Primeira vez na Itália: dois roteiros práticos (de 8 e 14 dias)

Ricardo Freire
por Ricardo Freire

Roteiros Itália: 8 e 14 dias - Pisa

Quando a gente monta um roteiro pela Europa, normalmente a gente quer visitar vários países. Mas daí quando a gente chega na Itália, e fica difícil cortar. Roma, Veneza, Florença, Toscana, Milão, Costa Amalfitana, Cinque Terre... Como selecionar?

Na verdade, se existe um país na Europa que vale viagens exclusivas, no plural, é a Itália.

Então para facilitar a sua vida aí vão dois itinerários práticos.

  • Um roteiro essencial de 8 dias
  • Um roteiro mais abrangente de 14 dias

Caso tenha mais 3 a 7 dias para investir numa extensão à Costa Amalfitana, clique neste post:

  • Primeira vez na Itália: roteiro de 8 dias

Este é o roteiro mais básico possível, mas feito de maneira a você conseguir o melhor proveito.

Inclui três bases:

Como chegar e se deslocar

  • Compre uma passagem na modalidade múltiplos destinos/várias cidades, com ida Brasil-Roma e volta Veneza-Brasil no mesmo código de reserva. Neste post eu explico o passo a passo.
  • Compre passagens de trem de alta velocidade a partir de 90 dias de antecedência no site da Italo para os trechos Roma-Florença e Florença-Veneza. Neste post você encontra o tela a tela.
  • As passagens de trem regional para os trechos Florença-Pisa S. Rossore, Pisa S. Rossore-Lucca e Lucca-Roma podem ser compradas com alguns dias de antecedência no site da Trenitalia ou na própria estação, porque passagens em trens regionais não variam de preço.

ROMA

Roteiros Itália 8 e 14 dias - Roma

Dia 1

Você chega por Roma. No primeiro dia, vai estar grogue da viagem. Então a o plano é flanar a esmo pelo centro histórico. A idéia é você ser surpreendido pelos monumentos. De repente, quando você vir, vai estar em frente à Fontana di Trevi, vai passar pelo Pantheon, vai dar no PIazza del Poppolo ou no Campo de' Fiori...

Dia 2

No segundo dia, você começa a sua turistagem normal. Você vai ver que Roma é uma cidade que exige muito da gente fisicamente.

Tire o dia para ir ao Coliseu e ao Fórum Romano. Compre um Roma Pass ou um passe fura-fila para escapar da fila da bilheteria (vai pegar só a do detector de metais).

Dia 3

No terceiro dia você vai ao Vaticano (Capela Sistina!). Compre com antecedência o ingresso com hora marcada. E se ainda tiver pernas, vá à Galleria Borghese, um pequeno museu com obras extraordinárias (incluído no Roma Pass).

Onde ficar em Roma

Pela praticidade, muita gente opta por ficar perto da estação Termini, de onde há transporte fácil de/para o aeroporto Fiumicino com o trem Leonardo da Vinci Express. Os hotéis estão marcados em verde no mapa. Não gosto muito deste pedaço, mas sua principal inconveniência -- a distância da vida noturna -- pode ser resolvida com um Uber para voltar. O entorno da estação é um antro de hotéis e bed & breakfasts basiquinhos-econômicos. Procurando bem, você encontra uns super bem-apessoados, como o In City e o DaySleeper. Também é possível descolar hotéis mais pretensiosos, como o Smooth e o i.Q. Roma.

O meu lugar favorito para ficar em Roma é o bairro do Trastevere, por conta da
noite animada e da fartura de bons restaurantes. O ponto baixo é não ter metrô por perto. Mas se você gosta de caminhar, é só atravessar para a outra margem do Tibre ('Trastevere' quer dizer 'atrás do rio Tibre'), que estará no centro histórico. Os hotéis desta área estão marcados em vermelho no mapa. O Tree Charme fica numa pracinha à beira-rio, tem quartos agradabilíssimos e está a um pulo da Roma dos monumentos. O Ripa é um hotel moderninho para quem faz o gênero design. O bairro também está cheio de bed & breakfasts bacaninhas e com preço camarada, como o Suite 51, que fica no coração do bairro, e o B&B Roma Trastevere, que fica perto da estação de trem Trastevere (de onde há transporte de ida e volta ao aeroporto Fiumicino por trem regional).

Se você quer se hospedar no centro histórico, procure na região entre Piazza Navona, Campo de' Fiori e Piazza del Poppolo, onde os preços são menos indigestos (e as ruas, menos apinhadas de turistas) do que nos arredores da Piazza di Spagna. Os hotéis estão assinalados em grená no mapa. Os melhores achados costumam ser bed & breakfasts mais sofisticadinhos, como o Primo Piano Suites, o The Club Navona e o Rome River Inn (que tem vista para o Tibre). Mas também há hotéis sem ranço antigo, como o Navona Street.

Uma região de hotéis confortáveis e de preços interessantes, bem servida pelo metrô, é a Via Nazionale, entre a estação Termini e o Centro Histórico. As indicações estão assinaladas em laranja no mapa. Considere por ali hotéis e B&Bs como Rome Times, Rome Life e Rome Glam. Vale a pena também ficar em Monti, que tem bistrôs e bares simpáticos entre a Via Nazionale e o Coliseu. Por ali, o charmoso Nerva, o novinho Relais Santa Maria Maggiore e o antiguinho-econômico Hotel Grifo deixam você bem localizado.

FLORENÇA

Roteiros Itália 8 e 14 dias - Florença

Depois de três dias em Roma, você pega um trem para Florença. Dá 1h10 de viagem em trem de alta velocidade. Reserve 3 noites em Florença.

Dia 4

Tire o primeiro dia para explorar Florença. No fim da manhã, veja o Davi de Michelangelo na Accademia (compre ingresso com hora marcada).

Na hora do almoço, passe pelo Mercado San Lorenzo. Depois vá à Galleria Uffizi, o mais antigo museu de arte do mundo. Compre seu ingresso antecipado.

Dia 5

Não faltam atrações dentro de Florença para ocupar com proveito muito mais dias. Mas uma das vantagens da cidade é a possibilidade de bate-voltas fáceis de trem ou ônibus.

Se você quiser aproveitar essa faceta de Florença, tire o quinto dia para o bate-volta à atração que talvez seja o cartão-postal mais popular da Itália, a Torre de Pisa (veja como fazer o bate-volta neste post).

Se você fizer o gênero animadão, pode emendar até Lucca, que fica 20 minutos adiante, também por trem (veja aqui).

As passagens podem ser compradas com pouca antecedência ou mesmo na estação, já que os trechos são em trem regional, cuja tarifa não varia. Pelas novas regras dos trens regionais, você vai precisar comprar passagens separadas, nos trechos:

  • Firenze SMN-Pisa S. Rossore
  • Pisa S. Rossore-Lucca
  • Lucca-Firenze SMN

Pisa S. Rossore é a estação mais próxima da Torre. Alguns trens só param em Pisa Centrale, que não fica a uma distância caminhável da Torre. Mas comprando a passagem para Pisa S. Rossore você pega o trem certo.

Dia 6

Caso queira seguir aproveitando a facilidade de bate-voltas a partir de Florença, no sexto dia você pode decidir entre dois:

  • Siena, o outro berço da Renascença

Ou

As duas estão a 1h de ônibus de Florença. Não, infelizmente não dá para combinar as duas num passeio só. As horas na Itália têm só 60 minutos, igualzinho aqui.

As passagens de ônibus Florença-Siena e Florença-San Gimignano podem ser compradas pelo site da Tiemme ou na hora, na rodoviária de Florença (ao lado da estação de trem principal, Santa Maria Novella).

Onde ficar em Florença

Os arredores da Estação Santa Maria Novella levam uma vantagem logística indiscutível, sobretudo para quem quer fazer bate-voltas, de trem ou de ônibus. O centro histórico está a poucos minutos de caminhada. Os hotéis desta área estão assinalados em vermelho no mapa. Junto à estação, três hotéis confortáveis da rede c-hotels de vez em quando têm bons preços nos quartos standard: o Ambasciatori, o Diplomat e o Club. A meio caminho do Duomo, duas opções de personalidade: o charmoso bed & breakfast Dimore Le Leopoldine e o divertido hotel Garibaldi Blu.

A localização dos próximos hotéis também é especial: ficam perto da estação, do Duomo... e do Mercado San Lorenzo. Estão marcados em verde no mapa. Zip B&B faz a linha moderninho-econômico. Na Via Nazionale, três vizinhos satisfazem aos caçadores de hotel-butique: o Relais Luce, o Sempione e o Glance.

No centro histórico propriamente dito (hotéis marcados em laranja), o B&B dell'Olio costuma ter boas tarifas. No Hotel Duomo sua janela pode dar para a catedral. O Be-ONE é um bed & breakfast sofisticado, e o Rodo Fashion Delight agrada gostos excêntricos. Já perto do rio, o Tailor House B&B tem uma boa relação charme x benefício, enquanto o seu vizinho Room Mate Isabela é o mais bem-localizado entre os dois Room Mate na cidade.

O outro lado do rio, conhecido como Oltrarno, é recomendado para quem quer curtir uma Florença com menos muvuca turística (mas ainda assim, em circunstâncias 100% florentinas). Por ali, o mais interessante é peneirar apartamentos. Mas há também hotéis bacaninhas, como o Old Bridge B&B (assinalado em azul).

VENEZA

Roteiro Itália 8 e 14 dias - Veneza

Você ainda tem duas noites na Itália. Pegue um trem para Veneza. São 2 horas de viagem.

Dias 7 e 8

Com dois dias em Veneza, você pode ter uma experiência bem mais consistente do que a dos visitantes que apenas passam o dia.

Comece seguindo o fluxo turístico, da ponte do Rialto até a Praça São Marcos.

Mas depois, fuja para o outro lado do Grande Canal. Explore os bairros do Dorsoduro e San Polo, onde as ruelas ainda são cheias de lugarzinhos autênticos e surpreendentes. Beba um Spritz no Campo Santa Margherita por mim!

Veja todos os macetes para uma experiência nota 11 em Veneza neste post.

Saiba também como se locomover em Veneza neste post.

Dia 9

Snif, hora de voltar para casa. Se o seu vôo for de manhã muito cedo, considere dormir a noite anterior perto do aeroporto (veja sugestões de hotéis abaixo).

Onde ficar em Veneza

Se você procura um hotel junto ao ponto de chegada em Veneza, aqui vão dois (assinalados em roxo no mapa). O simpaticíssimo Venice Times fica na lateral da estação Santa Lucia. E o moderno AC Venezia by Marriott está praticamente na Piazzale Roma, ponto final do ônibus do aeroporto, endereço dos estacionamentos de Veneza e a porta de acesso ao porto de cruzeiros (você pega o Tronchetto, o monotrilho que faz a rota Piazzale Roma-terminal de cruzeiros-estacionamentos do porto).

Para ter a tal da experiência nota 11 em Veneza eu recomendo que você se hospede no Dorsoduro, um bairro de vielas misteriosas que em algum momento vão dar no Campo Santa Margherita, o lugar mais animado à noite em Veneza. Os hotéis estão anotados em vermelho no mapa. Do ladinho do Campo Santa Margherita, o bed & breakfast Casa Nobile Corner evoca o exotismo do Oriente Próximo. O B&B Venetian Experience é mais discreto, com uma localização parecida. No centro geográfico do 'sestiere' (bairro), o Fujiyama B&B tem preços baixos e altos elogios.

Se o seu orçamento permitir, considere dois excelentes hotéis: o Palazzo Veneziano, que ocupa um prédio novo escondido sob uma fachada preservada, pertinho da parada Zattere do vaporetto, e o elegante Ca' Pisani, que revisita o luxo veneziano com uma pegada mais moderna. Finalmente, não dá para não mencionar a velhusca Pensione Accademia que, apesar das acomodações datadas, tem um lindo jardim e está a uma ponte de distância do coração nobre de Veneza.

Um 'sestiere' com uma vibe parecida com o Dorsoduro, com ruas sossegadas e alguns pólos animados, é Canareggio. A vantagem é que fica mais perto da estação -- se você usar o truque de deixar a mala no guarda-volumes, vai conseguir ir andando com a sua mochila. Os hotéis estão assinalados em verde. Procurando com cuidado, você vai achar pequenas preciosidades como os bed & breakfasts Casa Filù, Amor Mio, ou hoteizinhos maneiros como o Canareggio 2357. O B&B Al Pozzo di Luce fica um pouquinho mais distante, mas está em frente à saída dos barcos para Murano e Burano.

Caso você faça questão de se hospedar no eixo Rialto-San Marco, dê uma olhada nas tarifas do NH Collection Palazzo Barocci, um hotel de rede que de vez em quando tem bom preço. O affitacamere (flat, sem café da manhã) Abatea é um achado para quem procura ofertas nos arredores de San Marco. Os pequenos hotéis Anastasia e Flora não são luxuosos, mas têm estilo.

Recomendo vivamente a quem vá pegar vôo de manhã cedo que durma a última noite num hotel perto do aeroporto. Faça assim: ao fazer check-out, peça para o seu hotel na cidade guardar a bagagem (todos farão isso). Aproveite o resto do dia, jante cedo, e lá pelas 20h30 passe no seu hotel para pegar a mala. Siga para o aeroporto (ainda haverá ônibus) e lá pegue o transporte gratuito para o seu hotel. Assim você conseguirá passar uma noite razoavelmente bem dormida, e não terá dor de cabeça (nem grandes gastos) para chegar ao aeroporto cedinho. O Annia Park inclui o traslado na diária e serve café da manhã a partir das 4h30. O Courtyard by Marriott cobra uma pequena taxa pelo traslado.

  • Primeira vez na Itália: roteiro de 14 dias

O segundo roteiro é um pouco mais completo: são 15 dias e 14 noites pela Itália. Não vai dar para ver toda a Itália que você tem na cabeça, mas já vai ser um roteiro bem mais satisfatório do que o de uma semana.

Nossas bases nesse roteiro:

Como chegar e se deslocar

  • Compre uma passagem na modalidade múltiplos destinos/várias cidades, com ida Brasil-Milão e volta Roma-Brasil no mesmo código de reserva. Neste post eu explico o passo a passo.
  • Compre passagens de trem de alta velocidade a partir de 90 dias de antecedência no site da Italo para os trechos Milão-Verona, Verona-Veneza, Veneza-Florença e Florença-Roma. Neste post você encontra o tela a tela.
  • As passagens de trem regional para os trechos Florença-Pisa S. Rossore, Pisa S. Rossore-Lucca e Lucca-Roma podem ser compradas com alguns dias de antecedência no site da Trenitalia ou na própria estação, porque passagens em trens regionais não variam de preço.
  • Alugue um carro por 4 dias, com retirada e entrega em Florença, para percorrer a estrada Chiantigiana na ida de Florença a Siena, fazer um tour pelo Val d'Orcia a partir de Siena e passar em Monteriggioni e San Gimignano na volta a Florença.

MILÃO

Roteiros Itália 8 e 14 dias - Milão

Dias 1 e 2

Em Milão você fica duas noites. Não esqueça de comprar com antecedência o seu ingresso pra ver a Última Ceia do Leonardo da Vinci. Vá também à Trienale e divirta-se nas noites do Navigli.

Dia 3

No terceiro dia você vai fazer um pit stop em Verona, a caminho de Veneza.

Como fazer isso? Compre duas passagens de trem: uma de Milão a Verona, outra de Verona a Veneza. Programe um intervalo de 5 a 6 horas em Verona. Deixe a bagagem no guarda-volumes da estação e passeie pela cidade de Romeu e Julieta.

Onde ficar em Milão

A Estação Central de Milão tem uma peculiaridade: não é... central. Não é uma localização de que eu goste, mas preciso admitir que, além de ser uma mina de hotéis baratinhos (como o 43 Station), o entorno da estação viu surgir nos últimos anos uma leva de hotéis com jeitão contemporâneo. No mapa, estão assinalados em laranja. Dá para brincar de hipster em hotéis como o Spice e o Smart. Alguns têm proposta 'eco', como o Starshotel Echo e (um pouco afastado da estação) o Biocity. No século passado, seria imaginável hotéis na região da Centrale com pretensão chic, como o Glam e o LaGare MGallery.

Mais perto do centro dos acontecimentos, a zona hoteleira dos arredores da Estação Garibaldi é um pouco melhor localizada. Tem hotéis novos e confortáveis (marcados em vermelho no mapa) e deixam você mais perto do bairro mais charmoso de Milão, Brera. Por ali, considere hotéis sólidos como o AC by Marriott, o Tocq e o NH Palazzo Moscova. Fashionistas vão gostar de saber que a loja mais carismática de Milão (da Itália?), a 10 Corso Como, aluga quartos -- são os 3 Rooms Corso Como.

Por falar em moda, a região mais chic de Milão é o Quadrilattero da Moda, entre o bairro de Brera e o centro histórico. Delimitado pelas vias Montenapoleone, Spiga, corso Manzoni e corso Venezia. Os hotéis estão marcados em grená. Vale a pena começar a pesquisa pelos hotéis de grifes (Bulgari, Armani, Four Seasons), só para tomar um susto. Na seqüência, as tarifas de hotéis 4 estrelas como o Manin e o Cavour vão soar bastante palatáveis. O New Generation Hostel, instalado num antigo mosteiro em plena Brera, vai parecer de graça.

Para aproveitar a noite mais animada de Milão, você pode se hospedar direto em Navigli, o bairro cortado por dois canais e pontilhado de bares. Os hotéis estão marcados em verde no mapa. O Nhow Milan é um hotel moderno com tarifas bem competitivas. Já a Maison Borella é um elegante predinho convertido em hotel.

E caso você queira investir num hotel pertinho do Duomo e da galeria Vittorio Emanuele, escolha pelo design: veja o Room Mate Giulia e o Straf. Estão marcados em azul no mapa.

VENEZA

Roteiros Itália 8 e 14 dias - Veneza

Em Veneza fique três noites. O primeiro dia nem conta: você já vai chegar no começo da noite. Para não ter problemas de chegar com bagagem no hotel, você pode usar o mesmo truque do pit-stop: deixar a mala maior o guarda-volumes da estação, e ir só com uma mochilinha para a cidade.

Dias 4 e 5

Use essas dicas para a melhor experiência em Veneza.

Saiba também como se locomover em Veneza neste post.

Onde ficar em Veneza

Veja a lista de recomendações no tópico de Veneza no roteiro de 8 dias (clique aqui).

FLORENÇA

Roteiros Itália 8 e 14 dias - Florença

Neste roteiro você pode ficar três noites em Florença.

Dias 6, 7 e 8

Use o primeiro dia na cidade para o básico (Accademia, Mercado de San Lorenzo, Uffizi), o segundo para o bate-volta a Pisa (e quem sabe estendendo a Lucca), e aproveite o terceiro dia para passear por regiões da cidade onde você não conseguiu passar no dia da chegada.

Para o bate-volta a Pisa e Lucca, as passagens podem ser compradas com pouca antecedência ou mesmo na estação, já que os trechos são em trem regional, cuja tarifa não varia. Pelas novas regras dos trens regionais, você vai precisar comprar passagens separadas, nos trechos:

  • Firenze SMN-Pisa S. Rossore
  • Pisa S. Rossore-Lucca
  • Lucca-Firenze SMN

Pisa S. Rossore é a estação mais próxima da Torre. Alguns trens só param em Pisa Centrale, que não fica a uma distância caminhável da Torre. Mas comprando a passagem para Pisa S. Rossore você pega o trem certo.

Onde ficar em Florença

Veja a lista de recomendações no tópico de Florença no roteiro de 8 dias (clique aqui).

SIENA & TOSCANA

Roteiros Itália: 8 e 14 dias - Pienza

Pienza, Val d'Orcia

Depois de três dias baseado em Florença, você aluga um carro para passear na Toscana.

Dia 9

Pegue seu carro na saída da cidade e percorra a Chiantigiana, a estrada que corta região vinícola do Chianti. Você pode visitar e almoçar numa vinícola.

Reserve três noites num hotel nos arredores de Siena, para estar bem localizado pra passear.

Dia 10

Invista este dia numa visita completa à espetacular cidade de Siena.

Dia 11

Este pode ser o ponto alto da sua viagem: um dia zanzando pelo Val d'Orcia, o pedaço mais fotogênico da Toscana. (Clique neste link para ver o que fazer.)

Dia 12

Volte a Florença, passando por Monteriggioni e San Gimignano.

Devolva o carro e pegue um trem a Roma.

Por que voltar a Florença e não seguir a Roma? Por dois motivos. Você evita uma viagem mais longa (Florença está bem mais perto) e uma chegada mais conturbada (entrar em Roma, mesmo que apenas para entregar o carro, não é bolinho). E depois, você aproveita essa volta para passar por um caminho diferente da vinda, visitando lugares importantes.

Onde ficar em Siena e Val d'Orcia

Montar base em Siena tem a vantagem de poder sair à noite na cidade. De carro, pegue um hotel fora da zona de tráfego limitado. O NH Siena tem estacionamento próprio e fica na praça onde chegam os ônibus. O Athena também tem estacionamento gratuito. O Hotel Italia fica junto à escada rolante que leva ao centro histórico, e o B&B Il Barbero tem um pequeno estacionamento (pago). Um nadinha fora da cidade, o Santa Caterina tem vista para campo.

Caso você não esteja de carro, escolha um bed & breakfast chamoso dentro do centro histórico, como o La Terrazza sul Campo, o I Tetti di Siena ou o B&B Il Corso.

Ao escolher seu hotel no Val d'Orcia e arredores, pense num aspecto prático. Onde você vai querer jantar? Se você quer jantar fora do hotel, é melhor escolher um hotel dentro de um povoado. Se você escolher um hotel fora de povoado, a melhor estratégia é jantar no próprio hotel.

Entre os hotéis dentro de povoados (marcados em vermelho), considere:

Se preferir hotéis fora de povoados (marcados em verde), confira estes:

  • Perto de Rapollano Terme, o Hotel Toscana Laticastelli ocupa um antigo 'borgo' restaurado, numa ótima posição tanto para explorar o Val d'Orcia como outros destinos da Toscana e Úmbria. O Borghetto Il Montino também tem uma linda piscina

ROMA

Roteiros Itália 8 e 14 dias - Roma

A noite do primeiro dia (o dia 12) vai ser para aquela flanagem a esmo pelo centro histórico que eu descrevi aqui.

Dias 13 e 14

Siga a programação proposta aqui, com Coliseu e Forum Romano num dia, Vaticano (e, quem sabe, Galleria Borghese) no outro.

Dia 15

Bora voltar pro Braza...

Onde ficar em Roma

Veja a lista de recomendações no tópico de Roma no roteiro de 8 dias (clique aqui).

Leia mais:

44 comentários

Celso pires
Celso piresPermalinkResponder

O roteiro que fizemos foi invertido e mais longo (28 dias) . Iniciamos em Roma e após 4 dias, alugamos um carro, viajando por praticamente toda Toscana, com bases em Florença, Sienna (conhecendo varias cidades de passagem como s. Gemigniano, Pisa, cinque Terre, monteriggioni, montalcino, cole de Van d’elsa , Pienza, entre outras). Fizemos base em Verona com visita ao lago de Garda e terminamos em Veneza. Período médio de cada parada de cinco dias. E acredite: o tempo foi muito curto pra poder aproveitar tudo.

Paulo Quintairos

A cidade de Turim é muito interessante e rica de atrações. Não entendo o motivo de ser pouco lembrada nos roteiros turísticos. Só o Museu Nacional do Cinema já justifica a visita.

Christina
ChristinaPermalinkResponder

Sair da Toscana e seguir para Roma também é legal e cito dois bons motivos:
1- passar pela medieval Orvieto com sua paisagem incrível, já que está no alto de um rochedo de mais de 300m de altura e que possui uma das mais lindas Catedrais de toda a Itália, com sua arquitetura gótica e o seu colorido que a torna diferente das outras.
2- visitar a incrível Civita di Bagnoregio considerado um dos burgos mais lindos da Itália. É inesquecível!
E a volta que fiz para Roma não foi tão ruim assim, ao menos para mim que estou acostumada com o trânsito em São Paulo, foi tranquilo chegar até a estação Termini e devolver o carro.

João Guilherme Zonta

Estive na Itália entre o final de Janeiro e o começo de Fevereiro. Eu e minha noiva tivemos os passaportes roubados em Roma. Escrevi um simples artigo contando como foi toda a saga e com detalhes de como fazer o novo passaporte no consulado. Gostaria muito de compartilhar no blog essa experiencia, pois no dia do ocorrido pesquisei muito na internet e a maioria das informações estava errada ou pela metade.
Abraços

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, João! Entraremos em contato. Obrigada!

monica albano
monica albanoPermalinkResponder

Acha muito pouco tempo em Roma. Adorei a ideia de carro alugado só para uma parte, mas sei lá ir a todos esses lugares enão conhecer melhor Roma.? Será que vale a pena usar dois dias em Milão.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Mônica! Em todos os lugares você pode ficar mais dois, três, quatro dias, que continuará aproveitando. Se você tiver mais dias, vale a pena investir em Roma sim.

Mateus Passos
Mateus PassosPermalinkResponder

Gostaria de saber se é viável uma viagem de 20 dias que passe por Lisboa, Paris e cidades italianas. Se for viável, qual seria o melhor ponto de início da viagem: seria Lisboa? Pensei em algo assim: 4 dias para Lisboa, 6 para Paris, 8 para cidades italianas além de 2 dias, um para ir e outro para voltar. É loucura?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Mateus!

Veja:

https://www.viajenaviagem.com/2015/03/europa-roteiro-15-dias/

https://www.viajenaviagem.com/2011/12/como-montar-viagem-europa/

Infelizmente não temos como elaborar ou comentar roteiros individuais.

Roberta froncillo

Muito bons seus roteiros. Pretendo ir com duas netas de 14 e 15 anos para passar 15 dias. E seu roteiro foi muito útil. Só não vou alugar carro. Como fazer a Toscana ? Ónibus? Quais?
Obrigada.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Roberta! Quem responde é A Bóia. Pegue tours organizados -- em Florença você pode ir de tour para a Chiantigiana, e de Siena, para o Val d'Orcia. Existem ônibus locais para o interior do interior da Toscana, mas os horários são poucos e complicados para quem está turistando.

Janamara
JanamaraPermalinkResponder

Olá, vou viajar em junho para Itália por 10 dias (viajo numa quinta e volto domingo) e estou com muita dúvida em relação ao roteiro, pois tinha pensado em ir inicialmente para cinque terre, mas não tenho lido muitas coisas recentes favoráveis e sei que tem algumas trilhas interditadas. Você acha que seria viável fazer esse roteiro de 8 dias e tentar espremer cinque terre ou melhor aproveitar um pouco melhor essas cidades? Na verdade tinha pensado até em excluir veneza para conhecer essa parte da costa italiana. Obrigada.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Jana! Todas as trilhas estão interditadas desde 2011.

Cinque Terre é um lugar bonito e curioso, mas tem certeza de que você quer abrir mão de Veneza por um lugar curioso?

De todo modo, aqui vão todas as informações para visitar (só desconsidere as trilhas, que continuam fechadas):
https://www.viajenaviagem.com/2012/04/cinque-terre/

Danilo
DaniloPermalinkResponder

Excelente post!
Eu, como leitor antigo do site, fico mto feliz em voltar a ver, nos últimos meses, esse tipo de post - que é a cara do VnV - que andava meio ausente do site no ano passado.
smile

Ingrid
IngridPermalinkResponder

Acabei de chegar de uma viagem de 17 dias na Itália e foi a escolha mais acertada que fizemos a de permanecer todo o tempo no mesmo país. E digo que ainda faltaram dias para tantas atrações. Foram cinco noites em Roma, duas em Veneza, três em Florença, duas em Siena e cinco na Costa Amalfitana com base na região de Sorrento. Alugamos um carro em Florença e fizemos a Toscana e a Campanha de Carro, o que foi muito acertado e nos permitiu conhecer outros lugarez como Pisa, San Gimgnano, Orvieto e Pompeia. Indicamos o hotel Canova Tadolini em Roma ( do lado da Praça de Espanha), o Perseo em Florença ( menos de 100m do Duomo), o Antica Locanda Al Gambero em Veneza ( dá para ir a pé sem perrengue com as malas da estação Rialto B até o hotel

Selma
SelmaPermalinkResponder

Boa tarde. O Roteiro da Ingrid é praticamente o que eu vou fazer em abril de 2019, menos Veneza, que eu já conheço, mas uma grande dúvida ainda paira: é viável fazer a Costa Amalfitana em abril, ainda não estará frio? Obrigada pelas dicas

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Selma! Você pode até pegar dias bonitos, mas vai estar frio (em todos os sentidos).

Cris
CrisPermalinkResponder

Se alguém quiser outras dicas e resenhas de hotéis em Roma, Florença, Veneza e Milão, aqui vão 4 hotéis que eu fiquei em cada uma dessas cidades entre 2016 e 2018:

Roma: Hotel Caravita - Fica bem no meio do centro histórico, na esquina da Via del Corso com a Via del Caravita, a meio do caminho entre a Fontana di Trevi e o Panteon. É um hotel boutique, fica no segundo e terceiro andar de um prédio antigo, mas totalmente reformado, quarto e banheiros limpinhos e pessoal atencioso. Em termos de deslocamento, é uma das melhores opções, praticamente dá para ir a pé a quase todos os pontos turísticos (batendo muita perna, é verdade). E procurando, se encontra bons restaurantes por perto, para quem já tem faro para distinguir restaurantes bacanas das armadilhas turísticas. Preço: olhando pelo Booking, vai ser meio salgado, mas eu descolei uma promoção no próprio site do hotel, quarto duplo por 90 EUR por diária em fevereiro de 2018.

Florença: Globus Urban Hotel. Fica a meia quadra do Mercado de San Lorenzo (delícia) e da Trattoria Zazá (recomendação maravilhosa de uma alma caridosa do VnV que eu não me lembro quem foi, para o jantar do meu aniversário em Florença; queria muito poder agradecer pela indicação). Faz o gênero basiquinho-moderninho-não muito caro. A impressão que eu tive é que devia ter sido antes um hotel caindo aos pedaços, mas que passou por uma super reforma recentemente. Quartos e banheiros super limpos e bacaninhas, mas pequenos. Recepção também atenciosa. Preço da diária: quarto duplo por 94 EUR em novembro de 2016.

Veneza: Hotel Arcádia. Fica em Canareggio, perto de um canal na parte "de trás" de Veneza, e que fica a uma quadra da Estação Santa Lucia. Escolhi esse justamente pela facilidade de locomoção até a estação mesmo com mala de rodinha. Tipo de hotel que também se enquadra na mesma situação dos anteriores: hotel boutique simples-moderninho, localizado em prédio antigo, possivelmente antes caindo aos pedaços, mas que passou por reforma milagrosa recente. Mesmo esquema de quartos e banheiros, recepcão super prestativa. Eu não saberia dar maiores explicações sobre o exato local do hotel (he-he), mas juro que andando pelas ruelas e entre os canais, entre 15 a 20 minutos de caminhada se chega de alguma forma à Piazza San Marco. Nós encontramos perto do hotel um restaurante bacaninha e moderninho, no estilo baccari, que servia uns cicchetti deliciosos, e praticamente jantamos lá quase todos os dias. Preço um pouco mais salgado: quarto duplo por 105 EUR por diária em novembro de 2016, mas considerando que era em Veneza, até entendo!

Milão: Hotel NH Milano Touring. Fica um pouco mais abaixo da Estação Central, já em direção ao centro histórico, perto da Piazza República e do parque Indro Montanelli. Eu realmente não sabia onde ficar em Milão e meio que escolhi esse hotel justamente por não ser tão próximo da estação (mas nem tão longe) e também por ser um pouco mais próximo do centro histórico e principalmente do Duomo, sem precisar vender um dos meus rins. No fim, conseguíamos ir a pé tranqüilamente até a Galeria Vittorio Emmanuele e ao Duomo, e nós descobrimos bem pertinho do hotel um restaurante/bar/sorveteria bem bacaninha, o tal do Bianco Latte, que parece ser alvo de amor ou ódio pelas resenhas do Tripadvisor. Nós gostamos! O NH Milano Touring é daqueles hotéis de rede, bem grande, sempre com muita gente, com quartos um pouco decadentes, mas que já tem vários deles que foram reformados num estilo mais moderno. Deve depender da sorte na hora do check-in ser colocado num quarto renovado ou nos antigos. De qualquer forma, também tem um atendimento super prestativo. No nosso caso, nós tínhamos certeza que ficaríamos num quarto renovado, porque esse foi o único hotel da viagem de 2016 que reservamos uma suíte luxo, pois era a única que seria possível transformar em quarto triplo (eu, minha mãe e meu irmão - também foi o único hotel dessa viagem que ficamos todos no mesmo quarto). Por ser suíte luxo transformada em quarto triplo, o preço ficou mais salgado: 180 EUR por diária, em novembro de 2016.

Detalhe importante: todas essas tarifas consideram também a inclusão do café da manhã (todos excelentes), então, para quem não liga muito para o café ou prefere fazer essa refeição fora do hotel (o que não é o meu caso), pode até conseguir tarifas mais baratas que essas.

INGRID
INGRIDPermalinkResponder

Acabamos de voltar de uma viagem de 17 dias na Itália e o roteiro foi : 3 dias Roma, 2 dias Veneza, 3 dias Florença, 2 dias Siena, 1 dia Nápoles/Pompeia, 3 dias Sorrento e mais 2 dias em Roma na volta. Fizemos os trechos Roma-Veneza e Veneza-Florença de Trem da FrechiaRossa e a partir de Florença alugamos um carro para fazer a Toscana e descer até a Costa Amalfitana, devolvendo em Roma. Ficamos apreensivos em fazer a Costa em abril, mas a oportunidade era única e foi ótimo, pegamos dias frios mas ensolarados e fizemos fotos lindas na rota entre Sorrento e Amalfi. Indicamos os seguintes hotéis: Antica Locanda Al Gambero em Veneza (fácil acesso do vaporetto ao hotel que fica a 200m da Praça São Marcos), hotel Perseo em Florença (bem próximo do Duomo), hotel Garden Siena (estacionamento gratuito) e o hotel Canova Tadolini em Roma (colado na praça de Espanha e na Via Del Corso). Escolhemos os hotéis o mais próximo possível do centro histórico das cidades porque estávamos com o nosso filho de quatro anos. Viagem inesquecível!

Paulo
PauloPermalinkResponder

Tenho muita dificuldade em tirar mais de 20 dias de férias, em janeiro terei uns 25 dias. Vale a pena ir à Itália nesse roteiro clássico: Roma, Florença, Veneza, talvez Napoli e arredores dessas cidades? Como fica de frio e chuva?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Paulo! É mais frio do que chuva.

Adriana Santana

Olá!
Pretendo chegar a Veneza de avião (do Rio de Janeiro) e sair de trem, para Florença.
O que me aconselham a fazer com as malas?
Abraços,
Adriana.

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Adriana! Recomendamos viajar com uma mala M e uma bolsa ou mochilinha, no máximo. Não pegue trem com mala G. Não pegue trem com mais de uma mala. Se possível, em Veneza deixe a mala na estação ferroviária e siga ao hotel só com a bolsa ou mochila.

Rodrigo Jofré de Camargo

Pretendo fazer com minha esposa o roteiro de 14 dias em setembro. Porém, gostaria muito de passar na cidade natal de minha avó, Longiano, na Emiglia-Romagna. É viável fazer esse passeio puramente nostálgico, ou devo deixar para uma outra oportunidade explorando outras regiões?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Rodrigo! A Emilia-Romagna está coladinha na Toscana. Você pode tirar um dia de Milão ou de Florença para fazer o desvio. Você pode pegar um trem de Florença a Cesena (baldeação em Bologna) e lá pegar um táxi.

Salete
SaletePermalinkResponder

Olá Ricardo e se ao invés da Costa Amalfitana o escolhido fosse a região de Trentino-Alto Ádige? Tem algum roteiro? Grata!

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Salete! Quem responde é A Bóia. Não temos roteiro para esta região infelizmente.

Valeria Brion
Valeria BrionPermalinkResponder

Olá Ricardo.
Vou com meu marido em setembro passar 22 dias na Italia.Seguindo as suas dicas, ficaremos hospedados em tres polos: Milão, Florença e Roma, e de lá bate e volta para as cidades do entorno, inclusive Veneza.
A minha familia é de Resana(Treviso), e tinha muita vontade de conhecer , embora todos tenham vindo para o Brasil. Você acha que esse "desvio" seria perda de tempo, com outras atrações tão mais interessantes ?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Valeria! O Ricardo Freire absolutamente não recomenda fazer Veneza como bate-volta. Essa não é uma orientação "seguindo as dicas do Ricardo Freire". Já viagens por motivos sentimentais/familiares sempre são indicadas. Veja se você consegue fazer a partir de Veneza.

Milton
MiltonPermalinkResponder

Queria deixar um comentário rápido, em plena viagem, sobre algo que foi valioso pra mim (desculpem se a informação já constar do site).

Estou numa viagem de vinte e poucos dias pela Itália e quis, além dos destinos mais conhecidos, agregar cidades menores, vilarejos, lugares mais característicos e menos óbvios.

E acabei encontrando quase que um roteiro pronto no site “I borghi più belli d'Italia” (http://borghipiubelliditalia.it/borghi/).

Como eu já tinha definidas as regiões por onde ia passar, bastou acrescentar algumas cidadezinhas no roteiro, de acordo com distâncias rodoviárias, disponibilidade de trens etc., já que elas vêm divididas pelas regiões do país. Era exatamente o que eu precisava. Cidades como Borghetto sul Mincio, Castelsardo ou Castellabate, das quais nunca tinha ouvido falar, acrescentaram muito ao roteiro graças a esse site.

Se a dica for valiosa, posso dar mais detalhes dos lugares por onde passei.

Danielle
DaniellePermalinkResponder

Oi Ricardo, Oi Bóia!
Estou indo para a Italia seguindo as dicas de vcs, inclusive fechei os hotéis de Veneza (Ca' Pisani) e o da Toscana (Laticastelli) baseado em seus relatos! Enfim, agora preciso fechar o de Roma, vc indica 2 regiões, ok, mas tem muitas opções e sinceramente não achei nenhuma seguindo o seu / meu padrão. Por favor, me indique algumas opções. Desde já, super agradeço! Vc será lembrado em toda viagem!!!! smile

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Daniele! As regiões e hotéis de Roma selecionados pelo Ricardo Freire estão no texto. Ele tem maior simpatia pelo Trastevere.

Mariana
MarianaPermalinkResponder

Bom dia!!
Estou querendo programar uma viajem para Itália, provavelmente Napoles, Roma, Florença e Veneza (ou o contrario), para Fevereiro. Dúvidas: é um bom período? É muito cedo pra comprar passagem aérea?(por ser tres semestres diferentes e questão de valores), quais outras dicas eu devo prestar atenção para fazer o roteiro?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Mariana!

Passagens para a Europa com tarifas de até 1.000/1.200 dólares são bom negócio. É possível conseguir valores mais baixos em promoções. Fique monitorando até 6 meses antes da viagem.

Veja sobre as diferenças entre viajar no inverno e no verão:
https://www.youtube.com/watch?v=53uhrz70egA

Luana
LuanaPermalinkResponder

Parabéns! Excelente post! Se não quiser alugar um carro pra fazer Siena-Toscana qual é o plano b? E no caso do roteiro de 14 dias, qual a melhor disposição para encaixar 5 dias para conhecer Costa Amalfitana e Capri?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Luana! Faça a Costa Amalfitana apenas se estiver na Itália entre fim de maio e setembro, evitando agosto. Funciona melhor como férias das férias, depois de Roma. Para passeios ao interior da Toscana sem carro, encaixe-se em passeios em grupo saindo de Siena (Val d'Orcia) ou Florença (Chiantigiana).

João Henrique

Ola. Planejo minhas viagens com base nos posts e comentários do blog! Sempre muito útil! Vou viajar em julho para Roma e Florença. Gostaria de saber se acham necessário adquirir ingresso com áudio guia para visitar Uffizi e Academia. Muito obrigado pela atenção

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, João Henrique! O audioguia é super útil se você quiser fazer uma visita mais aprofundada. Não é obrigatório, mas se você quiser dar mais do que uma passada, vale a pena.

João Henrique

Muito obrigado pela atenção e rapidez na resposta...uma pena que não tem áudio em português...sem querer abusar, entre Uffizi e Academia, qual consideras mais necessário o áudio? Lá não tem mediadores , como temos nos museus e galerias de arte aqui no Brasil?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, João Henrique! A Uffizi. Accademia é pequena.

Fernanda
FernandaPermalinkResponder

Boa tarde,
Vale a pena alugar o carro em Roma e devolver em Roma, fazendo exatamente esse roteiro (só que excluindo Milão como primeiro destino, e deixando Roma - locais indicados - Roma novamente só para devolver o carro/pegar o voo)?

Obrigada!

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Fernanda! De trem é mais rápido, mais prático e você não volta pra casa com uma coleção de multas. Use carro apenas no trecho indicado.

Sonia
SoniaPermalinkResponder

Por favor, onde acontece devo passar pela Imigração em um voo da Alitália para Florença, com conexão em Roma? Quais os passos á seguir chegando no Aeroporto de Roma ? ?

A Bóia
A BóiaPermalinkResponder

Olá, Sonia! A imigração é feita em Roma, mas você só retira suas bagagens em Florença.

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