Como montar seu roteiro de viagem à Europa

Ricardo Freire
por Ricardo Freire

Monte sua viagem à Europa

Costumo dizer que toda ida à Europa é como se fosse a primeira. A menos que você volte exclusivamente a lugares que já visitou, toda nova viagem suscitará as mesmas perguntas iniciais. Por onde chegar? Quantos dias ficar em cada lugar? Que meio de transporte escolher? Use este tutorial como ponto de partida para destrinchar suas próximas viagens européias.

--> Primeiro passo: NÃO compre a passagem aérea

Comprar uma passagem por impulso é o erro mais comum de (falta de) planejamento numa viagem à Europa. Achar uma passagem superdescontada de ida e volta a uma cidade específica só garante a viagem de quem só queria ir para aquela cidade. Continuar a viagem a partir dali -- e sobretudo voltar para lá para pegar o vôo da volta -- pode anular a economia e, pior, causar enormes perrengues logísticos. Só compre a passagem depois de ter definido todo o itinerário (continue lendo e veja por quê).

--> Itinerário: menos é mais

Ao montar um roteiro pela Europa, use o método clássico recomendado para arrumar malas: selecione todos os lugares que você gostaria de visitar, e então reduza à metade. Ou a um terço. Na excitação da montagem do roteiro, nossa tendência é empilhar todos os lugares que estejam no caminho (e fazer longos desvios para chegar a outros).

No mapa, tudo parece perto. Mas números frios, como quilometragens e durações de vôos, não levam em consideração o tempo que se gasta em arrumar a mala, fechar a conta do hotel, deslocar-se ao aeroporto (e chegar com a antecedência necessária para o check-in), vencer o trânsito dos anéis viários para sair de cada cidade e entrar na próxima (em viagens de carro), encontrar o próximo hotel, fazer o check-in, subir com as malas...

Cada troca de local envolve a perda de pelo menos meio dia (e de muita energia). Acredite: quanto mais você troca de cidade, menos você aproveita o seu tempo.

--> Cidades grandes: fique quatro dias

Sim, toda cidade importante da Europa tem um ônibus de dois andares que percorre todos os cartões postais em um dia só. É um pecado, porém, limitar-se a simplesmente constatar ao vivo a existência de monumentos que você já conhecia antes de sair de casa.

Quatro dias são o mínimo necessário para você entender o básico de uma grande capital. No terceiro ou quarto dia dá-se o clique: de repente todas as fichas caem e você começa a se localizar. As obrigações turísticas (os lerês) diminuem, e você começa a se sentir um pouco morador. É uma sensação que você só vai entender quando se deixar ficar pelo menos quatro dias numa grande capital.

(Se essa capital se chamar Paris ou Londres, pense em ficar sete dias -- no fim, você ainda vai achar pouco.)

Leia mais --> Europa: quantos dias em cada lugar?

--> Monte a viagem em módulos

Um jeito bastante simples de resolver o seu itinerário é dividindo o tempo de viagem em módulos de 5 a 7 dias. Aloque cada módulo a uma metrópole (Lisboa, Roma, Munique) ou a uma região que você queira explorar de carro ou trem (Provence, Andaluzia, Highlands, Toscana). Permaneça na cidade grande por toda a duração do módulo; nas viagens de carro ou trem, tente resolver o roteiro em no máximo duas bases.

Leia mais --> Montar bases é melhor que pinga-pinga

--> Bate-volta: veja mais, canse menos

A melhor maneira de extrair o máximo das bases que você escolher é o bate-volta. Toda cidade que não justifique um pernoite e que fique a no máximo uma hora e meia de viagem de onde você esteja rende um passeio perfeito. Você não precisa fazer check-out, viaja sem malas (de trem ou de carro) e, ao chegar, aproveita desde o primeiro instante (sem perder o pique com atividades chatas como encontrar o endereço do hotel e fazer check-in). Se você não se exigir demais, ainda volta para o local em que está hospedado com energia para aproveitar a noite. Férias, lembra?

--> Pit stop: saiba usar

Trajetos mais longos entre uma base e a próxima -- tanto de carro, quanto de trem -- ficam mais divertidos quando você pode fazer uma parada estratégica no caminho. Por exemplo: Bruxelas entre Paris e Amsterdã; Dresden entre Praga e Berlim; Pompéia entre Roma e a Costa Amalfitana.

Para lançar mão desse recurso, porém, é preciso ter cuidado extra com a bagagem. Estando de carro, pare em estacionamentos vigiados e em hipótese alguma deixe a bagagem à mostra. Em viagens de trem, certifique-se de que a estação do pit-stop dispõe de guarda-volumes. Pesquise na internet: "lockers", "left luggage", "consigna", "consigne" e "deposito bagagli" associado ao nome da estação.

--> A passagem aérea? NÃO compre ainda!

OK, você já definiu o seu roteiro. Dividiu seus quinze dias em dois módulos de cidades grandes e um de região. Mas ainda falta mais um passo antes de emitir a sua passagem aérea: definir o(s) meio(s) de transporte dentro da Europa.

--> Avião, trem ou carro?

O trem é o meio de locomoção europeu por excelência. Para comparar a duração de viagens entre trem e avião, acrescente sempre três horas ao tempo de vôo -- é o mínimo de tempo extra que você leva para ir e voltar do aeroporto, fazer check-in e esperar bagagens.

Mas não use trem (nem carro) para atravessar o continente; para isso existe o avião. Evite também trens noturnos: teoricamente você ganha tempo, mas na prática o que ganha é uma noite mal dormida -- e de quebra ainda fica cansado para aproveitar o dia segiunte.

Carros e cidades grandes não combinam: o GPS ajuda, mas não elimina o stress do trânsito e da busca de estacionamento.

O carro é perfeito para deslocar-se por estradas secundárias, sem horário nem programa rígido; não por coincidência, as regiões mais apropriadas para explorar de carro são aquelas em que o trem não dá conta do recado (Toscana, Provence, Costa Amalfitana, Sicília, Andaluzia, Portugal, Rota Romântica).

Leia mais --> Europa: avião, trem ou carro?

--> Trem: passe ou ponto a ponto?

Passes de trem não valem mais a pena: os dias de uso são limitados e é preciso fazer reserva e pagar suplementos para usar os trens rápidos.

O melhor é fazer os trechos de trem com passagens avulsas, aproveitando tarifas descontadas. Compre diretamente no site da companhia ferroviária do país de origem de cada trecho.

Os únicos passes que continuam um ótimo investimento são os passes nacionais de países que não exigem reservas ou suplementos para uso de seus trens regulares: é o caso da Suíça (Swiss Pass) e da Alemanha (German Pass).

Leia mais --> Vai por mim: trem na Europa

Leia mais --> Trem na Europa: onde vale a pena, onde não vale

--> Low cost ou não?

Veja bem: aquelas tarifas incríveis de 5 ou 10 euros que fizeram a fama das companhias low-cost da Europa são tão difíceis de conseguir quanto as promoções que as aéreas brasileiras fazem de madrugada. Há muitos custos extraas: para despachar a bagagem, para fazer check-in (mesmo pela internet!), para comprar com cartão de crédito, para marcar assento. O limite de bagagem é avarento (entre 10 e 20 kg) e cada quilo de excesso é cobrado (pelo menos 10 euros por quilo de excesso!). O mais comum é que cada trecho, sem multa de excesso de bagagem, saia em torno de 80 euros.

Antes de sair comprando low-cost a torto e a direito, descubra quanto custaria incluir esses trechos na sua passagem aérea Brasil-Europa-Brasil. Pesquise também quanto custa comprar os trechos internos avulsos nos sites das cias. aéreas convencionais. Com antecedência, costumam oferecer tarifas competitivas nas mesmas rotas.

Leia mais --> Low-costs na Europa: modo de usar

--> AGORA SIM: compre a passagem aérea

Depois de definir o roteiro e os meios de transporte dentro da Europa, aí sim você está pronto para comprar a passagem aérea mais adequada.

Compre a sua passagem pelo menos até o primeiro destino que você vai efetivamente visitar, voltando do último destino do seu itinerário. Não se prenda aos vôos diretos, nem às companhias aéreas do primeiro ou do último país do seu roteiro. Qualquer aérea pode emitir uma passagem do Brasil a Veneza, com volta ao Brasil desde Praga. O que vai mudar é o aeroporto de conexão.

Definido os pontos de chegada e partida da Europa, orce quanto custa incluir os trechos aéreos internos que você vai precisar fazer entre um módulo e outro do itinerário.

Se cada trecho custar menos de 100 euros (140 dólares), será um bom negócio pela conveniência e pela segurança. (Lembre-se: é difícil conseguir low-costs por menos de 80 euros o trecho, e com as low-costs as conexões não são garantidas e o excesso de bagagem é cruel.)

Passagens multidestinos podem ser compradas com agentes de viagem ou em todos os sites (incluindo aí os das próprias cias. aéreas) que ofereçam a opção "múltiplos destinos" ou "multiple destinations".

Leia mais --> Leitores dão as dicas de como comprar passagens com várias escalas

--> Quando é melhor fazer as reservas?

Quanto mais cedo você comprar as passagens aéreas, melhores preços deve encontrar (sobretudo se você quiser achar as barbadas das low-costs).

O melhor momento para reservar hotel é exatamente três meses antes da data de hospedagem: é quando as tarifas descontadas aparecem nos sites de reservas de hotéis. Note que os melhores descontos normalmente requerem débito imediato; leia as condições de cancelamento antes de fechar negócio.

Os trechos de trem são lançados nos sistemas das companhias ferroviárias entre 90 e 60 dias antes da data de viagem; as tarifas promocionais aparecem sempre neste momento e esgotam logo.

Dois meses antes de viajar, marque as visitas que podem ser reservadas pela internet: Galleria Uffizi em Florença, Museu do Vaticano, subida à Torre de Pisa, entrada na Alhambra...

Leia mais --> Como furar fila em museus e monumentos da Europa

Leia mais -->Florença: furando a fila na Uffizi e na Accademia

Leia mais --> Granada: Alhambra na prática, da compra do ingresso à visita

--> Cartão, débito ou dinheiro?

Assim como ocorre nos investimentos, o melhor é diversificar.

Leve um pouco de dinheiro vivo (300 a 500 euros) e tente guardar até o fim da viagem. É o seu fundo de reserva para emergências. Mesmo com o IOF mais baixo (O,38%), não vale a pena carregar maços de dinheiro vivo. Primeiro, porque a economia com relação ao cartão de crédito não é de 6% redondos: a taxa de câmbio do euro vivo é sempre um pouco mais alta. A diferença vai dar aí em torno de 4%. Esses 4% de economia não valem a sensação de insegurança de carregar todo o seu dinheiro em espécie.

Para os gastos pequenos em espécie do dia a dia, habilite seu cartão de banco para fazer saques direto da conta corrente. Funciona em qualquer caixa automático (não é preciso achar caixas do seu banco), e o IOF é de 6,38%. Há também a incidência de tarifas fixas;  faça saques sempre equivalentes a 200 euros para que não sejam significativas.

Com a extensão do IOF de 6,38% para os cartões pré-pagos, os cartões de crédito voltaram a ser a melhor alternativa para as grandes despesas. A diferença com relação ao dinheiro vivo, como dissemos no parágrafo acima, será de uns 4%. Pense nesses 4% como uma taxa de conveniência. Se o seu cartão render milhas, você compensa essa diferença emitindo uma passagem nacional na faixa na volta.

Os cartões de débito internacional recarregáveis (tipo Travel Money) hoje só valem a pena como plano C. Leve para carregar à distância, caso dê algum chabu (ou atija o limite de gastos) nos cartões de crédito.

1741 comentários

Atenção: perguntas que já estejam respondidas no texto e comentários ofensivos ou em maiúsculas serão deletados.

Cancelar
Claudio Machado

Adorei o site, e estou devorando cada artigo. para poder me preparar para as minhas (tão merecidas) férias. Moro no Japão, e pretendo fazer este Roteiro:
Japão > Roma (2 dias), de carro >Veneza (2 dias)> Passando pelos Alpes (2 dias) > Paris(3)> Londres (3 dias)= Japão de novo. rsrsr Iniciando em maio/2015.
E talvez se o dinheiro e o tempo derem a Escócia, visitar as Highlands(sonho de infância). O que acha deste roteiro. Optei pelo carro, pois me parece a viagem em si da Itália para a França já é um espetáculo. Gostaria muito da opinião de pessoas experientes, como vocês.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Claudio! O roteiro está corrido, e carro não é o melhor transporte para usar nas grandes cidades da Europa. Entenda:
http://www.viajenaviagem.com/2010/07/europa-quantos-dias-em-cada-lugar/
http://www.viajenaviagem.com/2007/08/europa-aviao-trem-ou-carro/

Lourdes Luzia Ribeiro de Jesus

Olá vc poderia me ajuidar na viagem dos nossos sonhos? eu e meu marido prentedemos viajar depois de julho porque não gostamos de frio intenso. Temos tempo disponível por sermos aposentados. Soube que a alta temporada julho e agosto tudo muito caro.Então pensamos mês de setembro o que vc acha?Gostaria que vc me orientasse no roteiro . Os países que desejamos França, Itália e ai incluindo Veneza por favor, Espanha incluindo Barcelona, Portugal. Ai prentedemos alugar um carro e fazer o litoral português. Não tenho nada ainda reservado esperando suas dicas. Inclusive que país chegaqr e de que país regressar. Algumas cidades podem ser feitas de trem. Teremos mais de 30 dias disponíveis ok . Aguardo suas dicas obrigado.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Lourdes! Desculpe, não fazemos roteiros personalizados. Use estas dicas para montar sua viagem: http://www.viajenaviagem.com/destino/europa-geral/

Sueli Nunes
Sueli NunesPermalinkResponder

Olá, vc poderia me informar se encontro trem direto de Londres a Bruges, ou o melhor seria ir para Bruxelas?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Sueli! O transbordo em Bruxelas é inevitável. Compre sua passagem no eurostar http://www.eurostar.co.uk para "Belgium Any Station". Você poderá seguir no mesmo dia para Bruges com o mesmo ticket.

Sueli Nunes
Sueli NunesPermalinkResponder

Obrigado pela dica.

Henrique Britto

Olá, acredita que 10 dias (no máximo 12) são suficientes para uma viagem por Bruxelas, Londres e Paris? Qual seria a melhor forma de locomoção entre essas capitais?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Henrique!

Leia:
http://www.viajenaviagem.com/2010/07/europa-quantos-dias-em-cada-lugar

Compre passagem com ida a Londres e volta de Paris. Vá de trem entre Londres, Bruxelas e Paris.

Claudio Machado

Como vocês tem, muita experiência nesta área, e eu quero erra o mínimo possível, rsrsrsr. poderia fazer uma pergunta particular? Meu email é calmacleod@Hotmail.com. Se puder me mandar uma mensagem seria muito bom. agradeço a atenção.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Claudio! Apenas respondemos perguntas feitas aqui no site e não por email. Pode fazer a sua que a gente responde. wink

João Antonio
João AntonioPermalinkResponder

Tenho um irmão que mora na suiça vou para la passar uns 20 dias, talvez vá com 2 amigos, qual roteiro seria mais interessante para um grupo de amigos?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, João! Não fazemos roteiros personalizados. Veja a nossa página guia sobre a Suíça e escolha os passeios que achar mais interessantes: http://www.viajenaviagem.com/destino/suica

Sheila Campos da Silva

Estou programando minha viagem para Inglaterra e França para set/2015 com milhas. Preciso emitir até 31/12, pois minhas milhas expiram em janeiro. A disponibilidade de datas é ridiculamente pequena. Pergunto:
1. Será que vale a pena esperar até dezembro para ver se disponibilizam mais ou devo aproveitar o que tem?
2. O melhor para o meu roteiro seria ir por Londres e voltar por Paris. Haveria alguma dificuldade com imigração (ou outra coisa) que compensasse mudar esse esquema?
Desde já agradeço!

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Sheila! Não existe uma receita de bolo para compras passagens com milhas. Tudo vai depender da lei de oferta e procura. Se você consegue comprar e não quer arriscar, garanta as suas passagens. Se não está feliz com a quantidade de milhas que vai gastar, entre todos os dias no site da cia. aérea para ver se haverá alguma alteração.

Não tem problema algum entrar por um país e sair por outro. wink

Tadeu
TadeuPermalinkResponder

Para Lourdes. Eu e minha esposa estivemos na Europa em parte de março e abril, ficamos 19 dias, sendo 04 em Paris, 11 na Itália e 04 em Lisboa.
Em Lisboa, alugamos um carro e fomos até Fátima, que bastam 02 horas para conhecer. Aproveitamos que estávamos em Fátima e conhecemos Nazaré(litoral) a 30 kms de distância, cidade conhecida pelas ondas gigantescas. Conhecemos também Sintra e Cascais, além do belíssimo oceanário de Lisboa.
Na Itália, fomos a Milão, Verona, Veneza, Florença, Assis, Pisa e Roma, na Itália tudo é muito lindo. Em Roma, Paris e Londres considere no mínimo 04 dias de estadia e das três Roma é a mais bela.
Em setembro/2015, iremos novamente a Lisboa(4 dias), Madrid(04 dias), Barcelona(04 dias) e Roma(04 dias), observe que estamos retornando a Roma e Lisboa, pois, foram as que mais gostamos e faltou muita coisa para conhecer.
Pretendemos, dessa vez em Portugal, conhecer Evora(01 dia), Costa da Caparica/Praia(01 dia) e matar as saudades da deliciosa comida portuguesa e de ouvir o fado.
Veja que a sua proposta de roteiro e muito semelhante a minha, na Itália, acredito que você deveria ficar mais tempo em Roma e pegar um trem para Veneza aproveitando para conhecer Florença que é caminho. Veneza é uma cidade muito cara, fique apenas um dia, é o suficiente para conhecer, não deixe de passear de gôndola . 02 dias em Florença e retorne para Roma, é tudo muito perto.

wender soares
wender soaresPermalinkResponder

Olá, segui suas dicas para Punta Cana e foi ótimo tudo, agora quero ir para Europa e preciso muito do seu help..gostaria de ir em ouubro 2015, clima bom? vou levar duas crianças 4 e 9 anos , pensei França e Suíça 15 dias, trem , passeios .. etc.. gostaria de ir em mais lugares, mas lendo já suas dicas acho que vai ficar corrido... que acha? rota?muito obrigado...

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Wender! Em outubro começa a esfriar. Use estas dicas para montar o seu roteiro:
http://www.viajenaviagem.com/destino/europa-geral/
http://www.viajenaviagem.com/2013/09/roteiros-trem-suica-swiss-pass/

Felipe Sá
Felipe SáPermalinkResponder

Boa tarde, gostaria de uma dica em relação a um roteiro. Tenho interesse em visitar Londres, Paris, Bruxelas e Amsterdam, mas em uma viagem de aproximadamente 15 dias, estaria disposto a abrir mão de conhecer a cidade holandesa, para poder apreciar melhor o passeio. E minha dúvida é em relação a como chegar em cada um desses lugares, qual seria o meio de melhor custo-benefício? Existe alguma dica de onde ir pra onde? Precisava muito de uma ajuda de vocês, se possível. Desde já agradeço pela atenção.