Londres

Tate ModernGo east | Ricardo Freire

Primeiro, na virada do milênio, aconteceu South Bank: na margem sul do Tâmisa, em torno da roda gigante LondonEye, instalou-se um corredor turístico completo, entregando uma nova cidade para quem já tinha dado a Londres clássica por vista.

Na última década Londres revelou mais um canto ao forasteiro: Shoreditch e Hoxton, os primeiros bairros de East London, colados à City. Apareça por lá à noite e você vai se sentir como no Soho nova-iorquino de vinte anos atrás — um lugar que está acontecendo mas que ainda dá a impressão de ser fora do circuitão.

Não bastasse toda essa renovação, Londres ainda oferece outra novidade irresistível: o real nunca valeu tanto contra a libra. Sabendo escolher hotel e comendo nos (ótimos) restaurantes de rede, Londres pode sair mais em conta do que Paris ou Roma.

Quando ir

A City, vista da catedral de São Paulo

Céu nublado e chuvisqueiro fazem parte da paisagem londrina. Incorpore um guarda-chuvinha ao seu equipamento de sair, ou aproveite para desenvolver a indiferença (ou seria fleugma?) britânica ante a água que cai do céu.

Sabendo disso, o inverno não parece tão feio, já que o termômetro raramente chega a zero e a intensidade de chuvas não aumenta.

E o verão não tem contra-indicações: você faz mais coisas na rua e dificilmente passa calor. Com exceção das über-atrações turísticas, como Palácio de Buckingham, LondonEye e Tower Bridge, não há filas absurdas (os museus, gratuitos, são bico para entrar).

Como chegar

Londoneye

A British Airways voa direto de São Paulo e do Rio; a TAM, direto de São Paulo. Todas as outras cias. européias levam a Londres com uma conexão.

Chegue de trem se você vier de Paris ou Bruxelas (2h20 de viagem pelo Eurostar). Vindo de outros pontos da Europa, é melhor pegar o avião. Tente incluir escala em Londres na sua passagem transatlântica.

Caso resolva usar a grande oferta de vôos low-cost (a irlandesa Ryanair e a britânica easyJet, as duas gigantes do setor, são ‘locais’), lembre-se de não programar conexões com vôos convencionais. Se um vôo atrasar, nenhuma companhia se responsabiliza pela continuação da sua viagem.

Onde ficar?

Shoreditch, East London

Londres tem hotéis espalhados pela cidade inteira. Perto de estações, como Victoria e Paddington, há bolsões de hoteizinhos e bed & breakfasts em que a concorrência faz o preço baixar.

Duas áreas especialmente agradáveis, e com hotéis em conta, são South Kensington (perto do metrô Earl’s Court) e Bloomsbury (mais central). Se é para ficar perto de estação, eu ficaria em Euston, nas proximidades de King’s Cross/St. Pancras (a estação do Eurostar).

Quem quer turistar menos e curtir mais East London pode ficar em Hoxton e Shoreditch na boa. Para alugar, considere os bairros citados, mais Notting Hill e Chelsea.

Daqui pra onde?

Estação St. Pancras

Cambridge está a 50 min. de trem; Oxford, a uma hora. Num dia bonito – e se você tiver tempo sobrando – vale fazer um passeio a Brigton (1h10), a praia mais próxima.

As termas romanas de Bath estão a 1h30 de trem. Para ir a Stonehenge você precisa ir de trem a Salisbury (1h30) e então pegar o ônibus local. Há tours organizados que conseguem fazer Bath e Salisbury no mesmo dia.

A bela Edimburgo, na Escócia, está a 4h30 de trem, e dá boa continuação de viagem. Tendo coragem de dirigir na mão inglesa, há roteiros belíssimos para fazer nas ilhas britânicas – as Highlands na Escócia, as Cotswolds no sul da Inglaterra, o interior da Irlanda.

150 comentários para “Londres”

  1. Gente,
    por favor, estarei indo para Londres, pela primeira vez, em meados de agosto, com minha esposa e filha de 5 anos. Gostaria de levar um guia da cidade, para facilitar enquanto andamos pela cidade. Vcs recomendam algum específico de Londres?
    Abs a todos

    1. Há inúmeros guias de bolso de cidades em portuguÊs. Todos são bastante completos. Dos menores, gosto do Publifolha. Para um pouco mais de informação, tem o Time Out Londres.

      1. Riq, sugestão para uma enquete: Qual guia a tripulação normalmente utiliza em viagens. Pontos fortes, fracos. Na introdução uma opinião tua sobre as diferentes publicações que estão nas livrarias.
        Abçs

  2. Oi Riq! Possivelmente meu próximo destino europeu será Londres. Teremos 10 dias em abril. Estamos pensando em adicionar outra cidade ( não visitada ainda ) a viagem. Minhas preferidas são : Copenhagen, Sevilha ou São Petersburgo. Vc acha que alguma “dá liga” com Londres?

    1. Tudo dá liga, desde que os vôos sejam fáceis e não seja a sua primeira vez em Londres…

      1. eu não conheço londres… Mas to meio estressada com mais de uma semana em uma cidade, depois de 7 dias em Paris. ( nunca comentei mas já tava meio sem paciência por lá) Copenhagen eu consigo fazer a conexão pela TAM… vou pensar então. Valeu Riq!

        1. Qualquer cidade dá pra fazer conexão com a TAM. Você não precisa se limitar às cidades que tenham vôo direto a partir do Brasil. Existem as alianças e os acordos in-line de continuação de vôo.

          1. Pois então, ontem eu liguei para verificar os hubs e como os voos do Rio vao chegar a Frankfurt e Londres proximo mes, muita coisa vai melhorar por aqui. minha ideia é ir pra cph , por franakfurt, passar 3 dias. Pegar um voo da BMI, que tb é star aliance, pra Londres e voltar num voo direto de londres pro gig dia 24. este é o plano A, sujeito a mudanças no transcorrer do periodo. Claro que sua opiniao é “peso 2″ na minha decisão” ;-)

  3. Ai sem crase não dá: * à viagem
    Sorry :-)

  4. Juliana,

    Se me permite uma opinião, você vai perder tempo indo a essas cidades. Vai ter que pegar avião, e 10 dias não é muita coisa. Por que você não vai à Escócia? O trem de Londres para Edimburgo leva apenas 4 horas, e dizem que a cidade é muito bonita. Ou então fica os 10 dias em Londres e faz bate e volta para cidades como Bath, Statford

  5. Oi Claudia! Escocia é uma boa mesmo! Totalmente considerada sua opinião! Obrigada!!

    1. Em tempo: fui a Londres agora em junho pela quarta vez. Passei 8 dias inteiros e achei pouco. :) Mas eu sou uma “pessoa Londres”. A Paris eu fui duas vezes e não tenho vontade de voltar.

  6. Riq,

    Eu e Márcio chegamos de viagem semana passada e temos diversas dicas interessantes (bom, espero que sejam). Estamos com a vida meio corrida e vai viajar de novo na próxima semana, por isso vamos contar as coisas aos pouquinhos (inclusive o desfecho do “Tax Free”).

    Mas eu queria adiantar uma nova dica de hotel em Londres. Nós demoramos a fazer a reserva, e tanto o base2stay ( http://www.base2stay.com ) quanto o Darlington ( http://www.darlingtonhotel.com ) estavam sem vagas. Passei uns dias procurando uma outra opção e achei um hotel que me pareceu simpático: Space Apart Hotel ( http://www.aparthotel-london.co.uk ). Pois bem: acabou sendo melhor do que os outros dois.

    Nosso quarto, para três pessoas, era muito espaçoso (bem mais do que o quarto triplo do base2stay). O sofá que se transformava na cama extra (quase uma cama de casal) era muito confortável. O quarto tem uma mini cozinha com pratos, copos, taças, talheres, panelas, fogão elétrico, forno elétrico e máquina de lavar louça. O quarto também tinha máquina de lavar roupas, ferro elétrico, uma TV grande de LCD com aparelho de DVD (o hotel oferece filmes grátis na recepção, mas claro que não gastamos nosso tempo turístico vendo nenhum), dock para iPod e uma mesa de jantar com três cadeiras. A Internet wi-fi é de graça e há ainda uma máquina de gelo no hotel. Pagamos 155 Libras por noite, mais imposto, o que deu cerca de 180 Libras. O base2stay sairia por 167 Libras.

    O Space fica pertinho da estação Bayswater (5 a 10 minutos de caminhada), e perto dele há vários restaurantes (muitos mesmo), lojas e supermercados. Bem conveniente. Bom, fica aí a dica.

  7. Riq, não sei se alguém pode aproveitar a informação, comprei passagem para novembro na Eurostar – Londres-Paris por 39 euros. Mais barata que qualquer Low Cost.

    Abraços

  8. Riq, bom dia.
    Talvez não seja o lugar mais apropriado.
    Mas da uma olhada nesta matéria.
    É um absurdo.

    Para guia inglês, brasileiro abusa de decote e atraso
    Cartilha editada pelo governo britânico também diz que turistas do Brasil costumam interromper conversas

    VINÍCIUS QUEIROZ GALVÃO
    DE SÃO PAULO

    Brasileiros têm uma “noção de espaço pessoal menor do que outras culturas”, sempre chegam atrasados, vestem-se de maneira provocativa para qualquer ocasião, interrompem as conversas a todo instante e costumam dar beijos e abraços indiscriminadamente.
    Essa versão, cheia de estereótipos e generalizações, foi divulgada nesta semana pela agência nacional de turismo do Reino Unido, que preparou um guia de etiqueta para que os ingleses aprendam a recepcionar bem os turistas estrangeiros para a Olimpíada de 2012.
    O guia diz ainda que os brasileiros jamais devem ser questionados sobre informações pessoais, como idade, salário e estado civil.
    “Essa visão até pode ser procedente, mas a maneira como foi colocada foi muito grosseira. O problema não está no que o livro diz, não mentiram em nada. Agora, a maneira como colocaram foi ríspida”, diz o consultor de etiqueta Fábio Arruda.

    PROTESTOS
    A publicação, que inclui dezenas de outros países em sua lista de dicas, causou repúdio e indignação em todo o mundo, com repercussão tantos nos jornais britânicos quanto nas publicações dos países citados.
    Sobre os argentinos, o guia diz que são pavio curto e não têm senso de humor.
    Malvinas, política, religião ou o Brasil, “seu maior rival”, são assuntos proibidos durante conversas com o povo da Argentina, ensina o livro britânico.
    Nem o Itamaraty nem a Embaixada do Reino Unido em Brasília comentaram as afirmações do guia.
    A agência inglesa “Visit Britain”, que mantém representação em São Paulo, informou que o gerente do escritório no Brasil, Robin Johnson, está em Londres atualmente e não poderia falar à Folha ontem.
    “As coisas podem e devem ser ditas, a maneira é como.
    Esse guia me parece um soco no estômago. Seria a mesma coisa de dizer que os ingleses são devassos e não têm preocupação com a aparência dos dentes”, afirma o consultor de etiqueta.
    Colaboraram GERMANO ASSAD e LÍVIA SCATENA , de São Paulo

    http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff1208201014.htm (Para assinantes Uol e Folha)

    1. O texto pegou meio mal, mas eu concordo em uma parte: a noção de espaço pessoal do brasileiro é MUITO pequena. Adorei, depois de morar o tempo, a forma mais respeitosa e distante com que as pessoas aqui na Europa se portam quando vão interagir com você. Eu nunca gostei dessa história de tapinhas nas costas, precisar dar a mão ou cumprimentar todo mundo ao chegar em uma festa enorme etc. Por isso, acho mto legal a forma como as pessoas se comportam aqui.

      E, bem mais de 2 ou 3 vezes, já vi brasileiro sem a menor noção do fato tachando europeu de frio e arrogante só porque estranha esses costumes.

      1. Concordo com o André. Temos nossas características típicas e tb acho que a perceção do autor não está totalmente equivocada… é um ponto de vista. Na primeira viagem à Europa (e fui de Contiki – com um bando de americanos e australianos) o guia sempre repetia: “não é errado, é só diferente”. Falta a muitos de nós (brasileiros, londrinos, americanos, terráqueos) estarmos abertos para outros costumes e aceitar o que temos que não agrada a povos de outros lugares!

        O brasileiro vive sim interrompendo conversa alheia – quem viveu no exterior e retorna nota isso logo. O brasileiro de um modo geral também adora tocar no outro, sim – recentemente, teve o video do Parreira tentando cumprimentar o técnico da França… quando o técnico recusou, a primeira coisa que Parreira fez foi pegá-lo pelo ombro pra continuar falando! rsrsrs, somos nós, quer aceitemos ou não…

        E como é que vamos contrariar uma declaração que vestimos de forma muito provocativa? Em 2008, hospedada no sul da Provence conheci a dona de um B&B, francesa nascida na Argentina, onde foi criada até a adolescência. Ela disse que o pai dela entrou na américa do sul pelo ceará e desceu até a argentina e só sossegou e resolveu ter filhos quando chegou num lugar onde as pessoas cobriam o corpo de forma mais decente! Ela conta de forma extremamente bem humorada, e eu concordo – e não vejo problema, somos um país tropical, há quem se adapte e há outros que não…

        E acho que um dos primeiros passos para nos tornarmos uma potência no turismo internacional é reconhecer nossas características (todas) e entender o “olhar” do cliente. é isso…

  9. Olá Ricardo,

    Uma dica que eu gostaria de compartilhar: O restaurante The Warrington, do Gordon Ramsay é uma delícia e fica em uma área super agradável para passear um pouco a pé, perto da estação do metro de Warwick Avenue.

    Abraço.

    Alexandre.

  10. Oi!! Vou a Londres e depois Portugal. Será minha primeira vez em Londres, gostaria de saber como é que eu faço para pegar um low coast para lisboa. Qual o aeroporto q vcs me recomendamJá que lá tem 5. Que companhia aerea sugerem?

    1. Faça a busca em http://www.skyscanner.net .

      http://www.viajenaviagem.com/2009/07/cias-low-cost-na-europa-modo-de-usar/

      Na seção “Mão na roda”, logo acima, você tem links sobre como se locomover entre a cidade e Heathrow, Gatwick, Luton e Stansted. City é só para vôos executivos.

  11. Riq,

    Boa Tarde !

    ..direito ao ponto! vou fazer minha 1º viagem para fora do país e vou para Londres, o que vc pode me dizer sobre a imigração em Heathrow? ..eles são muito criteriosos?
    ..ah..parabéns pelo site(ótimas dicas ! ) e pelo seu programa na rádio…escuto diariamente.

    Obrigado !!

    1. São chatos. Tenha à mão organizadinhos: passagem de volta, reservas de hotel, extrato dos cartões de crédito/débito com especificação de limite de gastos/saldo. Não se contradiga nas respostas.

      1. Realemente, foi a maior entrevista de entrada que já fiz. Pior que Bajaras/MAdrid.
        Se responder ver museus, perguntam qual e o que tem neles, sério, acho que havia pego uma mau Amada.
        Leve tudo em mãos.
        Boa Viagem!!!

        1. Gustavo,

          ..pediram extrato bancário,etc?

          1. Acabamos de voltar de Londres e Paris (marido, eu e o filho de 3 anos). Passei pela imigração em Londres e fizeram apenas uma pergunta: “quantos dias pretendem ficar no país?”. Disse que passaríamos três dias e que em seguida iríamos para Paris. A moça então pediu para olhar os bilhetes (euroestar). Após conferir, bateu o carimbo nos passaportes. Foi super simples. Ainda bem. Eu estava com uma pasta cheia de documentos; comprovante de renda, extrato bancário, declaração de imposto, comprovante da escola do filho…além das libras. Não precisamos mostrar nada disso. Mas em todo caso, aconselho levar tudo certinho. Melhor pecar pelo excesso.

            1. Estive em Londres no final de junho, pela 4ª vez, salvo engano, e nunca a imigração foi tão rápida. Talvez seja o efeito crise. E olha que eu estava acompanhado de minha sobrinha, com 20 anos e em sua primeira viagem ao exterior.
              Pelo que eu me lembro, a única coisa que nos perguntaram era se era a nossa primeira vez em Londres.

  12. ok….com relação a gastos sei que isto depende muito dos passeios,nível dos restaurantes frequentados,etc…..mais estou prevendo uma média de 100 libras/dia..o que vc acha?

    Obrigado!

  13. Outra pergunta!
    Vou a lisboa via Londres. Ficarei umas 3hs em Heathrow para esperar meu voo(Tap)até Portugal.
    1° Terei que passar pela migração?
    Depois de passar 10 dias em Portugal meu voo de volta é por Londres e quero ficar uns 5 dias na cidade:
    2°terei q passar passar pela migração de novo caso já tenha passado no dia em q cheguei a Londres?

    Desculpas se as perguntas parecem bobas, mas essa é só a minha 2° viagem a Euraopa, e aminha experiência se resume apenas a Itália e a migração lá foi tão tranquila…

    1. A INglaterra não faz parte do Espaço Schengen, então tem uma imigração separada dos demais países da Europa. Na volta você certamente terá que fazer imigração. Na ida é que eu não sei se ainda existe a ala de passageiros em trânsito. Pela lógica você não precisaria fazer imigração britânica nessa chegada. Mas não sei te dizer com certeza.

      1. Considerando-se que quando se vai a Londres via Lisboa, não se faz imigração em Lisboa, eu suspeito que no caso inverso não será feita imigração em Londres. Mas, assim como Riq, é só uma suspeita.

  14. Boa Tarde, Riq!

    Farei Rio-Paris em 26-11. Retornarei ao Rio por Paris em 7-12. Pretendo passar alguns dias em Londres. Pensei em ir a Bruges. Preciso otimizar meu tempo.
    Minha dúvida é:
    Ir Paris-Bruges-Paris, como bate e volta e depois ir à Londres e voltar à Paris? ( esse roteiro está super bem explicado por vc e pelo Conexão Paris e não tenho dúvidas, ainda hahahah)

    Ir Paris-Bruges-Londres-Paris,ou ainda,ir Paris-Londres-Bruges-Paris.
    Essas duas últimas opções não sei como fazer, nem se são mais viáveis. Apenas pensei nelas seguindo sua recomendação de fazer um roteiro mais redondinho ou triangular, como queira.

    Obrigada!

    1. Pernoite em Bruges, Ghent ou Bruxelas para não ficar muito puxado. O pit stop simples e indolor é Bruxelas no caminho entre Paris e Amsterdã. O desvio a Bruges custa mais 2 horas (uma para ir, uma para voltar), fora o intervalo entre os trens.

      Na minha opinião, Bruges não vale um dia perdido nem em Londres nem em Paris, ainda mais com esse seu tempo exíguo e em dezembro, quando a Bélgica fica ainda mais inóspita do que o habitual.

  15. Gente,
    Quem pretende contratar um transfer em Londres, aconselho fugir da empresa exclusiveairports. Contratamos o serviço com bastante antecedência. Combinamos que seriam duas viagens; Heathrow-hotel e St. Pancras- Heathrow. A primeira foi tudo as mil maravilhas. A segunda, no entanto, foi um pesadelo. Quando chegamos à estação St. Pancras não tinha nenhum motorista nos esperando. Eu liguei por duas vezes e disseram que não tinham encontrado minha reserva. Tivemos que pegar um táxi no horário do rush para o aeroporto super preocupados em perder o nosso vôo. Quando cheguei ao Brasil, entrei em contato pedindo reembolso. Para minha surpresa, eles foram rudes e afirmaram categoricamente que não iam nos reembolsar porque o motorista estava sim na estação. Retruquei mais uma vez e a resposta foi mais rude ainda. É possível que outras pessoas façam ótimas recomendações dessa empresa. Quem quer contratar o serviço de transfer tem que ficar ligado nas críticas.

  16. Riq, obrigada por essa resposta. Vc já disse isso,sobre à Belgica, diversas vezes. Mas acho que, às vezes, mesmo sabendo que nossa opção não é a melhor,insistimos. Obrigada mesmo. Pelo visto, precisava ouvir isso mais uma vez. Desculpe por fazer vc se repetir. Sou leitora assídua mas de Europa sou marinheira de primeira viagem.
    Vou dividir meu tempo entre Paris e Londres, e talvez algum bate volta em Paris bem pertinho.
    Parabéns pelo seu trabalho, pela sua capacidade de agregar colaboradores tão participativos e pela sua paciência.
    Brigadíssima.

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