Onde comer no Rio de Janeiro

Guia do Rio de Janeiro

Onde comer no Rio de Janeiro

Enquanto em outras cidades as pessoas se enclausuram para almoçar e jantar, no Rio de Janeiro os bares e restaurantes se esparramam pelas calçadas. Você não interrompe sua viagem para fazer suas refeições. Pelo contrário: você pode almoçar, jantar, petiscar e bebericar com vista para o Rio de Janeiro.

Não importa onde você esteja hospedado, vai encontrar bons restaurantes aonde dá para ir caminhando. E se o seu interesse estiver em outro bairro, é só pegar um Uber – ou, muitas vezes, o metrô.

Veja nossa seleção de lugares onde comer no Rio de Janeiro. Não fique só nos nossos favoritos. Dê uma olhada nas melhores opções para comer e beber à beira-mar, escolha um ou cinco botequins tradicionais para experimentar – e, finalmente, veja a nossa seleção bairro a bairro. Bom apetite!

A Bóia recomenda:

Restaurantes e bares à beira-mar no Rio de Janeiro

Clique no nome do restaurante ou bar para ver a ficha completa.

Arp (Arpoador)

Restaurante Arp - Rio

No térreo do hotel mais interessante do Rio no momento, o Arp tem mesas internas (sem vista), na varanda (com vista para a praia) e no calçadão (com vista para a praia os Dois Irmãos).

Até o meio dia é servido o café da manhã, que vem todo à mesa, com pão de fermentação natural e delícias orgânicas.

Depois entra o cardápio “Entardecer e Anoitecer”, com petiscos e pratos para almoçar ou jantar de verdade.

Não deixe de experimentar os drinks de Néli Pereira, como o Porto Chileno (porto branco seco, tônica, boldo) ou A Jaca (whisky irlandês, infusão de jaca, limão).

  • Arp | Hotel Arpoador: entrada pela R. Francisco Otaviano, 177, Arpoador | Tel. (21) 96748-0155 | Instagram

Boteco Belmonte (Ipanema)

A onipresente rede de botequins pé-limpo abriu em agosto de 2021 uma casa fora dos seus padrões. Com pé direito monumental e rooftop com vista para o Morro Dois Irmãos, o Boteco Belmonte da esquina da Farme de Amoedo com a Vieira Souto forma filas para entrar desde a inauguração.

O cardápio é o mesmo das outras unidades – petiscos de boteco (alguns deles oferecidos por garçons que passam com bandejas cheias), filés, sandubas e caipivodkas bem feitas. Nas noites de música ao vivo, há um couvert artístico de R$ 35 por pessoa para quem senta no rooftop.

Localizado em frente à Praia da Farme – o trecho gay da praia de Ipanema -, é bastante provável que se torne um point LGBT no verão. Por enquanto, porém, a frequência não está muito diferente de outras filiais da Zona Sul.

  • Boteco Belmonte Ipanema | Av. Vieira Souto, 236, esquina Farme de Amoedo (Metrô Nossa Senhora da Paz, saída “A” – Joana Angélica, ou General Osório, saída “A” – Praça General Osório) | Tel. (21) 2267-9909 | Instagram

Boteco Boa Praça (Ipanema)

Apesar da cenografia de pracinha do interior, com lampiões e luzinhas, o Boteco Boa Praça é nascido e criado na avenida Faria Lima, o centro financeiro de São Paulo. Desembarcou no Rio, com estrondoso sucesso, no iniciozinho da Dias Ferreira no Leblon.

Depois de ficar famoso na cidade, acabou sucedendo outro bar paulista, o Astor, num ponto espetacular da beira-mar de Ipanema, próximo ao Arpoador.

Sua maior qualidade é a fartura de mesas na calçada, onde você recebe a brisa de Ipanema. (Fãs do Astor continuarão na saudade.)

  • Boteco Boa Praça Ipanema | Av. Vieira Souto, 110, Ipanema (Metrô: General Osório, saída “A” – Praça General Osório) | Tel. (21) 3496-8241 | Instagram

Forte de Copacabana

O visita (interessantíssima) ao Forte de Copacabana tem um desfecho perfeito num dos dois cafés que funcionam na mureta, com vista total da praia: a curva majestosa da orla, o paredão de prédios, as montanhas atrás deles e o Pão de Açúcar ao longe.

O mais concorrido é a filial da Confeitaria Colombo, sempre com filas. Mais adiante na mureta (muitos visitantes nem chegam a ver que existe), o Café 18 do Forte tem menos espera por uma mesa e um bom menu de pratos rápidos e cervejas artesanais.

  • Confeitaria Colombo | Forte de Copacabana, Av. Atlântica à altura da R. Francisco Otaviano | Tel. (21) 99603-2171 | Instagram
  • Café 18 do Forte | Forte de Copacabana, Av. Atlântica à altura da R. Francisco Otaviano | Tel. (21) 2523-0171 | Instagram

Gero (Ipanema)

O restaurante do Hotel Fasano foi ‘desenclausurado’ durante a pandemia. O Gero ganhou uma varanda que oferece ventilação natural e vista para o mar – mas sem expor demais os clientes.

Os clássicos continuam no cardápio, como o raviolone de mussarela de búfala com molho de tomate e manjericão, a costeleta de vitela à milanesa e o risoto de pato com maçã verde e pimenta. Os preços são de hotel 5 estrelas.

  • Gero | Hotel Fasano: Av. Vieira Souto, 80, esquina rua Joaquim Nabuca | Tel. (21) 3202-4030 | Site

Marina da Glória

Uma reforma pré-olímpica derrubou as cercas e abriu a Marina da Glória à cidade. No pavilhão principal instalaram-se restaurantes com vista para as lanchas e iates ali estacionados. Na volta de um passeio pelo Centro, considere o asiático fusion Kitchen, o italiano Bota ou a filial da rede de churrascarias de sotaque argentino Corrientes 348. Chegue e saia de Uber.

  • Corrientes 348 | Av. Infante Dom Henrique, s/n, Glória | Tel. (21) 2557-4027 | Site
  • Bota | Av. Infante Dom Henrique, s/n, Glória | Tel. (21) 98309-8273 | Instagram
  • Kitchen | Av. Infante Dom Henrique, s/n, Glória | Tel. (21) 98685-5555 | Instagram

Marine Restô (Copacabana)

No 6º andar do Hotel Fairmont, o Marine tem uma varanda que entrega a vista completa de Copacabana, com o Pão de Açúcar ao fundo.

As estrelas do cardápio são os assados no forno Josper, que combina grelha a carvão e forno num único equipamento e resulta em carnes, peixes e frutos do mar com o sabor da grelha, mas sem perder a umidade ou a maciez.

Entre as opções preparadas no Josper estão polvo (servido com batata calabresa), peixe (com mousseline de batata baroa), bife de chorizo Angus (com purê de cenoura) e cavaquinha para dois (com emulsão de limão siciliano).

Há também pratos de fogão, como o capeletti de berinjela assada, o risoto de moqueca de camarão com bottarga e filé com molho bordelaise e batatas rústicas.

Para conseguir uma mesa na varanda com vista, reserve com pelo menos uma semana de antecedência, de preferência por telefone. Especifique mesa na varanda com vista; há mesas na varanda sem vista.

  • Marine | Hotel Fairmont: Av. Atlântica, 4240, Copacabana | Tel. (21) 2525-1232 | Site

Muretas da Urca

Rio: Mureta da Urca

Bares estrategicamente posicionados na orla da Urca oferecem ambiente externo mais agradável da cidade: uma muretinha que acompanha todo o calçadão e que serve para sentar, apoiar drinks e contemplar o entardecer.

“A Mureta” original é a do Bar Urca, um botequim de 1940 que serve cerveja de 600 ml e ótimos pastéis e empadas. O ponto é o mais bucólico da orlinha da Urca.

Outros focos de muvuca na mureta ficam em torno do Urca Grill (que tem os preços mais camaradas) e também da filial do Boteco Belmonte do bairro (em frente à prainha da Urca).

  • Bar Urca | R. Cândido Gafre, 205, Urca | Tel. (21) 96432-4382 | Instagram
  • Urca Grill | R. Marechal Cantuária, 18, Urca | Tel. (21) 3209-1623 | Instagram
  • Boteco Belmonte Urca | Av. Portugal, 986, Urca | Tel. (21) 2543-1268 | Instagram

S. Bistrô (Leme)

Onde comer no Rio de Janeiro 1

Do mesmo grupo do Pizza Canastra e do Le Pulê, o S. Bistrô é um oásis cool na beira-mar do Leme. Tem mesas na calçada da av. Atlântica, mas para curtir a decoração haut-brechó você vai precisar pegar uma mesa no (pequeno) salão.

Apesar do sotaque predominantemente francês, o cardápio é quase um guia de viagem. De entrada, homus com beterraba; burrata; ragu de vôngoles. Entre os principais, tajine de cordeiro com amêndoa e cuscuz; wok thai de carne; salmão unilateral; steak au poivre; bife de ancho com farofa e chimichurri. Tem tarte tatin de sobremesa. Abre para jantar de 3ª a 5ª, e para almoço e jantar sem interrupção de 6ª a domingo.

  • S. Bistrô | Av. Atlântica, 994, Leme | Tel. (21) 98175-9574 | Instagram

Venga Chiringuito (Copacabana)

Venga Chiringuito - Rio

Num espaço bem maior que os Vengas do Leblon e de Ipanema, o Venga Chiringuito é o melhor bar/restaurante de praia na orla de Copacabana.

As tapas, espanholas da gema, podem ser castiças (croquetas de jamón; patatas bravas; tortilla) ou originais (tartare de atum com beterraba; revuelto de ovos com bacalhau). Para um jantar de verdade, paellas, bifes, peixes assados e arrozes melosos (caldosos). Na carta de drinks, cinco versões de gin-tônica.

Além de mesas na varanda, o Chiringuito (“bar de praia” em espanhol da Espanha) passou a montar também mesas na calçada, que aumentam a sensação de estar à beira-mar.

  • Venga Chiringuito | Av. Atlântica, 3880, esquina Francisco Sá | Tel. (21) 3264-980 | Instagram

Xian

Rio de Janeiro: onde comer - Xian

Misto de restaurante, rooftop bar e baladinha, o produzidíssimo Xian está instalado na cobertura do Bossa Nova Mall, anexo ao aeroporto Santos Dumont. Tem aspecto, cor, textura e consistência de um restaurante da Barra, mas com vista para a topografia da Baía de Guanabara.

O cardápio japa-fusion funciona bem no happy-hour — o melhor momento para ir, com o Pão de Açúcar visível em quadro. Depois que escurece, o Pão de Açúcar se apaga, mas o Cristo se ilumina lá no alto do Corcovado.

  • Xian | Bossa Nova Mall: Aeroporto Santos Dumont (VLT: Santos Dumont) | Tel. (21) 2303-7080 | Instagram

Os melhores quiosques de praia no Rio de Janeiro

Quiosques no Leme

Onde comer no Rio de Janeiro 2

Os bares ao longo do Caminho dos Pescadores, ao pé da Pedra do Leme (canto esquerdo da praia) não são, tecnicamente, quiosques. Mas estão tão pertinho da areia, que podem ser aproveitados não só no pós-praia, como durante…

O mais arrumado é o Mureta do Leme, ex-Espetto Carioca, que mudou de nome para capitalizar a muvuca do fim de tarde. No cardápio, espetinhos e a linda vista para Copacabana.

No calçadão, a filial do Gávea Beach Club pode ser usada como um bom restaurante de pria.

  • Mureta do Leme | Caminho dos Pescadores, av. Atlântica s/n, Leme | Tel. (21) 3514-2111 | Instagram
  • Gávea Beach Club Copacabana | Av. Atlântica, à altura do nº 840, Leme | Tel. (21) 99437-5275 | Instagram

Quiosques em Copacabana

Os quiosques de Copacabana são bastante genéricos. A orla foi repaginada há muito tempo (entre 2005 e 2006), antes do conceito de ‘beach lounge’ chegar ao Rio. Os quiosques de Copacabana cumprem a função de atender aos turistas que escolhem o bairro – muitas vezes, com música ao vivo à noite – mas não há destaques de comida ou ambiente.

Quiosques no Arpoador e em Ipanema

O quiosque mais original da Zona Sul fica na divisa do Arpador com Ipanema: o Alalaô Kiosk, de design minimalista (fechado, vira um caixote) e manutenção sustentável (é movido a energia eólica). Abre entre 15h e 21h e serve apenas drinks (com bebidas de qualidade).

Em setembro deve abrir o Lamare, que tem um dos donos da rede Gula-Gula entre os sócios, e deve ser a opção mais sofisticada da orla entre Ipanema e Leblon. Vai se instalar no lugar onde funcionou o Marea, que pertencia ao hotel Fasano.

Entre os postos 9 e 10, o Bossa Nove deu um banho de loja num quiosque comum da orla e serve chopp (raridade nos quiosquinhos de Ipanema), drinks de qualidade e bons petiscos (batatas fritas com parmesão, queijo coalho assado, gurjõezinhos de peixe).

  • Alalaô Kiosk | Início do calçadão do Arpoador, à altura da rua Francisco Otaviano (Metrô: General Osório, saída “A” – Praça General Osório) | Instagram
  • Bossa Nove | Av. Vieira Souto, à altura da R. Garcia d’Ávila | Instagram

Quiosques no Leblon

Os quiosques do Leblon foram repaginados na época da Olimpíada, com conceito de beach lounges (ok: quase).

O elenco variou muito nesses anos. Os destaques atuais vão para a cevicheria La Carioca en La Playa, que traz a fresquíssima cozinha peruana para a beira-mar; o bistrô praiano Azur, do império do chef Pedro de Artagão, e o revivido boteco Caneco 70, que era point do outro lado do calçadão até ser demolido para virar prédio.

  • La Carioca en la Playa | Av. Delfim Moreira à altura do nº 96, perto da rua Almirante Pereira Guimarães, Leblon (Metrô: Jardim de Alah – saída “B” – Almirante Pereira Guimarães) | Tel. (21) 99811-9696 | Instagram
  • Azur | Av. Delfim Moreira à altura do nº 250, em frente à rua Almirante Guilhem, Leblon (Metrô: Jardim de Alah – saída “B” – Almirante Pereira Guimarães) | Tel. (21) 98295-0045 | Instagram
  • Caneco 70 | Av. Delfim Moreira à altura do nº 1026, em frente à rua Rainha Guilhermina, Leblon (Metrô: Antero de Quental – saída “B” – General Urquiza) | Tel. (21) 97435-1266 | Instagram

Quiosques em São Conrado

Com ondas fortes (e períodos de má balneabilidade), São Conrado não atrai muitos banhistas. Mas se tornou um polo de quiosques arrumadíssimos.

O Barthô Praia, braço carioca de um bom restaurante de Paraty, é um charme – todo branquinho, com mesas no calçadão e sob a amendoeira. O QuiQui tem confortáveis sofás com almofadas. O Gávea Beach Club tem cardápio exenso. O SoGa, no canto direito (Praia do Pepino, onde pousam as asas-deltas) tem cadeiras de praia no gramado e funciona mais como bar: de vez em quando tem DJ.

Os horários de funcionamento são variáveis. Consulte os perfis dos quiosques no Instagram para ver quais estarão abertos. Para almoçar ou jantar, vale a pena reservar.

  • Barthô Praia | Av. Prefeito Mendes de Moraes, à altura do nº 1400, São Conrado | Tel. (21) 99521 478 | Instagram
  • QuiQui | Av. Prefeito Mendes de Moraes, à altura do nº 900, São Conrado | Tel. (21) 99501-0209 | Instagram
  • Gávea Beach Club São Conrado | Av. Prefeito Mendes de Moraes, entre as ruas Herbert Moses e Eng Armandino de Carvalho, São Conrado | Tel. (21) 99322-1551 | Instagram
  • SoGa Beach | Praia do Pepino, São Conrado | Tel. (21) 99557-3371 | Instagram

Quiosques na Barra da Tijuca

A maior concentração de quiosques bacanas da Barra está na Praia do Pepê. O quiosque pioneiro do pedaço – e que marcou o surgimento da Geração Saúde carioca – é a Barraca do Pepê, que serve sanduíches naturais, wraps, tortilhas e sucos ao lado de uma árvore frondosa.

Alguns quiosques do Pepê são verdadeiros beach lounges, com direito a serviço de praia.

O Clássico Beach Club é o mais sofisticado. O K08, point da moçada do kitesurf, é o esportivo. O VaiBE é o mais praiano, com serviço na areia.

A 4 km do Pepê, no Posto 7, o Clássico tem um segundo beach lounge na Barra: o Clássico Beach Club Downwind.

  • Barraca do Pepê | Av. do Pepê, altura do nº 1300, Praia do Pepê | Tel. (21) 97550-9820 | Instagram
  • Clássico Postinho | Av. do Pepê, Posto 2, Praia do Pepê | Tel. (21) 3489-9217 | Instagram
  • K08 Club | Av. Pepê, 890, Praia do Pepê | Tel. (21) 99738-0808 | Instagram
  • VaiBE | Av. do Pepê, 1230, Praia do Pepê | Tel. (21) 98322-0017 | Instagram
  • Clássico Downwind | Av. Lúcio Costa, 5200, Barra da Tijuca | Tel. (21) 3489-9217 | Instagram

Quiosques nas praias da Zona Oeste

No iniciozinho da Praia da Reserva, na divisa com a Barra da Tijuca, o Pesqueiro oferece conforto num trecho de praia selvagem.

Na Praia da Macumba, o quiosque Rico Point, da lenda do surf Rico de Souza, é famoso pelo açaí.

Já na Prainha, enquanto o pessoal do surf fica no Soul Prainha, as famílias e os turistas apreciam a vista bem-instalados no Mirante da Prainha.

Finalmente, já faz alguns anos que o antigo quiosque do trecho não-naturista da Praia do Abricó ganhou um upgrade ao se tornar o Clássico Beach Club Grumari. (Para acessar a área naturista é preciso caminhar para a esquerda – e tirar a roupa quando a placa exigir.)

  • Pesqueiro | Av. Lúcio Costa, à altura do Parque Municipal Marapendi, Praia da Reserva | Tel. (21) 99995-4794 | Instagram
  • Rico Point | Estrada do Pontal, 3580, Praia da Macumba | Tel. (21) 2438-1821 | Instagram
  • Soul Prainha | Prainha | Tel. (21) 97827-3240 | Instagram
  • Mirante da Prainha | Canto direito da Prainha | Tel. (21) 97639-5464 | Instagram
  • Clássico Grumari | Praia do Abricó | Tel. (21) 3489-9217 | Instagram

10 botequins clássicos

Clique no nome do botequim para ver a ficha completa.

Onde comer no Leblon

Clique no nome do restaurante para ver a ficha completa.

As zonas gastronômicas do Leblon

Quer escolher seu restaurante in loco? Procure por aqui:

  • Dias Ferreira: restaurantes e bares enfileirados, principalmente no trecho entre a Ataulfo de Paiva e a General Venâncio Flores.
  • Shopping Leblon: a ala de restaurantes fica no último andar (R. Afrânio de Melo Franco, 290. Metrô: Jardim de Alah, saída “B” – Almirante Pereira Guimarães).
  • Calçadão da praia: no Leblon os quiosques de praia são bares/restaurantes de verdade.

Restaurantes selecionados no Leblon

Os restaurantes estão listados em ordem alfabética.

Bibi Sucos

A rede de casas de suco com o DNA mais carioca começou na esquina da Ataulfo de Paiva com José Linhares. Você pode turbinar seu suco com ingredientes extras, como água de coco, clorofila, linhaça, couve, guaraná em pó, cúrcuma ou proteinato de cálcio. Serve também tapiocas, crepes, sanduíches naturais e burgers. Abre até a 0h20 (6ª e sábado, até 1h30).

  • Bibi Sucos | Av. Ataulfo de Paiva, 591 (Metrô: Antero de Quental, saída “B” – General Urquiza) | Tel. (21) 2259-0000 | Instagram

Boteco Rainha & Galeto Rainha

Mais um quarteirão sucumbiu à botequinzação da Dias Ferreira: o chef-empresário Pedro de Artagão transformou dois pontos que andavam devagar em dois sucessos instantâneos.

Na esquina com a rua Rainha Guilhermina, o Boteco Rainha tem forte sotaque português, tanto nos petiscos quanto nos pratos (O almoço executivo, porém, é bem brazuca, variando pratos como bobó, parmegiana e camarão com arroz à grega).

O quase-vizinho Galeto Rainha (existe uma outra casa entre os dois) gourmetiza a grande tradição carioca. Os galetos e outros cortes assados na brasa (lombo, carré, costela) vêm com guarnições que incluem arroz maluco, feijão rico e opções de farofa (de ovo, de alho, de banana).

  • Boteco Rainha | R. Dias FErreira, 247, Leblon | Tel. (21) 3598-8714 | Instagram
  • Galeto Rainha | R. Dias Ferreira, 259, Leblon | Tel. (21) 3598-8714 | Instagram

Bracarense

Fundado em 1961, o botequim Bracarense passou mais de 30 anos sem mesas e cadeiras: os clientes traziam suas próprias cadeiras dobráveis (direto da praia) para serem atendidos na calçada. Hoje há mesas e cadeiras — e fila de espera para sentar. Imperdíveis da casa: os bolinhos de aipim com camarão, o sanduíche de pernil e o caldinho de feijão, acompanhados por chope bem tirado.

  • Bracarense | R. José Linhares, 85, Leblon (metrô: Antero de Quental, saída “A” – Bartolomeu Mitre) | Tel. (21) 2294-3549 | Instagram

Celeiro

Contemporâneo da geração saúde (nasceu na Praia do Pepê!), o Celeiro tem a culinária saudável mais sofisticada do Brasil. Funciona como um restaurante a quilo: você escolhe no balcão e pede a bebida na mesa. O preço, porém, é de restaurante estrelado: R$ 22 cada 100 gramas. Vale a pena? Se você pode, vale. (Está sempre cheio.) Abre apenas para almoço, até 17h. Fecha domingo.

  • Celeiro | R. Dias Ferreira, 199, Leblon | Tel. (21) 2274-7843 | Instagram

Chez Claude

Onde comer no Rio: Chez Claude

Em 2017 Claude Troisgros passou o seu restaurante gastronômico, o Olympe, para as mãos do filho Thomas. Mas o Rio não ficou sem as suas receitas: alguns meses depois, abriu o pequenino Chez Claude — na mesma galeria onde ficava o seu primeiro restaurante (o Roanne, instalado em 1982). O Chez Claude é um Troigros prêt-à-porter: o ambiente é descontraído e os preços, se não chegam a ser baratos, não destoam do bairro.

Os garçons instruem cada comensal a escolher dois pratos para compartilhar com toda a mesa. Acatando a sugestão, uma mesa de 4 pessoas conseguirá provar um terço do cardápio, num menu-degustação personalizado. O cardápio, que no início era composto apenas pelos clássicos dos clássicos de Troisgros, vem sendo renovado periodicamente (você pode consultar no site). No time de entradas, ovo com caviar; ostras com sagu ao tucupi; vieiras com doce de leite; ravioli de batata baroa com pinoli. Entre os pratos principais, cherne com banana; carbonara de paleta de cordeiro; suflê de cavaquinha em sua bisque. Arremate com a crepe de suflê de maracujá, um dos pratos mais emblemáticos da carreira de Claude.

A fila começa a se formar às 6 da tarde. Querendo evitar espera, faça reserva pelo site. Se for sua noite de sorte, Claude Troisgros estará na casa, supervisionando a equipe na cozinha aberta (no meio do salão!) e posando para selfies com os clientes nas mesas.

  • Chez Claude | R. Conde de Bernadotte, 26, Leblon | Tel. (21) 3579-1185 | Instagram

Confeitaria Kurt

Com 70 anos de tradição, a Kurt é a confeitaria oficial do Leblon. Passe para um café com strudel — ou uma fatia de ‘picada de abelha’, torta com recheio de baunilha e cobertura de teia de mel. Os financiers (bolinhos que costumam acompanhar o café em vários lugares no Rio) são vendidos em caixa e fazem deliciosos souvenirs cariocas.

  • Confeitaria Kurt | R. General Urquiza, 117, Leblon (Metrô: Antero de Quental, saída “B” – General Urquiza) | Tel. (21) 2294-0599 | Instagram

CT Boucherie

Restaurante CT Boucherie - Rio de Janeiro

Um rodízio ao contrário: este é o conceito do CT Boucherie (“Açougue Claude Troisgros”). Você escolhe uma carne (pode ser também um galeto ou um peixe) e, assim que o seu corte chega à mesa, a brigada de garçons passa desfilando um rodízio de acompanhamentos que você não encontra em churrascaria nenhuma. Ratatouille, polenta com agrião, chuchu gratinado com gruyère, risoto de quinoa, purê de batata baroa… O preço, de acordo com o corte escolhido, varia entre R$ 68 (steak haché – hamburger à francesa, sem pão) e R$ 116 (bife de ancho). No almoço de 2ª a 6ª o prato do dia sai a R$ 68. Dá para fazer reservas pelo site para almoço e jantar de 2ª a 5ª (último horário disponível: 19h30).

  • CT Boucherie | R. Dias Ferreira, 636, Leblon | Tel. (21) 2529-2329 | Instagram

Ferro e Farinha Leblon

De uma portinha no Catete para um salão espaçoso na Dias Ferreira: a filial da Ferro e Farinha traz ao Leblon as cultuadas pizzas de Sei Shiroma, com massa de fermentação natural e coberturas inusitadas (por exemplo: couve marinada no shoyu, gengibre e mel picante). O chef recomenda comer com a mão, mas você pode pedir garfo e faca. Reservas podem ser feitas pelo WhatsApp.

  • Ferro e Farinha Leblon | R. Dias Ferreira, 48, Leblon | Tel. (21) 999605-0397 | Instagram

Garagem da Roberta (temporariamente apenas delivery)

Restaurantes no Leblon: Da Roberta

Um food-truck indoor, instalado numa antiga borracharia: assim é a Garagem da Roberta, onde a chef Roberta Sudbrack (do Sud o Pássaro Verde) retoma o início de sua carreira, quando tinha uma carrocinha de cachorro-quente em Brasília.

Os carros-chefe são o Sudburger (com blend de carnes sustentáveis, brotos de rúcula e queijo pernambucano), o Suddog (com queijo pernambucano e mostarda com sementes) e o brisket (peito de boi assado com rapadura e lambuzado no aïoli de urucum). Para sobremesa, bolo molhado de chocolate ou bolo de leite queimado com calda de doce de leite.

  • Garagem da Roberta (temporariamente apenas delivery) | R. Tubira, 8A, Leblon | Pedidos pelo WhatsApp: (21) 99370-9996 | Instagram

Iara Mar e Bar

Iara Mar e Bar Rio de Janeiro

Quatro anos depois de começar numa portinha humilde na saída do metrô, o pessoal do Canastra chegou ao ponto mais valorizado da Zona Sul: a rua Dias Ferreira. De portas escancaradas, o Iara Mar e Bar acaba esparramando o público pela calçada e na própria rua.

Um tiquinho mais caro que os outros restaurantes do grupo (mas ainda assim, com preços simpáticos para o Leblon), o Iara foca em tapas e platôs de frutos do mar: rolinhos vietnamitas de camarão, dumplings de siri, vieiras na manteiga de ervas, lobster roll, ceviche de lagosta aos cítricos. Explore a carta de vinhos e espumantes (bem escolhidos e com ótimo custo x benefício, como é característica do grupo) ou fique nos drinks. Cerveja, só Stella long neck.

  • Iara Mar e Bar | R. Dias Ferreira, 66, Leblon | Tel. (21) 99656-1960 | Instagram

Irajá Gastrô

Irajá Gastrô Rio de Janeiro

Fechado na pandemia, o Irajá Gastrô, o endereço mais gastronômico do chef Pedro de Artagão, reabriu no fim de julho de 2021 em novo endereço: na Dias Ferreira, ocupando o lugar do antigo Zuka. O restaurante ainda está em soft opening – alguns pratos podem ser vistos nos Stories do instagram.

  • Irajá Gastrô | R. Dias Ferreira, 233, Leblon | Tel. (21) 3128-6551 | Instagram

Irajá Redux

Irajá Redux Rio de Janeiro

Instalado no shopping Rio Design Leblon, com uma varanda que dá para a rua Almirante Guilhem, o Irajá Redux traz a gastronomia de Pedro Artagão em versão prêt-à-porter.

Os pratos principais variam de R$ 68 a R$ 87. Há um prato do dia (‘clássicos cariocas’) no almoço dos dias de semana por R$ 52. Alguns clássicos dos primórdios do Irajá costumam voltar ao cardápio – mas o Irajá Burger e o bolo de brigadeiro estão sempre em cartaz.

  • Irajá Redux | Av. Ataulfo de Paiva, 270, Leblon (Rio Design Leblon) | Tel. (21) 2540-5487 | Instagram

Jobi

Para um bairro de reputação tão burguesa, o Leblon tem um elenco surpreendente de botequins. O mais crismático (e mais difícil de conseguir lugar sentado) é o Jobi. Aberto nos anos 50, viveu os anos muvucados do Baixo Leblon e segue aberto todas as madrugadas até as 4h (6ª e sábado, até 6h). Vale tanto pelos petiscos (pastéis, bolinhas de queijo, patinhas de caranguejo) quanto pelas refeições (bacalhau, polvo, milanesa). O chopp é Brahma.

  • Jobi | Av. Ataulfo de Paiva, 1166, Leblon | Tel. (21) 2274-5055 | Instagram

Le Blond

Outro produto da democratização da grife Claude Troisgros, o Le Blond tem ambientação de brasserie, mas um cardápio que não se limita ao trivial francês. O chef Thomas Troisgros mantém a paella do Claude no cardápio e faz uma moqueca à francesa (sem dendê). O magret de pato vem com molho de maracujá; a codorna recheada, com kimchee coreano. Tradicionalistas podem sempre optar pelo steak-frites com molho béarnaise.

  • Le Blond | Av. Ataulfo de Paiva, 1321 | Tel. (21) 3322-1440 | Instagram

Malta Beef Club

Não vá sozinho: as carnes do Malta Beef Club são preparadas em porções de 400 a 800 gramas, sempre para dividir. Os cortes – porterhouse, bife de ancho, bife de chorizo, prime rib, acém (Denver steak), costela de dianteiro — chegam pré-cortados à mesa. Para acompanhar, fritas com cebola, arroz maluco ou legumes na brasa. Arremate com uma torta de maçã guarnecida por sorvete de caramelo.

  • Malta Beef Club | Av. General San Martin, 359, Leblon | Tel. (21) 2323-6919 | Instagram

Massa + Ella

Restaurante Massa, Leblon

O chef Pedro Siqueira serve no Massa + Ella os pratos de seus três restaurantes: o Massa, de massas artesanais, a Ella, de pizzas napolitanas, e o Puro, seu ponto mais gastronômico, atualmente fechado em razão da pandemia.

Fica num ponto não-muvucado da Dias Ferreira, com mesas na varanda.

No almoço de 3ª a 6ª há o menu Convidativo (pão, entrada, prato principal e sobremesa, entre R$ 42 e R$ 46).

  • Massa + Ella | R. Dias Ferreira, 617, Leblon | Tel. (21) 3985-8191 | Instagram

Nam Thai

Restaurante Nam Thai

Em 2001, o Nam Thai desceu de Itaipava para se tornar o tailandês mais longevo do Rio. Não chega a ser hiper-autêntico (os temperos são suavizados, sobretudo no quesito picância), mas consegue dar um gostinho de Tailândia em pratos como a sopa tom yam kung, o pad thai, o peito de pato no curry vermelho e as fatias de filé em molho de ostras.

Saindo do departamento estritamente thai, o nasi goreng (arroz frito à moda malaia/indonésia) é delicioso. De sobremesa, peça a tradicionalíssima abórbora recheada com manjar de coco.

  • Nam Thai | R. Rainha Guilhermina, 95, Leblon | Tel. (21) 2259-2962 | Instagram

Oro

Onde comer no Rio de Janeiro: restaurante Oro

Depois que Felipe Bronze transferiu seu restaurante informal, o Pipo, para São Paulo, o Oro restou como sua única casa no Rio (a única também a ostentar duas estrelas Michelin).

No salão escurinho (que deixa tudo… bronzeado), você pode escolher entre dois menus: o Criatividade, com 12 snacks, 4 pratos e sobremesa (R$ 555), e o Afetividade, com uma seleção entre os snacks, 1 prato e sobremesa (R$ 445). Com harmonização de vinhos, a conta vai a R$ 895 e R$ 695 respectivamente.

Os snacks fazem um gostoso vaivém entre a haute cuisine e a comfort food. A playlist muda o tempo todo, mas você pode experimentar coisas como ostra, maçã verde e pimenta-de-cheiro; rolinho de moqueca; vieira, alga e nabo curado; tartare de picanha e mandioca. Entre os pratos de fundo, tomara que no seu menu conste o arroz com ovo.

  • Oro | R. Gen. San Martin, 889, Leblon | Tel. (21) 2259-1164 | Instagram

Pabu Izakaya

Restaurante Pabu Izakaya

O Pabu Izakaya é um japinha hipster que brinca de Williamsburg no Leblon. Aproveite os sashimis e sushis sem cream cheese, os pratos quentes diferentões (língua de boi no shoyu, karaague no pão ao vapor, bochecha de peixe frita), o pudim de matchá e os preços camaradas.

  • Pabu Izakaya | R. Humberto de Campos, 827, Leblon | Tel. (21) 3738-0416 | Instagram

Stuzzi

O nome Stuzzi é a abreviação de de “stuzzichini” — petiscos ou tapas à italiana. Este gastrobar com ambientação moderna faz sucesso com drinks, bruschettas, arancini, tábuas de embutidos e porções reduzidas de massas e risotos.

  • Stuzzi | R. Dias Ferreira, 45, Leblon | Tel. (21) 99138-4663 | Instagram

Sushi Leblon

Restaurante Sushi Leblon

Aberto pelo surfista Pepê 30 anos atrás, o Sushi Leblon foi o restuarante que pôs a cozinha japonesa na moda no Rio. O star system da cidade bate ponto. Se quiser, você pode ficar nos sushis castiços, com peixes sempre frescos. Mas os diferentões têm consistência (salmão com quinoa crocante; vieira grelhada com lichia).

O cardápio de pratos principais traz curiosidades como as vieiras com guacamole de papaia e o udon no leite de coco com frutos do mar. Os preços não são muito diferentes dos de qualquer japa metido.

  • Sushi Leblon | R. Dias Ferreira, 256, Leblon | Tel. (21) 2512-7830 | Instagram

Talho Capixaba

Um dos endereços mais emblemáticos do Leblon, o Talho Capixaba era um açougue que virou padaria que virou delicatessen que virou o lugar para pedir ótimos sanduíches cobrados por peso (dá para acompanhar com café, suco ou cerveja artesanal).

  • Talho Capixaba | Av. Ataulfo de Paiva, 1022, Leblon (Metrô: Antero de Quental, saída “B” – General Urquiza) | Tel. (21) 2512-8760 | Instagram

Togu

Restaurante Togu

Apesar de sushis, sashimis e cia. fazerem parte do cardápio, o ouro do pequenino Togu está nas seções de entradinhas e pratos pan-asiáticos, incrementadas a cada ano com novas criações da chef-consultora Ana Zambelli.

Bao buns (pães ao vapor) recheados com pato ou camarão; wok de cogumelos, foie gras e ovo trufado; vieiras ao alho branco; cherne com pupunha e bok choy. Tem também uns pokês invocados.

  • Togu | R. Dias Ferreira, 90, Leblon | Tel. (21) 2294-2749 | Instagram

Venga La Barra

Em 2009, quando abriu numa portinha da Dias Ferreira, o Venga era apenas um pequeno bar de tapas espanholas. Dez anos mais tarde, o bar e a rua estão mudados. A Dias Ferreira foi se transformando de pólo de restaurante em corredor de (gastro)bares. E o Venga se tornou uma rede com 4 casas na Zona Sul.

A matriz do Leblon coemorou a primeira década mudando de nome: agora é Venga La Barra (“barra” de “balcão de bar” em espanhol, não do bairro do Rio).

O cardápio foi incrementado com algumas tapas autorais (falso canelone: alho-poró recheado com queijo de ovelha tipo basco; pupunha com avelã picada; pescado curado com gazpacho transparente) e outras raras de se encontar no Brasil (tortilla de bacalhau com espinafre; sanduíche de porco à moda andaluza; pincho de tartare de carne com sour cream). Se não conseguir um lugar na barra, aproveite a calçada.

  • Venga La Barra | R. Dias Ferreira, 113, Leblon | Tel. (21) 2512-9826 | Instagram

Onde comer em Ipanema e Arpoador

Clique no nome do restaurante para ver a ficha completa.

Ipanema: as zonas gastronômicas

Quer escolher seu restaurante in loco? Procure por aqui:

  • Garcia d’Ávila e Aníbal de Mendonça: são as ruas gastronômicas do bairro (a Garcia mais que a Aníbal).
  • Praça Nossa Senhora da Paz: ao longo Barão da Torre e também da rua Maria Quitéria.
  • Rua Jangadeiros: ao longo da Praça General Osório, bares e restaurantes para todos os bolsos.
  • Rua Farme de Amoedo: o trecho entre Visconde de Pirajá e a praia está repleto de botecos.

Restaurantes selecionados em Ipanema

Os restaurantes estão listados em ordem alfabética.

Bar Lagoa

Restaurante Bar Lagoa

Na porção ipanemense da Lagoa Rodrigo de Freitas (entre Joana Angélica e Vinícius de Moraes), o venerável Bar Lagoa é uma relíquia do bairro. O salsichão, a milanesa com salada de batata e o mau humor de fachada dos seus veteranos garçons são tombados pelo patrimônio afetivo da Zona Sul.

  • Bar Lagoa | Av. Epitácio Pessoa, 1674, Lagoa (Metrô General Osório, saída “E” – Lagoa) | Tel. (21) 2523-1135 | Instagram

Bazzar

Restaurante Bazzar

Cristiana Beltrão não é chef, mas entende de conceituar um restaurante. Ávida viajante gastronômica, criou no Bazzar o restaurante que gostaria de encontrar no Brasil. O cardápio é montado em torno de ingredientes da estação, de proveniência cuidadosamente escolhida.

A carta de vinhos, de rótulos e uvas inusitados, privilegia vinhos biodinâmicos e naturais.

  • Bazzar | R. Barão da Torre, 538, Ipanema | Tel. (21) 3202-2884 | Instagram

Casa da Feijoada

Feijoada no Rio de Janeiro é um prato que se come no almoço de sexta ou sábado. Mas vai que, num outro dia da semana, em que haja um agravante como tempo nublado ou chuva, dê aquela vontade fora de hora de traçar uma feijoada?

É para esses casos – ou para apresentar a feijoada a amigos gringos – que a Casa da Feijoada existe. Servida como rodízio, com repetição ilimitada de qualquer item, custa R$ 99 por pessoa, incluindo uma bandeja de doces caseiros ao final. Fecha 2ª.

  • Casa da Feijoada | R. Prudente de Moraes, 10 (Metrô: General Osório, saída “A” – Praça General Osório) | Tel. (21) 2247-2776 | Instagram

Faraj

Kibes fritos vindo fresquinhos da cozinha, um chope Brahma bem tirado e mesas na calçada fazem do pequenino Faraj uma ótima parada na volta da praia. Tem também boas esfihas vegetarianas (espinafre, acelga) e uma curiosa esfiha de queijo com damasco.

  • Faraj | R. Gomes Carneiro, 131, Ipanema (Metrô: General Osório, saída “B” – Jangadeiros) | Tel. (21) 2247-2705 | Instagram

Gajos d’Ouro

O espírito do finado Antiquarius, saudoso português chic do Rio, sobrevive em casas tocadas por antigos garçons e funcionários.

Instalado no segundo andar de um apart-hotel, com direito a uma varanda com mesas ao ar livre, o Gajos d’Ouro conserva praticamente todo o cardápio clássico do Antiquarius – incluindo o extraordinário couvert e o carrinho de sobremesas.

Venha pelo bacalhau nunca-chega (com direito a quantas repetiões quiser), pelo arroz de pato inigualável ou pelas cataplanas de frutos do mar. Só não espere encontrar a cenografia do velho Antiquarius: esta não dá para reproduzir.

  • Gajos d’Ouro | R. Prudente de Moraes, 1008, Ipanema (Metrô: Nossa Senhora da Paz, saída “A” – Joana Angélica) | Tel. (21) 99386-1763 | Instagram

Gurumê Ipanema

Restaurante Gurumê

Grande sucesso no shopping Fashion Mall em São Conrado, o japa moderninho Gurumê aportou em 2018 na calçada chic da Aníbal de Mendonça.

O cardápio explora os fetiches de praxe: muito maçarico, cream cheese, um pouco de ceviche, burrata (com atum?), azeite trufado, e wagyu (inclusive num sushi). Evite a longa espera reservando pelo instagram.

  • Gurumê Ipanema | R. Aníbal de Mendonça, 132, Ipanema | Tel. (21) 2540-7065 | Instagram

JapaNao

O festejado sushiman Nao Hara criou o JapaNao para servir rodízio de sushis com bom custo x benefício.

Por R$ 69 (R$ 79 no fim de semana), você tem direito a sashimis e sushis – incluindo criações de Nao – oferecidos pelos garçons que passam pelas mesas.

Vale avisar que o restaurante não tem mesas na área externa e as janelas permanecem fechadas, sem ventilação natural.

  • JapaNao Ipanema | R. Vinicius de Moraes, 134 (Metrô: Nossa Senhora da Paz, saida “A” – Joana Angélica) | Tel. (21) 3594-0424 | Instagram
  • JapaNao Copacabana | R. Domingos Fereira, 187, esquina Constante Ramos, Copacabana | Tel. (21) 3795-9005 | Instagram

L’Atelier Mimolette

Onde comer no Rio: Atelier Mimolette

Do mesmo grupo do Pici, L’Atelier Mimolette é a versão de rua (e que rua: a Garcia d’Ávila) da Brasserie Mimolette que funciona no Shopping Leblon. Tem uma varandinha irresistível, na esquina com a Redentor.

O cardápio de inspiração francesa não deixa de fora os gourgères, o steak tartare, o boeuf bourguignon e a crêpe Suzette, mas toma algumas liberdades criativas (como um Mac’n cheese nada francês).

A carta de drinks é variada e a trilha sonora, de baladinha. Como nos outros restaurantes do grupo, não há cobrança de rolha.

  • L’Atelier Mimolette | R. Garcia d’Ávila, 51, Ipanema | Tel. (21) 3042-0886 | Instagram

La Carioca Cevicheria

Rio de Janeiro: onde comer - Cevicheria La Carioca

A calçada mais simpática da Garcia d’Ávila é a da Cevicheria La Carioca, um restaurante peruano que pode ser usado como bar de tapas. Tiraditos, ceviches e piqueos estão aí para ser compartilhados, mesmo. Para beber, peça um chilcano (pisco, ginger ale, limão e angostura — de preferência, seco, sem ‘jarabe’), o drink peruano que dá de 10 no pisco sour.

  • La Carioca Cevicheria | R. Garcia d’Ávila, 173 (Metrô: Nossa Senhora da Paz, saída “B” – Maria Quitéria até 20h, saída “A” Joana Angélica depois das 20h) | Tel. (21) 2522-8184 | Instagram

Le Pulê

Le Pulê Rio de Janeiro

O Le Pulê (“frango” pronunciado em francês) estaria à vontade na Orla Bardot de Búzios: tem espírito praiano, charme francês e cardápio de bistrô. As entradas dão ótimos petiscos para compartilhar em meio a drinks: tarte tatin de queijo de cabra; tartar de salmão com ovas e abacate; homus de beterraba. Entre os pratos de fundo, um baratíssimo frango assado com legumes, para duas pessoas, a R$ 65; steak tartare com fritas; pad thai. Encerre com uma tarte tatin ortodoxa (de maçã mesmo). Do mesmo grupo do Pizza Canastra, oferece ótima relação preço x qualidade.

  • Le Pulê | R. Jangadeiros, 10, Ipanema (Metrô: General Osório, saída “A” – Praça General Osório) | Tel. (21) 2523-2466 | Instagram

Manoel & Juaquim

Rio de Janeiro - onde comer - filé à Oswaldo Aranha

Em 1994, quando começou numa casa de esquina no subúrbio do Engenho de Dentro, o Manoel & Juaquim Bar & Botequim fazia uma homenagem irreverente aos botequins tradicionais do Rio. Logo se tornaria a primeira rede de botequins ‘temáticos’ do país — e, até hoje, a que tem mais carioquice no DNA.

A filial ipanemense está há 20 anos na esquina da Barão da Torre com Farme de Amoedo, tem cardápio tradicional de boteco, ótimo atendimento e preços mais em conta do que as filiais de Copacabana. Sou fã do filé à Oswaldo Aranha — a versão para duas pessoas, com todos os acompanhamentos, custa razoáveis R$ 102.

  • Manoel & Juaquim | R. Barão da torre, 162, esquina Farme de Amoedo (Metrô: General Osório, saída “C” – Rubem Braga) | Tel. (21) 2522-1863 | Instagram

Mercearia da Praça

A Mercearia da Praça é restaurante ambientado num empório português. Sempre movimentada, serve espetinhos incrementados, sanduíches e pastéis inspirados no Mercado Municipal de São Paulo e pratos tradicionais da cozinha portuguesa.

O sanduíche “filé completo” (filé, presunto, queijo, ovo e alface no pão francês), tão substancioso que dá para dividir. Os pastéis de nata também são ótimos. Os preços são simpáticos.

  • Mercearia da Praça | R. Jangadeiros, 28 – Praça General Osório, Ipanema (Metrô: General Osório, saída “A” – Praça General Osório) | Tel. (21) 3986-1400 | Instagram

Minimok

Restaurantes em Ipanema: Minimok

O Minimok faz o gênero japonês criativo, com competência (e sem rodízio). Gosto do gunkan de salmão com ovas e gema de ovo de codorna e da dupla de sushi de vieiras canadenses. Entre os pratos quentes, dim sum de camarão e teppan-yakis acompanhados por legumes al dente.

  • Minimok | R. Vinícius de Moraes, 121, Ipanema (Metrô: Nossa Senhora da Paz, saída “A” – Joana Angélica) | Tel. (21) 2523-7026 | Instagram

Nosso

Restaurante Nosso Ipanema

Ocupando predinho de três andares na praça Nossa Senhora da Paz, o gastrobar Nosso é um dos pontos mais concorridos de Ipanema. Cada andar tem um ambiente diferente: o térreo em torno do bar, o mezzanino com jeito de restaurante, e o terraço mais descontraído. O lado ‘gastro’ é tão bem-resolvido quanto o lado ‘bar’. A fila de espera é organizada por SMS. Fecha domingo.

  • Nosso | R. Maria Quitéria, 91, Ipanema (Metrô: Nossa Senhora da Paz, saída “B” – Maria Quitéria até 20h, saída “A” Joana Angélica depois das 20h) | Tel. (21) 99619-0099 | Instagram

Papa Fina (quilo)

Entre os quilos de Ipanema, o Papa Fina é o que tem menos cara de restaurante de buffet. Vá fora do horário do pico (13h-14h) e, se conseguir uma mesa na varanda, você nem vai se sentir num quilo. A oferta é de qualidade — se você der a sorte de pegar o dia do cozido ou do polvo, aproveite. Sobremesas são cobradas à parte.

  • Papa Fina | R. Vinícius de Moraes, 153, Ipanema (Metrô: Nossa Senhora da Paz, saída “A” – Joana Angélica) | Tel. (21) 2287-2065 | Instagram

Pici

Rio de Janeiro: onde comer - Pici

Na Praça Nossa Senhora da Paz, a Pici Trattoria foi o pioneiro dos restaurantes pós-olímpicos que pegam menos pesado na coluna dos preços. (Deu tão certo que, três anos mais tarde, o grupo já tem 5 restaurantes em Ipanema.)

A massa toscana que dá nome à casa, apesar de saborosa, não é autêntica: aqui, leva ovo e tem ranhuras (na Toscana é branca e lisa). Mas o rigatone all’amatriciana é legítimo, e o pappardelle ao ragu boscaiolo, muito bom.

No almoço, todos os pratos dão direito à entrada e à sobremesa do dia, pelo preço do cardápio. Funciona sem interrupção entre almoço e jantar. À noite, reserve para o primeiro horário se não quiser enfrentar a espera. Como todos os restaurantes do grupo 14zero3, não cobra rolha.

  • Pici | R. Barão da Torre, 348, Ipanema (Metrô: Nossa Senhora da Paz, saída “A” – Joana Angélica) | Tel. (21) 3269-3732 | Instagram

Pizza Canastra

Na pandemia, o aglomeradíssimo bar Canastra deu lugar à Pizza Canastra, uma pizzaria com boa parte das mesas na calçada. As pizzas têm sotaque napolitano e nomes de personalidades da Itália. Experimente a Toni Carotone, com mussarela e linguiça sopresata. O tiramisú também é excelente.

Os vinhos e drinks têm preços camaradas, marca registrada do grupo Canastra. A cerveja é Stella.

  • Pizza Canastra | R. Jangadeiros, 42 (Metrô: General Osório, saída “B” – Jangadeiros) | Tel. (21) 3217-8360 | Instagram

Polis Sucos

Numa esquina da praça Nossa Senhora da Paz, o Polis Sucos é um bar de sucos tão muvucado quanto um botequim. Combina sucos de frutas frescas e vitaminas com sandubas de queijo Palmira.

  • Polis Sucos | R. Maria Quitéria, 70 (Metrô Nossa Senhora da Paz, saída “B” – Maria Quitéria) | Tel. (21) 2247-2518 | Instagram

Pope

Dos mesmos donos do Quartinho Bar, este italiano novinho oferece uma arejada varanda no térreo do hostel El Misti. A carta de drinks é mais extensa que o cardápio, que traz boas entradas (crudo de peixe branco, couve flor assada com fonduta de parmesão) e clássicos pouco óbvios (pappardelle ao ragu de ossobuco, bucatini pepe e pecorino) e pizzas individuais de fermentação natural. A melhor sobremesa é o briciole (crumble de nozes variadas com pêra cozida e sorvete de leite de ovelha).

  • Pope | R. Joana Angélica, 47 (Metrô: Nossa Senhora da Paz, saída “A” – Joana Angélica) | Sem telefone | Instagram

Posì Mozza & Mare

PosÍ Mozza e Mare Rio de Janeiro

Com um nome que remete a Positano, o Posì Mozza e Mare é mais uma empreitada do grupo 14zero3 (do Pici e outras três casas). O tema do cardápio é o sul da Itália, como indicam os limoeiros (de plástico!!!) que decoram a varanda. Como entrada, compartilhe uma das mozzarelas: pode ser a bufalina (mozzarella comum), a burrata ou a scraciatella (o recheio cremoso da burrata, sem a “casca”), com um complemento à escolha (como parma e rúcula; berinjela; atum e cítricos).

Entre os pratos principais, já os tradicionais rigatoni alla Norma e linguine alle vongole. A grigliatta di mare traz camarão, polvo, lula e pescado. Tente reservar para o primeiro horário, ou venha preparado para a espera. Como os outros restaurantes do grupo, não cobra rolha.

  • Posì Mozza e Mare | R. Aníbal de Mendonça, 158, esquina Redentor | Tel. (21) 3215-8668 | Instagram

Spicy Fish

A mais nova casa do grupo 14zero3 (Pici, Posì, L’Atelier Mimolette, Oia), inaugurada em agosto de 2021, é uma superprodução. O tema é Ásia, com predominância de Japão e Coreia, e alguns ecos do Sudeste Asiático.

Assim que conseguirmos lugar numa das mesas ao ar livre no térreo ou no terraço, voltaremos com detalhes do cardápio.

  • Spicy Fish | R. Maria Quitéria, 99, Praça N. Sra. da Paz, Ipanema (Metrô: Nossa Senhora da Paz, saída “B” Maria Quitéria – depois das 20h, saída “A” Joana Angélica) | Tel (21) 3490-4335| Instagram

Vero Gelato

Sorveteria Vero Rio de Janeiro

Onde quer que você almoce (ou jante) em Ipanema, uma boa idéia para a sobremesa é passar na Vero Gelato. O sorvete é veramente italiano, cremosíssimo e sem açúcar em demasia. Os sabores são renovados com freqüência, mas espere encontrar um mix entre Itália (gianduia; pistache; tiramisú) e Brasil (‘caju completo’, com fruta e castanha; romeu e julieta; jaca). As frutas são sempre provenientes de cultivo orgânico. No fundo da loja, um balcão vende pizza em pedaço — o forno começa a funcionar ao meio-dia.

  • Vero Gelato | R. Visconde de Pirajá, 229, Ipanema (Metrô: Nossa Senhora da Paz, saída “A” – Joana Angélica) | Tel. (21) 97136-8328 | Instagram

Zazá Bistrô Tropical

Depois de hibernar um ano durante a pandemia, o Zazá Bistrô Tropical reabriu repaginado. Deixou de ser ‘funky’ e virou ‘clean’. A comida não mudou: curry de frango ao leite de coco; moqueca de lula e peixe com banana da terra e arroz de coco; paleta de cordeiro com ravioli de batata baroa. De sobremesa, carpaccio de banana brûlée.

  • Zazá Bistrô Tropical | R. Joana Angélica, 40, Ipanema (Metrô: Nossa Senhora da Paz, saída “A” – Joana Angélica) | Tel. (21) 99530-7173 | Instagram

Onde comer em Copacabana e Leme

Clique no nome do restaurante para ver a ficha completa.

Copacabana: as zonas gastronômicas

Quer escolher seu restaurante in loco? Procure por aqui:

  • Baixo Copa: uma profusão de bares com boa comida no cruzamento das ruas Bolívar, Domingos Ferreira e Aires de Saldanha (e quadras adjacentes).
  • Início da Barata Ribeiro: na esquina com Prado Jr., três campeões de custo x benefício: Cervantes, Bar do David e Galeto Sat’s (escolha pela menor fila).
  • R. Ronald de Carvalho: da Praça do Lido à Barata Ribeiro, alguns restaurantes e muitos botecos.

Restaurantes selecionados em Copacabana e no Leme

Os restaurantes estão listados em ordem alfabética.

Adega Pérola

Restaurante Adega Pérola

Dois em um: a Adega Pérola é, a um só tempo, botequim carioca e bar de tapas ibérico. Vá em turma e escolha os aperitivos na vitrine do balcão. Vá em turma e escolha os aperitivos (polvo! tremoços! arenque!) na vitrine do balcão, servidos em porções de 100 gramas. Quando bater a saudade de botequim, é só pedir as manjubinhas fritas, bolinhos de bacalhau ou anéis de lula da cozinha.

  • Adega Pérola | R. Siqueira Campos, 138, Copacabana (Metrô: Siqueira Campos – saída “A” – Siqueira Campos) | Tel. (21) 2255-9425 | Instagram

Amir

Rio de Janeiro: restaurantes em Copacabana - Amir

Numa cidade cheia de árabes de balcão, o Amir é “o” árabe para sentar e fazer uma refeição completa. O shawarma completo vem com arroz marroquino, homus e molho tarator, e serve duas pessoas. O arroz com lentilha e cebola frita é um grande acompanhamento para michuís e kaftas.

Dá um bom almoço na volta do Cristo Redentor: as vans oficiais da Praça do Lido têm ponto do outro lado da praça.

  • Amir | R. Ronald de Carvalho, 55, Praça do Lido, Copacabana (Metrô: Cardeal Arcoverde + 8 min. caminhada) | Tel. (21) 2275-5596 | Instagram

Azumi

Restaurante Azumi

Japa mais tradicional do Rio, o Azumi é avesso a modernices. O ambiente sempre foi de izakaya (muito antes de usarmos esta palavra no Brasil) e o cardápio de pratos quentes é tão importante quanto o de sushis. Prepare o bolso: os preços também parecem autenticamente japoneses.

  • Azumi | R. Min. Viveiros de Castro, 127 (Metrô: Cardeal Arcoverde) | Tel. (21) 2295-1098 | Instagram

Baalbek

Escondido na Galeria Menescal — uma jóia do bairro que serve de passagem entre a Barata Ribeiro e a Nossa Senhora de Copacabana — o árabe Baalbeck é tombado pelo patrimônio gastronômico de Copa.

Serve o repertório básico de comidas e petiscos libaneses, com ingredientes de qualidade e apreço à tradição. Funciona até as 20h (sábado até 17h, fecha domingo).

  • Baalbek | Av. Nossa Senhora de Copacacabana, 664, loja 17, Copacabana (Metrô: Siqueira Campos, saída “B” – Figueiredo de Magalhães) | Tel. (21) 2255-4574

Bar do David

Bar do David Rio de Janeiro

Aberto em 2010, logo depois da instalação de uma UPP no Morro do Chapéu Mangueira, no Leme, o Bar do David foi o primeiro bar de favela a entrar para os roteiros convencionais de restaurantes no Rio. Em 2019 abriu sua filial, o Bar do David Copacabana, na rua Barata Ribeiro, entre dois outros gigantes da baixa gastronomia: o Cervantes e o Galeto Sat’s.

O cardápio é o mesmo nas duas casas. Experimente a feijoada de frutos do mar (com feijão branco) ou os petiscos premiados pelo festival Comida di Buteco, como o Saudosa Maloca (bolinho de milho recheado com carne seca) e a Ressurgência (salada de frutos do mar com feijão fradinho). O acarajé de jiló (recheado com bacon, calabresa e carne) é outra receita originalíssima do David.

É tranquilo ir ao Bar do David do morro, sobretudo de dia. O bar não fica dentro da favela, mas no finalzinho do asfalto, no pequeno largo que dá acesso ao Chapéu Mangueira. Dá para chegar de Uber, táxi ou mototáxi até a porta do boteco. Para o programa completo, pegue o mototáxi no ponto ao pé da ladeira Ari Barroso (tarifa: R$ 4).

  • Bar do David | Ladeira Ari Barroso, 66, Morro do Chapéu Mangueira, Leme | Tel. (21) 96483-1046 | Instagram
  • Bar do David Copacabana | R. Barata Ribeiro, 7 (Metrô: Cardeal Arcoverde) | Tel. (21) 96483-1046 | Instagram

Barraca da Chiquita Copacabana

Melhor restaurante da Feira de São Cristóvão, a Barraca da Chiquita abriu em 2017 uma filial na rua Santa Clara, a uma quadra da praia em Copacabana.

Cenografado a não mais mão poder, com paredes revestidas de taipa, xitas coloridas, palhas e peças de artesanato, o lugar remete aos restaurantes-típicos-nordestinos-para-turista que encontramos nas capitais do Nordeste. Sinta-se à vontade para turistar.

As estrelas da casa são as carnes de sol, que vêm em porções para 1, 2 ou 3 pessoas, acompanhadas de tropeiro ou baião-de-dois e aipim frito. Mas o cardápio é extenso, e cobre da costela de tambaqui na brasa (típica da Amazônia) a moquecas, angu e sarapatel baianos.

As sobremesas mais pedida são pernambucana: cartola (banana frita e coberta com queijo de coalho assado, mel de engenho e canela) e bolo de rolo com sorvete de tapioca.

  • Barraca da Chiquita Copacabana | R. Santa Clara, 33, Copacabana | Tel. (21) 2548-9144 | Site

Cantón

O Cantón é o primeiro restaurante do Rio especializado em culinária chifa (comida chinesa do Peru). Os ‘chaufas’ – pratos de arroz frito com frango, ovos, porco, pato Pequim e legumes – são deliciosos. Há pratos de carne (lomo chifa), peixe e frutos do mar.

Entre as massas, experimente o mayfan: um macarrão de arroz com curry, porco e legumes. A sobremesa mais curiosa é o vanila ice bao: um pão bao frito recheado com sorvete de baunilha, calda de Campari e lichia.

  • Cantón | R. Rodolfo Dantas, 26, Copacabana (Metrô: Cardeal Arcoverde) | Tel (21) 3594-0002 | Instagram

Cervantes (temporariamente fechado)

Os sanduíches do Cervantes há 60 anos salvam o fim de noite dos famintos em Copacabana. Os mais pedidos são os de lombo ou pernil com abacaxi: uma pilha alta de fatias (abocanhe se for capaz!) com o abacaxi por cima, tudo isso imprensado entre duas fatias finas de pão molinho.

Tem duas entradas: pela Prado Jr. para quem quer sentar à mesa, ou pela Barata Ribeiro para quem quer ficar no balcão ou na calçada. Abre até as 4h (6ª e sábado, até 6h; fecha 2ª).

  • Cervantes (temporariamente fechado) | Av. Prado Júnior, 335, Copacabana (Metrô: Cardeal Arcoverde) | Tel. (21) 2275-6147 | Instagram

Cipriani

Rio de Janeiro: onde comer - Cipriani

Envidraçado do chão ao teto para oferecer a melhor vista da piscina e do prédio principal do Copabana Palace, o Cipriani evoca outro hotel da rede Belmond, em Veneza. Em 2019 o chef Nello Cassese conseguiu uma estrela Michelin para o restaurante. O ambiente é hiperformal.

Há dois menus-degustação de cinco passos: um com os pratos autorais do chef (Chef’s Signature Dishes) por R$ 385, e o Tradizione-Inovazione por R$ 450. (Veja os pratos aqui.)

  • Cipriani | Copacabana Palace: Av. Atlântica, 1702, Copacabana | Tel. (21) 2548-7070 | Site

Churrascaria Palace

Vizinha do Copacabana Palace, a churrascaria Palace tem 70 anos de história. O ambiente mantém ares clássicos. O rodízio completo – com 33 cortes, incluindo carnes nobres – sai a R$ 180. Mas dá para pedir do cardápio, onde há combinados mais enxutos e em conta.

  • Churrascaria Palace | R. Rodolfo Dantas, 16 (Metrô: Cardeal Arcoverde) | Tel. (21) 2541-5898 | Instagram

Demi-Glace

Com três casas de grande sucesso no Centro da cidade, a rede Demi-Glace resolveu vir atrás dos clientes que estão fazendo home-office e abriu uma filial em Copacabana, na região do Baixo Copa.

Tem um cardápio enxuto de cortes nobres a preços simpáticos (o bife de ancho está a R$ 68). A “parilla Demi”, com 3 carnes e dois acompanhamentos, serve duas pessoas a R$ 150. Os preços dos vinhos também não assustam.

  • Demi-Glace Copacabana | R. Aires de Saldanha, 98, Copacabana | Tel. (21) 3439-9188 | Instagram

El Born

Primeiro bar arrumadinho a se instalar no Baixo Copa, o El Born serve drinks, sangrias e tapas espanholadas num ambiente escurinho, propício à paquera.

  • El Born | R. Bolívar, 17, Copacabana | Tel. (21) 3496-1781 | Instagram

Galeto Sat’s

Restaurante Galeto Sat's

Será a refeição decente mais em conta do Rio? Um galeto na brasa completo, com acompanhamentos (arroz, batata frita, vinagrete, farofa de ovo), sai R$ 55 e serve duas pessoas. O galeto é bem-feito, mas a farofa de ovo… amanteigada, voluptuosa, suculenta.

É um ótimo lugar para ser apresentado a essa especialidade carioca. Abre até as 5h (6ª e sábado, até 6h).

  • Galeto Sat’s | R. Barata Ribeiro, 7, Copacabana (Metrô: Cardeal Arcoverde) | Tel. (21) 2275-6197 | Instagram

Le Blé Noir

Restaurantes em Copacabana - Blé Noir

O cavernoso Le Blé Noir há 20 anos serve galettes (as crepes salgadas à moda bretã) feitas de trigo sarraceno. Você pode acompanhar com uma autêntica cidra francesa, servida em canecas.

  • Le Blé Noir | R. Xavier da Silveira, 19, Copacabana (Metrô: Cantagalo, saída “B” – Xavier da Silveira) | Tel. (21) 2267-6969 | Instagram

L’Ulivo

Restaurante L'Ulivo

Aberto em 2016, o pequeno L’Ulivo serve comida italiana bem-feita, num ambiente clean. Divida uma porção de bruschettas ou de arancinis de entrada, depois peça um rigatone all’amatriciana, um spaghetti carbonara ou um agnolotti del plin. Entre as carnes, barriga de porco com creme de abóbora e salada de feijão fradinho, filé ao funghi com purê, frango à caçadora. Os preços são bastante razoáveis.

  • L’Ulivo Cucina e Vini | R. Miguel Lemos, 54, Copacabana (Metrô: Cantagalo, saída “A” – Miguel Lemos) | Tel. (21) 3576-7785 | Instagram

Mee

Rio de Janeiro onde comer - Mee

Com vista limitada para a piscina (e para o vizinho edifício Chopin), o Mee tem cardápio pan-asiático: sushi para os acomodados, e um passeio por China e Sudeste Asiático para os aventureiros.

Os pratos não-japoneses, aleluia, são temperados sem concessões ao gosto brasileiro: dim sum, rolinhos vietnamitas, pad thai, todos sem economia de sabor.

Os preços, porém, são bastante altos — compatíveis com um hotel 5 estrelas, mas não com comida de rua asiática. O menu-degustação japonês custa R$ 450.

  • Mee | Copacabana Palace: Av. Atlântica, 1702, Copacabana | Tel. (21) 2548-7070 | Site

O Caranguejo

Botequim ou marisqueira? O Caranguejo é um boteco dedicado aos frutos do mar. Pastéis, empadas e rissoles de camarão e casquinhas de caranguejo são os campeões de vendas, mas da cozinha saem preparações de peixe fresco, moquecas e caldeiradas.

  • O Caranguejo | R. Barata Ribeiro, 771 (Metrô: Cantagalo, saída “B” – Xavier da Silveira) | Tel. (21) 2235-1249 | Facebook

Pavão Azul

Famoso pelas pataniscas de bacalhau (bolinhos de bacalhau sem batata), o Pavão Azul congestiona todas as noites a calçada da esquina da Hilário de Gouveia com Barata Ribeiro. Se quiser ir além dos bolinhos (jerimum com jabá; bolinho de feijoada), peça de um dos arrozes (de polvo, camarão ou rabada).

  • Pavão Azul | R. Hilário de Gouveia, 71, Copacabana (Metrô: Cantagalo, saída “B” – Xavier da Silveira) | Tel. (21) 2236-2381 | Instagram

Pérgula

Restaurante Pérgula

Com vista para a praia e uma varanda na piscina, a Pérgula é o único restaurante em que o Copacabana Palace se permite alguma brasilidade. Na parede de fundo, um belo mural exibe um Rio de Janeiro selvagem e idílico. O cardápio traz pratos como o palmito pupunha grelhado com salada de feijão de corda; o tortelli de pato com fonduta de queijo canastra e jabuticaba e o galeto marinado com mostarda e servido com batata-baroa e couve mineira. Há também uma seção de grelhados, com acompanhamentos à parte. No almoço de sábado, serve um buffet de feijoada, a R$ 230 por pessoa.

  • Pérgula | Copacabana Palace: Av. Atlântica, 1702, Copacabana | Tel. (21) 2548-7070 | Site

Shirley

Lambri nas paredes, toalhas de pano nas mesas, garçons de summer: mesmo se você não soubesse da história do Shirley, saberia que está entrando num restaurante tradicional.

Há 60 anos no mesmo ponto (na quadra de trás da praia do Leme), é uma referência em cozinha espanhola no Rio. Venha por suas paellas (serve a valenciana, que é mista de frutos do mar, frango e porco, e a marinera, só de frutos do mar), peixes com salsa biscaína (alho, vinho e pimenta), polvo com páprica e lulas en su tinta recheadas.

  • Shirley | R. Gustavo Sampaio, 610, Leme | Tel. (21) 2275-1398 | Instagram

Sorveteria Cairu

Se você gosta de sorvetes exóticos, precisa — precisa! — dar uma escapadinha até a rua Xavier da Silveira, no Posto 5. Ali se instalou, num ponto discreto, a primeira filial da venerável Sorveteria Cairu fora de Belém do Pará. De todas as sorveterias que resolveram transformar tapioca em sorvete, nenhuma conseguiu o resultado da Cairu. É espetacular. Experimente também o “açaí paraense” (com bolinhas de tapioca), “carimbó” (castanha do pará com doce de cupuaçu) e “maria isabel” (castanha do pará, cupuaçu e chocolate). Entre os frutos amazônicos, os sorvetes de taperebá (refrescante) e bacuri (docinho-azedinho) são meus preferidos.

  • Sorveteria Cairu | R. Xavier da Silveira, 45, Copacabana (metrô: Cantagalo, saída “B” – Xavier da Silveira) | Tel. (21) 2523-0148 | Instagram

Onde comer no Jardim Botânico e Gávea

Clique no nome do restaurante para ver a ficha completa.

Jardim Botânico e Gávea: as zonas gastronômicas

Quer escolher seu restaurante in loco? Procure por aqui:

  • Visconde de Carandaí: é a “Dias Ferreira” do Jardim Botânico, com uma quadra pontilhada de restaurantes a partir da Lopes Quintas, continuando pela Pacheco Leão.
  • Maria Angélica: muitos restaurantes entre a rua Jardim Botânico e a Lagoa.
  • Baixo Gávea: a Praça Santos Dumont, à altura da rua dos Oitis, é um pólo de bares, mas também tem restaurantes.

Restaurantes selecionados no Jardim Botânico e Gávea

Os restaurantes estão listados em ordem alfabética.

Braseiro da Gávea

Epicentro do Baixo Gávea, o Braseiro da Gávea é uma churrascaria disfarçada de botecão. O carro-chefe é a peça de picanha que chega à mesa inteira mas pré-fatiada, acompanhada por um verdíssimo arroz de brócolis. Abre até a 1h da manhã (6ª e sábado até 3h).

  • Braseiro da Gávea | Praça Santos Dumont, 116, Gávea | Tel. (21) 2239-7494 | Instagram

Bráz

Rio de Janeiro: onde comer - Bráz

Na cidade desde 2007, e totalmente aclimatada ao nível do mar, a pizzaria paulistana Bráz é uma aposta seguríssima para a sua pizza de domingo (ou de qualquer outra noite). É a mais napolitana das grandes pizzarias.

Vá com fome, para poder pedir o espetacular pão de lingüiça de aperitivo e ainda sobrar espaço para uma redonda.

  • Bráz | R. Maria Angélica, 129, Jardim Botânico | Tel. (21) 3563-4760 | Instagram

Casa Camolese

Rio de Janeiro: onde comer - Casa Camolese

Uma antiga vila de casas dentro do Jockey Club, há décadas abandonada, foi recuperada e transformada num espaço multiuso: a Casa Camolese. Pode ser freqüentado como bar (tem belisquetes, charcutaria, hamburger e sua própria cerveja artesanal, produzida no local) ou como restaurante (ênfase em grelhados).

O complexo tem também um lugar de shows no subsolo, o gostosíssimo Club Manouche.

  • Casa Camolese | R. Jardim Botânico, 983 | Tel. (21) 3514-8200 | Instagram

Ella Pizzaria

Rio de Janeiro: onde comer - Ella Pizzaria

Se você gosta de pizza de massa autenticamente napolitana, grossa na borda, molenga no centro não vai se importar de enfrentar a fila da Ella. Na minha opinião, são as melhores do Rio. Os arquitetos da leveza da massa são os sócios Pedro Siqueira (do vizinho Puro e do Massa) e Marcos Cerutti (da padaria artesanal SpA Pane).

Há coberturas clássicas (margherita, marinara, atum) e diferentonas (pesto, mozzarella e amêndoas; queijo scamorza, parmesão, bacon e ovo estalado; pesto de pancs, mozzarella e picles de erva-doce), servidas em discos individuais (a margherita custa R$ 49).

Para não ficar na fila, reserve para os primeiros horários. Caso precise esperar, aproveite para passar em revista a ótima carta de drinks.

  • Ella Pizzaria | R. Pacheco Leão, 102, Jardim Botânico | Tel. (21) 3559-0102 | Instagram

Escama

A nova casa de Ricardo Lapeyre (ex-Laguiole Lab) oferece peixes e frutos do mar frescos, capturados por pescadores artesanais, a preços plebeus. Há duas cozinhas: uma dedicada aos crus e frios, e outra aos pratos quentes. Você pode escolher entre um dos protagonistas do ‘elenco’ do dia (assado no forno, preparado na brasa ou pochê) ou os pratos do cardápio (arroz de polvo, risoni de lula, roll de cavaquinha). De sobremesa, flan parisien.

  • Escama | R. Visconde de Carandaí, 5, Jardim Botânico | Tel. (21) 3042-3097 | Instagram

Grado

Rio de Janeiro - onde comer: Grado

Nelo Garavello, o chef-proprietário do Grado, serve uma comida italiana sem invencionices, mas longe do trivial. O cardápio muda constantemente; muitos pratos são finalizados no forno de alta temperatura. Você pode encontrar pratos como ravióli de beterraba; lagostim com risoto de pepino; carpaccio de cavaquinha sobre risoto; stinco de cordeiro com legumes assados; tagliolini com castanhas e lardo. Entre as sobremesas, crostata de cereja.

  • Grado | R. Visconde de Carandaí, 31, Jardim Botânico | Tel. (21) 99435-8386 | Instagram

Guimas

Rio de Janeiro: onde comer - Guimas

Há quatro décadas na Gávea, o Guimas é o mais carioca dos bistrôs. A marca registrada da casa é o filé recheado com queijo boursin; mas a cozinha brilha também em clássicos como o picadinho, o arroz de pato e o steak tartare. Em seu tempo, o Guimas difundiu a caipivodka de lima-da-pérsia; hoje, é uma das poucas casas que oferecem o Porto tónico, o grande drink de porto branco seco com água tônica.

  • Guimas | R. José Macedo Soares, 5, Gávea | Tel. (21) 2259-7996 | Instagram

La Carioca Cevicheria

Na Maria Angélica desde 2011, a La Carioca serve ceviches e pratos quentes peruanos (lomo saltado, arroz de mariscos) de razoável fidelidade. Na carta de bebidas, duas cervejas artesanais com a marca da casa: uma Weiss e uma Pilsen. Não fecha entre almoço e jantar (2ª não abre para almoço).

  • La Carioca Cevicheria | R. Maria Angélica, 113, Lagoa | Tel. (21) 2226-8821 | Instagram

Mr. Lam

O império pode ter se acabado, mas Eike Baptista conseguiu manter ao menos um palácio: o Mr. Lam, seu luxuoso restaurante chinês na Maria Angélica junto à Lagoa. Vá com amigos, para poder experimentar vários dim sums (os bolinhos ao vapor que aqui são chamados de “dumplings”) e terminar com um pato laqueado (que demora 60 minutos para ficar pronto).

  • Mr. Lam | R. Maria Angélica, 21, Lagoa | Tel. (21) 2286-6661 | Instagram

Puro (temporariamente fechado)

Rio de Janeiro: onde comer - Puro

No Puro o chef Pedro Siqueira pratica uma cozinha a um só tempo inventiva e sem excessos. No cardápio mais recente, bolinho de arroz de carreteiro; lula grelhada com béarnaise de maracujá; arroz pegado de rabada com kimchi e ovo; steak com beurre blanc de batata baroa e farofa de milho; naco de tapioca com caramelo salgado. Durante a semana, no almoço, há o ‘menu convidativo’, com pão, entrada, prato principal, sobremesa e café a R$ 49, e o ‘pão e prato’, a R$ 39. Os pães são feitos na casa.

  • Puro (temporariamente fechado) | R. Visconde de Carandaí, 43, Jardim Botânico | Tel. (21) 3284-5377 | Instagram

Sabores de Gabriela

Sabores de Gabriela Rio de Janeiro

Reencarnação do Siri Mole & Cia. de Copacabana, o Sabores de Gabriela atende a todos que, como eu, acham que comida baiana combina demais com o Rio de Janeiro. O acarajé vem em porções de 4 bolinhas, para montar na mesa. As moquecas e bobós vêm também em porção individual: você não precisa pedir o mesmo sabor da sua companhia de mesa. De sobremesa, tem cocada de forno, quindim e doces caseiros.

  • Sabores de Gabriela | R. Maria Angélica, 197, Jardim Botânico | Tel. (21) 99907-0660 | Instagram

Sud o Pássaro Verde (temporariamente apenas delivery)

Sud o Pássaro Verde Rio de Janeiro

Depois de pendurar as panelas da cozinha de luxo, Roberta Sudbrack abriu o Sud, O Pássaro Verde numa casa sem placa na porta, com ambientação rústica e apenas 12 mesas. Se no restaurante anterior a chef elegia um ingrediente-estrela por temporada (chuchu, quiabo banana…), no Sud a estrela é perene: um portentoso forno a lenha construído sobre uma base de vidro picadinho (reciclado de valiosas garrafas de vinho consumidas no RS). O cardápio é enxuto, montado em torno de produtos artesanais escolhidos a dedo.

É neste forno que Roberta burila pratos que, aos poucos, vão configurando um elenco de novos clássicos sudbrackianos. Esqueça qualquer formalidade: a comida vai chegando à medida em que fica pronta, e pode (deve!) ser compartilhada. Os ovos com bottarga brasileira e o arroz de frutos da terra (legumes e tubérculos) nasceram separados, mas acabam misturados em muitos pratos (a chef aprova). A couve-flor aparece assada inteira como entrada (com um humus magnífico) e também compondo um cuscuz para acompanhar a costelinha de porco (que se desmancha na boca). O arroz de pato, com grãos que grudam no fundo na panela, é o mais gostoso que já provei. Entre os pratos que não passam pelo forno, experimente a burrata com milho assado e lingüiça artesanal; o crudo do dia; ou a carne crua picadinha com nozes torradas e queijo ralado. De sobremesa, ele, o bomboloni (uma espécie de sonho à italiana) — ou então, o levíssimo clafoutis de pêras.

As entradas custam em torno de R$ 40; os pratos principais, de R$ 60 a R$ 90. O Sud funciona sem interrupção entre almoço e jantar, mas fecha cedo: os últimos clientes são admitidos às 21h. É possível fazer reserva para o jantar, de 3ª a sábado. Domingo só abre para almoço, até 18h.

  • Sud o Pássaro Verde (temporariamente apenas delivery) | R. Visconde de Carandaí, 35, Jardim Botânico | Pedidos pelo WhatsApp: (21) 99370-9996 | Instagram

Taj Mahal

Rio de Janeiro: onde comer - Taj Mahal

A maior prova da autenticidade da comida do Taj Mahal é a presença, infalível, de clientes indianos no salão. O nível de pimenta é determinado pelo cliente — na dúvida, peça a pimenta à parte.

Uma pedida certeira para dois é pedir as samosas vegetarianas de entrada, e depois combinar um curry ou vindaloo (sugiro o vindaloo de cordeiro) com um biryiani, o risoto sequinho indiano (o de biryiani legumes vai bem com curry ou vindaloo) e uma porção de pão naan de alho.

De sobremesa, recomendo o arroz doce indiano, com leite condensado (eles também gostam!) e cardamomo.

  • Taj Mahal | R. José Joaquim Seabra, 19, Jardim Botânico | Tel. (21) 4106-4034 | Facebook

Onde comer em Botafogo, Flamengo, Catete e Glória

Clique no nome do restaurante para ver a ficha completa.

Botafogo: as zonas gastronômicas

Quer escolher seu bar ou restaurante in loco? Procure por aqui:

  • Capitão Salomão e Conde de Irajá: as duas ruas paralelas entre a São Clemente e a Visconde de Silva — e as quadras tranversais – são um pólo de restaurantes e bares. Mas nos restaurantes de chefs da Conde de Irajá, chegue com reserva.
  • BotaSoho: as ruas Arnaldo Quintela, Fernandes Guimarães e Álvaro Ramos são uma mina de bares descolados. Mas de maneira geral não ficam colados uns aos outros, não — a localização é espaçada.
  • Baixo Botafogo: a rua Voluntários da Pátria, do metrô Botafogo (saída “F” – Voluntários da Pátria) à Praia de Botafogo, é coalhada de botecos e vira um mar de gente, nível Lapa, no fim de semana.

Restaurantes selecionados em Botafogo, Flamengo e Catete

Os lugares estão listados em ordem alfabética.

Café Lamas

Rio de Janeiro: onde comer - Lamas

Restaurante mais antigo do Rio (mas não no endereço atual), o Café Lamas é dos meus lugares favoritos para um filé à Oswaldo Aranha. A milanesa dá para dois. Gosta de creme de abacate? Aproveite, é um dos poucos lugares que mantêm a sobremesa. No geral, ótimo custo x benefício. Abre até as 2h30 (6ª e sábado, até 3h30).

  • Lamas | R. Marquês de Abrantes, 18 (Metrô: Flamengo) | Tel. (21) 2556-0799 | Instagram

Canastra Rosé

Canastra Rosé Rio de Janeiro

O Canastra Rosé segue a fórmula de boas bebidas + preços simpáticos: as taças começam em R$ 15, e os drinks, em R$ 25. O salão faz você se sentir café francês na velha Indochina. O terraço tem mesas ao ar livre e uma churrasqueira de ondem saem petiscos (shiitake assado, camambert quente, beterraba assada servida com queijo de cabra, couve-flor, choripán) e grelhados (bife de ancho, brochette de ancho, lula). Abre de terça a sábado.

  • Canastra Rosé | R. Álvaro Ramos, 154, Botafogo | Tel. (21) 99453-8133 | Instagram

Ferro e Farinha

Rio de Janeiro: onde comer - Ferro e Farinha

O pizzaiolo da Ferro e Farinha é um nova-iorquino de origem sino-japonesa, Sei Shiroma, que fez fama com um forno itinerante antes de se instalar na portinha da rua Andrade Pertence, perto do metrô Catete. Aqui tudo é medido com instrumentos de precisão: a quantidade de farinha na massa, a temperatura do forno, até o volume do vinho da taça.

Toda noite a pizzaria lota o minúsculo balcão e as mesas na calçada. As pizzas são individuais. Salvo a tradicional margherita (aqui chamada ‘domenico’ e finalizada com parmesão), as coberturas são diferentonas: couve marinada no shoyu e gengibre; ricota, mozzarella, parmesão, gorgonzola e mel picante; cebola, chouriço e pesto de coentro.

A filial de Botafogo, mais espaçosa, ocupa o lugar onde Shiroma tinha aberto originalmente o izakaya South Ferro.

  • Ferro e Farinha Catete | R. Andrade Pertence, 42, Catete (Metrô: Catete, Saída “C” – Andrade Pertence) | Tel. (21) 99860-8246 | Instagram
  • Ferro e Farinha Botafogo | R. Arnaldo Quintela, 46, Botafogo | Tel. (21) 99349-4285 | Instagram

Lasai

Rio de Janeiro: onde comer - Lasai

Depois de uma temporada como chef executivo no Mugaritz de San Sebastián, em 2014 Rafa Costa e Silva voltou ao Rio para abrir o Lasai num casarão reformado do Humaitá. Foi aclamado desde o primeiro jantar. Os pratos mudam toda noite, de acordo com o que de melhor foi entregue por seus fornecedores ou colhido nas duas hortas do restaurante (uma na Zona Oeste, outra na Serra).

Neste momento o Lasai está oferecendo apenas um menu-degustação. Se você pode investir um salário mínimo num jantar inesquecível para dois, este é o melhor lugar do Brasil para a extravagância.

  • Lasai | R. Conde de Irajá, 191, Humaitá | Tel. (21) 3449-1834 | Instagram

Liga dos Botecos

Se você não vai aos botecos da Zona Norte, os botecos da Zona Norte vêm até você. A Liga dos Botecos reúne 4 botequins além-túnel num mesmo casarão no BotaSoho. São eles: Momo, da Tijuca (bolinhos de arroz com recheios poderosos); Cachambeer, do Cachambi (costela ao bafo); Botero, da Tijuca (burger, pastéis e petiscos inventivos) e Bar da Frente, da Praça da Bandeira (rolinho primavera de porco — o “porquinho no kimono”). Querendo combinar tira-gostos dos quatro, escolha uma das Tábuas da Liga.

  • Liga dos Botecos | R. Álvaro Ramos, 170, Botafogo | Tel. (21) 3586-2511 | Instagram

Meza Bar

O muvucado Meza Bar expande a fronteira das tapas: tem salada de quinoa com feta e camarão; udon com porquinho no tucupi; pato confit com purê de cenoura e café — tudo servido em potinhos. Os drinks são diferentões.

  • Meza Bar | R. Capitão Salomão, 69, Humaitá | Tel. (21) 3239-1951 | Instagram

Miam Miam

Rio de Janeiro: onde comer - Miam Miam

Em meio a oficinas mecânicas de um pedaço pouco nobre de Botafogo, o Miam Miam ocupa um casarão centenário, decorado com bom-gosto e bom humor. A chef Roberta Ciasca milita pela ‘comfort food’: bombom de filé com nhoque na manteiga; camarões grelhados com papa de abóbora e gengibre; atum fresco selado com dhal de lentilhas. O almoço tem menu a 49 reais, e o jantar, a 70 reais.

  • Miam Miam | R. General Gois Monteiro, 34, Botafogo | Tel. (21) 2244-0125 | Instagram

Oteque

Onde comer no Rio de Janeiro: Oteque

O Oteque, do paranense Alberto Landgraf (que comandou o Épice em São Paulo), tem apenas seis mesas redondas e um balcão que fica de frente para a cozinha aberta, onde se pode ver o chef em ação. Os pratos têm ênfase em frutos do mar e legumes. O menu-degulstação tem 8 etapas. Reserve.

  • Oteque | R. Conde de Irajá, 581, Humaitá | Tel. (21) 3486-5758 | Site

Porco Amigo Bar

Porco Amigo Bar Rio de Janeiro

“Feito bem e porcamente”: este é o slogan do Porco Amigo Bar, um boteco que faz do porco a estrela de quase todos os petiscos. Tem gurjão de porco, bolinho de arroz com lingüiça, burger de pancetta, bochecha de porco com maçã verde… As cervejas são artesanais — uma das linhas é exclusiva da casa.

  • Porco Amigo Bar | R. São Manuel, 43 esquina com Fernandes Guimarães | Tel. (21) 2137-4963 | Instagram

Quartinho Bar

Quartinho Bar - Rio de Janeiro

Ocupando uma casinha situada numa nesga entre as ruas Arnaldo Quintela e General Polidoro, o Quartinho Bar está sempre transbordando de gente nas calçadas, numa espécie de “Baixo” de um bar só.

A carta de drinks ocupa 3/4 do cardápio — tem uma seção de gin-tônicas, outra de drinks a R$ 16 e uma terceira de criações petulantes, como Gabriela Vai a Londres (gin, mel com cravo, earl gray, ginger ale e xarope de canela) ou Curry Pork Bloody Mary (um bloody mary que leva curry e jus de porco).

Para comer, tábuas de frios (“couvert artístico”), empadões (como o de camarão, manga e catupiry) e sandubas (não tem burger, mas tem uma interpretação melhorada do xis-coração dos gaúchos). Abre de 3ª a sábado a partir das 18h.

  • Quartinho Bar | R. Arnaldo Quintela, 124, Botafogo | Tel. (21) 2179-6447 | Instagram

S. Bistrô Humaitá

Filial do S. Bistrô do Leme, a casa do Humaitá oferece a experiência completa do grupo Canastra: decoração de brechó, vinhos bons a preços camaradas e cozinha viajada. O destaque do cardápio do S. Bistrô Humaitá vai para pratos com sotaque asiático, como o bo-bun vietnamita: uma cumbuca com macarrão de arroz, carne em lascas, legumes e rolinhos fritos.

  • S. Bistrô Humaitá | R. Conde de Irajá, 288, Humaitá | Tel. (21) 99222-3858 | Instagram

Sult

Aberto no início de 2020, o Sult é um italiano que tira proveito do produto brasileiro. O cardápio mais recente tem arancini com fonduta de queijo canastra; lambretas do Recife com gremolata; fettucine com sururu; filé de pirarucu fresco com risoto de tucupi e jambu. Mas há opções mais ortodoxas, como uma clássica lasanha de ragu e a milanesa de vitelo com purê de batata roxa.

  • Sult | R. Fernandes Guimarães, 77, Botafogo | Tel. (21) 99443-2508 | Instagram

The Slow Bakery

Slow Bakery Rio de Janeiro

Rio Sourdough: este é o nome do pão-estrela da Slow Bakery, a melhor padaria artesanal do Rio. Feito com fermento natural e farinha italiana orgânica, leva 72 horas para ser feito. No balcão, é vendido em peças de 500 gramas. Mas no salão, vem à mesa em fatias na chapa, com manteiga, ou como base de tartines, sanduíches e croques — ou ainda acompanhando uma panelinha de ovo no molho de tomate.

Os cafés são orgânicos e com quatro tipo de filtragens à escolha. Termine com uma fatia de bolo da Lari (banana, castanha, aveia e gotas de chocolate).

Para não pegar (muita) fila — e curtir com calma o ambiente Berlim-em-Botafogo — venha durante a semana, de preferência do meio-dia em diante. O café da manhã de sábado é bem crowdeado. Abre de 3ª a 6ª das 8h às 20h; sábado das 8h às 15h. Fecha domingo e 2ª. Fecha para férias coletivas no fim do ano.

  • The Slow Bakery | R. General Polidoro, 25, Botafogo | Tel. (21) 3563-8638 | Instagram

Onde comer no Centro, Santa Teresa e Zona Norte

Cliqueno nome do restaurante par ver a ficha completa.

Restaurantes selecionados no Centro, Santa Teresa e Zona Norte

Os restaurantes estão listados em ordem alfabética.

Aconchego Carioca

Rio de Janeiro: onde comer - Aconchego Carioca

Kátia Barbosa é uma ourives — de bolinhos. Sua criação mais famosa, o bolinho de feijoada, é imitado Brasil afora. Mas sequinhos, crocantes e com couve fresquinha escondida na massa, só mesmo os do Aconchego Carioca.

Dá para fazer uma festa de Babette só de bolinhos. Tem bolinho de feijão fradinho, de aipim (com um bobozinho de camarão), de grão de bico (com recheio de bacalhau), e o ‘deixa arder’ (bolinhos de pimenta recheados com carne-seca). As almofadinhas de tapioca (parentes dos dadinhos de Rodrigo Oliveira do Mocotó) podem vir com camarão. E o ‘jiló do Claude’, com balsâmico e queijo de cabra, é uma iguaria franco-mineira concebida na Zona Norte do Rio.

O cardápio também traz camarão na moranga, baião de dois e outros clássicos brazucas.

  • Aconchego Carioca | R. Barão de Iguatemi, 379, Praça da Bandeira | Tel. (21) 2273-1035 | Instagram

Adegão Português

O Adegão Português que encanta é o português mais tradicional do Rio em atividade. Venha pelo bacalhau (oferecido em 25 preparações diferentes), pelo polvo ou pelo leitão à bairrada.

  • Adegão Português | Campo de São Cristóvão, 212, São Cristóvão | Tel. (21) 2580-7288 | Instagram

Alda Maria Doces Portugueses (temporariamente só delivery)

Ao zanzar por Santa Teresa durante o dia, não deixe de fazer uma paradinha na Alda Maria Doces Portugueses para se refestelar com doces portugueses (e luso-brasileiros também). Pastéis de nata, de Santa Clara, trouxa de ovos, quindim, fatias de Braga… tudo feito com açúcar orgânico e ovos caipiras e servido numa sala que poderia estar na casa da sua avó.

  • Alda Maria Doces Portugueses (temporariamente só delivery) | R. Almirante Alexandrino, 1116, Santa Teresa | Tel. (21) 2232-1320 | Instagram

Aprazível

O Aprazível descortina uma vista idem para um ângulo diferente do Rio: o Centro da cidade contra o recôndito da Baía de Guanabara. As mesas ficam espalhadas pelo pátio, sob coberturas de sapê. O cardápio passeia por um nem-tão-trivial brasileiro: pão de queijo recheado com lingüiça mineira; palmito fresco assado; arroz de galinha caipira com lingüiça e banana da terra; copa-lombo com purê de batata baroa. No almoço de 4ª, 5ª e 6ª oferece o menu Família Compartilha, com pratos que dão para 3. Fecha 2ª e 3ª. Para não enfrentar fila, reserve.

  • Aprazível | R. Aprazível, 62, Santa Teresa | Tel. (21) 2508-9174 | Instagram

Armazém São Thiago

Escondido numa rua sossegada em Santa Teresa, o centenário Armazém São Thiago é conhecido pelo apelido: Bar do Gomez. O balcão de mármore, os armários envidraçados e chão de taco compõem um dos ambientes mais bonitos da cidade. Os bolinhos são ótimos.

  • Armazém São Thiago (Bar do Gomez) | R. Áurea, 26, Santa Teresa | Tel. (21) 2232-0822 | Instagram

Bar da Frente

Em frente ao Aconchego Carioca (e na casa onde o Aconchego nasceu), o Bar da Frente conquistou brilho próprio. Sua marca registrada é o porquinho de quimono (rolinho primavera de costela desfiada com requeijão). A fondue de coxinha é outra curiosidade transcultural que pegou. No almoço tem arroz de puta rica.

  • Bar da Frente | R. Barão de Iguatemi, 388, Praça da Bandeira | Tel. (21) 2502-0176 | Instagram

Bar do Mineiro

Onde beber em Santa Teresa: Bar do Mineiro

À primeira vista, o Bar do Mineiro, com suas paredes de azulejos brancos e balcão comprido, é um botequim como qualquer outro. Mas não demora para você perceber que está num lugar especial: o lugar é todo decorado com objetos de arte do proprietário, Diógenes Paixão, que é um colecionador. O ambiente pode ter sido o chamariz inicial, mas o sucesso perene do Bar do Mineiro se deve à cozinha: os pastéis de feijão são incríveis. É o lugar mais gostoso do Rio para levar seu amigo gringo para experimentar uma feijoada (ou um frango com quiabo).

  • Bar do Mineiro | R. Paschoal Carlos Magno, 99, Santa Teresa | Tel. (21) 2221-9227 | Instagram

Bar do Momo

Eclético, o Bar do Momo vai dos petiscos de boteco ao hamburger, mas sempre com criatividade. Mudanças só acontecem no cardápio: o layout do lugar continua roots, do jeito que o povo quer. Fecha domingo.

  • Bar do Momo | R. General Espírito Santo Cardoso, 50, Tijuca | Tel. (21) 2570-9389 | Instagram

Bar Luiz (temporariamente fechado)

Verdadeira instituição teuto-carioca (é o restaurante mais antigo da cidade em funcionamento), o Bar Luiz ameaçou fechar as portas em 2019. A notícia causou comoção e o público voltou à casa, pela preservação da clássica milanesa com salada de batata, acompanhada por um chope bem tirado. Abre de 2ª a sábado para almoço até as 18h.

  • Bar Luiz (temporariamente fechado) | R. da Carioca, 39, Centro (VLT: Praça Tiradentes) | Tel. (21) 2262-6900 | Instagram

Barraca da Chiquita

Nenhuma visita à Feira de São cristóvão estará copleta sem uma prova da autêntica cozinha nordestina preparada por ali. Na Barraca da Chiquita a comida é farta e o preço é justo.

  • Barraca da Chiquita | Feira de São Cristóvão: Campo de São Cristóvão, s/n | Tel. (21) 3860-2929 | Instagram

Cadeg

Restaurantes na Zona Norte: Cadeg

Excelente complemento a uma visita ao Maracanã, o Cadeg (Centro de Abastecimento do Estado da Guanabara) é um mercado que abastece bons restaurantes, empórios e floriculturas do Rio. Como é costume nos bons mercados, há muitos restaurantes funcionando no local.

O bacalhau mais famoso é o do Barsa. Outro campeão de preferência é o Costelão, onde a costela é preparada na brasa, como risoto ou prosaicos bolinhos. Se bem que o bolinho mais procurado do Cadeg é o do Cantinho das Concertinas, que aos sábados faz uma pequena festa portuguesa ao som de acordeons.

Os restaurantes costumam abrir diariamente para almoço. Sábados e domingos são os dias mais concorridos — mas vá prevenido que no sábado à tarde e no domingo as lojas e empórios estarão fechados.

  • Barsa | R. Capitão Félix, 10, Benfica | Tel. (21) 97103-5969 | Instagram
  • Costelão do Cadeg | R. Capitão Félix, 10, Benfica | Tel. (21) 2589-0022 | Facebook
  • Cantinho das Concertinas | R. Capitão Félix, 10, Benfica | Tel. (21) 99280-2854 | Instagram

Cais do Oriente

Instalado num galpão supercenografado atrás do CCBB, o Cais do Oriente é o restaurante mais bonito para uma pausa durante um passeio pelo Centro.

O cardápio é variado, com risotos, moqueca, carnes acompanhadas com massas – além de menus sazonais.

  • Cais do Oriente | R. Visconde de Itaboraí, 8 | Tel. (21) 2233-2531 | Instagram

Casa do Sardo

Rio de Janeiro: onde comer - Casa do Sardo

Na categoria ‘cantina’, a mais pitoresca do Rio está na Zona Norte. A Casa do Sardo tem especialidades (e vinhos) da Sardenha e da Sicília. Experimente formatos diferentes como o malloreddus (uma espécie de orecchiete) com molho de tomate, lingüiça e pecorino ou os culurgiones (raviólis gorduchos, recheado com batata). As massas tradicionais são servidas com frutos do mar — algumas, finalizadas com bottarga; há um risoto com tinta de lula. Os preços são simpáticos e compensam a corrida de Uber.

  • Casa do Sardo | R. São Cristóvão, 405, São Cristóvão | Tel. (21) 3258-6054 | Instagram

Casa Villarino

Um dos berços da Bossa Nova (foi aqui que Tom Jobim conheceu Vinicius de Moraes), a Casa Villarino parecia encerrar seus quase 70 anos de história durante a pandemia, quando fechou as portas. Em junho de 2021, no entanto, o bar foi encampado pelo Senac, que reabriu suas portas em agosto.

Funciona apenas durante a semana. Apoveite as novas mesas na calçada para tomar seu chope com petiscos num dos pontos mais agradáveis do Centro. (A bebida da geração bossa-nova, porém, era o whisky.) A cozinha prepara clássicos – milanesa, contrafilé à Oswaldo Aranha, picadinho, peixe com legumes.

  • Casa Villarino | Av. Calógeras, 6, esquina Av. Presidente Wilson, Centro (VLT: Antônio Carlos) | Tel (21) 2240-1627 | Instagram

Confeitaria Colombo

Rio de Janeiro: passeios no Centro - Confeitaria Colombo

A Confeitaria Colombo é um cartão postal que serve café e doces. No mezzanino, o restaurante Cristóvão monta um bom buffet na hora do almoço, a R$ 70 por pessoa (com direito à estação de sobremesas); no sábado, o buffet é de feijoada, a R$ 80 por cabeça. Em algumas tardes é servido um chá completo, a R$ 73 por pessoa: veja o calendário aqui e, caso queira ir, reserve.

  • Confeitaria Colombo | R. Gonçalves Dias, 32 (VLT: Sete de Setembrou ou Colombo) | Tel. (21) 2505-1500 | Instagram

Fazenda Culinária (temporariamente fechado)

Rio de Janeiro: onde comer - Fazenda Culinária

Restaurante residente no Museu do Amanhã, o Fazenda Culinária serve pratos de inspiração brasileira, executados com leveza — galeto no rolete com farofa de panko; picadinho completo; guisado de cordeiro com mousseline de baroa.

  • Fazenda Culinária (temporariamente fechado) | Museu do Amanhã: Praça Mauá, s/n (VLT: Parada dos Museus) | Tel. (21) 99628-0101 | Instagram

Nova Capela

Sinônimo de restaurante-boêmio-na-Lapa, o Nova Capela também atende pelo sobrenome ‘cabrito com arroz de brócolis’. Depois de ficar anos na iminência de fechar, a casa foi comprada em setembro de 2019 pelo grupo Belmonte e deve continuar fazendo história. Abre até a 0h30 de 3ª a 5ª e domingo; 6ª e sábado até 3h30.

  • Nova Capela | Av. Mem de Sá, 96, Lapa | Tel. (21) 2252-6228 | Instagram

Salete

Sempre fresquinhas (é o efeito Tostines!), as empadas do Salete, na Tijuca, são tidas há 60 anos como as melhores do Rio. Vem em três sabores: camarão, palmito e frango. Fica a três quadras do metrô.

  • Salete | R. Afonso Pena, 189 (Metrô: Afonso Pena, saída “A” – Praça Castilho França) | Tel. (21) 2264-5163 | Instagram

Térèze

Rio de Janeiro: onde comer - Térèze

Pequenino e todo envidraçado, o Térèze é um esconderijo charmoso no hotel Santa Teresa MGallery. A cozinha revisita pratos clássicos brasileiros com uma pegada contemporânea.

  • Terèze | Hotel Santa Teresa MGallery: R. Almirante Alexandrino, 660, Santa Teresa | Tel.: (21) 3380-0200 | Instagram

Onde comer na Barra da Tijuca, São Conrado e Zona Oeste

Clique no nome do restaurante para ver a ficha completa.

Barra da Tijuca: as zonas gastronômicas

Quer escolher seu restaurante in loco? Procure por aqui:

  • Baixo Barra: a av. Olegário Maciel, no Jardim Oceânico, tem bares e restaurantes enfileirados, e calçadas transbordando nas noites do fim de semana.
  • Shoppings: são essenciais ao Barra way of life. Em todos eles, a ala de restaurantes é um grande chamariz de público: Village Mall (o mais sofisticado; Av. das Américas, 3900), Rio Design Barra (compacto e bem servido de restaurantes; Av. das Américas, 7777), Barra Shopping (gigantesco; av. das Américas, 4666) e Vogue Square (o mais novo, com o pátio interno mais agradável; av. das Américas, 8588).
  • Praia do Pepê: onde as barracas de praia são beach lounges.

Restaurantes selecionados na Barra da Tijuca, São Conrado e Zona Oeste

Os restaurantes estão listados em ordem alfabética.

Adega Santiago

Filial de uma bem-sucedida rede paulista, a Adega Santiago tem cardápio ibérico: petiscos e pratos clássicos de Espanha e Portugal. Polvo à gallega, bolinhos de bacalhau, paella, arroz de pato, bacalhau – pronto, está entendido o conceito. Está numa bela localização no Village Mall, com vista para a lagoa da Tijuca.

  • Adega Santiago | Village Mall: Av. das Américas, 3900, Piso L2, Barra da Tijuca | Tel. (21) 3900-1605 | Instagram

Bar do Cícero

Muito antes do metrô facilitar a ida à Ilha da Gigóia, o Bar do Cícero já ficava cheio nos fins de semana. Continua uma boa escolha para quem quer comida de boteco, com ênfase em frutos do mar. Pegue o barco no ancoradouro e avise que vai descer no Cícero.

  • Bar do Cícero | Ilha da Gigóia (Metrô: Jardim Oceânico, saída “B” – Lagoa) | Tel. (21) 96675-9838 | Instagram

Bira de Guaratiba

A vista do Bira é das mais bonitas do Rio: para o estuário da restinga da Marambaia. Filho de tia Palmira, a cozinheira mais antiga de Guaratiba, Bira prepara boas moquecas (de camarão, cação ou robalo), arrozes (de camarão, de polvo, misto) e caldeirada de frutos do mar, em porções para 3 pessoas. Os preços são salgadíssimos — mesmo assim, a espera pode ser longa (vale a pena fazer reserva). Abre de 5ª a domingo para almoço. Só aceita cartão de débito.

  • Bira | Estrada da Vendinha, 68, Barra de Guaratiba | Tel. (21) 99864-6134 | Instagram

Brasero Atlântico

Aberto em setembro de 2019, o Brasero Atlântico é filial de uma churrascaria foodie de Buenos Aires. Seu forte são peixes e frutos do mar frescos assados na grelha. Experimente também os drinks e conservas.

  • Brasero Atlântico | Fashion Mall: Estrada da Gávea, 899, São Conrado | Tel. (21) 2148-8211 | Instagram

Brewteco Barra

Filhote de um dos bares mais concorridos da Dias Ferreira, no Leblon, o Brewteco Barra tem 21 torneiras vertendo chopes artesanais fluminenses. Para acompanhar, drumets de frango, dadinhos de tapioca, burgers e um delicioso buraco quente de costela desfiada.

  • Brewteco Barra | Av. Olegário Maciel, 231, Jardim Oceânico | Tel. (21) 3986-1012 | Instagram

Filho da Mãe

Guia da Barra da Tijuca: Filho da Mãe

O melhor restaurante do shopping Vogue Square é a tasca portuguesa Filho da Mãe. Trata-se da casa do filho da dona do cultuado Gruta de São Francisco, de Niterói. Espere encontrar todas as delícias tradicionais da cozinha portuguesa, com destaque para bacalhaus e polvos.

  • Filho da Mãe| Vogue Square: Av. das Américas, 7777, Barra da Tijuca | Tel. (21) 3030-9080 | Instagram

Gurumê

Restaurantes em São Conrado: Gurumê

Gurumê é como os japoneses pronunciam “gourmet”. A casa é um fenômeno: foi sucesso desde a abertura, acabou deslanchando uma rede. No cardápio, muito maçarico, muito cream cheese, muito azeite trufado, sushis fritos e demais adaptações da culinária japonesa que fazem tanto sucesso no patropi.

  • Gurumê | Fashion Mall: Estrada da Gávea, 899, São Conrado | Tel. (21) 3030-8233 | Instagram

Pobre Juan

Os donos são brasileiros, mas a rede Pobre Juan se tornou um gigante do churrasco com cortes e técnicas de parrilla argentina. Mollejas (timo), morcillla (choriço com sangue) e ojo de bife (o miolo do bife de ancho) são algumas especialiades difíceis de encontrar em churrascarias brazucas.

  • Pobre Juan | Village Mall: Av. das Américas, 3900, Piso L2, Barra da Tijuca | Tel. (21) 98940-4472 | Instagram

Quinta

Rio de Janeiro: onde comer - Quinta

O cenário do Quinta é idílico: uma chácara elegante que resistiu à urbanização de Vargem Grande. Escolha o bobó de camarão (feito de fruta-pão no lugar de aipim — peça uma provinha, eles trazem), o bacalhau ou a excelente feijoada, e arremate com os doces caseiros com queijo curado (o de jaca é magnífico). Ah, sim: e siga a recomendação que tem mantido a casa como era há 3 décadas: “só diga a seus melhores amigos”. Abre apenas sábado, domingo e feriado para almoço, e só atende mediante reserva.

  • Quinta | R. Luciano Gallet, 150, Vargem Grande | Tel. (21) 2428-1396 | Instagram

Shiso

Restaurante Shiso Rio de Janeiro

No hotel Grand Hyatt, o japa-chic Shiso impressiona pela arquitetura de Arthur de Mattos Casas, pela louça de cerâmica do ateliê Kimi-Nii e por ter uma sushiwoman: Miriam Moryama, filha de japoneses, nascida na Argentina e vinda do Hyatt de Santiago do Chile. O omakase, menu-degustação da chef, inclui peixes crus e pratos quentes lindamente apresentados; tem 5 etapas e custa R$ 390 por pessoa.

  • Shiso | Hotel Grand Hyatt: av. Lúcio Costa, 9600, Barra da Tijuca | Tel. (21) 3797-9522 | Site

Venne

Dono de um amplo terreno no coração da Ilha da Gigóia, com direito a píer e jardim, o Venne satisfaz quem procura pratos brazucas (feijoada, moqueca) e italianos (massas, risotos). Você pode fazer trajetos diferentes na ida e na volta: na ida, pegue o barco que faz a rota dos canais. Na volta, vá caminhando por dentro da ilha e pegue o barquinho que faz a travessia de 30 segundos da ilha para o continente.

  • Venne | Ilha da Gigóia (Metrô: Jardim Oceânico, saída “B” – Lagoa) | Tel. (21) 99988-9916 | Instagram

2 comentários

Ino > Irajá, fica a dica! rs. Mas os dois são ótimos! Flamengo e Catete tem mais coisa, assim como Centro e Lapa! O Carmelo é maravilhoso, por ex!!!

Atenção: Os comentários são moderados. Relatos e opiniões serão publicados se aprovados. Perguntas serão selecionadas para publicação e resposta. Entenda os critérios clicando aqui.