Lake Eola Park: nem todo parque em Orlando é temático

Heloísa Dall'Antonia
por Heloísa Dall'Antonia

Lake Eola Park

É fácil ir para Orlando e ficar só no trajeto hotel-parque-hotel-outlet. E, de fato, numa primeira viagem ao destino talvez seja difícil quebrar essa rotina. Mas se nem todos os parques estão nos seus planos, ou se a cidade já é sua conhecida, vale desbravar atrações onde “nem parece que é Orlando”. E Downtown Orlando está repleto delas -- como no agradável e gratuito Lake Eola Park (512 East Washington Street, tel. 407-246-4484, aberto diariamente das 6h à 0h). Gracioso, arborizado e tranquilo, o parque é uma ótima pedida pra relaxar no meio da agitação da terra do Mickey.

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Parte da área de 90.000m2 que circunda o lago foi cedida à cidade em 1883 por Jacob Summerlin, um abastado empresário. A condição era que os governantes plantassem árvores e fizessem uma via em volta da água. Cinco anos depois, com a adição de outros terrenos também doados, o parque tomou a forma que tem hoje.

Lake Eola Park: cisnes de verdade e para pedalar

Lake Eola Park: cisne preto e branco

Lake Eola Park: cisne branco

Os primeiros cisnes chegaram em 1922. Atualmente, várias espécies coexistem no terreno, tornando a presença dos animais um dos atrativos naturais do espaço. Os pedalinhos no formato das aves (funcionando todos os dias, das 10h às 19h de domingo a terça, e das 10h às 22h de quarta a sábado; US$ 15 por meia hora; capacidade de 5 pessoas em cada barquinho) também são uma forma no mínimo bucólica de relaxar e aproveitar a bonita vista do horizonte da cidade.

Lake Eola Park: pedalinhos

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Há diversos monumentos no Lake Eola Park. Entre eles estão o Confederate Monument, o Battle of the Bulge, o jardim de pedras japonês e um pagode chinês.

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Lake Eola Park: as fontes

Duas fontes também fazem parte da paisagem, sendo a Linton E. Allen Memorial a mais importante: é ali que, durante à noite, acontece todos os dias um show de luzes de seis minutos, normalmente às 20h e às 21h30 (o show, assim como o horário, muda conforme a época do ano).

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(Divulgação)

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A obra “Discovery Muse”, da artista Meg White; a “Take Flight”, de Douwe Blumberg e outras espalhadas pelo parque também são spots interessantes para fotos.

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Durante o dia, o Walt Disney Amphitheater é uma ótima opção de entretenimento. Com espaço para 900 espectadores sentados, o local recebe apresentações culturais dos mais diversos tipos, com especial menção ao MoviEola, que exibe filmes, e o Shakespeare in the Park, um festival de verão. Para as crianças, há um pequeno parquinho.

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Aos domingos, das 10h às 16h, o parque recebe o Farmer’s Market, com boa oferta de produtos frescos regionais, além de artesanatos e música.

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Eola House, construção histórica que recebe eventos

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Há vários restaurantes no entorno do parque, para os mais diversos bolsos. Mas se você quiser aproveitar a vista, leve seu próprio piquenique para curtir o tempo à sombra das árvores ou tente o Relax Grill (211 Eola Pkwy, tel. 407-425-8440, aberto todos os dias tanto para o almoço quanto para o jantar), cujo nome entrega de cara a vocação natural do Lake Eola Park.

Heloísa viajou a convite do Visit Orlando.

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1 comentário

FERNANDA DEL GIUDICE

Realmente é difícil quebrar o padrão parques Disney-Outlet de Orlando (o apelo é irresistível). Mas Orlando é uma cidade muito interessantes, organizada e arborizada. Na minha última viagem para lá, me hospedei na Internacional Drive, o que já ajuda um pouco a sair do mundo Disney. Usei bastante o transporte público por lá e acho que é a melhor maneira de conhecer pedacinhos da cidade que geralmente estão longe dos pontos turísticos, como os bairros residenciais e parques como o próprio Eola. Se algo interessar, é só descer e explorar!

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