Natal

Ricardo Freire
por Ricardo Freire

Natal: o que fazer

Role a página para encontrar essas informações:

  • Quantos dias em Natal?
  • Precisa alugar carro em Natal?
  • As praias de Natal (e passeios combinados com elas)
  • Passeios de bugue: Litoral Norte com Genipabu e Litoral Sul com Pipa
  • Piscinas naturais (Parrachos): Maracajaú, Perobas e Pirangi
  • Bate-voltas (Pipa, Galinhos e João Pessoa)
  • Quantos dias em Natal?

Você precisa de dois dias inteiros para explorar os atrativos do litoral norte (de bugue) ou do litoral sul (de bugue ou de carro). Dias suplementares podem ser usados para ir a piscinas naturais (parrachos), bate-voltas (recomendo Galinhos), curtir praia e piscina. Se está pensando em fazer um bate-volta a Pipa, considere dividir a estada: duas (ou três) noites em Pipa oferecem um ótimo complemento a Natal (incluindo mais passeios aos arredores).

Natal: precisa alugar carro?

  • Como ocorre na maioria dos destinos nordestinos, alugar carro ou não é uma questão de estilo. As agências locais buscam os clientes em seus hotéis para fazer passeios, e para ir a restaurantes basta chamar um táxi pelos aplicativos. Quem decidir alugar carro, porém, vai ter autonomia para fazer seus horários e não vai se sujeitar ao pinga-pinga em hotéis para buscar e devolver passageiros na ida e na volta dos passeios. Com exceção do passeio de bugue ao litoral norte, todos podem ser feitos de carro. O único que não recomendo fazer de carro é o bate-volta a Galinhos -- é muito longe e cansativo para ir e voltar dirigindo.
  • As praias

Minhas três praias natalenses preferidas -- e os passeios que podem ser feitos a partir delas.

Ponta Negra

O que fazer em Natal: Ponta Negra

Canto direito de Ponta Negra / Old Five

Com o Morro do Careca ao fundo, Ponta Negra é a praia-cartão postal de Natal. A invasão européia de 1999-2005 (época em que os turistas chegavam em vôos charter da Escandinávia) deixou o costume de alugar espreguiçadeiras, o que é raro no Nordeste. (Os ombrellones grandões, porém, têm sido substituído por guarda-sóis comuns, o que é uma pena.)

O que fazer em Natal: Ponta Negra

Calçadão de Ponta Negra

A praia sofre com a erosão e precisou reconstruir o calçadão há alguns anos, com reforço de uma barreira de pedras que pode não ser muito fotogênica, mas resolve o problema. O melhor banho está no canto direito, entre o fim do calçadão e o Morro do Careca: ali o mar é mais calminho e você pode usar a estrutura do Old Five (tel. 84/3025-7005), um restaurante-bar de praia pé na areia, que é o lugar mais civilizado para passar o dia por aqui.

Passeio em Ponta Negra: jangalancha

Do canto direito da praia, normalmente a cada hora sai um passeio de barco (a 'jangalancha') que contorna o Morro do Careca e vai até a praia do Alagamar, que é território da Aeronáutica. Ali os passageiros têm 20 minutos para mergulhar e caminhar no rasinho, dentro d'água (é proibido andar na areia por razões militares). Com sorte, é possível ver golfinhos e tartarugas no trajeto. Contando os deslocamentos, o passeio dura uma hora.

Passeio de jangalancha

  • Canto direito de Ponta Negra, ao lado do Old Five | Tel.: 84/3301-5549 | Saídas a cada hora | R$ 65

Praia do Forte

O que fazer em Natal: Praia do Forte

Praia do Forte

A praia de banho mais gostoso de Natal fica escondidinha num ponto em que o passante só tem olhos para Forte dos Reis Magos e a Ponte Newton Navarro. É protegida por recifes e vira uma piscina na maré baixa. Sua ida à Praia do Forte pode ser encorpada com outras atrações, tanto do lado de cá quanto do lado de lá da ponte.

Passeios combinados com a Praia do Forte

O que fazer em Natal: Forte dos Reis Magos

Forte dos Reis magos

O Forte dos Reis Magos é o marco de fundação da cidade de Natal, em 1599. Está precisando urgentemente de restauração, que já foi orçada mas não começou. Mesmo assim, o lugar vale uma passadinha.

Uma outra maneira de ver o Forte é do mar, a bordo do catamarã que faz o passeio do Rio Potengi e chega até as proximidades do Forte dos Reis Magos. A saída é do Iate Clube de Natal.

O que fazer em Natal: Mercado da Redinha

Ginga com tapioca no Mercado da Redinha

Ao pé da ponte, mas do outro lado da foz do Potengi, o Mercado da Redinha tem bares com vista privilegiada da ponte e de Natal -- e guarda um tesouro culinário: as tapioqueiras que preparam ginga com tapioca (um peixinho miúdo que é espetado e frito, e então envolvo na tapioca que absorve a fritura e fica absurdamente saborosa).

O que fazer em Natal: Aquário Natal

Aquário Natal

Se você está com crianças, aproveite o passeio para dar um pulinho no Aquário Natal. Seus tanques expõem peixes do oceano e também de rio (como o pirarucu). Tem também tartarugas, pingüins, um hipopótamo e um tanque onde se pode tocar um tubarão manso de 2 metros. Pagando à parte, também dá para mergulhar de cilindro com tubarões.

Forte dos Reis Magos

  • Praia do Forte | Tel.: 84/3211-3820 | Abre de 3ª a domingo das 8h às 16h | Entrada gratuita

Passeio de catamarã pelo rio Potengi

  • Saídas do Iate Clube de Natal | R. Cel. Flamínio, bairro de Santos Reis | Tel.: 84/996-557-606

Mercado da Redinha

  • Largo João Alfredo, Praia da Redinha | Abre diariamente das 8h às 17h

Aquário Natal

  • Av. Litorânea, 1091, Redinha Nova | Tel.: 84/3224-2177 | Abre diariamente, das 8h às 17h | Ingressos: R$ 20 inteira, R$ 10 meia (de 2 a 7 anos, estudantes com carteirinha e maiores de 60 anos)

Praia de Camurupim

O que fazer em Natal: praia de Camurupim

Camurupim

28 km ao sul de Ponta Negra, a praia de Camurupim fica uma gostosura na maré baixa, quando seu recife represa a água do mar e transforma a praia numa enorme piscina. Consulte a tábua das marés (saiba como neste post) e programe sua parada aqui entre 90 minutos antes e 90 minutos depois do ponto mínimo da maré. Um bom lugar para estacionar, petiscar e tomar sol é o bar Flutuante do Mar (av. da Praia, 1994, tel. 84/3230-2020). Encaixe as outras atrações do sul de Natal nos momentos de maré alta (veja a seguir).

Passeios combinados com a Praia de Camurupim

O que fazer em Natal: Maior Cajueiro do Mundo

Cajueiro de Pirangi

No caminho de ida ou de volta (agende-se de modo a não perder a maré baixa em Camurupim) você pode passar pelo Maior Cajueiro do Mundo em Pirangi. A maior árvore frutífera do planeta (de 8.500 m²) cresceu devido a uma anomalia genética que faz com que seus galhos, ao tocar o chão, desenvolvam raízes. Para um leigo, é impossível identificar que se trata de uma árvore só; você se sente num grande bosque de cajus. Ainda assim, a visão do mirante é impressionante (e de novembro a janeiro, época de caju maduro, você pode colher cajus no pé, sem pagar extra).

O que fazer em Natal: Mirante dos Golfinhos

Mirante dos Golfinhos

Outra parada costumeira no circuito do turista é o Mirante dos Golfinhos, em Barra de Tabatinga -- uma praia protegida por uma imponente falésia, prima-irmã das praias de Pipa.

O que fazer em Natal: Lagoa de Arituba

Lagoa de Arituba

A Lagoa de Arituba é a alternativa de banho a Camurupim no momento de maré alta. A lagoa oferece caiaque e SUP para alugar. O caminho para chegar é o mesmo de Camurupim; fica à altura da praia, só que para o interior.

Cajueiro de Pirangi

  • Av. Dep. Márcio Marinho, 2, Pirangi do Norte | Tel.: 84/988-290-304 | Abre diariamente das 7h30 às 17h30 | Ingresso: inteira R$ 8, meia R$ 4 (crianças de 7 a 12 anos, estudantes com carteirinha, maiores de 60 anos); grátis até 6 anos
  • Passeios de bugue

Viajar a Natal é praticamente um sinônimo para 'passear de bugue'. Natal é a única capital nordestina de onde você já sai de bugue do hotel -- e segue para o norte (pela Via Costeira e Ponte Newton Navarro) ou para o sul (pela Rota do Sol).

Passeio de bugue a Genipabu e Litoral Norte

O que fazer em Natal: passeio de bugue ao Litoral Norte

É o passeio-síntese de Natal, com várias atividades envolvidas (algumas com custo extra). O bugueiro pega você no hotel antes das 9h e atravessa a ponte nova na direção de Genipabu.

A primeira parada -- se o grupo quiser parar -- pode ser no Aquário Natal, que está no caminho. Caso esteja interessado, minha sugestão é pedir para deixar para a volta (abre diariamente até as 17h; R$ 20 inteira, R$ 10 meia -- leia mais sobre o Aquário mais acima, em 'As praias', no tópico 'Praia do Forte').

As paradas seguintes serão nas nas dunas fixas de Genipabu. Primeiro, no alto do mirante para a Lagoa de Genipabu (a descida é proibida). Depois, na Ponta de Genipabu, para fotografar o cartão-postal mais famoso de Natal. A terceira parada desta etapa é junto aos Dromedários que estão a postos para tirar fotos e fazer passeios (R$ 65 por pessoa o passeio de 15 minutos).

De Genipabu os bugues vão para a fila das pequenas balsas que fazem a travessia do rio Ceará-Mirim (dois bugues por balsa). Ali é cobrado um extra de R$ 10 por passageiro (que dá direito também à entrada no parque de dunas móveis logo adiante).

Neste momento pode acontecer a parada de 30 minutos para banho de mar (o bugueiro escolhe um trecho de praia com barraca em função da maré).

Depois do banho de mar tem banho de lagoa: o bugue pára na Lagoa de Pitangui. Aqui dá para fazer stand-up paddle (R$ 25), caiaque (R$ 15 o caiaque) e andar de pedalinho (R$ 20 para dois adultos e uma criança). Se você não estiver interessado nessa atividade, negocie com o bugueiro para que a parada para banho de lagoa seja na lagoa seguinte, a de Jacumã, que tem água mais bonita.

Na seqüência vem a parte mais esperada por muitos passageiros: o passeio pelas Dunas Móveis, que é feito em território privado nas dunas de Pitangui e Jacumã. É aqui que os bugueiros capricham no modo "com emoção". Sem querer ser chato, mas sendo, devo lembrar que os bugues não são equipados com nenhum equipamento de segurança -- os três passageiros que vão atrás vão totalmente soltos. O sucesso de quatro ou cinco manobras bastante arriscadas neste circuito depende exclusivamente da perícia do bugueiro. Se eu fosse você, não arriscaria a coluna: fecharia um bugue para o seu próprio grupo e acertaria um passeio sem emoção -- que já é suficientemente emocionante, acredite.

Entre as dunas móveis de Pitangui e Jacumã há uma parada para esquibunda (R$ 13), num local equipado com um elevadorzinho de trilho, para subir de volta sem esforço.

E depois da duna de Jacumã acontece a parada para o aerobunda (R$ 13), que é como se chama tirolesa em potiguarês.

(Na continuação, eu sugeriria a parada para banho de lagoa na Lagoa de Jacumã, no lugar da Lagoa de Pitangui mais cedo.)

A essa altura, já estará perto da uma da tarde: o bugueiro levará até a parada de almoço. O restaurante mais bem-apessoado dessa costa é o Naf Naf, na praia de Jacumã (tel. 84/3228-2228); peça para seu bugueiro levar você lá.

Na volta, o bugueiro vai voltar pela praia se a maré estiver baixa; se a maré estiver alta, a volta vai ser pela estrada. Nas duas opções, dá para passar no Aquário antes de atravessar de volta a Natal.

Dica: nas luas cheia e nova, a maré baixa acontece de manhã, e por isso a volta terá que ser pela estrada. Nas luas minguante e crescente, a maré baixa acontece de tarde, e a volta será pela praia.

O passeio pode ser agendado pelo seu hotel ou pousada ou por agências de receptivo de Natal, que encaixarão você num bugue.

Passeio de bugue ao Litoral Sul e Pipa

O que fazer em Natal: passeio de bugue ao Litoral Sul

O que fazer em Natal: passeio de bugue ao Litoral Sul

Passeio de bugue ao Litoral Sul

Pela costa, Pipa está a 50 km de Ponta Negra; bugues e carros 4x4 podem evitar a estrada, rodando pela areia. O trajeto funciona como um beach-tour, com paradas para fotos nas praias do Cotovelo, de Pirangi (o bugue pode também parar no Maior Cajueiro do Mundo), no mirante da Barra de Tabatinga, na lagoa de Arituba e na praia de Camurupim. Ao fim da zona urbana de Natal, o bugue sai do asfalto e entra na areia; faz manobras nas Dunas de Malembar e prossegue pela praia de Malembar até a Lagoa Guaraíras, que é atravessada de balsa (R$ 40 extras por bugue). Do outro lado da lagoa já é Tibau do Sul, ligada a Pipa por uma estrada panorâmica de onde se avistam as praias de Cacimbinhas e do Madeiro. Os bugues costumam passar pelo centro de Pipa e ir até o Chapadão, para a última parada de fotos para o Face. Na volta, peça que a parada do almoço seja no centrinho de Pipa, para comer com vista para o mar da praia do Centro.

(Se você não é tão aficionado por bugues, pode ir de carro às praias do sul -- leia mais acima, em 'As praias', o roteiro sugerido para Camurupim -- e deixar para visitar Pipa com pelo menos um pernoite.)

Passeio de quadriciclo pelas lagoas de Pium e Nísia Floresta

Este passeio percorre cinco lagoas ao sul de Ponta Negra: Lagoa do Peixe, Lagoa do Pirata, Lagoa Amarela, Lagoa da Juventude e Lagoa do Alcaçuz. Cada participante pilota seu próprio quadriciclo, rodando em comboio, liderados pelo guia.

  • Piscinas naturais (parrachos)

No Rio Grande do Norte as piscinas naturais em alto mar são chamadas parrachos. Mergulhar numa delas é um ótimo contraponto a tantas experiências de areia no continente.

Como acontece em outros lugares, as piscinas naturais só emergem na maré baixa; os catamarãs e lanchas programam suas saídas de acordo com o nível mínimo da maré. Todos os dias, esse horário muda -- acontece de 30 a 45 minutos mais tarde que no dia anterior.

Os passeios aos parrachos são melhor aproveitáveis durante as lua cheia e nova, quando a maré baixa acontece de manhã e atinge níveis mínimos. Nas luas minguante e crescente a maré baixa ocorre à tarde e seca bem menos. Para saber o horário certo é preciso usar a tábua das marés: eu dou todas as dicas neste post.

Parrachos de Maracajaú

Parrachos de Maracajaú

Parrachos de Maracajaú

A 60 km da zona hoteleira de Ponta Negra, a praia de Maracajaú é o ponto de partida para as piscinas naturais mais famosas do Rio Grande do Norte. Os parrachos de Maracajaú são diferentes do que você está acostumado: têm muito mais profundidade do que as Galés de Maragogi ou as piscinas naturais de Porto de Galinhas. Justamente por isso, Maracajaú oferece a maior riqueza em corais e vida marinha da turma. Aqui, mergulhar com snorkel é imprescindível para aproveitar o passeio.

Há duas maneiras de chegar aos parrachos, que ficam a 7 km da praia: de catamarã (que vai em 25 minutos) ou lancha (que chega em 15 minutos). Ao comprar seu passeio, verifique o tipo de transporte (os passeios que usam catamarã são mais baratos do que os que usam lancha). Nas duas embarcações, o limite mínimo de idade para subir a bordo é 6 anos.

Se você está de carro e não vai usar tour de agência, deve reservar o passeio com um dos três operadores que atuam na praia. É muito arriscado deixar para comprar na hora (as vagas são limitadas).

Existem alguns pontos de embarque em Maracajaú. O mais importante deles é o parque aquático Ma-Noa.

Parque aquático Ma-Noa

O que fazer em Natal: Ma-Noa

Ma-Noa Park

O Ma-Noa não é assim nenhum Beach Park, mas tem toboáguas invocados, uma piscina com correnteza e uma área dedicada a crianças pequenas. O restaurante serve almoço buffet e, nos dias em que a saída para os parrachos é muito cedo, café da manhã também.

Maracajaú Diver

  • Embarque numa área própria dentro do Ma-Noa Park, Maracajaú (não é preciso comprar ingresso) | Tel.: 84/3223-6866 | Lancha, R$ 95 (outubro/2016) | Catamarã, R$ 80 (outubro/2016) | Consulte horários de saídas aqui

Portal de Maracajaú

  • Praia de Maracajaú | Tel. 84/999-819-320 | Catamarã, R$ 80 (outubro/2016)

Parrachos Praia Clube

  • Praia de Maracajaú | Tel. 84/2010-9434 | Catamarã, R$ 80 (outubro/2016)

Ma-Noa Park

  • Praia de Maracajaú | Tel.: 84/999-876-747 | Funciona de 4ª a domingo e feriados das 10h às 16h (nos outros dias o ponto de embarque do Maracajaú Diver funciona normalmente) | Ingresso: inteira, R$ 54; crianças entre 1 e 1,4m, R$ 39; 60 anos ou mais, R$ 27; crianças até 1m, grátis (outubro/2016)

Parrachos de Perobas

Parrachos de Perobas

Parrachos de Perobas

A 85 km da zona hoteleira de Ponta Negra, os Parrachos de Perobas oferecem uma experiência bem distinta dos de Maracajaú: aqui a piscina natural é mais rasinha e o visual Caribe, mais acentuado. (O fato de os parrachos estarem ao pé de um farol no meio do mar também acrescenta um certo charme.)

A estrutura à beira da praia ainda é incipiente: há poucas lanchas e alguns restaurantes rústicos. Por isso, o melhor é vir com o passeio já garantido comprando um tour em Natal.

Caso esteja de carro, reserve o passeio diretamente com um dos operadores locais. Na hora dificilmente você conseguirá vaga. Na BR 101, pegue a saída para Rio do Fogo e vá perguntando o caminho, que não é sinalizado. Perobas fica entre Rio do Fogo e Touros.

Eu escrevo sobre minha experiência em Perobas aqui.

Perobas Aquatica

  • Praia de Perobas | Tel.: 84/3084-6000 | Lancha, R$ 95 (outubro/2016)

Restaurante do Vozinho

  • Praia de Perobas | Tel.: 84/991-988-732 | Lancha, R$ 95 (outubro/2016)

Fernando Passeios

  • Praia de Perobas | Tel.: 84/991-896-645 | Lancha, R$ 95 (outubro/2016)

Parrachos de Pirangi

A apenas 15 km ao sul de Ponta Negra, acessadas a partir do restaurante Marina Badauê, as piscinas naturais de Pirangi são as mais próximas do seu hotel em Natal. Mas são as mais modestas: não têm a vida marinha de Maracajaú nem o azul-caribe de Perobas. Estão bem próximas à praia -- 800 metros -- e são encaixadas num passeio de barco que passa por outras praias do litoral sul. É preciso alugar calçados especiais para andar sobre os recifes.

O Cajueiro de Pirangi fica em frente e pode ser visitado antes ou depois das piscinas.

Marina Badauê

  • Av. Márcio Marinho, Pirangi (em frente ao Cajueiro) | Tel.: 84/3238-2066 | Escuna ou catamarã, R$ 70 (outubro/2016)

Cajueiro de Pirangi

  • Av. Dep. Márcio Marinho, 2, Pirangi do Norte | Tel.: 84/988-290-304 | Abre diariamente das 7h30 às 17h30 | Ingresso: inteira R$ 8, meia R$ 4 (crianças de 7 a 12 anos, estudantes com carteirinha, maiores de 60 anos); grátis até 6 anos

  • Bate-volta a Pipa

Natal combina com Pipa

Pelo asfalto, Pipa está a 85 km da zona hoteleira de Ponta Negra. O tour pela estrada pula todas as praias do sul de Natal exploradas no tour de bugue -- mas em compensação é bem menos frenético e dedica mais tempo a Pipa. A primeira parada costuma ser na Lagoa Guaraíras, ao chegar em Tibau do Sul. Depois há um pit stop para fotos no alto da falésia em Cacimbinhas, seguida de uma parada mais longa na Praia do Madeiro, com direito a pegar praia. O tour termina na praia do centro de Pipa, onde dá para almoçar ou contratar algum passeio extra, de barco ou de jardineira.

Vale a pena o bate-volta? O roteiro mostra os cartões-postais de Pipa, mas não entrega o charme do vilarejo, que só aparece à noite. Na minha opinião, é preciso dormir em Pipa para entender Pipa. Mas se você só está interessado nos aspectos naturais de Pipa, o tour cobre, sim, o essencial.

  • Bate-volta a Galinhos

Passeio a Galinhos

A 180 km da zona hoteleira de Ponta Negra, Galinhos é um bate-volta bastante cansativo, com três horas de estrada para ir, três para voltar. No entanto, se feito em tour organizado, é um bate-volta bem factível. A ida vai ser tediosa, mas depois de chegar a Galinhos o roteiro será supermovimentado e diversificado (e na volta você vem dormindo). Primeiro você passeia de barco por um braço de mar ladeado por um belo manguezal até chegar a uma salina, onde é feita a primeira parada. A segunda parada é à beira de uma duna, numa paisagem meio Lençóis Maranhenses. Ali você pode pegar um passeio de bugue até a vila de Galos (pago à parte) ou seguir com o barco. Em Galos é servido o almoço. De barco ou bugue, os passageiros seguem à vila de Galinhos, onde o bugue deixa de circular e é possível contratar um passeio de charrete até o farol.

Se você curte lugares exóticos, porém, considere ir a Galinhos para ficar alguns dias.

  • Bate-volta a João Pessoa

Natal combina com João Pessoa

Bate-volta de uma capital nordestina a outra? Serve apenas para o turista se auto-enganar, achando que 'ticou' um novo destino ou 'conheceu' dois estados numa viagem só. A verdade, porém, é que esse tipo de passeio não passa de um city-tour que começa depois de 2 horas e meia de estrada (e tem duas horas e meia de estrada para voltar).

14 comentários

Ana Claudia
Ana ClaudiaPermalinkResponder

Uma sugestão de bar-restaurante à beira-mar é o Camurutaba que fica bem na divisa das praias Tabatinga e Camurupim. Outra excelente praia bem perto de Natal é Cotovelo. Lá tem dois bons restaurantes à beira mar. Todas essas praias ficam no litoral Sul que, para mim, é o mais bonito. Muito perto da badalação de Pipa tem a Lagoa de Guaraíras. Passar o dia lá tomando banho de lagoa é uma delícia. As barraquinhas são mais simples e baratas que das outras praias de Pipa. E sugiro ficar até o por do Sol que é espetacular.

Luiz Senna
Luiz SennaPermalinkResponder

Gostaria de conhecer Natal na primeira semana de dezembro/2018. Tem alguma restrição nesta período ou seria melhor outra época ?

DANIELA
DANIELAPermalinkResponder

Estava planejando com muito carinho ir a Natal em Outubro, mas com essa última infeliz notícia do casal de policiais que foram mortos na pizzaria, comecei a pesquisar um pouco e fiquei insegura em relação a segurança na cidade. O que vocês poderiam me dizer, atualmente realmente está sendo um destino ruim? Melhor pensar em outro lugar do Nordeste?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Daniela! O incidente não aconteceu na área turística. Não há relatos de incidentes na área turística.

Wagner Dória
Wagner DóriaPermalinkResponder

Olá.. pode vir tranquila. Muito policiamento pelas ruas.
Bom passeio

Patrícia Berrelha Albarici

Olá Ricardo!
Quero agradecer suas informações porque estão sendo muito úteis para minha primeira viagem ao Nordeste. Vou viajar para Natal em novembro com minha família e estou planejando os passeios.
Gostaria de saber o que é mais interessante. Vou viajar por uma companhia de viagem. Na hora de escolher os passeios é melhor fechar com a empresa indicada pela companhia de viagem ou por outras empresas indicadas pelo hotel. Tem muita diferença de preço entre elas?
Obrigada!

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Patrícia! Os preços dos passeios serão parecidos. Indo de pacote você terá o trânsfer de/para o aeroporto e talvez um city-tour incluídos. Mas a operadora vai botar bastante pressão para você comprar passeios para todos os dias com eles.

NICE PINHO
NICE PINHOPermalinkResponder

AMEI TODAS AS DICAS...ESTOU INDO PARA NATAL EM NOVEMBRO COM MINHA FAMILIA

MARINA MARRA
MARINA MARRAPermalinkResponder

Olá Ricardo! Gostei muito de suas dicas. Irei a Natal em Janeiro de 2019. Vou aproveitar suas sugestões. Obrigada!

Anselmo Franco da Silva

Tenho 8 dias para sair de Recife passar por João Pessoa e Natal e retornar para Recife qual a melhor opção?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Anselmo! Procure estar em João Pessoa nos dias mais apropriados para fazer passeios a piscinas naturais (luas nova ou cheia).

Veja:
https://www.youtube.com/watch?v=-F_100FWa3I

LEONARDO
LEONARDOPermalinkResponder

Olá.
Como faço para ir nos passeios se bugue?
Não vou me hospedar em hotéis ou pousadas.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Leonardo! Há pontos de venda na praia.

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