Guia de Aruba

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Aruba

Primeira ilha do Caribe a receber brasileiros em massa – na década de 80, com a Vasp -, Aruba não requer prática nem habilidade. É um destino praticamente sem contra-indicações.

Os furacões passam longe, dá para se comunicar em portunhol, não é preciso fazer câmbio para a moeda local – até o saque do caixa eletrônico pode ser feito em dólar.

Palm Beach, a principal zona hoteleira, tem a areia branco-talco e o mar calminho azul-bebê que você sonhou. Tudo funciona ao estilo americano – mas você não precisa nem tirar visto, olha que ótimo.

Venha para curtir o sol, a praia, a estrutura do hotelão (um cassinozinho, quem sabe…) e fazer um ou outro passeio. Férias para relaxar, lembra? Sossegue!

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    244 comentários

    Olá Bóia estou indo agora em agosto/22 para Aruba e tenho uma grande duvida. Para fazer a compra de passeios pela ilha, é melhor fazer por aqui definindo datas e preço OU deixar para fazer lá pagando em dolar? obrigado.

    Olá, Bóia! Fui agora na 1a. semana de maio para Aruba e, se me permitem, acho que várias atualizações caberiam no texto acima, sobretudo porque na pós-pandemia a ilha sofreu mudanças significativas e eu não consegui ver quase nada lá semelhante a “uma ilha feliz “. Os locais mal esboçam um sorriso, quanto muito só após receberem gorjeta. Caso contrário se limitam à cordialidade padrão, ou seja, a suficiente para atender o “American standard “. O centrinho de Oranjestad dá dó, a maioria das lojas fechadas por quebra, tudo bem às moscas. Idem para os malls de Palm Beach onde a muvuca segue forte à noite num nível certamente bem inferior ao dos tempos pré- pandêmicos. Aliás, vários restaurantes na avenida do Sopranos mencionados no texto também não existem mais, se bem que muitos foram substituídos por novos, entre os quais eu destacaria o Brutto Beach Club que – a despeito de seu ar pretensioso e do staff blasé – acaba entregando iguarias muito bem elaboradas e surpreendentemente deliciosas e inovadoras. Por fim, digno de nota a meu ver seria um aspecto climático não mencionado que pode ser determinante na escolha desse destino: o vento incessante e muito intenso que envolverá o viajante a cada segundo que esse permanecer fora de seus aposentos durante toda sua permanência na ilha. Visto como uma benção por muitos (pois ajuda a suportar as altas temperaturas), a outros tantos pode não ser tão bem-vindo devido à força excessiva , causando irritação e estresse. Talvez seja um fenômeno ligado às mudanças climáticas mas fato é que notei e colhi de vários turistas a mesma percepção. Todos bastante descontentes com a força das rajadas que provocavam jatos doloridos de areia nas caminhadas na praia, formação de praias de tombo, correntes marítimas que prejudicavam a atividade com snorkel e tiravam qualquer prazer de uma refeição ao ar livre. Para não mencionar o incômodo de ter que sair correndo para resgatar todos os itens que o vento leva embora de supetão (chapéus, echarpes, toalhas, guardanapos, cangas etc). Realmente é um aspecto a não ser subestimado. As minhas férias por lá não tiveram nada de relaxantes antes mesmo de aterrissar pois devido aos fortes ventos meu avião arremeteu e tivemos que ficar sobrevoando a ilha por quase uma hora antes de tentar ganhar terra novamente. E nem dá para dizer que são os “rabichos ” de furacões pois a temporada ainda nem começou…por fim cabe atualizar que as passagens de ônibus já estão a US$ 2,80 one way. Espero que minhas anotações possam ser de alguma utilidade para futuros aspirantes viajantes para esse destino. Um abraço!

      Com relação as observações de maio/22, era de se esperar que a ilha sofresse um baque econômico com a pandemia, exatamente por ser um local que vive do turismo; contudo eu já estive 3 vezes em Aruba e estou indo novamente no inicio do mês que vem e nunca sofri com o vento relatado (tem vento sim, mas não nesse nível)
      Sempre fui em julho (de repente o vento nesse período dá uma acalmada) e de tão linda, sempre tenho vontade de retornar. Costumamos alugar um carro (melhor que seja um 4×4) de forma a visitar com calma as várias praias da ilha, inclusive as que ficam dentro do parque Arikok (que é incrível), além de outros spots maravilhosos (cavernas, piscinas naturais, borboletário…) Mas o negócio é ver in loco como a ilha está depois desse período tão complicado (pro mundo todo aliás) e ver quais opções de gastronomia/compras que sobreviveram e as que vieram recentemente. Aruba é uma ilha feliz sim, só precisa de um tempo para se recuperar …

      Olá, Veridiana! A gente ficou até meio assim sem graça de responder, porque em 10 anos de conteúdo de Aruba publicado no blog este foi o primeiro relato com esse nível de reclamação de vento. Mas cada um é cada um, a gente precisa respeitar.

    Oi, Bóia! Acabo de voltar de Aruba e gostaria de fazer algumas atualizações no texto publicado pelo Ricardo, me permitem? Bom, pra começar, eu achei que é um destino com uma ou duas contra-indicações sim e justamente as que mais me disturbaram durante minha permanência por lá:1) o vento é muuuito forte, incessante e extremamente irritante (isso quando não vem em rajadas) e impede que a pessoa se sinta à vontade praticando seja lá a atividade que for. Eu diria que relaxar só se consegue debaixo d’água (e olhe lá!). Quando comentava isso com os locais, todos minimizam argumentando que se não fosse pela “brisa”, a ilha seria insuportavelmente quente, o que não deixa de ser verdade, porém é um vento realmente excessivo que irrita qualquer um. Alguns outros poucos concordaram comigo e explicaram que como lá estão próximos da região dos furacões, eles são golpeados pelos “rabichos ” destes e eu fingia anuir porque bem sei que maio ainda é cedo para a época. De todo modo, sei que é algo muito subjetivo mas notei que muita gente se queixava, na maioria mulheres por estar sempre com o cabelo emaranhado e em desordem mas homens também quando se tratava de tomar baldadas de areia dolorosas ao se fazer caminhadas na praia ou ter a visão obscurecida de repente por se encontrar com areia nos olhos. Ou simplesmente por não conseguir consumir uma refeição tranquilamente numa mesa exterior porque tudo sai voando e o cabelo entra na boca ao se dar uma garfada… parece frescura, bem sei, mas não é! Depois de um par de dias as férias relaxantes tão sonhadas acabam se convertendo em férias estressantes e o maldito vento tira a vontade de sair de dentro do quarto. Uma pena mas assim é e nenhuma literatura menciona esse ponto pois estudei a fundo o destino antes de ir para lá. Outra “coisinha ” bem desagradável para mim foi que SIM!, dei de cara com 2 iguanas enormes (quase 1 metro de comprimento, rabo incluído) que surprise surprise!, não saíram correndo e ficaram prostradas me encarando enquanto eu tinha O maior chilique da minha vida. Desnecessário dizer que quase tive um infarto. Outro ponto: não tem nada de uma ilha feliz (só no slogan talvez). Os locais são apenas corretamente cordiais, o tanto para satisfazer o padrão americano e nada além disso. Sorrisos só se esboçam após a gorjeta (e às vezes nem aí). Foi minha 1a. viagem até lá e acho que a pandemia bateu forte e as coisas não são mais como foram um dia…o centrinho de Oranjestad dá dó, o Royal Mall totalmente às moscas com a maioria das lojas fechadas por quebra. Idem o Palm Beach Mall e o Paseo Herencia está aberto uns 50%. A muvuca de Palm Beach é de bem baixo nível (não sei se também era antes) e há muitos restaurantes que abriram as portas recentemente na avenida do Sopranos no lugar dos que também faliram . Eu destacaria o Brutto Beach Club que é bem pretensioso (uma frescura só!) mas que no final tem uma ótima e inovadora cozinha. Para finalizar: os bilhetes de ônibus já custam U$ 2.80 one way. Espero ter dado alguma contribuição útil para alguém, abraços

    Oi, Bóia! Estou quase de partida para Aruba e já vivendo um pesadelo: MORRO de medo/ aversão a iguanas!!! Não é piada, tenho fobia incontrolável desses animais asquerosos…que fazer? Vc poderia perguntar pro Ricardo, por favor, quanto é frequente dar de cara com essas criaturas soltas nas praias, jardins, beira-mar, dentro do mar, bordas de piscinas, etc? Como devo proceder se tiver um encontro de primeiro grau tão indesejado? Por favor me responda, estou em pânico, até cogitando desistir da viagem….obrigada!

      Olá, Mirna! É raro você avista um iguana. Iguanas não se aproximam de pessoas. Iguanas normalmente fogem de quem tente se aproximar deles.

      É tipo ir para Tailândia e não querer os macacos por perto. Como ter paciência? 🫠🙄

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