Rio de Janeiro

Ricardo Freire
por Ricardo Freire

Rio de Janeiro: como visitar com segurança

Veja nesta página dicas práticas de como visitar o Rio de Janeiro com segurança:

O Rio de Janeiro é tão inseguro assim?

Basta mencionar o Rio de Janeiro numa conversa, e instantaneamente aparece a pergunta: "E a segurança?". As belezas, o charme e os tesouros cariocas não são suficientes para impressionar quem está obcecado com arrastões, balas perdidas, tráfico de drogas, crise sem fim. Os cariocas parecem ser os primeiros a desaconselhar visitas à sua cidade.

No entanto, é só você caminhar por Copacabana, Ipanema ou Leblon para perceber que há mais moradores de classe média caminhando na rua e usando a cidade (fora de carros, fora de shoppings!) do que em qualquer outra metropóle brasileira. Não existe lugar do país com tantas mesas nas calçadas e com um comércio de rua tão forte em bairros de classe média. Se o Rio é tão perigoso assim, por que tanta gente ainda está nas ruas?

Num dia de sol e calor -- em qualquer fim de semana do ano -- as praias do Rio lotam, do Leme ao Pontal. Por que dezenas de milhares de pessoas insistem em se expor a arrastões?

O contra-senso continua quando você examina o turismo. A Olimpíada ocorreu na maior tranqüilidade. Não houve nenhum caso de violência contra turistas durante o Rock in Rio 2017. Nem durante o Rock in Rio 2019. Os Réveillons de 2018, 2019 e 2020 foram sucesso retumbante, com ocupação total dos hotéis. O Carnaval de 2019 foi tranqüilo, sem a repetição dos episódios isolados do Carnaval 2018 que precipitaram a intervenção federal na segurança. Os argentinos estão por toda parte, nas praias, nos pontos turísticos, nos supermercados, felizes como mineiros em Guarapari.

E o tumulto na saída do bloco A Favorita, em janeiro de 2020, em Copacabana? Foi o primeiro incidente grave desde o carnaval de 2017. E tem mais a ver com a natureza do bloco (funk, centenas de milhares pessoas, palco fixo) do que com qualquer outra coisa. Afaste-se desses mega-blocos, e você não vai ver confusão.

Voltar | Topo

É assim há 30 anos

Pão de Açúcar

Eu viajo ao Rio como turista há pelo menos 30 anos, e desde o fim de 2015 moro durante parte do ano na cidade. Não me lembro de nenhum momento em que viajar ao Rio ou morar no Rio não incluísse adotar um pacote de precauções de segurança. A insegurança e a violência sempre existiram. Nos lugares mais violentos da cidade, a violência de fato aumentou. Morar no Rio está de fato mais inseguro. Mas visitar o Rio, por incrível que pareça, está mais seguro -- ou menos inseguro, se você preferir -- do que antes da Olimpíada.

Continue lendo, que eu explico.

Voltar | Topo

Insegurança do morador x Insegurança do turista

O Rio sofreu a crise brasileira de uma maneira muito mais intensa do que o resto do país. O estado foi à falência, o funcionalismo e os aposentados deixaram de receber, a recessão foi brutal, a população de rua aumentou. A falta de continuidade do projeto das UPPs (as unidades de polícia pacificadora, instaladas nas favelas) fez recrudescer a violência em morros e comunidades. O estado de espírito que define o carioca passou de 'descontração' para 'desalento'.

Se você precisa mandar seus filhos para a escola todos os dias; se você tem que cruzar um túnel (ou a Linha Vermelha) todos os dias para trabalhar; se o único meio de transporte que serve para você todos os dias é o ônibus; se você passa todas as suas noites num apartamento de fundos para um morro onde há tiroteios -- realmente, não está fácil.

Mas você, como turista, tem o privilégio de não precisar passar por nada disso. E ainda pode aproveitar uma série de novidades olímpicas que, de fato, aumentaram a segurança de quem visita a cidade.

Voltar | Topo

A segurança do turista

Boulevard Olímpico

As obras de mobilidade urbana feitas para a Olimpíada cobrem quase todo o território percorrido pelo visitante e proporcionam deslocamento com toda a segurança.

O metrô, que é o lugar mais seguro do Rio de Janeiro, agora leva também ao coração de Ipanema, ao Leblon e também à Barra da Tijuca (de quebra, evitando passar pelo túnel engarrafado). Já o simpático VLT trouxe segurança aos deslocamentos pelo Centro. Use esses dois meios de transporte sempre que puder, e seus deslocamentos serão mais seguros do que aí na sua cidade.

(O exemplo mais agudo: na primeira noite do Rock in Rio 2017 aconteceu o evento mais violento daquele ano na Rocinha. O morro foi invadido por uma facção em busca do controle do tráfico local. Os moradores ficaram ilhados e correram risco de vida. Os bairros vizinhos de São Conrado e Gávea, assim como quem passava de carro na auto-estrada Lagoa-Barra, viveram uma noite de tensão insuportável. Mas nesta mesma noite, porém, milhares de espectadores do Rock in Rio passaram por ali em total segurança, na ida e na volta, alheios ao que acontecia -- por baixo da terra, no metrô.)

O novo pólo turístico da cidade, o Boulevard Olímpico, que reúne quase duas dezenas de atrações, é bem policiado e não registra incidentes de segurança.

O acesso ao Cristo Redentor, que era uma bandalha, está civilizado, com ingressos com hora marcada para subir de van ou trenzinho. (A propósito, dá para comprar ingresso antecipado também para o Pão de Açúcar, o AquaRio e o Museu do Amanhã.)

Com o chegada dos aplicativos de transporte (incluindo Uber & cia.), andar de táxi ficou não só mais barato, como mais seguro. A chance de um taxista dar voltas com você ou usar taxímetro adulterado (algo comum em cidades turísticas do mundo inteiro, de Budapeste a Buenos Aires) hoje é muitíssimo menor do que já foi.

A probabilidade de ser ludibriado na praia também é pequena: desde a operação Choque de Ordem, no início da década, os clientes das barracas têm fichas de consumo com preços discriminados.

Vai por mim: tome as precauções que você tomaria há dois, três ou dez anos, e você vai curtir a cidade muito mais do que há dois, três ou dez anos.

Voltar | Topo

Assaltos x furtos

O risco mais comum corrido pelo turista nas áreas em que circula no Rio é o de ser assaltado. Mas não é muito mais alto do que em qualquer outra metrópole brasileira. Em São Paulo, Porto Alegre ou Fortaleza também não é recomendável andar por ruas ermas, nem usar o celular displicentemente na calçada. Em que grande cidade não temos receio de parar à noite no sinal vermelho, ou ficar preso no engarrafamento com celular ou bolsa à mostra? Não deixe de ir ao Rio por causa de um problema que também existe na sua cidade.

Em compensação, turistas brasileiros e estrangeiros estão praticamente a salvo no Rio de um contratempo muito freqüente em destinos não têm fama de inseguros: os furtos. Não há, no Rio (e no Brasil em geral) as quadrilhas de mãos-leves que surrupiam dinheiro, carteira e celulares nas aglomerações e nos transportes públicos de cidades como Paris, Barcelona, Lisboa ou Santiago. Só há furto sistemático no Rio em mega-shows e no Carnaval de rua. O metrô e as atrações turísticas, porém, são seguros.

(Se você quer conhecer histórias tristes de furtos a turistas brasileiros no exterior, clique neste post sobre golpes na Europa e neste outro sobre problemas nos táxis e metrô de Santiago.)

E a intervenção?

Bem-recebida pela maioria da opinião pública, a intervenção federal na segurança do Rio teve um efeito psicológico inicial positivo. A sensação de vale-tudo incontrolável deixada pelo noticiário do Carnaval de 2017 se dissipou.

E houve, de fato, um aumento do policiamento nas áreas turísticas da Zona Sul. O programa Rio + Seguro, que foi implementado em Copacabana, conseguiu tirar os pivetes de circulação dos calçadões da avenida Atlântica.

Em 2018, o programa foi estendido ao Leblon. E em 2019, começou a funcionar também em Ipanema.

Voltar | Topo

Dicas práticas de segurança

Rio de Janeiro segurança

Hospede-se perto do metrô

O segredo de curtir o Rio é diminuir a sensação de insegurança. E isso acontece naturalmente quando você toma as precauções adequadas e vai percebendo que há vida normal ao seu redor.

Muitas dessas precauções são exageradas, mas ao seguir esse receituário você vai se sentir mais tranqüilo (e, de fato, vai reduzir riscos, por pequenos que sejam).

(Se você acha que impensável visitar uma cidade onde você precise seguir dicas de segurança, veja as nossas dicas de segurança para visitar Barcelona. Lá, na nossa opinião, você corre mais risco de ficar sem o seu celular, seu dinheiro e seus documentos.)

O kit básico de precauções é o mesmo que você já usa na cidade onde mora (e se não usa, deveria passar a usar):

  • Saia para andar na rua sem correntinha ou relógio
  • Não fique de bobeira na calçada com o celular
  • Leve a câmera numa bolsa (trespassada no corpo) e tire só na hora de usar
  • Se não tiver nada para carregar, saia sem bolsa. Cada penduricalho a menos é uma tranqüilidade a mais
  • Não caminhe à noite por lugares ermos
  • Espere o táxi ou Uber chegar para então sair da portaria ou do restaurante

Acrescente essas dicas específicas para o Rio, que vão ajudar você a reduzir sua sensação de insegurança ao mínimo:

  • Identidade + 1 cartão de crédito (ou débito) + o cartão do plano de saúde + uns trocados: isso é o suficiente para qualquer saída ou passeio no Rio. Deixe a carteira no cofre do hotel, e você sairá à rua com mais tranqüilidade
  • Use sempre que puder o metrô e o VLT -- ambos, mais seguros do que andar de bonde e metrô na Europa...
  • Evite andar de ônibus, que são vulneráveis a assaltos e arrastões
  • Até a situação voltar a sossegar, não faça passeios em comunidade, tipo favela tour
  • Ao andar de carro, prefira o GPS do Google Maps, que escolhe o mais rápido entre percursos convencionais, ao Waze, que na ânsia de descobrir a rota mais curta pode mandar passar por quebradas inseguras
  • Caso precise transitar pela Linha Vermelha, túnel Rebouças, túnel Zuzu Angel, avenida Brasil ou Linha Amarela, não se estresse por antecipação. É verdade que são os corredores de trânsito mais vulneráveis a tumulto na cidade. Mas lembre que pelo menos 150.000 carros passam por dia por cada uma dessas vias -- 99,99999% das vezes sem ocorrências mais graves que um engarrafamento
  • Hospede-se perto do metrô (veja indicações aqui). Além de mais seguro, é mais conveniente para turistar
  • Precisa sacar dinheiro? Existem caixas do Banco 24 Horas na maioria das estações do metrô. Faça o saque quando estiver voltando para o seu hotel. Você elimina o receio de alguém ver você entrar e sair da agência do banco. (É mais seguro do que sacar dinheiro num caixa aí da sua cidade)
  • Em Ipanema e Leblon, evite caminhar por ruas de passagem que não tenham comércio, como Prudente de Moraes e General San Martin. Para deslocamentos a pé entre os dois bairros, use as ruas principais, Visconde de Pirajá e Ataulfo de Paiva
  • Sábado à tarde e domingo, evite cruzar a região dos Arcos da Lapa e também o Largo da Carioca a pé. Nesses dias, visite a Escadaria Selarón de táxi ou Uber

Voltar | Topo

Segurança na praia

Rio de Janeiro segurança

Calma no Brasil. A praia do Rio não é o lugar conturbado que tantos (incluindo cariocas) pensam.

Arrastão na praia é evento raríssimo

Arrastões na areia existem -- mas são tão raros que, quando acontecem, saem no jornal. São eventos traumáticos (um corre-corre dos diabos, provocado sobretudo pela reação aos pivetes). No entanto, em comparação a outras modalidades de arrastão (no túnel, no engarrafamento, no ônibus), os arrastões na praia se encaixam mais na categoria tumulto do que na de assalto. E repito: são raríssimos. O momento crítico é o fim da tarde de domingo durante o verão, no Arpoador. Vá à praia no meio da manhã, em dias de semana, e você supera esse pânico rapidinho. Nesses 4 anos de Rio de Janeiro, eu já fui à praia umas 100 vezes e nunca presenciei absolutamente nada de anormal.

A insegurança está no calçadão

O calçadão de Copacabana (dos dois lados da avenida) é o campo tradicional de atuação dos pivetes que praticam pequenos assaltos, saindo correndo ou de bicicleta. Felizmente esse tipo de incidente em Copacabana está controlado. É mais fácil você ser furtado no calçadão da Rambla em Barcelona do que assaltado no calçadão de Copa, hoje em dia.

Importante: à noite, evite o calçadão de Ipanema, que fica totalmente ermo. O calçadão de Copacabana, porém, fica cheio e não é inseguro à noite.

Na areia é sossegado

Na areia você está mais seguro do que imagina. Furtos (quando você é roubado sem perceber) podem acontecer, mas no Brasil não temos profissionais com a qualidade dos que surrupiam carteiras e celulares a rodo no metrô de Paris ou da rambla de Barcelona. Evidentemente, não dá para deixar seus objetos de bobeira. Leve uma bolsinha tipo saco para o celular e dinheiro, e amarre na cadeira ou nos aros do guarda-sol. E deixe com um vizinho quando for cair n'água. Carregue o mínimo de tralha para a praia (pra que levar a carteira inteira? não precisa!) e seus dias serão mais tranqüilos. Se precisar, use o guarda-volumes do posto salva-vidas mais próximo. Na terceira ida à praia a paranóia já vai ter passado.

Voltar | Topo

Segurança no Réveillon e no Carnaval

Clique para dicas de segurança no Réveillon aqui.

Clique para dicas de segurança no Carnaval aqui.

18 comentários

Daniela
DanielaPermalinkResponder

******Gostaria muitíssimo que me respondesse******

Olá Ricardo, adoro suas dicas e te indico para Deus e o mundo, parabéns pelo seu trabalho.

Vamos de SP para Cabo Frio de carro no dia 26/12/19, a rota é: Avenida Brasil e ponte Niterói, que gostaríamos de conhecer, ou pegar a rodovia Raphael de Almeida Magalhães – para não pegar áreas de riscos na Avenida Brasil e Ponte Niterói. Você acha que é paranoia mudar a rota? ou poderíamos ir tranquilo e ainda conhecer a ponte Niterói que parece ser muito linda e diferente. ou realmente recomenda pegar a rodovia Raphael de Almeida Magalhães?

outra coisa vamos sair de madrugada, você acha interessante passarmos por Trindade (umas 6h da manhã) e Angra no caminho e chagar a noite no hotel em Cabo Frio para check in?

Muito obrigada!! Por favor me responda rsrs....

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Daniela! Vá pela Dutra, pegue a Linha Vermelha e a Ponte, exatamente como o Google Maps ou o Waze mandarem.

Não há nenhuma possibilidade de você conseguir vir pela Rio-Santos, entrar em praias pelo caminho e ainda chegar a Cabo Frio no mesmo dia.

Denise
DenisePermalinkResponder

Olá Ricardo! Parabéns pelo site!

Vou com a minha família para Arraial do Cabo, saindo de Brasília, mas antes ficaremos alguns dias no RJ. Alguma dica sobre a rota a ser seguida?

Estou com muita dúvida sobre o melhor local para hospedagem. Pretendemos alugar um apartamento com preço razoável.

Já vi alguns condomínios muito bons no Recreio dos Bandeirantes e Jacarepaguá. Também alguns apartamentos em Ipanema, Alto Leblon, Leblon e Botafogo.

Queremos conhecer o Cristo, o AquaRio, Maracanã e Museu do amanhã.
Espero aproveitar a viagem com tranquilidade.

Se puder me ajudar, eu agradeço muito.

Eigle Trindade

Olá Ricardo, cara, parabéns pelo site e pelo seu trabalho. Tudo aqui é muito bem escrito e sempre ajuda muita gente, e essa publicação em especial está me ajudando muito.
Vamos fazer uma viagem em família, eu e minha esposa com nossos pais, optamos pelo Rio, por ser o sonho de qualquer turista, enfim, por essa decisão muita gente veio enxovalhando o Rio pelo famoso receio a segurança, mas depois de suas explicações aqui, fiquei muito mais seguro.

Partindo do interior de SP, chegaremos ao Rio dia 1º de maio, bem no feriado, você tem uma sugestão de horário para passarmos pela linha vermelha? Vi algumas pessoas sugerindo após as 10h, o que acha?

Obrigado.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Eigle! Quem responde é a Bóia. Pode passar em qualquer horário.

Alessandra
AlessandraPermalinkResponder

Ola. Quero sair de Goiania com minhas filhas de carro. Tem sugestao de alguma rota mais segura para chegar. Obrigada

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Alessandra! Há duas rotas, via Uberlândia ou via Barretos, com distâncias muito parecidas. O trecho final, depois de São josé dos Campos, é pela Dutra, como todo mundo que vem de São Paulo. Ponha no Waze para ver o mais indicado. Não há nenhuma questão de segurança.

Rayane Mendes
Rayane MendesPermalinkResponder

Olá!! Gostei muito do site e de como você aborda os assuntos, parabéns!

Gostaria muito da sua ajuda, vamos a primeira vez ao Rio e chegaremos 21h no aeroporto Santos Dumont, é seguro ir de metrô nesse horário para o Recreio dos Bandeirantes? Ou teríamos que optar pelo Uber mesmo?

Aguardo sua resposta,
Obrigada!!

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Rayane! Pelo menos o trecho final faça de Uber. Para economizar, faça um RioCard por passageiro no saguão do Santos Dumont e carregue em cada um pelo menos R$ 11,40 com cartão de débito (R$ 3 do cartão + R$ 3,80 da passagem do VLT + R$ 4,60 da passagem do metrô). Vá de VLT até o metrô Cinelândia. São 5 minutos de percurso. A única entrada para o metrô aberta a esta hora vai ser no meio da praça, mais ou menos em frente ao Teatro Municipal (mas bem recuada em relação ao teatro). No metrô Cinelândia você pega qualquer trem da linha 1 direção Jardim Oceânico. Desce no fim da linha. São 35 minutos de trajeto. Na estação Jardim Oceânico você sai pelo acesso "B" (Lagoa) e ali chama o Uber.

Mas no seu lugar, sem conhecimento prévio do percurso e à noite, eu iria de Uber mesmo desde o aeroporto.

https://www.viajenaviagem.com/destino/rio-de-janeiro/santos-dumont/

Andressa
AndressaPermalinkResponder

Do Galão até Copacabana, o caminho é feito pela Linha Vermelha? Devo me preocupar? Irei ao RJ em março.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Andressa! Mais de 150.000 carros trafegam diariamente pela Linha Vermelha. O aeroporto do Galeão tem centenas de funcionários que vão e voltam todos os dias pela Linha Vermelha. Mais de 20.000 passageiros por dia desembarcam pelo Galeão e pegam a Linha Vermelha. Taxistas fazem ponto no Galeão e usam a Linha Vermelha. Motoristas de Uber esperam no Galeão para pegar passageiros, e precisam ir e voltar pela Linha Vermelha.

Denise Soares
Denise SoaresPermalinkResponder

Incrível seu post. Trabalho em Copacabana, com turismo e é estarrecedor ouvir os relatos das pessoas que quase desistiram de vir ao Rio, por causa da má-fama, mas vieram e se surpreenderam com a tranquilidade. Seu site está de parabéns, por explicar como realmente é.

Leandro
LeandroPermalinkResponder

Obrigado pela postagem.
Estava completamente inseguro, porém agora estou decidido a ir com minha esposa.
Vamos só passar um FDS, chegar sexta a noite e voltar domingo para São Paulo (interior).
Obrigado mesmo pelas dicas e por tirar um pouco do nosso medo infundado.

Joselita
JoselitaPermalinkResponder

Olá, Ricardo!!
Sempre acompanho as postagens do site, são dicas muito coerentes. Irei ao Rio no mês de abril com minha filha de 13 anos. Ficaremos hospedadas num hotel anexo ao aeroporto Santos Dumont e tenho dúvidas sobre a melhor forma de me deslocar para as principais atrações turísticas. Vc acha melhor sempre usar o Uber?? Exemplo: para visitar o Corcovado pelo trenzinho existe transporte até lá? Cheia de dúvidas de qual melhor opção. Agradeço de responder e mais uma vez parabéns!!

Karen
KarenPermalinkResponder

Oi Ricardo! Amo seus posts! Vou levar meu namorado gringo para conhecer o RJ e estávamos discutindo se vale mais a pena passar um fim de semana longo (sexta a terca) para curtir a noite ou ir durante a semana para fugir da muvuca. No post vc diz que durante a semana e mais seguro. O que vc recomenda? Obrigada!

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Karen! Quem responde é A Bóia. A única referência a fim de semana ser mais seguro é a questão da praia, e mesmo assim isso não deve ser determinante para você escolher ir à praia. Um fim de semana com temperatura inferior a 28ºC nunca lota a praia. Segunda-feira é uma noite devagar se você procura agitação noturna.

Atenção: Os comentários são moderados. Relatos e opiniões serão publicados. Perguntas serão selecionadas para publicação e resposta. Entenda os critérios clicando aqui.
Bóia de férias. Só voltaremos a responder perguntas que forem postadas a partir de 3 de junho. Relatos e opinões continuarão sendo publicados.
Cancelar