em fins de semana e feriados (dezembro/2016; veja preços atualizados aqui). Não há agendamento de hora marcada para pedestres. Em feriados, é comum haver fila; pode ser que você não consiga embarcar imediatamente. A travessia leva 50 minutos e deixa você em Bom Despacho, na ilha de Itaparica. Dali você precisa seguir viagem de ônibus a Camamu, a 180 km. A Águia Branca é a única viação que vende passagens online para o trecho. A passagem custa R$ 32 (dezembro/2016) e a viagem leva 3h45. O ponto de ônibus em Camamu fica exatamente em frente ao cais da Camamu Adventure, operadora de lanchas rápidas (com proteção contra chuva e vento) que fazem a travessia a Barra Grande em 35 minutos (R$ 30 por passageiro; novembro/2016). Veja horários regulares aqui. Duas quadras para a direita você encontra o cais da Associação Marítima de Camamu, a cooperativa dos transportadores, que opera lanchas rápidas convencionais e cobra R$ 20 por passageiro (novembro/2016).
  • Lancha a Mar Grande + táxi a Camamu: use as 'lanchas' (barcos grandes, de madeira) que fazem a travessia a Mar Grande, em Itaparica, saindo Terminal Marítimo, nos fundos do Mercado Modelo (o mesmo lugar de onde saem os catamarãs para Morro de São Paulo). A passagem custa R$ 5,30 nos dias úteis e R$ 7,10 sábado, domingo e feriado (dezembro/2016; veja tarifas atualizadas aqui). Um táxi da Barra até o Terminal Marítimo sai R$ 25; do Rio Vermelho, R$ 30 (dezembro/2016). Dá para vir a pé do Pelourinho, pelo Elevador Lacerda (R$ 0,15) -- o hotel mais conveniente para isso é o Bahia Café. Negocie com um taxista da Península de Maraú para esperar você em Mar Grande. Pela tabela da Astab, associação dos taxistas de Barra Grande, a corrida de Itaparica até qualquer ponto da península sai R$ 650 para até 4 passageiros. A viagem é feita toda por via rodoviária, sem travessia de lancha. Até Barra Grande são 250 km -- 210 km pelo asfalto, 40 km em estrada de chão; pense em 4 horas e meia de viagem). Peça uma indicação de taxista à sua pousada. (Em Maraú eu usei os serviços do Adriano, whatsapp 73/981-171-730 e fui atendido com presteza.)
  • De carro: saia de Salvador com um dos ferry-boats da Internacional Travessias que partem de hora em hora (veja os horários aqui). Carros pequenos pagam R$ 42 em dias úteis e R$ 58 em fins de semana e feriados; os passageiros também pagam: R$ 4,80 em dias úteis e 6,40 em fins de semana e feriados (dezembro/2016; veja preços atualizados aqui). É recomendável usar o serviço de travessia com hora marcada, disponível para carros. A travessia leva 50 minutos e deixa você em Bom Despacho, na ilha de Itaparica. Dali você segue por estrada até seu destino na Península de Maraú. Os primeiros 210 km são asfaltados: você vai passar pelas cidades de Nazaré, Valença e Camamu. 35 km ao sul de Camamu, no entroncamento com a BR 030, você vira à esquerda e entra na Península de Maraú. A partir daí são 45 km de estrada de chão. Os últimos 10 km, entre Taipu de Fora e Barra Grande, são os mais precários; informe-se das condições do momento com a sua pousada antes de viajar. Caso o trânsito não esteja recomendável, deixe seu carro num estacionamento em Camamu (R$ 20 a diária, novembro/2016) e atravesse de lancha.

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Costa do Cacau

Cacau

Itacaré

Itacaré

Altos de Jeribucaçu

  • É a sua praia: se você gosta da combinação mata + montanha + praia; se você surfa; se você curte turismo-aventura
  • Não é a sua praia: se você procura Nordeste com cara de Nordeste (coqueiros, dunas...)

Vai por mim: Itacaré

Pôr do sol no Rio de Contas

Pôr do sol no rio de Contas

Itacaré tem uma paisagem sui-generis no litoral nordestino. Enseadas delimitadas por montanhas recobertas de verde sugerem um pedaço da Rio-Santos que emigrou para a Bahia. A estrada, porém, passa a uma distância ecologicamente segura da costa; a visão das praias é um privilégio de quem percorre as trilhas que levam às praias ainda selvagens.

A cidade fica ao fim dessa estrada, na foz do Rio de Contas, e tem um casario antigo muito bonito, ainda que maltratado. Logo que a estrada foi asfaltada, no fim dos anos 90, parecia que paulistas e cariocas endinheirados fariam de Itacaré a próxima Trancoso. Hoje os caixas-altas ficam em seus condominios fechados e pouco se relacionam com a vila. A cidade, que antes do asfalto era uma surf town, tornou-se um ímã para mochileiros e festeiros.  A rua que liga o centro às praias urbanas é pontilhada de bares, restaurantes, agências de passeio, pousadinhas e hostels -- e ficou conhecida como "a Pituba", numa blague com o movimentado bairro de Salvador.

Praias com acesso pela cidade

Praia da Concha

Praia da Concha

Há quatro praias "urbanas" em Itacaré. A primeira, continuação natural da orla central, é a praia da Concha, que tem mar calminho (por estar na boca do rio), muitas barracas e sobretudo muitas pousadas.

Praia da Tiririca, Itacaré

Praia da Tiririca

Praia da Ribeira

Praia da Ribeira

Seguindo adiante a partir do fim da Pituba, chega-se às praias do Resende e da Tiririca (vizinhas, points de surfistas) e da Ribeira (que tem muitas barracas e um gostoso riacho).

Prainha

Prainha

A partir da Ribeira é possível fazer a trilha de 40 minutos à praia que muitos consideram como a mais bonita de Itacaré, a Prainha. É recomendável fazer esse passeio contratando guia na praia da Ribeira, pois há bifurcações pelo caminho e um histórico de assaltos (leia depoimentos neste post). Quer saber? Tem tanta praia bonita em Itacaré... não acho que valha a pena correr risco.

Praias com acesso pela estrada

Jeribucaçu

Jeribucaçu

Jeribucaçu é outra praia que requer percorrer uma trilha mais ou menos longa (entre 30 e 40 minutos, com duas subidas no caminho). O esforço é recompensado por um riozinho que corre paralelo à praia e proporciona um gostoso banho de água doce depois de entrar no mar. Barraquinhas preparam peixe e camarão.

Praia da Engenhoca

Engenhoca

Uma trilha curtinha (15 minutos) e bem-sinalizada leva a duas praias: a da Engenhoca (onde você verá vestígios de um hotel 6 estrelas que foi embargado, o Warapuru) e, na direção oposta, a Havaizinho. (Para mim, a Engenhoca é a mais bonita de Itacaré.)

Txai, Itacaré

Itacarezinho, em frente ao Txai

Mais adiante na estrada você pode entrar pela porteira de um restaurante e aproveitar a extensa praia de Itacarezinho (onde, mais adiante, está instalado o luxuoso Txai).

Passeios organizados

Para quem está sem carro e quer conhecer as praias fora da cidade, existe um providencial passeio 4 Praias que visita Engenhoca, Havaizinho, Camboinha e Itacarezinho (onde há parada para almoço). Alguns incluem uma extensão à cachoeira do Tijupá. O passeio com transporte e guia custa desde R$ 50 por pessoa (novembro/2016).

O passeio à praia de Jeribucaçu é oferecido em duas modalidades. A mais simples inclui apenas o traslado de ida e volta e o guia para acompanhar na trilha, com horário marcado para voltar. O passeio completo vai por uma trilha mais comprida, de 2 horas/2 horas e meia, que passa pela Cachoeira da Usina e percorre um trecho de mangue. O passeio com transporte e guia custa desde R$ 45 por pessoa (novembro/2016).

O distrito de Taboquinhas, a 28 km de Itacaré na direção de Ubaitaba, é o centro do turismo-aventura. Situado à beira do rio de Contas, tem rafting (nível 3 e 4), tirolesa e rapel (na cachoeira da Noré). O passeio com rafting custa desde R$ 90 por pessoa (novembro/2016).

Península de Maraú.

Há dois passeios para a Península. Um deles pode sair em qualquer dia: é o tour de escuna pela baía de Camamu, que também pode ter o nome de "4 ilhas" ou "5 ilhas". Você vai em van ou ônibus até Camamu (1h30 de viagem) e então embarca numa escuna com paradas na Ilha da Pedra Furada (onde todos os seixos são furadinhos) e em outras ilhas da baía. O almoço pode ser na Ilha do Sapinho ou então na vila de Barra Grande. (Esse passeio também pode aparecer combinado com a piscina natural de Taipu de Fora.) Custa desde R$ 70 por pessoa (novembro/2016).

O outro passeio só sai nos períodos de lua cheia ou nova, quando a maré baixa justifica a visita à piscina natural de Taipu de Fora. O percurso de 1h30 é feito pela estrada (20 km de asfalto, então 35 km em estrada de chão). Programe este passeio para um dia em que a maré atinja o nível mais baixo perto das 11h -- neste caso, você chegaria a Taipu na hora certa de aproveitar. Custa desde R$ 90 por pessoa (novembro/2016).

(Se você estiver de carro, vai economizar 10 km se, em vez de Taipu de Fora, resolver aproveitar a piscina natural de Algodões, que é menos famosa mas tão linda quanto.)

Passeios de táxi

A associação de taxistas de Itacaré tem uma tabela para passeios turísticos, para até 4 passsageiros. Os preços incluem ida e volta (seja com espera ou com horário marcado), mas não incluem o serviço de acompanhamento em trilhas. Passeios para o circuito das 4 praias (Engenhoca, Havaizinho, Camboinha e Itacarezinho) custam R$ 140; para Jeribucaçu, R$ 120. Querendo incluir alguma cachoeira nos passeios de praia em Itacaré, há um acréscimo de R$ 40. Passeios para Taipu de Fora custam R$ 370. Preços de novembro/2016.

Onde ficar em Itacaré

Centro

Pousada Ilha Verde

Pousada Ilha Verde

A localização Centro/Pituba é a mais conveniente para aproveitar a noite. Num mar de pousadas ultrabásicas, o grande destaque é a Ilha Verde, que está fora da muvuca, tem decoração de personalidade e um terreno com vetetação viçosa.

No verão de 2014, a orla do centro ganhou um hotel-butique com instalações confortabilíssimas e restaurante sofisticado, o Vila Barracuda.

Praia da Concha

A Concha é um loteamento onde há mais pousadas do que casas de veraneio. Muitas ruas já foram calçadas, o que diminuiu o problema do barro formado depois de chuvas.

Pousada Burundanga

Pousada Burundanga

A pequena Burundanga é uma autêntica pousada de autor, com apartamentos elegantes que dão para um bem-cuidadíssimo jardim tropical.

Vira Canoa

Pousada Vira Canoa

Também gosto da Vira Canoa, que é praticamente um hotel; tem uma piscina gostosa e está a apenas uma quadra da Pituba.

Aldeia do Mar

Pousada Aldeia do Mar

Pé na areia, no canto direito da praia, o hotel Aldeia do Mar tem bangalôs confortáveis, áreas sociais charmosas e um piscinão. Na ruazinha beira-mar, o Porto dos Casais é caretão mas bem-montado.

Perto da praia, a Naínas tem decoração alegre e costuma oferecer bons preços.

Nas praias não-urbanas

Não cogite o Itacaré Eco Resort: apesar de bem-estruturado, o hotel está com problemas administrativos e permanece mais fechado do que aberto.

Txai

Txai

Na praia do Itacarezinho, o charmosésimo Txai é um dos ícones do luxo praiano no Brasil -- e, desde o final de 2013, integrante da mitológica rede Relais & Châteaux. Seus bangalôs se espalham por um coqueiral impecavelmente gramado. Os hóspedes podem escolher entre duas piscinas muito elegantes. A praia é virtualmente deserta (pouquíssimos forasteiros se animam a caminhar meia hora desde o restaurante Itacarezinho, no canto esquerdo da praia) e ótima para caminhar, com uma faixa de areia dura junto à rebentação. Está a 15 km da vila.

Aldeia da Mata

Aldeia da Mata

Na praia do Pé da Serra, a meio caminho entre Ilhéus e Itacaré, a Aldeia da Mata oferece um clima eco-zen, com bangalôs de madeira em meio a muito verde, num trecho deserto de praia.

Onde comer em Itacaré

Para almoçar

Tia Deth

Tia Deth

A praia da Concha tem boas barracas, como a Maré Alta, famosa pela moqueca da Luzitânia (tel. 73/3251-3205).

A moqueca da Tia Deth, no início da orla urbana ao lado do posto de gasolina, também é ótima (av. Castro Alves, 582, tel. 73/3251-2810).

Na praia de Jeribucaçu há barracas que preparam peixes frescos na brasa.

Restaurante Itacarezinho

Restaurante Itacarezinho

O restaurante de praia mais estruturado está no canto esquerdo (norte) da praia do Itacarezinho: é o.... Itacarezinho (tel. 73/999-311-852).

Para jantar

A orla central (av. Castro Alves) se transformou no eixo gastronômico descolado da cidade.

Jiló Itacaré

Jiló

Da grelha do Jiló saem peixes frescos assados com legumes preparados na brasa; da cozinha, não perca o arroz de moqueca. Reserve, ou chegue cedo: o restaurante costuma lotar logo depois das 19h, e a cozinha fecha às 21h30 (Castro Alves, 164, tel. 73/991-699-351).

O restaurante do hotel Villa Barracuda tem uma mesa baixa comunitária e almofadas no lugar de cadeiras. Dali os comensais podem acompanhar o chef e sua equipe, que trabalham em cozinha aberta. Apesar de estar debruçado na avenida beira-mar, a entrada é pela rua de trás. Não-hóspedes precisam reservar (João Coutinho, 55, tel. 73/3251-2760).

Completando o trio, o Marley's funciona como bar, restaurante e baladinha, e se dá bem nas três modalidades (Castro Alves, 284, tel. 73/998-109-762).

A rua Lodônio Almeida, que liga o centro histórico à Pituba, foi transformada num calçadão e rebatizado 'Passarela da Vila'.

Nuuuh

Núúúúh

O Núúh Botequim, que tinha clima intimista de bistrô, pôs mesas na calçada e, nas noites de (ótima) música ao vivo, se torna o lugar mais animado de Itacaré (nº 134, tel. 73/998-118-880).

No mesmo trecho você encontra o pub Bora Bora (esq. João de Souza, tel. 73/991-426-851), o restaurante/pizzaria Beco das Flores, uma instituição da vila (nº 108, tel. 73/3251-2174) e, vizinho ao Núuh, o Roots (nº 140, tel. 73/99845-2310).

A rua Pedro Longo, mais conhecida como 'a Pituba', é o maior corredor de restaurantes da cidade.

Bike & Pasta

Bike & Pasta

Na minha última passada, adorei o Bike & Pasta, um italiano de verdade, que prepara massas artesanais de grano duro. Cada massa e cada molho têm seu preço, você faz a sua combinação (nº 350, tel. 73/991-006-987)

Aqua e Alamain

Aqua / Alamain

O Alamain triunfa numa especialidade original: é um libanês vegetariano (nº 204, tel. 73/3251-3093). O Aqua tem ambiente charmoso e pelo menos uma opção vegetariana no cardápio (nº 147, tel. 73/999-509-548). O Manga Rosa também tem opções saudáveis no cardápio (nº 249, tel. 73/3251-3095).

Na estrada (e em Serra Grande)

Pizza na Praça

Pizza na praça

Na pracinha de Serra Grande, a 30 km, a Pizza na Praça, com massa fina e boas coberturas, vale a viagem.

Cabana da Empada

Cabana da Empada

Na ida ou na volta a Ilhéus, não perca as sensacionais empadas da Cabana da Empada (Estrada Ilhéus-Itacaré, km 28, tel. 73/999-816-750). Para comprar presentes exóticos feitos com cacau (tem até pimenta), pare no Café com Cacau (km 58, tel. 73/999-180-358).

Itacaré: quando ir

Como chegar a Itacaré

O acesso mais fácil a Itacaré é pelo aeroporto de Ilhéus, que recebe vôos diretos de São Paulo, Salvador, Belo Horizonte, Brasília e Rio de Janeiro.

Vindo de Ilhéus

  • De carro: alugando um carro já no aeroporto, você economiza o custo do trânsfer e tem mobilidade para ir às praias não-urbanas (e a Maraú). São 75 km desde o aeroporto, que fica na saída sul da cidade. Os primeiros 10 km são urbanos, atravessando a cidade até a saída norte; dali em diante são 65 km atapetados pela BA 001. Espere levar pouco menos de 1h30 no percurso.

Garanta seu carro: compare tarifas para alugar carro em Ilhéus com a Rentcars

  • De táxi ou trânsfer: pela tabela tanto dos taxistas do aeroporto de Ilhéus como dos taxistas de Itacaré, o traslado aeroporto-Itacaré custa R$ 190 para até 4 passageiros. Tratando o trânsfer com a sua pousada, o taxista estará à sua espera com uma plaquinha com o seu nome (e pode ser que a pousada consiga negociar algum desconto).

Rodoviária de Itacaré

Rodoviária de Itacaré

  • De ônibus: a Rota tem 3 a 4 ônibus por dia para Itacaré (o último sai às 20h40). O trajeto leva 1h50 e custa R$ 13 (dezembro/2016). A Águia Branca também opera esta linha, mas não vende passagens online para este trecho. O táxi do aeroporto à rodoviária vai pelo taxímetro; espere gastar R$ 30 por 15 minutos de percurso (novembro/2016). A rodoviária de Itacaré fica na entrada da cidade. Um táxi para sua pousada dentro da vila vai sair R$ 15; nas praias urbanas, R$ 20.

Saindo de Salvador

  • Ferry-boat a Bom Despacho + ônibus a Itacaré: o ferry custa R$ 4,80 durante a semana e R$ 6,40 no fim de semana (dezembro/2016) e leva 50 minutos para a travessia; veja horários aqui. Junto ao terminal do ferry em Bom Despacho há uma rodoviária, onde você pega um ônibus da Águia Branca, que tem de 3 a 5 horários por dia a Itacaré; compre online. A viagem leva 5 horas e custa R$ 41 (dezembro/2016).
  • De carro: pegue o ferry-boat a Bom Despacho, em Itaparica. O carro pequeno custa R$ 42 em dias de semana e R$ 58 aos sábados e domingos. Passageiros pagam R$ 4,80 durante a semana e R$ 6,40 no fim de semana. Veja horários (e reserve a travessia, se vier de carro) no site da Internacional Travessias. A partir de Bom Despacho, são 240 km até Itacaré (umas 4 horas de estrada).

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Ilhéus, Comandatuba & Canavieiras

Jorge Amado

  • É a sua praia: se você leu "Gabriela"
  • Não é a sua praia: se não curte mar cor de canela

Vai por mim: Ilhéus, Comandatuba e Canavieiras

O Brasil pode ter sido descoberto em Porto Seguro, mas foi imaginado em Ilhéus. Sem Jorge Amado, seus pescadores, suas quengas e sua elite do cacau, o país certamente teria uma idéia muito menos colorida de si mesmo.

No centro de Ilhéus, um quarteirão homenageia o escritor -- o Quarteirão Jorge Amado. Ali estão a Casa de Cultura Jorge Amado, que transformou em museu a casa onde o escritor passou a infância, e dois personagens famosos de 'Gabriela': o cabaré Bataclan e o bar Vesúvio. O Bataclan tem um pequenino museu e funciona como restaurante (buffet) na hora do almoço e para eventos fechados à noite; o Vesúvio é tombado pelo patrimônio histórico.

Casa de Cultura Jorge Amado

  • R. Jorge Amado, 20 | Tel.: 73/3634-8986 | Abre de 2ª a 6ª das 9h às 12h e das 14h às 18h; sábado das 9h às 13h | Ingresso: R$ 5

Bataclan

  • Av. 2 de Julho, 77 | Tel. 73/3633-4701 | Abre de 2ª a sábado das 10h às 17h

Vesúvio

  • Praça Dom Eduardo, 190 | Tel. 73/3634-2164 | Abre de 2ª a sábado das 10h às 22h

Outro programa imperdível de Ilhéus é visitar uma fazenda de cacau e aprender in loco sobre a produção de cacau e sua transformação em chocolate. É preciso agendar um horário. A Fazenda Yrerê é a mais próxima da cidade (Estrada Ilhéus-Itabuna, km 11, tel. 73/3656-5054; R$ 30). A Fazenda Primavera tem o museu mais singelo (Estrada Ilhéus-Itabuna, km 20, tel. 73/988-183-207; R$ 30).

Praia Jardim Atlântico

Praia Jardim Atlântico, Ilhéus

A orla é extensa e tem uma característica uniforme: o mar está constantemente turvo na rebentação. Mas já peguei mar azul no primeiro trecho da praia, logo abaixo do aeroporto, onde estão o hotel Jardim Atlântico e a Pousada dos Hibiscus.

Ao norte do centro, ao longo da estrada para Itacaré, a praia apresenta densos coqueirais (e, com exceção do trecho imediatamente junto à cidade, tem pouca estrutura).

Ao sul do centro, o trecho mais concorrido é o da praia dos Milionários, onde há muitas barracas. O trecho mais recortado (e por isso mais bonito) é o do distrito de Olivença, onde os destaques são a praia da Batuba (com uma megabarraca ao estilo das de Fortaleza) e de Back Door (a preferida dos surfistas). Outro destaque de Olivença são as águas minerais ferruginosas, com propriedades terapêuticas. Ao sul de Olivença a estrada passa longe da costa e as praias acabam privativas das fazendas, com densidade demográfica zero.

O acesso à ilha de Comandatuba aparece um pouco adiante do vilarejo de Una.

Canavieiras

Canavieiras

A estrada termina na próspera Canavieiras, que tem um belo casario à beira do Jequitinhonha.

Rio Pardo

De Canavieiras a Belmonte -- a passeio ou seguindo viagem

O passeio pelos canais do rio Pardo até Belmonte é um dos mais bonitos que você pode fazer pelos mangues do litoral brasileiro (e pode ser usado para seguir viagem para o sul da Bahia -- de Belmonte dá para pegar ônibus a Santa Cruz Cabrália e de lá a Porto Seguro).

Onde ficar: Ilhéus, Comandatuba e Canavieiras

Entre do aeroporto e a praia dos Milionários, o hotel Jardim Atlântico tem apartamentos confortáveis e uma enorme piscina.

Pousada dos Hibiscus

Pousada dos Hibiscus

A Pousada dos Hibiscus tem ambiente bem praiano e está no melhor ponto da praia (foi ali que encontrei mar azul em Ilhéus).

Junto à vila de Olivença, o Back Door Village é uma boa opção para quem quer praia e alguma vida urbana sem precisar pegar carro. 

tororomba

Tororomba

Cana Brava

Cana Brava

Passando o centro da vila, dois resorts BBB são vizinhos de cerca (e compartilham águas minerais ferruginosas): o Ecoresort Tororomba e o Cana Brava (que foi todo renovado e agora funciona no sistema all-inclusive).

Transamérica Comandatuba

Transamérica Comandatuba

Tomando metade de uma ilha, o Transamérica Ilha de Comandatuba (meia-pensão) tem jardins impecáveis, serviço nota 10 e recreação infantil elogiadíssima. As atividades náuticas no canal e as duas piscinas compensam a praia pouco atraente (mas ótima para caminhar). Há pacotes com vôos diretos ao aeroporto próprio do hotel, que fica a cinco minutos do embarcadouro para a ilha.

Se precisar dormir em Canavieiras para atravessar a Belmonte no dia seguinte, o mais prático se hospedar na Pousada Frederic, que fica bem no centrinho. É também a melhor opção para curtir a noite em Canavieiras. Mas a região também tem bons hotéis fora da cidade, à beira-mar, como o Bambusada e o Kani Resort.

Onde comer em Ilhéus

O centro histórico tem dois lugares onde comer se sentido em Gabriela: o bar Vesúvio, praticamente em frente à catedral (tel. 73/3634-2164, aberto para almoço e jantar), e o cabaré Bataclan, duas quadras para trás, numa pracinha junto à orla fluvial (tel. 73/3633-4701, aberto só para almoço). Ambos fecham no domingo.

Marostika

Maróstika

A maior referência gastronômica de Ilhéus também fica na orla fluvial, duas quadras adiante do Vesúvio: é o italiano Marostica, instalado num casarão restaurado (av. 2 de Julho, 966, tel. 73/3634-5691). Ao lado há um complexo que vale mais a pena pelas mesas na calçada, composto pelo bar-pizzaria Maria Machadão e o japonês Kenko (av. 2 de Julho, 957, tel. 73/3634-1001).

Para almoçar, vá à praia dos Milionários, onde há grandes barracas. A Cabana Armação tem a cozinha mais refinada, com peixe ou camarão no papillote, peixe na folha de bananeira, moqueca de aratu e arroz de polvo (tel. 73/3632-1817).

Péricles

Picolé Péricles

Agora uma dica gastronômica absolutamente insider: não saia da cidade sem provar os fabulosos picolés do Péricles. O de chocolate é tudo nessa vida. Fica perto do aeroporto (Osmundo Marques, 382, tel. 73/3632-0642).

Ilhéus: quando ir

Como chegar em Ilhéus, Comandatuba e Canavieiras

Ilhéus é ligada por vôos diretos a São Paulo, Salvador, Campinas, Belo Horizonte, Brasília e Rio de Janeiro.

De táxi: dentro do município, os táxis funcionam pelo taxímetro. Uma corrida a um hotel do Jardim Oceânico vai custar R$ 30. Até Olivença, 20 km ao sul, R$ 70 (novembro/2016). Para Comandatuba, 70 km ao sul, vai pela tabela: R$ 200 (novembro/2016).

De carro: alugar carro dá mobilidade para fazer todos os passeios, incluindo fazenda de cacau, Canavieiras e Itacaré. Tanto as estradas litorâneas quanto a estrada para Itabuna têm bom asfalto.

Garanta seu carro: compare tarifas para alugar carro em Ilhéus com a Rentcars

De ônibus a Canavieiras: a Cidade Sol faz o trajeto Ilhéus-Canavieiras em oito horários por dia; a viagem leva 2h40 e custa R$ 20 (dezembro/2016). Dá para comprar online. Um táxi do aeroporto à rodoviária de Ilhéus sai R$ 30 (novembro/2016).

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295 comentários

Vanessa Oliniki

A bóia, tudo bem? Indica começar a trip descendo em ilhéus e vir voltando até Salvador ou o contrário? Espelho, Taipu, Arraial,Trancoso, Morro e parada em Salvador são os desejos rsrs. Obrigada

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Vanessa! É bastante chão, viu? Mas tanto faz onde você começa e onde termina, os dois extremos são bem interessantes.

Francyelle
FrancyellePermalinkResponder

Oi boia! Tenho 10 dias no final de agosto e queria conhecer dois lugares/praias diferentes do litoral da Bahia, gosto da ideia de Maraú, mas nao consegui identificar outro lugar que dê p casar nessa msma viagem, exceto mudar de hotel pra Barra Grande... 10 dias não é mta coisa pra um lugar só! Alguma sugestão?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Francielle! Dá para combinar com qualquer outro destino da Costa do Dendê, Itacaré, Boipeba, Morro de São Paulo. Os deslocamentos são complicados? São. Mas com 10 dias você pode perder um dia num deslocamento a qualquer outro desses destinos, sem grande prejuízo. Leia o guia com atenção.

Se você quer férias mudando de praia sem perrengues logísticos, vá para Alagoas ou Pernambuco ou sul da Bahia. Apenas não queira brigar com a geografia. Lugares mais difíceis de chegar são mais preservados e menos lotados, valem o esforço de chegar.

ANNY VALÉRIA MELO DIMAS

Olá Bóia, irei em Março descendo em porto seguro no dia 4 e volto de salvador no dia 18 (total 15 dias)... Quero dividir esses dias entre, porto seguro, trancoso, morro de são paulo e capital Salvador... poderia me dar umas dicas de quanto tempo fico em cada lugar? Por favor. Desde já eu agradeço!

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Anny! Nessa época você não vai ter dificuldade em reservar pousadas nem passagens de ônibus. Siga o seu ritmo -- se der vontade de ficar mais, vá ficando. Salvador precisa de uns 3 dias para o básico.

ANNY VALÉRIA MELO DIMAS

Bóia, quantos dias você aconselha ficar em trancoso? Dar para fazer passeios bate volta de porto seguro a Arraial D´Ajuda?

Lisandre
LisandrePermalinkResponder

Boa tarde,
Alguem saberia me informar como está as condições do Itacaré Eco Resort? Gosto muito de Itacaré, mas agora tenho um BB de 2 anos e gostaria de ficar em um local com mais estrutura e com praia de fácil acesso. Se algum tiver alguma informação de como está hoje o serviço e estrutura do la, eu agradeço!

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Lisandre! Nem sabíamos que o resort tinha reaberto, passou um tempo fechado depois de problemas sérios de administração. Por enquanto só há duas resenhas no Booking, veja aqui.

Fernanda Jardim

Existe acesso entre Morro de São Paulo e Península de Maraú/ Barra Grande? de barco?

patricia de paula ferreira

Olá , estou indo com o marido em Setembro para Salvador e Morro de SP e de lá vamos para Chapada Diamantina, tem ônibus saindo de Valença para Lençóis? ou preciso voltar para Salvador para pegar esse ônibus?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Patricia! Tem que voltar a Salvador.

Ana Flavia
Ana FlaviaPermalinkResponder

Olá Bóia! Estou indo para Itaparica agora em Setembro com vontade e esticar até Morro de São Paulo por uns 3 dias. Vou com uma criança de 3 anos e meio. Estou em dúvida entre ficar na 3a praia ou na Praia da Gamboa, tem alguma outra sugestão?

A Bóia
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Olá, Ana Flavia! Prefira qualquer outra praia de Morro à Gamboa.

Teane
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Olá boia,
Da para fazer translado Boipeba a Morro do sp em janeiro? Indicam alguma empresa e se precisa reservar antes?
Obrigada

A Bóia
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Olá, Teane! Tem que ir por Valença, seguindo as instruções do texto.

Alexandre
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Olá, boia. Estou pensando em ir a Itacaré e Morro de SP em fevereiro (ida por Ilheus e volta por Valença). Dez noites dá pra fazer um roteiro legal? Pensei em ficar 6 noites em Itacaré (incluindo um bate-volta à Península de Maraú) e 4 em Morro de SP). Alguma sugestão? Obrigado

A Bóia
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Olá, Alexandre! O bate-volta a Taipu é muito sacrificado. Você tem tempo para ficar dois dias em Barra Grande ou Taipu.

Alexandre
AlexandrePermalinkResponder

Obrigado

Mônica varjão

Comprei uma passagem chegando em Ilhéus dia 27/10 e retorno dia 03/11, mas ainda estou em dúvidas se divido os dias Itacaré/península de Marau ou vou Canavieiras/Comandatuba . sugestões?

A Bóia
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Olá, Mônica! O mar é mais bonito de Itacaré para cima.

Fátima
FátimaPermalinkResponder

Muito legais as dicas, completas e úteis. irei aproveitar bem melhor a viagem!!! valeu!

Fernando Miranda

Bom dia, pessoal.
Vou pegar o Ferry Boat no terminal Sao Joaquim (Salvador) numa segunda-feira (depois das eleições) as 8 horas da manhã. Gostaria de saber se a fila é grande para quem vai sem carro.
Nao consegui comprar antecipado no site porque só tem reserva para veículos. Meu receio é perder o ferry e depois perder o onibus e lancha que comprei para chegar em Boiepa.
Obrigado!

A Bóia
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Olá, Fernando! Passageiros a pé não tem problemas de embarque no ferry, não.

Alessandra Rodrigues da Cunha Fonseca

Bom dia, Ricardo, tudo bem? Sabe me dizer se as praias de Itaparica são poluídas, por favor?

A Bóia
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Olá, Alessandra!

Essa informação está disponível na praia do Inema: http://www.inema.ba.gov.br/servicos/monitoramento/qualidade-das-praias/

Clique em Baía de Todos os Santos e veja pelo nome da praia (não há "Ilha de Itaparica", e sim o nome de cada praia específica, "Mar Grande", "Ponta de Areia", "Penha", etc.).

Este é o último boletim (18/10/2018), estão todas próprias:

http://www.inema.ba.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/Boletim-N42-Balneabilidade-para-Ba%C2%A1a-de-Todos-os-Santos-Litoral-Salvador-emitido-em-18-10-2018.pdf

Camila tanaka
Camila tanakaPermalinkResponder

Boa noite, boia! Vou para salvador no final do ano e queria saber se vale a pena um bate e volta para morro de São paulo.
Obrigada,
Camila

A Bóia
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Olá, Camila! Com volta no mesmo dia é programa de índio. Se puder ficar pelo menos duas noites em Morro, é ótimo.

Silvania Guimaraes

Olá boia,não conheço essa região,queria conhecer um pouco de ilhéus e depois Itacaré,marau e barra grande. Quantos dias em cada lugar? Vou sozinha e não pretendo alugar carro.vc me indica algum roteiro? Obrigada.

A Bóia
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Olá, Silvania! Ajuste a viagem para chegar a Barra Grande/Maraú em época de lua cheia ou nova. Não fique menos do que três dias em cada lugar. O ideal de férias na praia é prolongar ao máximo a estada, para o maior descanso.

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